Ele disse, ela disse: Socializando.

eded-socializando

Nossa impopular república sempre posicionou-se fortemente contra as redes sociais. Isso não mudou. Mas um “e se…” acabou dividindo as opiniões de Sally e Somir recentemente. Incursões em território inimigo são sempre polêmicas, por isso até mesmo os impopulares serão ouvidos. Esta coluna não se presta a decidir, e sim a colocar o assunto na mesa.

Tema de hoje: O desfavor deve entrar nas redes sociais?

SOMIR

Aposto que vocês estão esperando um sonoro NÃO da minha parte, certo? Que não nos misturamos com gentalha, que não vale a encheção de saco, que nem faz diferença ter mais gente lendo isso aqui… Pois é, com tudo isso levado em consideração, minha resposta é SIM.

O primeiro parágrafo não é só para confundir quem não lê antes de opinar, na verdade eu quero deixar claro que não estou ignorando ou desdizendo as opiniões que já publiquei aqui nesses últimos anos. Todas minhas reservas para com as redes sociais continuam valendo, todo o meu apreço pelo anonimato e meu repúdio contra a tara pela conformidade e a hipocrisia da maioria dos seus usuários também. Mas… e se entrássemos nas redes sociais sob os nossos próprios termos?

Quando começamos um blog, blogs ainda eram populares (por que vocês acham que o Deleta Eu! morreu?). Quando as pessoas descobriram que sua necessidade de aprovação era alimentada com muito menos esforço nas redes sociais, sobramos nós e quem estava ganhando dinheiro com isso na “blogosfera”. Quando percebemos esse fato, renunciamos o conceito de blog e viramos Nação. O histórico do desfavor já conta com uma subversão desse tipo, aliás, o histórico do desfavor também tem redes sociais.

A primeira que pegou aqui em terras tupiniquins. Ainda acho que o Orkut tinha um pouco mais de graça que o Facebook pelo foco em comunidades (o que o mantém vivo até hoje, por sinal), mas ainda sim estava apinhado de brasileiros médios fazendo o mesmo papel ridículo. Pessoas interessantes eram a agulha no palheiro… E mesmo assim, acabamos unindo um belo grupo de agulhas e deixando várias pessoas espetadas no caminho. Algum tempo depois, nasceu o desfavor.

Confesso que hoje em dia não teria a mesma paciência ou disposição para recomeçar essa procura num Facebook da vida, mas temos aqui uma excelente oportunidade de começar uma nova “caça de agulhas” já com uma comunidade bem formada e alcance bem maior do que um novo projeto solo. E melhor, com um “solo seguro” para organização e planejamento. Sabemos que são os nossos e sabemos onde nos reagrupar caso surja a necessidade.

Não quero que entremos numa rede social para “fazer social”, muito pelo contrário. Seria o primeiro a torcer o nariz para quem usasse perfil real e ignorasse tudo o que acreditamos sobre auto-preservação virtual. Sally e eu já fizemos comunidades do Orkut com centenas de milhares de pessoas entrarem em guerra civil e terminarem sua existência em chamas e escombros com ataques bem planejados e executados. Quando tinha suporte de mais pessoas de nosso grupo “afiado”, era ainda mais explosivo. Por isso começo a enxergar com mais carinho o potencial destrutivo de mais de nós invadindo a praia dos brasileiros médios em conjunto.

Não só expor gente hipócrita e ignorante, mas dessa vez teríamos até mesmo a capacidade de sacanear a grande mídia, cada vez mais preguiçosa e dependente das redes sociais para produzir seu conteúdo. Eu sempre preferi o método mais malcriado de trollagem, sem se levar muito a sério no processo, e acredito que peneiramos suficiente o público aqui para não termos mais tipinhos “justiceiros” entre nossos ranques. Não precisa mudar o mundo, se fizer uma cabeça pensar mais do que o habitual já é um ganho. E se der para causar confusão no processo, melhor ainda!

Seria uma entrada planejada, com foco em anonimato e resultados muito mais do que exposição. É claro que teríamos um bem vindo efeito colateral de achar mais impopulares que prestam no caminho, é valioso sim, mas não precisa se concentrar nisso. Repetindo: Não seria para fazer social ou nos posicionar como salvadores da pátria. Eu até acho engraçado passar uma imagem de clube/culto exclusivo, mas sempre há o risco da piada começar a ser levada a sério.

E não custa reforçar que vai ser nos nossos termos. Anonimato, elitista e popularesco ao mesmo tempo. Sem se levar muito a sério mesmo falando dos assuntos mais sérios, sem frescura de versar uma opinião, sem aquela sensação incômoda de ser a única voz dissidente num grupo de completos imbecis. Podemos satirizar o que é popular, podemos satirizar o que não é… sem aquela obrigação social de fazer sucesso e pose para os outros. Agindo em conjunto, pessoas que podem dispor horas por dia e pessoa que podem dispor de minutos por semana, todas seguras no apoio impopular e livres para discordar.

Ah sim, com suporte jurídico e tecnológico. Não só meu e da Sally como de vários outros impopulares sabidamente proficientes na área. O tipo de organização que podemos criar aqui é muito maior do que tínhamos anos atrás quando circulávamos pela ex-popular rede social azul calcinha, e mesmo lá já conseguíamos conquistar os resultados desejados. Sem contar que é sempre um alento causar confusão no meio de sites tão comerciais como as redes sociais modernas, onde as pessoas vão para ser bombardeadas com anúncios! Vamos vender o nosso peixe e fazer muita gente sentir o cheiro.

E seria ignorar o óbvio dizer que a Sally não acabaria conquistando muitos fãs e detratores no caminho. Potencial para aumentar nosso alcance (não vale a pena se vender por isso, mas mantendo a integridade é sim algo positivo) e potencial para pancadarias épicas. Sim, eu me acho a última bolacha do pacote, mas não seria exatamente o meu estilo de escrita introspectivo e distante que arrebataria multidões. Não teria graça sem a participação ativa dela, e por motivos ainda nebulosos para mim, ela parece levar em consideração opiniões alheias (vai entender…). Cuidado com a tentação de ir contra o meu lado dessa vez, pode muito bem ser a vez onde isso vai estragar a diversão de todo mundo.

E quem disse que as redes sociais são só deles? Nós vamos usar direito.

Para dizer que eu estou traindo o movimento (*pegando a machadinha*), para falar que eu vou acabar postando uma frase por ano no meu ritmo, ou mesmo para perguntar quanto estão me pagando para dizer isso: somir@desfavor.com

SALLY

Desfavor deve entrar em redes sociais? Não. Nada mudou por lá para justificar uma mudança de postura nossa.

Você vai a uma praia linda, maravilhosa, paradisíaca mas lotada de gente mal educada, fedida e desagradável? Suponho que não. Eu sei muito bem que rede social é uma ferramenta poderosa e muito bacana quando bem utilizada, que poderia até me ajudar a ter alguma projeção (principalmente agora que larguei de vez o direito) e me abrir portas para que, quem sabe, Desfavor ou até mesmo eu sozinha tenhamos um alcance maior. Mas vale a pena passar por todo o calvário de merda para isso? Na minha opinião não. Até porque, quem pensa diferente da maioria formadora de opinião não tem portas abertas e sim fechadas quando expõe suas ideias em público.

Milhões de Brasileiro Médios que “acham” sem qualquer conhecimento no assunto com suas certezas radicais e agressivas, aquelas “donas” das redes sociais que se acham e são tratadas como donas da verdade e formadoras de opinião, trocentos ativistas malucos que te controlam e te atacam se você não adere à causa deles, uma infinidade de gente se dedicando a priorizar assuntos desimportantes como erro de continuidade em novela, religiosos neuróticos tentando te converter, conhecidos querendo controlar sua vida, gente carente querendo flertar com qualquer coisa que se mova, gente com uma vida medíocre tentando ostentar uma felicidade falsa, rebeldes contra tudo e contra todos, militantes que te chamam de reacionário ou de petralha dependendo do que você diga… enfim, tudo isso já me basta na vida real. Vontade zero de entrar em um lugar onde vou estar exposta a esse tipo de gente. Por mais que eu tenha muita vontade de conversar com vocês por um canal mais direto, é demais para mim.

Desfavor em redes sociais serviria apenas para canalizar a angústia de toda essa gentalha. Seria um “inimigo em comum” e todos se dedicariam a meter o cacete o dia inteiro. Eu não quero ser válvula de escape de gente mentalmente transtornada, incapaz de ler algo que discorda, rir, desprezar e ir tomar um sorvete. Vocês sabem como funciona: se a pessoa discorda de você, ela se ofende, ela te acha burra, ela leva para o pessoal e ela vai perder seu tempo gastando linhas para te xingar. Sério mesmo, meu ouvido não é penico e nós nunca tivemos a intenção de “fazer polêmica”. Sempre nos escondemos e até mesmo usamos mecanismos para que o Google não nos rankeiecomo prioridade, justamente para não sermos encontrados. Porque merdas agora eu vou me enfiar dentro de um hospício com um alvo pintado na testa?

Vai ter quem diga que a gente escreve bem, que o Desfavor é algo inovador, que talvez se tivermos projeção alguma porta se abra. Pausa para rir. Sério que alguém aqui acha que alguma porta vai se abrir para alguém que fala tudo que já falamos? Só se for a porta da cadeia, do hospício ou do cemitério. O que rege a popularidade no mundo do entretenimento hoje não é mais a criatividade, a inovação ou qualquer outro critério: é o mercado. Só se faz mais do mesmo, daquilo que já é aceito no mercado. Nem fodendo que a gente vai se adaptar a aquilo que o mercado pede (humor de bordão, jornalismo chapa branca, postura politicamente correta, etc). Então… pra que? Para virar saco de pancada, só se for. Não, obrigada. Não tenho a menor vontade de me destacar nesse papel.

A intenção do Desfavor sempre foi ser um mundinho nosso, onde a gente teria liberdade para falar qualquer coisa, protegidos de processo, da patrulha do politicamente correto, da patrulha dos intelectualóides, da patrulha do posicionamento político, enfim, de tudo. Não vejo como reproduzir isso em uma rede social. Se alguém souber como fazer, posso até considerar, mas como as coisas são hoje, não acredito que nos reste outro papel além de saco de pancada, classificados como “são do contra porque querem aparecer”. Bitch, please! Cinco anos quietinha, sem fazer uma divulgação do Desfavor, sem mostrar a cara, sem colocar uma porra de publicidade ou anúncio no blog para depois ser acusada de estar querendo aparecer? Não dá não. Eu namorei anos com o Somir, meu coração já está desgastado, não aguenta mais muitas emoções.

Não vejo benefício em ter rede social. Facebook nada mais é do que uma cruza de blog com revista Caras de si mesmo, onde além de escrever a pessoa evade sua privacidade e ainda bisbilhota a vida alheia. Para escrever coisa no Facebook, eu escrevo aqui, porra! Foto eu não vou botar em lugar nenhum, então, não faz sentido para mim. Twitter até acho mais interessante, mas você fica exposto a uma multidão raivosa desagradável que de antemão eu já sei que vai reagir mal às nossas opiniões e não vai respeitar nem fodendo. Pior do que não respeitar, não vai nos ignorar, que é o que pessoas inteligentes fazem com pessoas que acham desprezíveis. Então, porque vou me colocar em uma posição dessas? Você iria a uma festa com milhões de pessoas que não gostam de você só porque algumas centenas que gostam de você estarão lá? Francamente, prefiro convidar quem gosta de mim para vir na minha casa, que é aqui.

Nós não vamos mudar a cabeça dessa massa que está em rede social. Vamos ser trucidados por ela. Não que a gente tenha medo ou se importe com críticas (caso contrário já teríamos nos suicidado), mas qual é o ponto de entrar em um lugar onde você vai ser metralhado sem diálogo? Se houvesse troca, se houvesse conversa, até poderia nos acrescentar algo, as vocês sabem quais são os argumentos de rede social: “Você fala isso porque tem inveja!” ou “você gostaria que fizessem isso com a sua mãe?” ou “você fala isso porque é uma mal comida” e etc. PRA QUE, GENTE? PRA QUE ENTRAR EM UM LUGAR ASSIM?

Talvez me falte criatividade, talvez eu desconheça justamente por não fazer uso, talvez exista uma forma de entrar em uma rede social e ter uma comunicação mais dinâmica com nossos leitores sem pagar esse preço,mas, até onde eu vejo, não tem como. É entrar para ser esmagado por uma multidão ignorante e raivosa. Se eu precisasse disso para meu trabalho, teria que enfrentar ou então me adaptar para ser mais palatável, mas não é o caso. Rede social aqui é opção. Não se enganem, o contato mais próximo com o leitor seria um ganho enorme para mim (muito mais do que para o Somir), mas não estou disposta a correr por aí com um alvo pregado nas costas nem a atrair tanta atenção para mim e para o Desfavor em grande escala. Eu gosto do Desfavor discreto, com “poucos” leitores, VIP, desconhecido.

Adoro experiências sociais, adoraria poder fazer experiências sociais rotineiras junto com vocês em uma Rede Social, mas não consigo equacionar como fazê-lo sem ter que pagar um preço alto de trocentas pessoas raivosas e intolerantes metralhando e soterrando a gente.

Para dar uma sugestão brilhante e trollar toda uma rede social, para confirmar que não vale a pena ou ainda para sugerir que eu coloque foto e nome do Alicate e saia dizendo tudo que penso: sally@desfavor.com

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Comentários (190)

  • Se vocês criassem uma página, ai sim eu diria que seria super cilada, pois o conteúdo fica exposto a qualquer tipo de anencéfalo. Tipo uma página lá que tem mais ou menos o perfil desfavor recebe todo dia comentários raivosos e já saiu várias vezes do ar por conta de denúncia.

    Mas Sally, no meu facebook eu participo de um grupo secreto onde se fazem piadas de humor negro com todo tipo de coisa, e lá não tem histeria nem nada. O que é postado no grupo não pode ser compartilhado pra fora e só pode ter acesso ao grupo quem é convidado. Não é engessado, qualquer um pode postar. O ADM pode decidir se as postagens são livres ou moderadas, mas qualquer um do grupo pode trocar ideias pelos comentários. Talvez isso seja interessante pro Desfavor.

      • Quando vc cria o grupo no próprio Facebook vc define esse nível de privacidade.

        Só entra quem você convidar. Os demais não conseguem nem enxergar a “capa” do grupo.

        • O problema é que aí vira um forum, porque os comentários teriam que ser moderados. Cai naquele problema de não ter tempo para ficar lendo tudo para aprovar ou se arriscar a acabar deixando entrar algum desafeto que exponha a identidade real de alguém.

          • Verdade… isso pode ser um risco, mas eu acho que sendo um grupo secreto onde só entra quem você quiser, as chances de isso acontecer são bem pequenas.

            • O problema é quem eu quiser. Eu não sei o nome real de vocês, eu não sei o rosto de vocês. Alguém que está lendo isso agora pode chegar e dizer “OI, eu sou o Ewan, que comenta lá no Desfavor, me aprova!”, daí eu aceito e no dia seguinte meu CPF e endereço estão publicados na comunidade. Entende?

  • E então, o que foi resolvido? Vai ter invasão ou não? O problema aqui acho que é encontrar um lugar para os impopulares conversarem. Para incomodar os BM acho que deveriam continuar com aquele projeto no youtube. Sei que dá trabalho. Por mim as coisas continuariam só no blog mesmo, eu não tenho rede social.

    • Minha ideia é: abrir uma comunidade no Orkut para combinar as trolladas (fechada, para que ninguém possa ler) e agir em redes sociais com fakes

  • Acompanhando a linha de raciocínio dos comentários, não parece ser muito seguro, aqui o blog pode ser escondido e tudo mais, mas ao entrar na rede social e incomodar gente grande, e se este pessoal resolver investigar, não deve ser tão difícil assim relacionar esse movimento a RID.

  • No facebook é possível criar um grupo secreto, em quem só entra quem tiver o link do grupo. E ainda tem uma rede social que ainda (ênfase no “ainda) foi dominada por BR’s: O Google+. Eu frequentava na época que foi criada quando tive acesso ao beta e lá era um mundinho secreto que nem o Desfavor é pra mim agora.
    Se o Desfavor quiser entrar em redes sociais tem pelo menos essas opções =/
    Eu acho melhor que a RID fique só aqui mesmo, e usasse redes sociais apenas para fins de trollagem.

  • Olha… o texto do Somir está me cheirando a “… mas na hora me pareceu uma boa ideia” viu? Bom, até entendo em certa medida a proposta dele, mas ainda assim acho que seja perigoso e falta muita coisa pra chegar “nesse nível”. Então, prefiro que a RID fique por aqui mesmo…

  • Não tenho face;
    Não tenho twiter;
    Não tenho instagram;
    Tentei o orkut mas em 3 meses deletei;

    Por isso gosto daqui…please don’t go!!!!!!

  • Sou a favor de novas experiencias, mas neste caso específico penso que deveriam ser cautelosos. Um método poderia ser o de entrar sem expor o blog. Entrar apenas como mais um grupo e fazer o teste.

      • Eu tenho a mesma opinião que a pessoa acima. Acho que seria melhor ter cautela, sem expor o blog (nome, domínio etc…) , expor apenas ideias. O espaço de compartilhamento e confiança que vocês conquistaram é muito precioso ( pra mim é ,tá?) para se arriscar com redes sociais!

        No entanto, se vocês quiserem trolar BMs contem comigo!! Não tenho boas ideias mas tenho boa vontade

  • Acho que a independente da parte ruim, alguém vai criar um cérebro vendo as nossas opiniões. Se ganharmos uma única alma já terá valido a pena. Aqui na RID somos os primeiros a querer que esse país mude porque não fazermos a nossa parte. Vai ser difícil e vai ser doloroso em alguns momentos mas se abrirmos os olhos de mais pessoas tudo pode mudar.
    O PT deu voz aos BM’s temos que dar voz aos nossos brasileiros pensantes.

    • Estava pensando nisso justamente ontem. Será que se alguém se levantar e reunir todos os anti-BMs, não podemos conseguir uma quantidade de gente muito maior do que a que imaginamos?

  • Não acho uma ideia boa, já que vocês deixam claro que aumentar o público daqui não é prioridade e é principalmente pra isso que serviria o facebook, tipo um mal necessário pra sites que querem mais visibilidade. inclusive falam tanto isso de ter orgulho de ser impopular, gostar do anonimato, querer estar livre do acesso de “brasileiros médios” e etc, que não sei como até hoje não criaram um site na deep web (Já pensaram nisso?). E é por isso mesmo que querer entrar no facebook soa contraditório, embora as justificativas aí no primeiro texto.
    Já a ideia de entrar lá pra “atacar” o público comum que costuma acessar aquelo troço seria uma atitude que, na minha opinião, beira a infantilidade, até por sabermos que isso não teria efeito positivo nenhum. Não serviria pra bosta nenhuma, a não ser pra encher o saco e ter o saco enchido com os revides (Ignorantes, claro).
    De qualquer forma eu não criaria um facebook por nada, acho uma merda, apesar de saber que há como fazer bons grupos de discussão lá, mas o contexto não é pra mim, não adianta. Nunca tive nenhuma rede social exceto MSN, e apenas por um tempo pra conversar com uma pessoa especificamente. Fora isso entro no twitter muito raramente, mas sem ter uma conta, apenas pra acompanhar as novidade de algum artista que você goste serve bem.

    • Não estamos na Deep Web porque achamos importante que nossos textos estejam expostos para a grande massa. De cem que vão ler e desgostar, sempre tem um que repensa alguma coisa. Isso é importante.

      Facebook eu acho a pior rede social de todas, estava pensando em outras coisas como voltar para o Orkut. O objetivo não é conseguir novos leitores, nunca corremos atrás de leitor, não vai ser agora que vamos começar. O objetivo é uma comunicação em tempo real, onde os leitores possam conversar sem depender da gente.

  • Façam isso, mas de preferência ANTES das eleições. Quem sabe a gente fode um pouco com o poder que a baranga tem sobre a baixaria da população

    • Minha maior motivação para entrar em rede social seria essa: li uma reportagem dizendo como elas podem derrubar um candidato. O problema é que não consigo equacionar como compatibilizar nossa ideologia e privacidade em uma rede social.

      • E se fosse assim?

        Entrar mas sem nenhum link pra RID, a gente que lê saberia mas os BM não. Ninguém de fora iria te pedir conselho porque ninguém precisa saber que vc é advogada e daí por diante…
        Geral fala que PT é coisa de pobre, mas todo pobre hoje em dia tem seu celular com 3G e tem Facebook. Se a gente não fizer nada, aí mesmo o Brasil vai cada vez mais pra vala e quem sofre somos todos nós.

        • Mais uma coisa...

          Antes do PT existiam tantos BMs? Vcs não acham que o PT é um grande fator responsável pela brasileirice média das pessoas? Tá… tem também a Rede Bobo com seu Big Bosta, mas a maior culpa é dessa PuTaria.

          • Acho que o PT deu voz aos BMs que estavam calados. Deu bolsa-esmola para eles comprarem calça jeans de R$300,00 e computador. Deu diploma sem dar ensino. Deu cotas sem dar qualificação. Os BMs cresceram e se multiplicaram, ganharam voz.

            Esses BMs novos que o PT criou a gente só vai sentir dentro de uns dez anos, que são as crianças nascidas do bolsa-whatever, para que os pais não precisem mais trabalhar. Por hora, acho que o PT apenas deu voz aos BMs que já existiam.

          • Eu também acho que as incursões devem ser totalmente desvinculadas daqui, mas pra isso precisara de um “QG” onde possamos nos reunir e conversar, por isso o chat será útil.

            • concordo, e se essa idéia for levada pra frente e vocês criarem um QG no Facebook pra combinar essas troladas eu sei de algumas páginas que podem ser alvos em potencial

  • Gosto do anonimato parcial que o Desfavor possibilita.

    Talvez, uma fanpage no Caralivro administrada por fakes seus até seria possível, mas, nada de “grupos” de discussão.

    Ao contrário daqui, as diretrizes do Caralivro podem ser bem arbitrárias e inconstantes, bloqueando conteúdos muitas vezes sem o mínimo de avaliação. Enquanto permitem Gore com mais de 100 mil compartilhamentos, deletam e bloqueiam quem posta quadros artísticos de mulheres nuas.

    Estou na área do Ensino atualmente e um dia desses, ouvi um comentário de uma pessoa com mais de 30 anos de magistério: “A democratização do Ensino foi a pior coisa que aconteceu no Brasil.” E por que? Porque houve de fato, o acesso de todas as pessoas as escolas. Qualquer um pode se matricular. Mas, não houve a “democratização” da qualidade do ensino.

    Ou seja, em analogia ao Desfavor, vocês irão democratizar o acesso das pessoas, mas a qualidade da sessão de comentários pode cair bastante. E de repente, até você Sally, que gosta de interagir com os leitores, pode perder gosto por isso. (O que também acontece com os professores do Brasil: se deparam com alunos despreparados, sem uma boa educação de base e se desanimam).

    • Pois é, Rafael. Esse é um medo que eu tenho. Eu sou muito acessível, tenho medo de ser sugada. Não por gente xingando que eu cago baldes para isso, mas se baixar uma massa de centenas de pessoas por dia pedindo ajuda e conselho jurídico eu me conheço, eu sei que eu não vou conseguir virar as costas para o sofrimento dessas pessoas e vou acabar passando meu tempo livre aconselhando e tirando dúvidas.

  • Anônimo Topa Tudo

    Eu tô achando que tem gente aqui querendo tiro, porrada e bomba com os BMs, pois eu apoio! Se entrar nas redes sociais pra chocar, bater de frente e arrebentar com esses retardados acho válido, se a coisa sair fora de controle é só deletarem os perfis.
    Pra conversar entre os impopulares, a gente já não faz isso por aqui? Então não haveria necessidade de um Fakebook.

    • Eu sou meio contra essa coisa de entrar só para antagonizar. Prefiro algo mais inteligente, que faça a própria pessoa se expor.

  • Eu sinto saudade da tropa de elite do Orkut, mas não acho que se possa alcançar resultados em nenhuma outra rede social atual. O Facebook matou o Orkut, exatamente porque as pessoas preferem postar as fotos e receberem uma chuva de elogio falso, muito mais do que entrar em comunidade com um tema pra trocar idéias. Se pudesse ser feito seria bom, mas não vejo como.

  • Rorschach, el Pistolero

    Essa é difícil pra mim. Honestamente, a única razão que eu veria para um lugar do Desfavor numa rede social dessas “só pros leitores” seria a comunicação em tempo real sem necessidade de moderação (todos os offs passariam pra lá e tudo mais, por exemplo).

    Eu gosto da ideia do Somir, de sair por lá pra dar esse tratamento de choque nos BMs. pode ser benéfico, mas claro que dará muito trabalho.

    Mas como dito aí em cima, é possível criar um grupo oculto e divulgar o link por aqui, só quem é leitor vai entrar. E, de lá, combinar ataques em páginas específicas. Tipo “Mães com filhos com síndrome de down” e tal. O grupo fica como “QG” e ninguém que não seja aprovado por vocês entra.

      • Vocês possuem e-mail da maioria das pessoas que gostariam de colocar em uma comunidade assim. Manda tudo por e-mail. qualquer coisa cria um grupo de discussões via google/yahoo e coordena tudo.

  • O desfavor está muito bem onde está. Acho que uma procura de novos impopulares em redes sociais seria cansativa demais para quem fosse gerenciar e ajudar, mas a intenção de sacanear a grande mídia por meio dessas redes sociais parece boa.

  • Mas se a intenção é só ter um contato mais direto com os leitores da RID, e continuar mantendo a privacidade, dá pra criar um grupo fechado (e até anônimo) dentro do próprio facebook. Poderíamos criar perfis fakes destinado ao grupo também…

    • Exato! O face tem essa opção de criar grupos secretos e tals de maneira que tu entra só com convite por email e coisa do tipo!

      E é aquela coisa… tu posta, blz! Quem estiver on lá naquele momento vai ver! Simples!

  • Mas se a intenção é ter um contato mais direto com os leitores da RID, sem abrir mão da privacidade e ficando livre de BMs, dá pra se criar um grupo fechado (onde o conteúdo fica restrito apenas a quem participa) dentro do próprio facebook. Dá pra colocar anônimo também, assim ninguém consegue visualizar nem pelas buscas e você só entra com convite de um dos membros e ainda passa pela aprovação de um dos moderadores pra entrar.

    Eu participo de alguns grupos fechados dentro do facebook, e só me mantenho ainda por lá por causa deles. Ter um grupo de Desfavor seria algo interessantíssimo. Eu aprovo a ideia.

  • Tendo em vista o perfil do Desfavor, acredito que realmente não valha a pena participar das redes sociais, ia trazer muita gente desagradável gritando e apedrejando, mas confesso que umas incursões lá pra trollar seria uma boa pedida, até porque Facebook e Twitter são mesmo uma merda que não vale a pena, a menos que se tenha um grupo com interesses em comum, e mesmo assim concordo com a Sally, o efeito colateral de pessoas aparecendo pra encher o saco não ia valer a pena.

    Sendo assim se o único interesse é reunir as pessoas daqui em outro lugar, seria melhor um lugar mais impopular (até mesmo o velho Orkut) ou até mesmo um canal de IRC só pra socializar e conversar mesmo, já que ele não é mais tão popular, a não ser por um pessoal nerd das antigas que ainda tem seus grupinhos fechados por lá. Eu usei o MiRC por um tempo também, ainda na época que o MSN estava bombando, e eu confesso que gostei do que eu vi por lá, pois as pessoas que conheci lá valiam bem mais a pena do que muitas que tinha contato pelo MSN.

    Pra quem não conhece o IRC -> http://www.tecmundo.com.br/web/1493-o-irc-nao-morreu.htm

    Fazia um tempo que eu queria sugerir um lugar tipo Chat pra gente socializar, mas fiquei com receio de ser rechaçado, já que tirando o Orkut, percebi que aqui sempre houve essa aversão as redes sociais e demais meios de comunicação como MSN e Skype. Tomara que o pessoal queira um lugar pra conversar e discutir mais “pessoalmente” digamos, a menos que haja alguma desvantagem que eu não saiba, mas talvez o Somir saiba avaliar pra ver se não teriam problemas, pois valeria a pena ter um lugar em comum pra conversar com os impopulares quando estivessem conectados e disponíveis pra conversar, embora o IRC seja complicado (mas não muito) pra quem não tem muita afinidade.

    • O que eu não queria é um lugar engessado, onde o leitor dependa da gente para conversar. Queria um lugar permanentemente aberto onde qualquer um possa entrar a qualquer momento, expressar uma ideia e que ela fique registrada ali para que se alguém quiser ler, depois de dez minutos ou dez anos, ela esteja disponível.

      • Quanto a ficar permanentemente aberto, no IRC isso é possível com “bots” que mantem o chat aberto sempre, mas quanto a deixar as conversas registradas creio que não seja possível, uma boa saida seria o Chat e um Fórum então.

          • É, eu entendi, moderar por moderar, você prefere moderar os comentários por aqui que dá na mesma não é? Então só fica faltando mesmo um chat, eu acho que um WebIRC embutido aqui no Blog ficava legal, será que o Somir toparia?

            • Mas daí BMs revoltados não poderiam se emputecer com o que estão lendo e entrar nesse chat para dar lição de moral? Tenho medo que acabe virando voz para eles e não para a gente…

              • Isso não vai ocorrer Sally, é só um chat, se alguém além dos impopulares que costuma frequentar entrar que não seja pra conversar e discutir amigavelmente, é só kickar, ou banir, acredito que seja pelo IP, então a pessoa nem consegue mais acessar o chat, não vejo maiores problemas com isso. Mas se for o caso, é só criar um canal em outro local, ai dificultaria e os BM não saberiam onde ir pra acessar.

                ps.: E uma opção mais popular tipo um grupo no Skype, ICQ ou outro? nem pensar?

                • Não sei não. Por exemplo, se eu passar o dia todo sem acessar e duas dúzias de mães enfurecidas com o texto do lado negro da gravidez entrarem e ficarem a tarde toda esculhambando, todo mundo vai ter que se sujeitar a isso. Estamos falando de pessoas que se deram ao trabalho de deixar mais de mil comentários me xingando.

                  • A idéia do grupo no Skype é viável… Não entraria ninguém de fora “por engano”..

                    PS: ai, falaram do ICQ, meu coração até aqueceu!! hahahaha! Saudade daquele “oh-ow”

                  • Sally, para isso existe a opção: /mute all e /mute “nick do fulano”.

                    Gostei dessa ideia do canal IRC.

                    O Somir que “diz” ser um nerd ávido, no mínimo deve saber configurar.

                    • O problema é como filtrar QUEM pode falar e quem não pode. Como saber quem é leitor e quem quer tumultuar?

                    • Bom, pelo menos alguém disse que gostou da idéia do ICQ ou IRC, mas quem precisa gostar ou está cheia de dúvidas (Sally), ou nem se pronunciou (Somir).

                      Quanto a saber quem é quem Sally, convida as pessoas por e-mail, só os que você já conhece desde sempre, ou desde o orkut, os impopulares das antigas e assiduos, e depois vai vendo o resto (se bem que desse jeito eu estou automaticamente excluido, já que sou relativamente novo por aqui). Vocês vão ter que se arriscar um pouco Sally, se tiver algum espião infiltrado vocês descobrem e expulsão.

  • Não peguei a época de trollagem do orkut. Então, talvez pela inocência, acho a ideia divertida e tendo a dizer sim.
    Mas sendo sincera, como não tenho tanta noção de como seria o Desfavor em uma rede social, prefiro não dizer nem que sim nem que não. Afinal, o tipo de comentário em facebook é sempre um terror. Aquele que discordar é quase sempre apedrejado. Aplicando a isso à RID, com toda certeza haveria muita gente obstinada a massacrar os impopulares (agora não sei até que ponto seria divertido e viável, além do mais demandaria muito tempo).

    • Ainda tem isso: quem aderisse poderia ser massacrado. Um perfil real massacrado interfere na família, no trabalho…

  • Se vocês querem um espaço para discussão além dos comentários, que tal criar um fórum? Só entra quem vocês aprovarem, ou seja, esse bando de BM analfabeto funcional fica de fora. Criem o fórum, coloquem o link aqui no blog e pronto. Vamos conversar sobre qualquer coisa passando tudo pela moderação de vocês e sem ter que preocupar com os argumentos super fundamentados como “você é mal comida”, “fiquei ofendido, vou denunciar seu perfil”.

    • Nany, já tivemos um forum e foi uma experiência fracassada. Dá muito trabalho ficar moderando comentários e acaba que as pessoas se repetem: vira uma extensão do blog. Alguns dias eu só podia aprovar os comentários no final do dia, fora o fato de que eu chegava em casa e tinha que ler mais de cem comentários, a dinâmica ficava comprometida tanto quanto no blog.

      • Opa, não sabia.
        Então esqueçam as redes sociais, gente.
        Só iriam passar raiva e em menos de 1 mês os dois estariam com gastrite.
        Em 6 teriam que arrumar um estômago artificial.

  • Acho que a RID tem que continuar no seu mundinho. Não acho sensato invadir as redes sociais, não tem jeito, não há salvação para os BM’s…

    • Na verdade a intenção não seria invadir nem salvar ninguém, seria apenas usar o espaço para a gente ter uma comunicação mais dinâmica, mas acho que eles não vão encarar assim…

      • Se refizesse um fórum, mas dessa vez com termos e condições, será que a coisa não engrenaria?
        Rolam uns fóruns na internet com conteúdos BEEEEEM piores, e até hoje não foi notícia de jornais.

        • Não. Não souberam diferenciar forum de blog, vai ficar uma repetição do que já tem aqui. Para piorar, tem a moderação. A babaca aqui vai ter que ficar o dia inteiro lendo e aprovando comentários que estejam ou não dentro dos termos e condições. Totalmente inviável.

            • Comentário, tudo que chega eu aprovo. As ameaças estão todas expostas, mas são poucas, porque as pessoas sabem que se eu realmente quiser, posso chegar nelas através dos comentários. Já por e-mail é uma infinidade, porque qualquer um faz um e-mail falso e fica bem mais difícil rastrear.

              Aproveito a ocasião e deixo um beijo para todos aqueles que disseram que me matariam, que sabem onde eu moro, que iriam me esperar na porta da minha casa, que iriam me denunciar para a Polícia Federal e que iriam tirar meu blog do ar com ataque hacker. Ainda estou no aguardo.

  • Não. Não os acompanhei em tempos de orkut, mas faz uns 3 anos que estou acompanhando o blog, só não comentava com assiduidade como agora o faço. Logo que li a pergunta, a resposta foi NÃO de imediato. As pessoas que habitam as redes sociais são muito sensíveis, muito politicamente corretos, nada hipócritas, e defendem suas ideias benévolas com unhas e dentes, além de cuidar da vida dos outros.
    Você acha que a Sally ganhará admiradores? Eu acho que ela vai ganhar ameaças de estupro e morte, além de ouvir que está com inveja, que o Desfavor é um antro de recalcados e mal amados, etc.

      • Pensando nas Olimpíadas De Inverno pensei em fazer um coral de pessoas com dificuldade de fala (Downs e afins). Seria algo voltado para tenores. Seria ridículo? Sim, mas o BM apoiaria peli fato da superação ganharia divulgação e incentivo financeiro do governo e grandes mídias. E ainda levaria um dinheiro como idealizador desse projeto social tão belo (e absurdo).

              • Ganhar dinheiro com algo tão mesquinho e tendo o apoio de governo, mídia e BMs, tudo em nome dessa vontade hipócrita de superação, que transforma qualquer feito em epopéia. Não haveria deboche maior.
                Você leu os comentários no post do autor? Ridículos né. O brasileiro médio prefere xingar quem tenta abrir-lhes os olhos com a gastança do dinheiro público ao invés de contestar quem gasta.

                • Quanto mais ridículo, quanto mais grotesco, mais pavor as pessoas sentem de apontar que está escroto. Tem que ser algo bem grotesco mesmo, para que todos se sintam intimidados.

                  • E na patrulha do “politicamente correto” tem um bocado de TROLLS (ah, sim, vocês acham que é todo mundo que leva a sério aquele papo furreca? Nem!) que fazem aquilo só pra garantir pontos dentro do jogo do alpinismo social.

                    Mas também tem os burrões vítimas da moda que vão na rodinha, achando que aquele papinho politicamente correto é coisa séria e o pior, se levando a sério.

                    De qualqer forma, a proporção de analfabetos funcionais é maior entre os pagapaus do Olavo.

  • Acho que o desfavor não precisa invadir outros territórios e correr o risco de ser invadido e colocar em risco seus habitantes. E olha que eu adoro redes sociais , já participei de quase todas. A minha primeira paixão foi o mIRC, bem parecido com os grupos do WhattsApp. Adoro o Sharefood. fotos de pratos de restaurantes (não sei cozinhar , vivo comendo em restaurantes ou na casa de amigos) . Minha última inscrição foi na Trippcs. Sobre roteiros , viagens. Não gostei, mas como é recente pode melhorar. Orkut foi o amor da minha vida. Lá eu conheci meus melhores amigos. Conheci nas comunidades Maratona Odeon e amantes secretos do CCBB. Na comunidade da minha profissão entramos com uma ação coletiva para os aprovados serem convocados em um concurso público, conseguimos depois de 5 anos.(ps.: meu atual emprego) Na comunidade Viagens inesquecíveis me incentivaram com vários roteiros pra pobre e descobri um novo hobby. Acho que que as redes sociais mudaram a minha vida , se não fosse pelo mundo que descobri pela internet , já estaria casada e com filhos a muito tempo , como minhas amigas de infância .

        • Não sei te dizer, nunca mais entrei na minha também. Pode ser que tenham deletado. Desfavor tinham mais de 500 comunidades lá…

          • Há um tempo atrás consegui logar na minha conta do orkut, eu não logava a anos, e resolvi por curiosidade procurar o Desfavor lá, e encontrei, na mesma situação de muitas comunidades de lá, com mensagem de “Desativado” ou “Inativo”, mas ainda tá lá as ruinas do antigo desfavor, uma pena eu não conhecer o Desfavor naquaela época.

              • Pois é, está tal qual você mencionou, vazio como uma cidade fantasma!

                Ps.: Quem sabe, por uma antiga tradição já que tudo nasceu lá, (ou mesmo nostalgia) não deviamos voltar pra lá só pra ver o que acontece!? Se não der certo a gente tentou pelo menos.

  • Eu estou com o Somir.

    Não acho que dê para fazer “divulgação” ou “propaganda” do Desfavor, mas sinto falta de um pouco de “discussão”. Sou favorável aos ataques planejados e trollagens em massa. Aliás, essa das feministas no Facebook seria um bom começo…

  • Sou a favor de vocês irem pras redes sociais, se tiverem tempo pra isso, claro.

    Coisas só viralizam no facebook se for um negócio muito absurdo, coisas estilo desfavor acabariam restritas ao grupinho, apareceria um ou outro gato pingado de vez em quando pra brigar e seria engraçado, não acho que conseguiriam mobilizar tanta gente pra bater na Sally (por exemplo) todo dia. Fora que teria muitos impopulares pra defender.

    Vejo um grande potencial pra gente se divertir às custas do BM.

      • Sim, certamente.
        Eles dão punições do tipo tirar a página do ar por algumas horas, coisa que não mata ninguém.

        Mas se o projeto for pra frente acho que seria interessante você (advogada) dedicar uma meia hora pra ler os termos de uso e beleza.

  • O problema é que sai caro criar um Facefavor, uma rede social só de impopulares. O que sustenta aquela coisa é a publicidade. A menos que se retome aquelas atividades somirescas de vender calcinhas de cadelas para japoneses tarados, os fundos serão insuficientes. Se cada impopular que tiver uma cadelinha fizer sua parte, pode vingar. Dá também para vender camisetas temáticas, com foto do José Mayer de Sunga, frases como “Eu sou distimido”, “Não mije na rua: mije na pia!”, “Cadê seu Deus?”, “Gezuiz Godzilla voltará!”, uma palheta nude para classificar tonalidades anais, ou ilustrações de como se limpar com os dois braços engessados. Ah, quantos anos de diversão!

  • Falemos das principais redes antissociais. O Facebook é tão ruim que o pessoal só se concentra nele quanto a apontar os malefícios de uma rede social, tamanho o pavor que essa rede social de merda inchada de Bms gera nos impopulares. Amo vocês impopulares.
    Quanto a entrar em redes sociais, qual seria o foco? Facebook é tão ruim que está descartado quanto a divulgar e acrescentar algo a República. Falem metade do que falam no blog e o perfil é denunciado e limado da Face™ da terra. E o Twitter o que vocês vão fazer lá? Vão ser trucidados pelos petralhas e reaças. Uma única vez que vocês falem mal do Mr. 9 dedos vão ficar marcados pra sempre. E toda vez que derem suas opiniões comuns vão ser chamados de comunas pra cima.
    E vai falar o que naquela merda? Aprendi que twitter é pra escutar, não falar. Eu tenho e gosto (principalmente pelos bilhões de links compartilhados), mas falo só com “amigos” e sobre sports. E mesmo assim, o que é 144 caracteres? Não dá pro desfavor. Por tudo isso prefiro os bons e velhos comentários.
    Quanto a proposta de trollagem em rede social: Vocês justificariam o nome. Desfavor. Muito adolescente.

    • Se eu pudesse escolher, escolheria o Orkut. Não gosto de redes sociais mas gosto da dinâmica de comunidades do Orkut. Faria uma comunidade para cada coluna do Desfavor

  • Acho o linkedin uma rede social mais honesta que o facebook. Lá não tem a palhaçada de friends e as pessoas são contatos. O ruim é ter de pagar uma fortuna para entrar em comtato com alguém de fora da sua roda.

  • Ou, podiam abrir um fórum

    é uma demanda antiga dos cidadãos, sempre negada pelos queridos despotas.
    Mas, agora seria um momento tão ruim para abrir ele como era no passado e como sera no futuro.

    • Já tivemos um forum e não deu certo. As pessoas comentavam os textos lá em vez de comentar aqui ou repetiam o que diziam aqui lá. Virou um espelho do blog e dava muito trabalho, tomava um tempo absurdo.

  • interessante

    Não acredito que exista a possibilidade de refazer o que vocês fizeram no orkut (do que só vi as cinzas)

    Mas, a possibilidade de articular uma GRANDE trolada nos meios de comunicação é outra história.

    Claro, existe a possibilidade de alguma forma de mídia estar acompanhando o desfavor depois da sua exposição recente.

    E, o mais importante.

    Não façam nada ilegal. Só vocês tem a identidade bem preservada.

    Acho que o ingresso em redes sociais abre um horizonte muito amplo de diversão. E vale o tempo gasto.

  • Não quero a RID vinculada às redes sociais. Li tudo, tenho ate uma pontinha de revolta por não ter conhecido vcs antes, em tempos de Orkut. Mas nunca gostei de redes sociais. Perdi as contas de quantas vezes eu entrava e excluia a conta. E não foi diferente com o face até me decidir e assumir finalmente de que isso não é pra mim.

    Talvez com a ideia do Somir no anonimato, no modelo dos tempos de orkut, seja mais atraente… Mas eu não teria saco e tempo. Facebook… Fala serio! Ja consigo ver uma histeria coletiva.

    Sally sua visão acerca do Facebook não está desatualizada. É tudo isso mesmo que vc falou.

    • Facebook não me atrai em nada. Mesmo que fosse frequentado só por gente interessante, o modelo do Facebook não me atrai. Orkut tinha comunidades, se podiam debater assuntos. Facebook é só sobre gente, sobre vida pessoasl, fofoca. Alias, acho muita graça quando vejo certas feministas ferrenhas formadoras de opinião de Twitter que tem Facebook, um instrumento criado para rapazes de universidade darem nota e rankearem as meninas pela sua beleza.

      • Até que dá para manter uma pagina no facebook, mas não dá para esperar sucesso por aquelas bandas, até porque o que manda lá é o quanto você molha a mão lá e não seus talentos pessoais. E as curtidas do mainstream no geral são frivolidades. A não ser que a cartada seja a de jogar attention whores ou de prometer sorteio de icraps pra chamar a atenção, fica difícil alavancar bem sem torrar com anuncios.

      • Considerando que vocês entrem no face sem alarde, 2 ou 3 mil seguidores da fanpage do desfavor seria muito. Mas se formos considerar que qualquer attwhore de suburbio chega ao limite de amigos lá (5 mil) a página lá se manteria impopular o suficiente para passar longe do foco do brasileiro médio.

        • É mesmo? Não sabia que a popularidade dependia dos seguidores, achei que o que era dito é que fazia a diferença…

          • O que é dito vira popular se a pessoa falar uma merda muito grande, tipo aquela professora de universidade que postou foto de um popular no aeroporto e disse que parecia uma rodoviaria.
            Coisas legais não ficam populares, só coisas estúpidas.

            O que fica popular é uma página que tem muitos seguidores (curtidas). Geralmente são páginas que postam fotos engraçadinhas, videos, fazem chacota de notícias, ou tem “motivos” engraçados, tipo a Gina Sincera (que já perdeu a graça), Dilma bolada, chapolin, He man e Dollynho.

            • Vamos combinar que o que aquela professora falou foi pura frivolidade e diz bastante sobre essa era onde o foco é mais na aparência do que na essência.

              Eu sei até mesmo o porque de doer o calo, sendo que nesses dias estava falando disso com o Pirulla no batepapo pelo Facebook (mais especificamente do porquê dos soldadinhos ficarem irados por chamarmos eles de macacos).

              • Desculpa mas eu não concordo não. Eu acho que as pessoas devem zelar pela boa apresentação, principalmente quando trabalham em um meio formal, ainda que não estejam no seu ambiente de trabalho. EU acho inaceitável um advogado se vestir daquele jeito em um aeroporto, acho que depõe sim contra a pessoa, que mostra inadequação e desleixo e acho que quem se veste de forma desleixada tem que estar preparado para ouvir críticas.

                • Ah, tá… Entendo que a pessoa estava vestida de forma bem despojada na hora da viagem, mas precisava jogar aquela ironiazinha pra GENTE NORMAL E ACIMA DA MÉDIA ficar metendo a boca?

                  E hoje mesmo na rua, um louco de escort velho passou rente a onde eu estava atravessando e estacionou e foi estacionar na esquina. Estava sem visão do carro (que me passa do lado esquerdo da pista) e se o manolo fosse mais descuidado ou mais azarado, arriscava era de ter acidente.

                    • O problema nem foi ela ter criticado, mas sim ela ter sido amadora de SE EXPOR para os normais e acima da média.

                      Se queria montar uma página zoando o pessoal que se veste mal com um nome a la “Patrulha da Moda”, ia ser sucesso certo, seja em termos de blog, seja em termos de página na rede social.

                      E de quebra a pessoa ainda ia ter o bônus do “anonimato”, sem ninguém saber quem estaria por trás da página.

                    • Ahh sim, isso eu concordo. Não pode falar isso em um ambiente sabidamente politicamente correto e histérico como rede social. Quer falar merda abre um blog discreto e reúne gente que tenha alguma afinidade com você, se não você coloca em risco suas amizades e seu emprego. Faltou inteligência e adequação às normas castradoras da sociedade moderna.

                    • O artifício da fanpage permite a mesma discrição e somente os envolvidos na fanpage sabem qual post é de quem, a não ser que se informe isso aos outros ou a pessoa dê a mancada de postar com o perfil pessoal.

          • O que faz a diferença são os compartilhamentos. Podem não entrar e nem curtir a página , mas se eu compartilhar e meus amigos compartilharem esses compartilhamentos são contados na página original. Uma espécie de pirâmide em que se pode comentar sem necessariamente ter que ir a página original. Se curtir a página toda atualização vai até o usuário no feed de notícia. Então uma frase polêmica pode sim fazer o desfavor ir parar no jornal nacional. E não duvido nada de dar muita dor de cabeça pra vcs. Tem os grupos fechados, mas é parecido com um fórum , chato e desorganizado.

            • Há risco de chilique tipo no caso do texto sobre “O lado negro da gravidez”, mas esse é um risco moderado, assim como o risco de flood.

              A possibilidade de alguma parada aqui ir parar no jornalismo marrom da TV é bem baixo. Tem de ser uma merda mega-monstro para virar assunto por lá.

              Claro, é natural que eventualmente algum ativista troll ficando de marcação com a página, mas considerando que chegaram a marcar em cima até mesmo da nobody da Daniela Schwery, fica difícil até pra levar a sério essa turma.

              Querem bombar mesmo aqui?! Façam um PROCESSA EU do Calavo de Orvalho. Esse PILANTRA ganhou muito mais destaque do que merecia e parece que finalmente muito do pessoal mais “a direita” (que era manipulado por ele) está caindo na real e entrando na roda de marcar as incongruências do Caulo Poelho da filosofia.

              • Pela milésima vez: não vou fazer um processa eu do Olavo de Carvalho porque dentro dos meus critérios, ele não merece.

                • Sabemos que aqui no Brasil (cof, cof), as pessoas procuram ouvir opiniões de pessoas sensatas, ponderadas e que tem uma visão aprofundada dos assuntos que comentam, mas na $ui¢a… Pobre $ui¢a. Lá as pessoas são tão sem instrução que se agarram ao primeiro pilantra que aparece e que diga tudo aquilo que a pessoa quer ouvir, por mais fora da realidade que tal colocação possa parecer.

                  E Calavo de Orvalho é um desses pilantras, que vive de explorar o povo $uí¢o, notadamente aquele que vê com certa desconfiança o Ex-presidente Mula e seu partido, o TP, chegando ao ponto de exercer forte influência nos meios de comunicação da $ui¢a, tanto que se você for notar bem, grande parte do conteúdo das edições mais recentes da Revista Jeva tem posicionamentos demagógicos em muito irmãos dos expressados por esse senhor, que capitaneia a formação de uma filial do Pea Tarpy em solo $uí¢o.

                  Sachel Rhesehazade está entre os seus discípulos e Codrigo Ronstantino seu ex-pupilo de Máscara Sem Mídia e desafeto por conta de chiliques de patrulheiragem do velhote está tendo de engolir o orgulho e passar batido suas divergências com o mesmo pra poder beliscar um pouco que seja na alta roda.

                  E não preciso dizer que no Máscara Sem Mídia, capitaneado pelo Calavo, tem alguns dos quadros mais retrógrados e apelativos da $uí¢a, incluindo-se ai o Sulio Jevero, um afetado que engrossa o coro do velho de que há uma conspiração comunogayzistosatanista ocorrendo na $ui¢a e que esse é um mal a ser combatido.

                  Sei bem que Calavo de Orvalho é um desperdício de sangue. Uma pessoa que a exemplo de Magner Wontes ofende por ser medíocre, patética, escrota e oportunista, usando e abusando do holofote para se promover, mas tem muito $uí¢o que abana o rabo pra ele e pra alguns de seus discípulos, como o Padre Cantor do RPM e o Reinado Azedo por exemplo.

                  E ai, o que me diz agora?

                • Ele não merece em que sentido Sally, no sentido de não merecer porque é alguém bom que você admira e não quer falar mal, ou alguém tão ignóbil que não vale nem a pena falar sobre?

                    • Imaginei que sim, até porque um cara que colaborou com cursos de “Astrologia” (até achei que tinha lido errado e era Astronomia), e vive viajando em Teorias da Conspiração envolvendo os EUA e a ONU, e uma Nova Ordem Global comunista, entre outras coisas do tipo, não deve ser alguém que valha a pena falar.

                    • É um sujeito que está no esquecimento, sobre o qual ninguém está falando, não vou ser eu a dar uma importância a ele e colocá-lo no mesmo saco que Che Guevara, Cleópatra, Mozart, Gandhi, Madre Teresa… menos, bem menos.

                    • DK, o problema ai é o maluco ser incensado por reaças cegados pela sua ojeriza ao PT e ao Lula, incluindo-se ai o pessoal do cast da Veja.

                      A merda do “livro” dele (na verdade, um compilado de artigos dele vendido como livro) esteve figurando entre “os mais vendidos” e quem cuidou da compilação foi um tal Felipe Moura Brasil (se não ouviu falar… Trabalha lá na Veja).

  • “Facebook nada mais é do que uma cruza de blog com revista Caras de si mesmo, onde além de escrever a pessoa evade sua privacidade e ainda bisbilhota a vida alheia. Para escrever coisa no Facebook, eu escrevo aqui, porra! Foto eu não vou botar em lugar nenhum, então, não faz sentido para mim.”

    Concordo plenamente contigo. Não acho legal esta ideia de rede social. Já passei por problemas chatos nesta rede e sinceramente vocês não precisam disso. Seria um preço muito alto mesmo.

  • Eu também não acho que um dialogo à la Desfavor seja possivel no Facebook. Eu estou no Facebook por razões familiares e dentro da minha propria familia e alguns amigos o nivel de dialogo é minimo. Brasileiro médio não consegue dialogar.
    Se for para trollar, why not? Mas sem mencionar o Desfavor, so trollar. O desfavor é muito avançado para o facebook.

      • Mas você falou que o Twitter também não da (nao gosto de twitter), se não for facebook ou twitter, vocês vão colocar fotos com filtros no Instagram? Eu não conheço muitas redes sociais a não ser essas três..
        De qualquer maneira ainda acho que desfavor seja avançado demais para isso tudo.

        • EU acho que não dá, mas Somir acha que sim. Além disso existem outras redes sociais mais elitistas. Eu sou contra por definição.

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