Apropriação cultural.

Tahuane Cordeiro usava um turbante na cabeça e estava em um transporte público quando foi abordada por uma ativistona negra, que se aproximou e deu-lhe um esporro em tom de reprovação. A ativistona disse que ela não deveria usar turbante, pois ela era branca e turbante é uma expressão da cultura negra, configurando apropriação cultural. Tahuane tirou o turbante e revelou uma cabeça careca. Explicou que estava com câncer, mais precisamente, leucemia mielóide aguda, razão pela qual usava um turbante para proteger sua cabeça e também por fazê-la se sentir melhor consigo mesma. O que um ser humano normal faria? Isso mesmo, enfiaria a cabeça no próprio cu de tanta vergonha, se desculparia e sairia de fininho. Mas, não dá para contar que ativista tenha bom senso.

Tanto a ativistona como pessoas em redes sociais argumentaram que, mesmo com câncer, ela não poderia usar turbante, por ser branca. E aqui, me permito citar uma das respostas (apenas uma, não quero que vocês vomitem), para que vocês percebam o nível de doença mental dessas pessoas: “vc tem câncer ok triste ok isso n lhe da o direito de se apropriar de uma cultura. Quer esconder? Usa um lenço, sei la, mas não um turbante”.

Vamos começar a conversa com uma questão preliminar: o turbante foi criado e tradicionalmente utilizado e difundido pelos Sumérios, no caso, brancos. Então, se houvesse esse nonsense de apropriação cultural, os negros é que estão se apropriando de cultura branca. Mas enfim, ainda admitindo esse absurdo argumentativo de dicotomia “nós x eles”, se cultura tivesse direitos autorais, negras deveria ser proibidas de pintar o cabelo de loiro, pois isso é coisa de branco.

Eu mesma já presenciei uma vez, em Salvador, uma pessoa branca sendo hostilizada na rua por estar usando trancinhas no cabelo. Mesmo argumento: isso é da cultura negra e brancas não podem se apropriar. Aí eu te pergunto o que acontece se você abordar uma pessoa estranha, negra, no meio da rua e começar a cagar regra dizendo que ela não pode mais alisar o cabelo, pois cabelo liso é coisa de branco e ela é negra. No mínimo, mas bem no mínimo mesmo, você vai parar na delegacia.

Em vez de evoluir para um pensamento mais humanista, onde todos somos seres humanos, pouco importa e qual embalagem, os ativistas que dizem combater o preconceito na verdade o incitam. MINHA cultura, só MINHA, não permito que mais ninguém use! Amiga, vai se tratar. Uma raça não é dona de nada e que bom que outras raças admiram algo que sua raça faz e decide adotar essa cultura também. É um elogio, não um roubo.

Quão arrogante, sem noção e babaca tem que ser uma pessoa para se apropriar de um acessório da vestimenta e se sentir no direito de não permitir que algumas raças o usem? Quão inconveniente tem que ser alguém para abordar uma pessoa desconhecida na rua para dizer o que ela pode ou não pode vestir? Estou abismada, e me deixar assim não é fácil, pois eu sempre espero o pior do brasileiro.

Boa parte da internet tomou as dores da “lacradora” que pagou um esporro público a uma menina com leucemia por usar um turbante. Virou uma polêmica tão espinhosa que os meios de comunicação ficaram em cima do muro, tratando a questão como uma dúvida: usar turbante é apropriação cultural? Não teve um jornalistão com culhões em grandes portais para apontar o ridículo da coisa. Uma polêmica idiota, burra e que reflete a imbecilidade de minorias complexadas e bélicas, que pregam inclusão para si mas praticam exclusão ostensivamente.

Eu não pensava ter que vir aqui e escrever este texto, vocês sabem, nossa política é ser uma fonte alternativa, não dizer o que já foi dito. Eu juro, achei que alguém levantaria a bola do desfavor que foi um grupo se apropriar de uma vestimenta e hostilizar quem a usa. Mas não. Tá todo mundo com medo de mexer nesse tema. Ele é tratado como uma discussão. Oi? Não tem discussão! No dia em que um branco hostilizar um negro por usar uma roupa certeza que vem aquela falácia de que “ficam loucos quando a senzala usa _____” (complete com a peça de roupa que quiser).

Além disso, o grosso do ataque veio das feministas desvairadas, aquelas “daddy issues” bem fodidas da cabeça. Daí eu pergunto: não era meu corpo minhas regras? Pelo visto, Tahuane só tem direito ao corpo, as regras são ditadas por ativistas negras. Não pode usar o que elas não querem que use. Tem como respeitar um movimento assim? Não tem. Dá uma vontade enorme de torcer contra essas pessoas, que instigam a discórdia, a rivalidade e a divisão social, algo que em tese seria o que o movimento buscaria, em tese, combater.

Pior do que a polêmica ridícula é que a sociedade no geral não consiga identificar esta polêmica como ridícula e tenha medo de confrontar e dizer “vão se tratar, suas doentes da cabeça, usa turbante quem quer, pois é escroto proibir qualquer coisa em função da cor da pele da pessoa”. Não. Estamos acorvadados, por muitos anos dessa cultura “nós x eles” implementada pela esquerdinha bélica e por essa intocabilidade das minorias. Agora elas saíram do controle e vivem de conseguir as coisas no grito. Estamos adestrados a não gritar de volta, para não passar pelo aborrecimento de ter que lidar com piti de gente débil mental, mas… até quando vamos escutar esse tipo de bosta calados?

Essas pessoas já estão em guerra faz muito tempo, só que estão brigando sozinhas, porque ninguém responde ou peita. Mas, acredito eu, basta um, UM, um único se emputecer e responder que todo o resto vai dar aquele grito contido no peito e botar para fora anos de sapos engolidos. É justamente o que está acontecendo nos EUA: um único louco resolveu lutar de volta, mandar calar a boca, não tratar como intocável, e, rapidamente, conseguiu o apoio da maior parte da população, mesmo com uma personalidade repulsiva. Fica aí a dica para quem quer ser Presidente da República no Brasil, nas próximas eleições: fight back. Bate de frente com cada grupo ativista histérico que você se elege, pois não tem ninguém fazendo isso.

Aproveito a ocasião para proibi-los de usar canetas esferográficas, que são uma criação do meu povo. Escrevam de lápis, seus filhos da puta, em vez de se apropriar da cultura alheia!

Para dizer qualquer coisa feminista e ser expulso, para dizer qualquer coisa ativista e ser expulso ou ainda para confundir censura (impedir a pessoa de falar em qualquer lugar) com moderação de blog (selecionar o público com o qual eu quero interagir): deixe seu comentário.

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Comentários (88)

  • Passou de apropriação cultural para apropriação do modo de vida alheio. Ora essa…que constrangedor ter de expor a cabeça raspada! Eu não tiraria, e mandava ela procurar algo pra fazer (se fosse um homem eu não seria tão educado). Mas, pensando bem, se a vitima dessa agressão fosse indiferente, nós não saberíamos que ela tem câncer, o que tornou a situação mais absurda! Vamos parar de usar a maioria dos eletrônicos, fabricados a tantas mãos. O Smartphone, por exemplo. Cada pecinha é montada por um fabricante extrangeiro diferente… Quem decide o que devo usar em minha cabeça, alem de mim mesmo?

  • Sally, por favor não dá ideia não!!! o Bolsonaro é candidato e tem 10% de intenção de votos, acreditem em pesquisa quem quiser.
    Eu também achei um absurdo essa discussão!!! Eu por exemplo sou a favor a quotas, sim!!! acredito em justiça social, mas aí alguém vim com essa de apropriação cultural??!!! Os próprios negros tendo discriminação com outras pessoas..oi??? Pára o mundo que quero descer!!!!!!!!!!! Como você escreveu é o mesmo que um negro pintar cabelo de loiro, alisar , sei lá… o mundo tá muito louco gente, ideias distorcidas e tanta coisa importante acontecendo… afff “Vem meteoro vem!!”

    • Bolsonaro não ganha, pois não antagoniza com esses ativistões pau no cu como plataforma principal. Ele é moralista, pro “família brasileira”, um grupo do qual também tá todo mundo de saco cheio de tanto que patrulham as pessoas

      • Fico feliz que tenha tanta certeza “calculada”, Sally (!); então concordo…

        Os próprios negros tendo discriminação com outras pessoas..oi???

        Sim, Andréa Lima (!); aliás, tenho para contar (lá vem “meu auto-foco” de novo…) que já fui mais “esculachado” exatamente por negros; mais exatamente, por tantas vezes que em duas (de desconhecidos no meio da/s rua/s !) que eu tive uns “merecia ser assaltado”

        • Não diria conservadorismo, diria “estagnipulação” (estagnação + manipulação)…

          E a Sally já acertou “tão grande quanto”, e (mais antigamente) mostrava que fazia às dezenas…

          “Taxá-la de inocentinha” = “quebrar(-se) a cara”

  • Acho isso uma loucura. Depois que saí do Brasil eu percebo o quanto elementos culturais se misturam. Por exemplo, eu moro em um bairro predominantememte mulçulmano. As mulheres cobrem os cabelos e nunca andam sozinhas. Eu percebi que eu causava um certo estranhamento quando andava por lá. Então, eu passei a cobrir os cabelos também. Não acho que seja uma apropriação indevida da cultura deles. Eu apenas me adaptei as costumes locais. Eu percebi que assim não causo tanto estranhamento. E as pessoas não acham ruim, pelo contrário. Eles me tratam melhor que antes. Acho que esses ativistas estão muito intolerantes

  • Que maravilha, Sally, já tava esperando um texto aqui sobre isso. Muito me alegra esta ilha de razão em meio a tanta torpeza irracional desse povinho arrogante que quer que o ego frágil dele seja régua e martelo para cercear a liberdade alheia. Sim, isso está cansando as pessoas, porque ninguém quer mais uma forma de policiamento da vida alheia – já não basta as que já existem. Isso que fizeram à moça do turbante foi o fim da picada. Essas militontas macaquitas não param de passar vergonha, crentes que estão “abafando” – isto é, “lacrando”. Ora, então cantor negro não pode cantar ópera, porque seria “apropriação cultural” da música européia? (E olha que sou uma soprano afrodescendente – só que bem clara e com traços finos, meio mediterrânea kkkkkk – e ainda não apareceu nenhum cretino pra me dizer que não deveria cantar ópera por ser música do “branco opressor”, se chegar, vai ter resposta da boa). Um horror, espero que essa moça fique boa e continue assim, com essa coragem e ousadia contra esse povinho patrulheiro. Todo meu apoio a ela.

    • É de fazer cair o cu da bunda, a menina passando por um momento difícil com esse e ainda tem que lidar com uma estranha cagando regra no meio da rua!

  • Essa discussão é ridícula. Os pequenos pedacinhos de osso e de dente de Oswald de Andrade estão dando voltinhas no túmulo agora.

  • Nossa, a pessoa já está a kms além da inconveniência para abordar alguém e falar isso. Infelizmente são essas pessoas que mancham movimentos como o feminismo ou o movimento negro, porque só dão argumentos para quem é contrário.

    Eu sempre me questionei que porra era apropriação cultural e na maioria das vezes discordei. Afinal de contas, ninguém fala das tatuagens japonesas, com ideogramas chineses, em árabe ou maori.

    Mas ,ontem mesmo li um texto muito sensato de uma mestre em filosofia política que coloca a culpa na indústria da moda e não no indivíduo em si. Ou seja, pessoas podem sim vestir turbante, quimono, etc, à vontade. Foi o mais próximo do tema que concordei.

    O dia que deu vontade de jogar o computador pela janela foi quando li um texto pedindo para as pessoas não se fantasiarem no carnaval de baiana, gueixa porque era apropriação cultural. GEZUIZ

  • “Mas, acredito eu, basta um, UM, um único se emputecer e responder que todo o resto vai dar aquele grito contido no peito e botar para fora anos de sapos engolidos.”
    Sally, você conhece o caso Alezzia?
    Deve conhecer. Depois de ganhar o desafio e esculhambar feminazi, a página adotou uma postura desafiadora e contratou na mesma semana o estagiário que convidou feminazi a descarregar um caminhão com cimento e a menina do turbante.
    Sabe o que aconteceu? O Anonymous derrubou a página no facebook, o site, e divulgou os dados da empresa e dos clientes dela na rede.
    Tipo… censura a uma EMPRESA PRIVADA que ousou falar a verdade na cara dessa gente histérica. Sério, isso me emputeceu num nível, que eu to quase votando no Bolsonaro nas eleições. Juro por Deus, eu não aguento mais essa babaquice!

    • A Alezzia contratou aquele estagiário que falou mal de feministas no Facebook e foi demitido também. Vai sofrer boicote de alguns, mas vai ter muita gente apoiando também. O numero de vendas subiu absurdamente depois do incidente.

      • De vendas e de apoio, a página virou quase um refúgio onde se podem falar certas coisas, a empresa soube capitalizar!
        Quando vi que derrubaram a página, o site e divulgaram informações da empresa e dos clientes, por picuinha, fiquei boladona!

        • É assim que os lacradores agem, eles atacam nessa filosofia de que a causa deles justifica qualquer baixaria. Deixa estar, que em algum momento a resposta vem na mesma moeda. Não acho bonito, mas é o que vai acontecer.

  • “É justamente o que está acontecendo nos EUA: um único louco resolveu lutar de volta, mandar calar a boca, não tratar como intocável, e, rapidamente, conseguiu o apoio da maior parte da população, mesmo com uma personalidade repulsiva”

    Trump icone, amore. Pra ter noção no Grammy dessa semana uma cantora foi no Grammy com um vestido escrito “Make america great again” e “Trump” atrás. Ela nem se apresentou no Grammy pra divulgar a música, unicamente por causa do vestido o cd dela que não vendia uma misera cópia desde 2014 foi parar no topo do iTunes US, 6 musicas no top 200 e subindo. Alavancou as vendas do álbum até no fucking MÉXICO. Enquanto isso o embuste Katy Perry foi jogar shade pro reizinho bronzeado e a música que já não tava aquelas coisas agora ta em queda livre no iTunes. Aos poucos o povo vai criar coragem de revidar.

    • A resposta do povo é clara, porém não declarada. Por isso confunde muitas pessoas com cabeça 1990, que acham que a única forma de apoio é gritaria, manifestação na rua e declaração de amor. O povo apoia Trump sim (tirando essa minoria lacradora de hippies e artistas), só que tem receio de declarar isso abertamente, vide a zebra eleitoral que foi, pois nem nas pesquisas as pessoas que o apoiam tinham coragem de expressar isso, com medo da hostilidade dos lacradores. Apoio silencioso existe, aceitem que dói menos.

  • O pêndulo não vai virar, ele já está virando.
    Ninguém tá aguentando mais. Esses lacradores (e não só da causa negra: homossexuais, deficientes, gordos, etc) conseguiram cansar todo mundo. E eu falo isso com medo, porque sou bi e gorda, ou seja, vou acabar pagando o preço da putez que essas pessoas que NÃO ME REPRESENTAM causaram na população de forma geral.
    Sim, existe preconceito. Sim, existe homofobia. Sim, existe racismo.
    Mas graças a esses filhos da puta, agora quando REALMENTE isso acontecer ninguém mais vai querer saber. Vão tapar os ouvidos, chamar de mimimi porque ninguém aguenta mais essa ladainha lacradora de “reaça, opressor, minha cultura, blablabla”.
    Parabéns pelo desserviço prestado a toda classe que vocês (dizem) pertencer e defender.

    • Clara, a pureza é com a postura, não com a aparência. Basta se posicionar de forma contrária a essa lacração que você será admirada!

    • Clara, como mulher, tenho pavor que me apontem como feminista (por mais que eu seja, no sentido real do movimento por igualdade), graças à essas palhaçadas.

  • À partir dos anos 60 o turbante virou um símbolo de resistência dos negros.

    Foda-se meu irmão, problema seu! Eu estou quase usando um turbante também.

    Não sei se a história da menina é fanfic como os social justice warriors estão dizendo, ainda assim cada um usa na cabeça o que quiser e vai te fuder se não gostar.

    Ps, o sonho de todo oprimido é tornar-se opressor. Que igualdade nada…

  • Primeira reação ao ficar sabendo desse descalabro: me caiu o cu da bunda umas 15 vezes. Depois começaram a pipocar pessoas ainda piores alegando que “câncer não é desculpa pra se apropriar da cultura”. Gente…

    Eu tô completamente enojado. Qual é o problema dessa gente demente da porra? Só pode que tem uns fiozinhos desencapados dentro da cabeça! Já tá mais que na hora de aparecer um predador natural dessa raça metida a ativistona, e colocar um ponto final nessa baixaria!

  • Queria ver se fosse alguém como Sophia Richie, usando um turbante, uma pessoa dessas sem noção mínima de convivência em sociedade começar o discurso e ouvir a resposta “Primeiro, não te conheço, segundo, eu SOU negra”. Sugiro um desafio para essas “ativistas” equivocadas/sem noção/mal-educadas mesmo: atacar publicamente a cantora Madonna pela “apropriação cultural” que ela fez em 1993 na turnê Girlie Show, onde ela usou uma peruca AFRO LOIRA!. Queria ver coragem para dizer na cara “Madonna, você não tinha direito de usar uma peruca afro loira no seu show em 1993. Foi uma apropriação cultural indevida.”

  • Eu já tenho dificuldade de entender gente parecida comigo. Essas bizarrices entao…

    Esses “ativistas” das minorias sao uns escrotos, frustrados e hipócritas.

    O racismo explicito diminuiu (q bom!), mas atitudes ignorantes e mesquinhas como essa só faz com que o racismo velado aumente. E uma hr a coisa explode como nos EUA.

  • Se branco não pode usar trancinha, então também vou tretar quando eu encontrar um negro com cabelo tingido de loiro pra ficar empatado!

    • Mas os próprios negros já estão fazendo isso: Tinha gente ano passado tretando com a Beyoncé por tingir o cabelo e tentar “se passar por branca”, por exemplo. WTF???
      Galera tá perdendo a noção. Tudo, ABSOLUTAMENTE TUDO é ofensivo hoje em dia.
      Não tem como agradar essa galera.

      • Não dá para agradar aos lacradores, eles perderam o bom senso. Eles gritam que um pai matar um filho mais uma penca de homem na casa da esposa é feminicídio. Eles acham que professora tem que dar aula de Yoga de calça branca sem absorvente quando estiver menstruada. Estas pessoas estão loucas, tudo é empoderamento e lacração. Acaba que apenas desagradam e agridem a sociedade de forma desnecessária. Deixa, deixa que isso é terreno fértil para nascer alguém que combata essa babaquice e quando essa pessoa surgir, todo mundo vai apoiar.

      • Bom, Beyoncé é mulata, né? Já viu como a mãe dela é clara? Uma pessoa como a dona Tina a uma década atrás se classificaria como branca por aqui. Hoje em dia já não sei. Além do mais a própria Beyoncé sempre disse que era “creole”. Porém para mim ela quer se passar por branca não é de hoje. Me diga onde está a negra aqui: https://www.youtube.com/watch?v=q-qtzhgweLs

        O cabelo é dela e faça o que quiser com ele. Existir negro com o cabelo loiro naturalmente até existe (vi uma vez na televisão, é numa ilha no Pacífico). Mas a verdade é que normalmente fica feio mesmo por causa do contraste. Para ficar bom a pessoa tem que ser muito rica e encontrar um ótimo cabelereiro.

        A implicância com ela acredito que venha do fato de quererem empurrar essa mulher goela abaixo de qualquer jeito. Pode ver que em qualquer video de cantora negra no youtube sempre tem alguém comparando com Beyoncé e sempre alguém responde “esse clipe é de fulana parem de falar de Beyoncé”. Dizem que ela e Rihanna são aceitas por serem de pele clara e não há oportunidades para as “irmãs chocolate”.

        Quanto ao caso do texto: que mulher sem noção, inconveniente ficar importunando as pessoas assim. Como já foi dito, o turbante é usado em outras partes do mundo também.

  • Se querem acabar com a “apropriação cultural”, é melhor queimarmos toda a tecnologia criada pelo ser humano e voltarmos à era das cavernas, tribo contra tribo. A humanidade só evolui a partir de trocas culturais. Esse pessoal lacrador é doente e precisa de tratamento pra deixar a carência de likes pra trás.
    E enquanto esperneiam e fazem escândalo por nada, o mundo gira, o racismo continua e aparece um Trump da vida. Se desse pra desistir da humanidade…

    • Trump é um merda nos mais diferentes aspectos, mas é o único predador natural dessa raça lacradora, então, dá licença, cuidemos bem dele.

  • Li o relato da moça e juro que o meu sangue ferveu de tanto ódio dessas filhas da puta. Quem tem um câncer já não leva uma vida fácil. O corpo se torna frágil, tem que aguentar não sei quantas sessões de quimioterapia, a pessoa perde o cabelo, não sabe se vai sobreviver… Aí em algum dia em que essa pessoa se sente razoavelmente bem consigo mesma e decide usar um acessório que a valorize, me vem uma arrombada do caralho cagadora de regra dizendo que “huurr duurr vosê num pódji uzá iço purkê eh da minha cultura”, PUTA QUE PARIU!!!!

    Duvido que essa “ativistona” tenha tido vergonha na cara pra refletir a merda que fez, mas espero sinceramente que ela tenha se sentido um verdadeiro LIXO HUMANO depois disso (a ponto de não sair nem do próprio quarto, porque gente desse tipo nem viver em sociedade deveria).

    Sei lá se o Bolsonaro é o cara pra isso, mas se surgir um político com culhões o suficiente pra peitar essa gentalha “engajadinha” e acabar com a farra desses justiceirinhos de merda, meu voto será dele!

    • O meu também. Esses ativistões estão dando um tiro no próprio pé, as pessoas estão ficando cada vez mais putas e topando tudo para dar um basta em suas babaquices!

  • Nossa, Sally, muito obrigada por esse texto! Falaste o que cansei de falar. Mesmo com o argumento de que não é uma invenção negra, o pessoal dá toda uma volta mental para dizer que “é preconceito, sim”. Nem param para pensar que, mesmo que fosse uma invenção do caralho a quatro, que merda de cultura é essa que não sobrevive se uma pessoa de fora compartilhar? Adorei a resposta de uma grife africana, que ao ser marcada em um post por uma dessas lacradoras dizendo que fulana não podia estar usando un turbante da marca, disse que aquilo era uma bobagem sem tamanho, pois “a África veste o mundo e o mundo veste a África”.
    Ou seja, a MARCA não se ofendeu, mas a lacradora sim.
    Imagina quando esse povo “tudo é apropriação cultural” descobrir o que um antropólogo faz para viver? Vão querer extinguir a profissão.

  • To é chocada que o emburrecimento lacrador chegou a tal ponto que você teve que escrever um texto explicando ponto por ponto o tanto que isso é absurdo! Em um mundo de seres pensantes nem era pra isso ser discutido, por ser tão elementar!

    Preguiça… Então aparentemente eu sou mulher, posso usar a roupa que eu quiser, ngm tem nada a ver com isso. Desde que passe pela autorização delas. Queria ver se fosse um homem reclamando do jeito que a menina se vestia, falando que não lhe agradava. Acho que dava um tilt na cabeça dessas ativistas.

  • Pedro Junior...?

    Essa não, ninguém mais pode saber que eu escuto Blues e Jazz!
    Que doidera esse acontecimento, quando eu achava que a coisa não podia piorar…

    “Nós somos todos iguais, só que a gente é melhor que vocês.”

  • Sinto-me minoria nesse mundo tão certinho, respeitoso e justo.
    Onde fica meu sagrado direito de criticar, julgar e condenar qualquer coisa/pessoa/lugar que ofenda meus preconceitos?

  • S.E.P. (Síndrome do Emputecimento Progressivo).
    às vezes me acomete, e tenho vontade de dar uma passagem só de ida lá pra Angola ou sejá para que caraleo de lugar eles pensam que foi de onde vieram (sim, porque nessa hora, são “Mama África”, mas na hora das cotas, são brasileiros cobrando dívida histórica).
    OBS: A passagem só de ida, pela dívida histórica, deve ser por via marítima, em caravelas.

  • Wellington Alves

    Brancos ainda podem se casar com negros ou isso também já se configura apropriação cultural? Na dúvida, melhor casar só com brancos. Mas, pera aí… Vai que são acusados de racismo?
    Não tem jeito, por onde quer que se olhe, esses movimentos estão cada vez mais ridículos! É o desespero da esquerda!

    • Hoje em dia negro(a) que se relaciona com branco(a) é chamado de “palmiteiro”. E muito malvisto.

      Tem uma página muito cheia de amor e inclusividade no FB chamada “Todo dia um negro diferente dando o biscoito para uma branca”, ou similar. Se quiser desenvolver uma bulimia vai lá.

  • LindamÀr do cu limpo

    Neguinho nao ve a hora de algum preto cagar na entrada ou saida para acusar.
    Pra denegrir, pra falar que o tronco foi pouco e etc.

    Voces brancos vivem errando, acusando e NINGUEM faz nada!!!

    Esse blog machista, racista e chauvinista enoja a minoria e EU ADORO… vir aqui pra jogar isso na cara palida de vcs.

    SALLY MACHISTA

    CRIA DO TRUMP

    BRANCA

    RUIM

  • Apropriação cultural???? A cultura brasileira é resultado da grande mistura de várias culturas, esse conceito de apropriação não passa de implicância seletiva.

    • Cultura é para ser compartilhada é não monopolizada. Preconceito é achar que outra raça não tem o direito de usar dá sua cultura.

  • Confesso que nem estava sabendo dessa história até ler este texto e também fiquei abismado. Tanto com o caso em si quanto com a falta de alguém com culhões de mandar esses mimizentos profissionais calarem a boca. Te dou toda razão, Sally. E digo mais: APROPRIAÇÃO CULTURAL É A PUTA QUE PARIU! Só fiquei preocupado com este trecho do final: “Fica aí a dica para quem quer ser Presidente da República no Brasil, nas próximas eleições: fight back. Bate de frente com cada grupo ativista histérico que você se elege, pois não tem ninguém fazendo isso.” Medo de que algum “Bolsonaro” da vida leia, se inspire no Trump e coloque isso em prática. Por mais que às vezes eu até goste de ver o circo pegar fogo, eu não gostaria de viver num lugar onde apenas se trocaria um mal por outro, com a esquerdalha mimzenta dando lugar a reaças saudosos da ditadura. Tudo bem que o pêndulo sempre vira, mas será que não daria mesmo pra achar um ponto de equilíbrio? Ou isso, em se tratando de Brasil, já seria pedir demais?

    • Bolsonaro não revida, ele é apenas mais um lunático tentando impor suas ideias, mesma laia dessas dementes dá apropriação cultural. Gente que revida, que entra no embate tem mais o perfil do Danilo Gentili, que contesta â exaustão sem se importar ou intimidar com pressão pública

      • Só pra vcs saberem…
        Bolsonaro é contra o estado laico
        A missão dele e seus chupa saco é transformar o Brasil numa versão cristã do Oriente Médio
        Fiquem de olho e já preparem o passaporte para ano q vem…

        • É o que eu ando falando pra todo mundo. Ano que vem é Bostonaro vs Novededos. Vai ser uma merda de eleição, só pra escolher quem termina de foder com o país. Quero adiantar logo meu plano de vazar daqui, não dá mais – e vai dar menos ainda em 2018…

  • “basta um, UM, um único se emputecer e responder que todo o resto vai dar aquele grito contido no peito e botar para fora anos de sapos engolidos. ”

    Exatamente!!! Esses movimentos realmente acham que convencem alguém de alguma coisa chamando as pessoas de racistas, misóginas, homofóbicas? Esse patrulhamento pode dar certo a ponto de as pessoas se constrangerem e não falarem certas coisas com medo de reprovações, mas, de fato, quando qualquer idiota aparece e desafia esse status quo, toma coragem de enfrentar esses movimentos, vira “mito”. E ali, na intimidade da urna, onde não há ninguém para te constranger, escolhem-se coisas como Trump, Brexit, etc.

    Agora, apropriação cultural eu só discuto em tupi-guarani.

  • “Uma raça não é dona de nada e que bom que outras raças admiram algo que sua raça faz e decide adotar essa cultura também. É um elogio, não um roubo.”

    Aplausos! Sem mais. Absurdo o que (não) está acontecendo…

  • Negros sofrendo de verdade com o racismo mas a maior preocupação é um pedaço de pano
    Ah! E parem de passar ketchup na pizza e comer sushi de cream cheese ok?

      • Isso!

        Esses “extremistas” que não passam de babacas “rebeldes sem causa” desqualificam os movimentos! (também vale pras feministas). Não querem mais igualdade, querem superioridade.

        E piora: conheço gente que já é preconceituoso e se apoia em situações como essa pra “justificar” suas ideias.

        Como disseram num outro comentário:

        “Quando tudo é racismo, nada é racismo”.

  • Esse assunto me desgastou. Essas feminazi devem ser muito desocupadas pra se apegar a isso. Me pergunto se trabalham e se tem a independência, q elas exigem tanto na base do grito.

  • Se branco usar turbante é apropriação cultural, negro usar carro, computador, televisão, smartphone e etc também é apropriação cultural já que eles não contribuíram em nada para a criação dessas tecnologias, se as outras raças se reunissem e decidissem que os negros não tem direito de usar nada disso como os negros se sentiriam? Voltem pra floresta já que a civilização não foi criada por negros.

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