Olá, tudo bem? Queria te dizer uma coisinha, pois acho que está acontecendo um pequeno mal entendido. Não sei exatamente onde foi que eu errei, mas parece que, por algum motivo, você presumiu que eu teria interesse no seu filho. Não, não é interessante para mim. Talvez para os avós, para os padrinhos ou para outras pessoas que tem filho seja, mas para mim não é. E, quer saber? Eu tenho o sagrado direito de que não seja, sem que disso se pressuponha algo negativo ao meu respeito. Certamente você deve achar muitas coisas que eu amo desinteressantes e nem por isso eu me ofendo com você. Então, vamos respeitar e não me submeter a uma overdose de filho? Continue lendo