Sally Surtada (sugestão da leitora): A vida segue.

O povo pediu. E o povo manda em mim. Hoje vou me arriscar em um tema ingrato: como esquecer aquele Zé Ruela que claramente não quer mais nada com você. O tema é ingrato porque não existe uma fórmula para esquecer alguém. Aqui me aventuro eu, em um estelionato intelectual, tentando ajudar. Mas já adianto que não devolvo o dinheiro se não funcionar.

A situação é a seguinte: ele caga e anda para você, não te trata como você merece e dá sinais de descaso e falta de consideração o tempo todo. Mas, por algum mecanismo bizarro você continua gostando dele, cada vez mais. Sim, Minha Amiga, isso é um desfavor. Mas quem nunca passou por isso?

Tudo que posso fazer por vocês, tentando não cair na auto-ajuda, é dar algumas dicas, que PARA MIM funcionam nesse momento de merda onde você passa por uma situação tão… de merda difícil. Mas veja bem, não são dicas para amenizar o sofrimento não. São dicas para não involuir. Render-se nunca, retroceder jamais.

NÃO TENTE EVITAR O SOFRIMENTO

Infelizmente (ou felizmente?) não existe uma máquina no estilo “Brilho eterno de uma mente sem lembranças” que apague o Zé Ruela da sua mente. Seria bom? Não sei, o sofrimento é necessário. O doce não seria tão doce se você não tivesse provado do sabor amargo. Quem tenta correr do sofrimento sempre se ferra, o sofrimento corre mais e te pega. Ok, este parágrafo está brega…

O que quero dizer é que se você gosta de um animalzinho e chegou à conclusão de que ele não gosta de você e se dispôs a esquecê-lo, tem que aceitar uma premissa: VOCÊ VAI SOFRER. Ora, sofrer faz parte do processo para esquecer alguém. Nem pense em fugir do sofrimento, uma hora ele chega. Aceite de bom grado, vivencie o sofrimento porque ele é o meio que vai permitir que você feche o caixão do Zé Ruela.

Não estou dizendo que tem que se deprimir e ficar em casa chorando. Só estou dizendo que não adianta se entupir de remédios, bebida ou qualquer outro meio que “anestesie” ou disfarce o sofrimento (a menor que exista uma indicação médica para tal). É varrer a poeira para baixo do tapete.

Isso evita que você se pegue chorando seis meses depois, por causa de uma “angústia arquivada” que você não deu vazão quando tinha que dar. Também ajuda a não ter uma recaída quando encontra o Zé Ruela, porque as coisas ficam mais bem resolvidas dentro de você. (mesmo assim, algumas vezes acontece)

Sofrimento passa, (antes do que a gente imagina) e não mata. Só tem medo de cair quem não sabe levantar. Sofra, vivencie a perda. Mas estipule-se um prazo razoável para isso. Você deve se conhecer e saber mais ou menos o tempo que dura seu luto. O meu, para relacionamentos costuma durar um ou dois meses.

CERTO – Se permitir sofrer e chorar por umas semanas e/ou se entregar completamente à dor por poucos dias, até decidir que chega, que a vida continua.

ERRADO – Passar toda a semana com o mesmo pijama sem sair, estudar ou trabalhar, agarrada a aquela camiseta que ele esqueceu na sua casa, que você fica cheirando de tempos em tempos para lembrar dele e só sair de casa para ir à Tenda de Mãe Rita de Ogum, que traz a pessoa amada em três dias para doar R$300,00 para esta senhora.

RESPEITE SEU LUTO

Aceitou que vai sofrer? Ótimo.

Agora tenha em mente que você tem todo o direito de sofrer da forma que quiser. Uso a mim mesma como exemplo para explicar o que quero dizer: minhas amigas criaram uma lenda urbana de que quem sofre por amor tem que sair e badalar, isso cura tudo. Já me obriguei muito a sair estando triste e isso me era muito desagradável. Aprendi a me respeitar e ignorar essa imposição social de “você tem que sair, não vou te deixar em casa e não aceito não como resposta”. Elaboro meu luto no meu cantinho e só boto o nariz para fora quando a ferida já está parcialmente cicatrizada. Ninguém melhor que você para saber qual a melhor forma de superar. Não aceite fórmulas dos outros, o que dá certo para uma pode não dar para outra.

O que você deve pedir para suas amigas (e uma boa amiga já o faz, mesmo sem pedido), é que sejam fiscais do bom senso. Tem que respeitar sua forma de viver o luto sim, mas quando a coisa ultrapassa os limites do bom senso, tem que te sacudir. Ficar duas semanas sem badalar é aceitável, ficar dois meses trancada em casa não. É nessa hora que entram as amigas. Porque nessas horas de sofrimento a gente perde o bom senso.

CERTO – Não sair porque sabe que vai chorar em público e vai se sentir humilhada.

ERRADO – Sair e contar com detalhes toda sua história para aquele infeliz que te aborda casualmente na boate dizendo “Oi Gata, tudo bem?”: “Não, não está nada bem, o João, aquele safado, sabe o que ele fez? (…)”

AFASTE-SE

Ele é uma pessoa bacana? Você quer ser amiga dele? Ótimo. Mas tem que esperar passar uns meses. Eu acho muito difícil e doloroso conviver com alguém que você gosta e que não está retribuindo (ao menos não como você gostaria). Torna tudo mais difícil. Se poupe.

O chato é que tem alguns Zé Ruelas que não querem se afastar. Sim, eles gostam de saber que você está lá no banco de reservas, pagando paixão. E se puderem, vão fazer de tudo para te manter ali. Seja firme, forte e educada: “Desculpa, Fulaninho, também gosto muito de você, podemos ser amigos em um futuro próximo, mas agora não dá, porque seria doloroso para mim. Se você gosta de mim, peço por favor que não me procure nem me ligue por um tempo, eu te procuro quando estiver pronta para ser sua amiga”.

E não atenda o telefone quando ele ligar. Não responda torpedo. Não responda e-mail. Não recompense essa atitude canalha dele de sabotar seu processo de luto. Se responder uma vez, ele vai fazer sempre.

CERTO – Recebeu um torpedinho dele? Apague. Você não vai passar por mal educada porque já explicou a situação para ele de forma clara. Mal educado é ele, que não respeitou seu pedido.

ERRADO – Receber um e-mail dele e responder com 200 linhas explicando porque não vai responder o e-mail dele.

QUEIRA ESQUECER

Nietzsche saúde! disse, em uma simplificação muito tosca, que na verdade nós não gostamos de outra pessoa, nós gostamos DE GOSTAR de outra pessoa. Concordo em parte. Já me vi muitas vezes apegada ao sentimento que tinha pela pessoa. Reflita se você não gosta de gostar dele e quais são seus ganhos secundários nisso. É cômodo? Porque você insiste em alguém que não quer ficar com você? É bom ter as pessoas te mimando porque você está triste? Isso te desvia a atenção de outras tristezas maiores? São mil possibilidades. Pense e tente descobrir as suas. Desvendando o ganho secundário você quebra esse mecanismo que te aprisiona a essa situação de sofrimento.

Ninguém é inesquecível. Tem que querer esquecer. Não alimente esse sentimento. Ponha na sua cabeça que não deu, ele não quer e você tem e VAI esquecer.

CERTO – Quando bater aquela sensação de que você nunca vai esquecer, bote o lado racional para dominar a situação e pense “Parece que não vai passar nunca, mas VAI PASSAR. Passa para todo mundo, vai passar para mim” e segure as pontas até passar.

ERRADO – Ignorar os 327 sinais que ele deu de que está cagando e andando para você e se apegar a um único sinal duvidoso como fonte de esperança: “Ele disse que me vê como amiga, que quer ficar sozinho, mas poxa, ele também disse que meu novo corte de cabelo está bacana, ele deve me amar…”

FALE

Amigas servem para isso. É normal que você fique monotemática por um tempo. Fale, fale, fale. Quando colocar tudo para fora vai se sentir melhor. Fale até cansar. Eu acho que falar sem parar ajuda a mulher a elaborar a perda. Não tenha medo de aborrecer a sua amiga, um dia pode ser ela no seu lugar e você vai estar lá para escutar. Faça sua amiga responder mil vezes a mesma pergunta. Fale. Ligue de madrugada para ela e fale.

Mas veja bem, só para grandes amigas.

CERTO – Bateu aquela vontade de ligar para ele, porque nesse mesmo horário vocês sempre se falavam ou porque você viu algo que lembrou dele? Ligue para sua melhor amiga e FALE.

ERRADO – Falar para todo mundo, colocar no about me do Orkut “Estou sofrendooooo”, colocar no nick do msn “Tristeza sem fim” com a frase “esse amor que não passa nunca” e qualquer outra modalidade de ostentar sofrimento. Ostentar sofrimento ou felicidade é brega, soa falso e histérico. Poupe sua intimidade, se ame.

Para as mais assanhadas, eu recomendo um santo remédio: aulas de dança (qualquer dança, desde a vulgaridade do axé e funk, até a sofisticação de um tango) com um professor de dança LINDO (e geralmente eles são). É o “efeito Dirty Dancing”. Quem nunca teve um affair com um professor de dança não sabe o que está perdendo. Esquece o Zé Ruela em dez segundos… hahahaha

Quem morar no Rio de Janeiro entre em contato comigo, tenho muitos nomes e telefones. Desde já as convido para fazer muitas aulas de dança comigo! inteligência é o caralho! eu quero é homem gostoso, para ir a museu eu vou com amiga! hahaha

Dedico esta postagem à Vitória, que sugeriu o tema nos comentários da minha última postagem.

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Comentários (17)

  • A gente sofre assim, mais, só no primeiro rompimento.

    No primeiro a gente quase morre chorando. No segundo se chora, mas já sabemos que passa um dia, então se chora menos. No terceiro tu já quase não chora e dá a volta por cima bem rapidinho.
    Parei por aí. Só tive 3 rompimentos. Espero que fique por aí.
    ;)

  • Pote de sorvete Kibon é ótimo, aliás comprei um sabor “carioca” ontem.

    Acredito que seja o único carioca que presta…

  • Sempre que topo com temas assim, leio até o último ponto, sofri demais com relacionamentos e todos os términos são um pedaço nosso que vai embora… aquele clichê “A dor é inevítável… O sofrimento é opcional” é verdade… e bate certinho com o post… Sempre vai doer, o que interessa é como lidamos com essa dor… Se tranformaremos em experièncias produtivas, ou num poço de lamentações e motivos pra se afundar num pote de sorvete de 2 litros da Kibon!

  • Sempre que quiser sugerir um tema, estamos aí, viu Vitória?

    Deja, você tem razão. EU sofro mais pela perda da relação, do projeto e pelo saco cheio de ter que começar tudo novamente. Como diz aquela música dos Paralamas: “Lágrimas por ninguém/ só porque é triste o fim”

  • Eu fico de cama,ouvindo as nossas musicas,comendo brigadeiro em todas as refeicoes possiveis,fico com a tal camisa dele cheirando,com as nossas fotos,relendo os torpedos,lembrando os momentos bons,olhando a aliança e os presentes ki ele me deu…depois de 3 dias ja tô de saco cheio dele….kkkk..penso tanto nele ki depois pego noooojo!!

  • Eu sou humano, tenho emoções,na verdade sofro durante Sally, todos meus relacionamentos foram conturbados e, eu sempre saio de um e entro em outro… Talvez seja pior, é sempre uma loucura… Eu me apaixono e desapaixono rápido demais, meu pensamento é 8 ou 80, uma hora ela é a melhor pessoa do mundo, outra é a pior, daí deixo de gostar e quando termina é um alívio…

    Mas minha vida não gira em torno de relacionamentos, esse não é sempre o assunto que está em pauta nas minhas conversas, me desculpe, mas vejo que as mulheres falam demais disso, e eu particularmente acho um pé no saco.
    Quando encontro uma amiga ela me pergunta “E aí, como vai o namoro?”, “E aí, tá namorando?”, minha vida não se resume à isso.

    E só para concluir, pelas minhas pesquisas antropológicas, as mulheres não sofrem por alguém, mas pela relação, como dizia Lord Byron: “Em seu primeiro amor a mulher ama o amante, em todas as outras, somente o amor”.
    A tristeza é pelo fim da relação…

    Acho imbecil e repugnante.

    *Nem é trollagem. Podem apedrejar.

  • Eu sofro muito, todas as vezes. Mas sabe que passa? E pensar que a depressão é momentânea é um alívio. Eu me recolho, choro, escrevo, fico em silêncio. E um mês depois já dei jeito na situação. A vida é bela, a vida segue, vamos em frente, vamos embora, levanta, sacode a poeira e dá volta por cima… rsrs

  • E a vida desses seres gira em torno de relacionamentos…

    “Ai, ele me deixou”

    Ah, esqueci, gira em torno também de roupas, sapatos…

    Que desfavor.

  • Eu fui LITERALMENTE trocada pelo ciúmes.
    Meu ex, um Zé Ruela doente de ciumento, não me deixava em paz nem 1 minuto sequer. Eu sei que isso não é amor, isso é loucura. Obrigar a ligar toda a vez que vai sair pra dizer onde vai, quando volta, como vai, COM QUEM vai…
    Época de colégio, ele ficava estacionado na frente do colégio na hora do recreio pra ver se eu não ia conversar com outros meninos. Assassinou todas as amizades que eu tinha (meninos E meninas) e todas as minhas atenções deveriam ser voltadas única e exclusivamente para ele.
    Era um absurdo, e depois de 1 ano nessa ladainha eu comecei a usar o cérebro (isso mesmo, o cérebro).

    “Isso não é vida!” Pensei comigo mesma, “ta na hora de por um fim nisso.”

    Eu ainda gostava dele (maldição), mas, um dia me peguei escancarando: “Você é doente, você precisa se tratar por que isso não é normal. Só te faz sofrer e me traz desconforto. Não dá pra viver assim. Eu gosto muito de ti, e te apoio 100% se você procurar ajuda, mas, se quiser continuar desse jeito, comigo que não vai ser.”

    Sabe o que o canalha me respondeu?
    “Eu sou assim, não tem como mudar.”

    O fdp literalmente me trocou pelo ciúme. Pela comodidade de permanecer um ser humano falho e frágil.

    E foi nisso que fiquei pensando nos 2 meses seguintes, e no terceiro mês (nossa, como eu sou tolerante) terminei. (uia!)
    Na lata mesmo, simplesmente disse para ele: “Já era.” E para mim: “Eu não mereço isso.”

    Foi complicado, não lembro de ter usado nenhuma estratégia para esquecer, mas que eu fiquei matutando na idéia de que ele preferia a comodidade e o seu ciuminho tosco à mim já foi o suficiente para deixar de lado toda aquela história.

  • comigo funciona assim: eu penso na merda que ele fez comigo e me permito ficar com muita raiva dele. Mas aí eu não vou descontar nele, vou é me melhorar e ser uma pessoa infinitamente melhor pra esse babaca ver a burrada que ele fez e ficar morrendo de remorso. tudo bem, soa meio vingancinha mas é assim que eu prefiro. E ainda canto Stacie O’rrico “I’m not missing you…..” rsrs

    bjsss

  • Sally, parabéns! Na boa, você teve a manha, lembrou de tudo que de fato ajuda a superar uma situação dessas.

    Mas só a título de pesquisa científica, vou contar sobre 2 situações dessa que já passei.
    Na 1a eu era bem inexperiente nessa área (de ser rejeitada rs) e como vc falou, o cara dava sinais de descaso e eu lá, anta. Bom, chegou a um ponto que eu SABIA que ele me fazia mal e não conseguia me livrar da situação por medo/carência/falta de coragem. Bem, aqui vai minha receitinha de bolo:
    Mentalmente comecei a jogar contra o relacionamento. Aceitei que o que eu sentia era doentio para comigo e que naquele momento eu não conseguiria terminar, então passei a “assassinar” meus sonhos com ele um a um. Ex: ele falava de casamento e eu me empolgava, achava que seria o máximo, me imaginava no altar, na noite de núpcias, feliz da vida. Aí na minha tática de boicotar imaginei o restante depois dos contos Disney que vc diz hehe… tipo, me imaginei fazendo macarrão todo domingo pra agradar um cara vidrado no futebol e não me dando a mínima; pior, imaginei minha casa tomada pelos gritos “GOOL!!” ou a voz daquele nojento Galvão Bueno – detalhe, esse é um exemplo bem meu mesmo, que ODEIO futebol hahaha
    Até que chegou o dia em que em uma de nossas inúmeras crises ele repetiu o de sempre “vc merece alguém melhor que eu mimimi” e pela 1a vez eu pensei – e não é que é verdade? Vou lá procurar alguém melhor. – e ele já não me era mais tão atraente. Quando terminou eu nem chorei, nem fiquei triste, foi mais um alívio.

    O 2o caso foi em seguida desse e logo depois de pouco tempo (tipo 1 mês ou 2) e foi o clássico do príncipe que vira sapo (é, ao contrário). De repente percebi a preguiça da pessoa para comigo = descaso.
    Eu ainda tava na fase paixonite e gostava muito dele, mas impus meus limites pra mim mesma. Cortei relações e não quis ser amiga colorida, nem amiga, nem conversar por e-mail nem porra nenhuma.
    Estabeleci meu tempo de recuperação (geralmente é 2 semanas) e move on!

    Eu sei que escrevi bastante, mas é bacana dizer que depois de 1 ano solteira e desacreditada nos homens encontrei totally by chance aquele que é o cara pra mim (ao menos por enquanto, né? rs) – e ele não curte nem copa do mundo hahaha, senta de costas pro jogo qdo a gente vai pro barzinho e nem percebe…
    Não querendo ostentar (é tosco mesmo), mas só dizendo que existe luz no fim do túnel, HÁ ESPERANÇA hahahah

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    A Madrasta Má

    Uma amiga minha estava passando por um momento como este, então postei uma série de dicas, pensando em ajudá-la, mas a verdade é que não existe receita pronta e cada um encara de um jeito… a minha opinião é que o sofrimento é real, será inevitável sentí-lo, principalmente quando se gosta do Zé Ruela, mas apartir do momento que esse sofrimento parte para depressão, perda de auto-estima e pijamão, Jesus… salva essa mulher… por isso que nós temos que dar força umas para as outras: levanta muié, erga a cabeça e daí por diante, a fila anda e não devemos nos provar de conhecer um lindo que estará dando sopa certamente!

    Bjinhos da Madrasta!

    http://amadrastama.blogspot.com/2008/10/espelho-espelho-meu-por-favor-esquea.html

  • Ótimo tema!Adorei as dicas, vou seguir a risca! hahahahahaha. Obrigada pela visita no meu blog! ^^
    E concordo plenamente que ostentar sofrimento ou felicidade é brega. hahahahahaha.

    Beijos.

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