Meu primeiro contato com um videogame foi com um Atari. Confesso que nunca entendi muito bem o que estava fazendo apertando um botão e vendo quadradinhos coloridos se mexendo na tela. Distraía, pelo menos. E, cacete, como era difícil conseguir qualquer senso de progresso ali. Devo ter jogado basicamente só as telas iniciais da maioria dos jogos que tínhamos em casa. Mas tinha algo de positivo aí: mesmo na mais tenra infância, já começava a entender que algumas coisas não eram para o meu bico. Continue lendo

É notório que com o amplo uso de internet e redes sociais a privacidade hoje praticamente não existe. Também é notório que somos todos bebês no uso de internet, uma ferramenta com menos de um século de vida. Ainda estamos aprendendo como usar, postura, ética própria e uma série de regras que só serão consolidadas após muita tentativa e erro. Não é fácil, estamos falando de uma ferramenta que te permite acesso a qualquer pessoa/lugar do mundo. Vai ser bem difícil uniformizar as condutas em um meio tão heterogêneo. Continue lendo