Empoderadas?

+Cleo Pires continua dando o que falar na web. A atriz, que recentemente revelou suas experiências sexuais e se defendeu após ser duramente criticada por algumas pessoas, voltou a ser notícia. Desta vez, contou detalhes com seu uso de drogas no passado.

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+A atriz Deborah Secco apareceu na tela do SBT na tarde desta segunda-feira, 07 (…) Deborah contou que já levou um pé na bunda. “Ninguém nunca terminou comigo”, revelou e concluiu contando que nunca foi fiel: “Eu já traí todas as pessoas com quem eu tive um relacionamento, menos o Hugo [atual marido]“.

O que essas notícias cretinas de celebridades estão fazendo aqui? Se você visse a reação nas redes sociais, saberia porque são o desfavor da semana.

SALLY

O lacre não para, Senhoras e Senhores. Esta semana duas mocinhas ganharam aplausos em redes sociais por motivos, digamos, nada louváveis. Mas como é cool aplaudir mulher, todo mundo elogiou, afina, quem é que quer se arriscar a criticar mulher e ser chamado de machista opressor, não é mesmo? Nós queremos. E vamos lá…

Cléo Pires achou pertinente revelar que já fez sexo a três, que já fez sexo algemada, que já fez sexo em público, que já traiu e não se sentiu culpada, entre outras coisas. O que ela fez ou deixa de fazer não a define e ela não deve ser julgada por isso, mas evadir sua privacidade desta forma a define muito bem. Evasão de privacidade, sobre qualquer tema, em qualquer assunto, denota, no mínimo, falta de auto-preservação e uma necessidade de atenção sintomática.

Não contente, declarou que já usou drogas sim, que é a favor não apenas do uso de drogas, mas também da descriminalização, naquele discurso ignorante de que criminalizar só favorece o tráfico, como se todo o Brasil fosse classe média. Mas estava pouco, era preciso mais! Ela foi fotografada com expressão bem alterada com uma substanciazinha ilícita na mão. Curioso que, quando esbarrou na possibilidade de um processo e punição, a empoderada peidou para dentro e tratou de negar rapidamente que fosse uma droga, ofendendo nossa inteligência.

Olha, se Cléo Pires quer se comportar desta forma, seja feliz. Acredito que ninguém sai impune de ser filho do Fábio Junior, tudo na vida tem um preço e esse tipo de sequela é esperada de quem tem daddy issues. O que nos espantou foi a reação das pessoas, aplaudindo, chamando de lacre, endeusando. Gente compartilhando a foto com dizeres “Esta foto da Cléo Pires usando lança-perfume é a melhor coisa que você vai ver hoje”. Porra… que vida de merda que a pessoa leva se essa é a melhor coisa que ela vê…

Usar drogas, mesmo sendo crime, e defender que todos usem, mesmo sendo crime é assunto espinhoso. Cada um tem sua opinião, mas é preciso um pouco de bom senso antes de falar em público pregando um crime. Ok, você não concorda que seja crime mas… se validarmos o subjetivismo, o achismo de cada um, todos poderão fazer o mesmo, de acordo com sua opinião. Amanhã podem aparecer criaturas pregando matem pessoas, roubem ou que cometam outros crimes. “Ah, mas são crimes mais graves, né?”. Não importa, a regra é uma só: será que alguém tem o direito de incentivar um crime só porque entende que aquele crime é inofensivo? Até onde eu sei, todos temos que respeitar a lei, independente dos nossos achismos pessoais.

Mas ela foi aclamada pelas redes sociais: empoderada, lacradora, ousada, musa etc. Cá entre nós, se usar droga foi motivo para aplauso, vamos erguer uma estátua de ouro de dez metros do Pilha! Não dá, ele tem pênis demais para ser aplaudido… Desculpa, gente, mas só estão aplaudindo por ser uma mulher (bonita) que se convencionou atribuir o título de lacradora. Mulher ganhou passe livre para falar qualquer coisa, o que é muito degradante, pois ninguém critica por um misto de pena, condescendência e medo de ser taxado de machista.

Aí vem a outra, Debora Secco, e me solta a desnecessária frase dizendo que sempre traiu todos seus namorados. Uau! Parabéns! Fodona você, hein? Totalmente relevante compartilhar esta informação para o Brasil todo, sua filha pequena quase não vai sofrer na escola com esta informação circulando por aí!

O famoso diretor global Rogerio Gomes deve estar felizão. Maurício Batata Show Mattar também deve estar orgulhoso. Dado Dollabela também deve estar dando pulos de alegria (e se você acha que uma falta de respeito justifica a outra, recomendo que vá se tratar). O ator Marcelo Faria deve estar saindo de casa de cabeça erguida, orgulhoso, assim como o ator Erik Marmo. Falcão, então, nossa, esse deve estar até acostumado, pois ela já falou coisa bem pior a seu respeito. Roger Flores, coitado, deve estar ouvindo bastante dos seus colegas do meio futebolístico. Bom, não vou citar todos, a lista da moça é longa…

Me limito a te convidar para fazer um rápido exercício: e se fosse um homem? E se fosse um homem a bater no peito e dizer “TRAÍ TODAS AS NAMORADAS QUE TIVE!”. O que estariam dizendo desse homem? Galinha? Falta de respeito? Homem é foda mesmo? Babaca? Não sabe tratar uma mulher? Filho da puta? Foi-se o tempo que o cara que trai era endeusado como pegador, hoje é linchado mesmo. Assim como foi-se o tempo que mulher que trai era vagabunda, pois, como vimos esta semana, ela é aplaudida.

Novamente: quer trair? Vai lá, seja feliz. Não tenho nada com a sua vida. Mas porra, vir a público para revelar a todo o Brasil as pessoas que você já traiu? Feio, deselegante, desnecessário. Traição é uma coisa feia, não por moralismo, mas por ter um combinado com uma pessoa, não cumpri-lo e ainda enganar esta pessoa, sendo desleal, induzindo ela a erro. Então, por respeito, não é bacana revelar isso para a imprensa, de modo a que todo o país fique sabendo. Parece que a noção de ética, privacidade e lealdade se perderam de vez.

Em um meio onde o sujeito muitas vezes não pode se assumir gay ou sequer assumir que está em um relacionamento hetero, pois perde papéis na TV e contratos publicitários, Debora Secco achou pertinente jogar a bomba de que sua extensa lista de exs famosos são todos cornos. Pra que expor alguém assim? Seria uma atitude infantil para tentar valorizar seu atual? “Amor, traí todo mundo menos você, olha como você é especial”? Se for, erro grave, nada leva a crer que quem traiu todo mundo não vá trair você também. Parabéns, além de magoar a todos e suas famílias, ainda deve ter detonado o passe profissional de muitos deles.

Ela também foi aplaudida: “Tá certa!”, “Deusa”, “Musa”, “Tem mais é que fazer mesmo”. Infelizmente estas famosas são formadoras de opinião e a imagem empoderada que alimentam inspira muita gente em todo o país, inclusive crianças e adolescentes. Então, a partir do momento em que você tem o bônus da fama (prestígio, dinheiro, muita coisa de graça…) também ganha junto um ônus, que é ter que policiar mais o que você fala e faz, pois isso impacta e influencia a vida de muita gente.

A mídia também tem culpa, por alardear a coisa errada como clickbait, mas, convenhamos, a causa do problema são essas pessoas sem noção. No dia em que elas não derem material, a fonte seca.

O tema central deste texto não é uma crítica a elas duas, estamos cagando, elas são desimportantes. Se trata de uma reação massiva do brasileiro médio, de apoio incondicional, apenas por serem mulheres e lacradoras. Lamentável ver tanta gente aplaudindo a coisa errada, e, por “coisa errada” não entendam o julgamento moral, e sim a evasão de privacidade, a irresponsabilidade do que é dito e o dano que causa a terceiros. Coisa mais idiota aplaudir só porque a mulher fez algo fora do comum! Fora do comum não necessariamente é bom, ok? Romper barreiras nem sempre é positivo, coisas como declarar uma guerra nuclear ou matar uma pessoa são romper barreiras.

Lamentável tanto aplauso e apoio na tentativa de parecer cool e de pertencer a este grupo lacrador, sem um pingo de reflexão ou opinião própria sobre o que se está aplaudindo. Se é o modismo da vez, se a mídia estimula e se famosa faz, é automaticamente bom.

Para me chamar de machista, para dizer que eu deveria aproveitar a onda de mulher empoderada e tirar vantagem disso ou ainda para dizer que tem orgulho de nem ter visto essa polêmica: sally@desfavor.com

SOMIR

Agora que a Sally já explicou o motivo de trazermos esse tipo de material para o nosso lar, eu quero aproveitar para fazer uma reflexão sobre o que parece estar se perdendo nas entrelinhas aqui: o “empoderamento” aparentemente falhou. Ou, começo a desconfiar que sequer foi tentado… tem uma diferença gigantesca entre ter o poder e a segurança de se expressar livremente e ter apenas condescendência por não ser um membro realmente completo da sociedade adulta.

Explico: caso fossem homens fazendo as declarações, as declarações viriam para o primeiro plano, e gerariam repercussões muito mais claras na opinião pública. Homem que fala de drogas gera discussão sobre drogas. Mulher que fala sobre drogas gera discussão sobre a liberdade da mulher para falar de drogas. Homem que fala sobre sexo gera discussão sobre sexo. Mulher que fala sobre sexo gera discussão sobre a liberdade da mulher para falar de sexo. Estamos tão viciados a levar o assunto para esse lado que “mulher” virou uma categoria à parte de “adulto responsável”.

Antes de analisar o que a pessoa está declarando, analisa-se seu gênero e modifica-se toda a narrativa para comportar uma comparação entre homens e mulheres que esvazia o cerne da questão. Não importa que a pessoa fez a escolha consciente de dividir aquela informação, mesmo não tendo obrigação alguma, escolhendo por tabela ser julgada por isso. Quase como se fosse opressão julgar uma mulher por algo que ela decidiu fazer. Como se fosse uma crueldade inputar responsabilidade pelas suas opiniões!

Como se a mulher fosse… uma criança. Sendo protegida das coisas que diz por não ter noção da gravidade ou mesmo beneficiada com a dúvida da ignorância sobre as consequências das suas decisões. É quase como se achassem “bonitinho” ver uma mulher falando esse tipo de coisa dos exemplos dos textos de hoje. “Não tem gravidade, foi só uma mulher que disse…”. Na vida adulta, ações tem consequências, as pessoas tem muita influência nos seus arredores, suas decisões impactam outras pessoas.

Quando a cultura do “lacre” assume e essas mulheres são tratadas como empoderadas e defendidas independentemente do conteúdo de seus discursos, é uma forma de infantilizar a mulher, não só a que está sendo alvo da polêmica “sequestrada” pela questão do gênero, mas também aquelas que batem palmas para comportamentos de risco. Cada um que tenha sua liberdade de escolha nessa vida, mas não definimos o conceito de responsabilidade e maturidade (como sociedade) ao redor da ideia de intempéries emocionais e comportamentos de risco físico ou emocional para si ou para terceiros.

E torna-se muito difícil levar a sério quem acha grandes coisas nessa vida promiscuidade e consumo de substâncias ilícitas. O adulto que faz esse tipo de escolha deveria pelo menos saber onde está pisando. E uma consequência dessa noção de risco e recompensa de suas atitudes transforma-se, no mínimo, na capacidade de gerenciar seu discurso diante dos outros. Pega mal para um adulto tratar o comportamento alheio dessa forma. E se a cultura do “lacre” está enfrentando alguma coisa, é justamente a presunção de responsabilidade do adulto.

Exemplo: se um ator famoso solta que traiu todas as namoradas, ele pinta um alvo no peito para todo tipo de resposta. Vão surgir aqueles e aquelas criticando o comportamento nos mais diversos graus de fúria, vão ter aqueles ou aquelas batendo palmas, mas todos os envolvidos estarão sendo julgados por suas opiniões sobre o tema. Todos podem tomar pedradas pelo lado escolhido, com a sociedade tentando se regular a partir de diversos pontos de vista diferentes. Se o “certo” é uma construção muito pessoal, pelo menos temos uma disputa entre esses tipos de percepção, o que pode até ser construtivo no final das contas.

Mas, quando é a mulher famosa que diz o mesmo, “quem disse” passa por cima do “que disse”. E é aí que a armadilha se instala: os que criticarem serão julgados pela isonomia entre os gêneros, os que defenderem entrarão dentro de uma mesma bolha de proteção da responsabilidade pelo o que dizem que a original. Certo ou errado encontram uma nova camada de subjetividade numa discussão sobre homens e mulheres na sociedade que tende a não chegar nem perto do cerne da questão. Mesmo que a questão fosse “precisava dizer isso?”.

Mesmo que por caminhos tortuosos, chegamos num ponto onde o discurso da mulher encontrou apenas outra forma de ser considerado infantil! Não tem mais gravidade. Já é muito difícil para pessoas com maior capacidade de compreensão da realidade e senso crítico se expressarem num mundo de gente que acha que encher a cara na balada é status, precisava botar ainda mais esse entrave? E precisava punir as mulheres dessa forma tão desigual? Sinto-me terrível por dizer isso, mas em tempos de “lacre”, opinião de mulher tem menos valor, porque ela vai cada vez mais ser protegida das consequências de suas opiniões por uma camada de sexismo imposto pelas representantes burras do gênero (como eu já disse no texto de quarta, dá para o preguiçoso e o incompetente se esconder fácil num mundo nivelado por baixo).

Pelo bem das mulheres inteligentes, critiquem as burras como se elas fossem adultas!

Para dizer que eu estou com raiva de mulher ultimamente, para dizer que falar de celebridade é descer demais de nível, ou mesmo para dizer que daqui a pouco o desfavor vai estar falando totalmente sozinho: somir@desfavor.com

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Comentários (19)

  • Falar que fez “loucuras entre quatro paredes” hoje em dia é fácil (além de desnecessário, para ambos os sexos). Quero ver é elas (ou eles, quando for um homem) darem o serviço completo, nome das pessoas, detalhes picantes e se possível vídeos vazados. “Traí todo mundo”, “participei de uma orgia”…E? Traiu quem com quem e por quê? Quem estava na orgia? Rolou DP? Rolou bukkake? Além de que Debbie tem aquele rolo com o pai dela investigado pela polícia, essa conversa mole será que teve outro propósito (desviar atenção?).

  • Anônimo opressor

    Lacração virou um problema de saúde pública. A pior falácia dos tempos de hoje é seguir regras = ruim e quebrar regras = bom. Não costumo ser do tipo moralista, mas talvez meu “pêndulo interior” tenha virado um pouco.
    Formou-se uma geração de pessoas vazias, complexadas, desperdiçando a juventude com futilidade e improdutividade 24/7, pagando de rebeldes, descontando suas inseguranças e desilusões nos outros enquanto pagam de “empoderados”, desrespeitando a própria família, afastando quem poderia ajuda-los e atraindo pessoas que os puxam mais rápido pra essa espiral de bosta, a famosa bolha.

    Só que essa adolescência tem prazo de validade. Vai chegar uma hora que eles vão definhar, morrer por dentro, se encostar em terapias e entorpecentes de todo tipo pra aguentar o tapa da realidade, pra aguentar quando olharem para trás e verem um jovem fútil, ingrato e egoísta.
    Enquanto quem eles chamavam de conservadores antiquados (mesmo boa parte sendo apenas moderados) desfrutam de uma vida estável e próspera, fruto de uma juventude cheia de esforços.

    Não estou jogando praga(wtf) nem nada, só dando um conselho: quem planta, colhe.

    • Essa geração teve pais que limpavam a bosta que elea faziam. Mas, mamãe e papai não são eternos. Uma hora a realidade bate.

  • Vamos lá: primeiro, ambas as atrizes se enquadram na categoria “gostosa que perdeu papéis agora que não pode mais posar na Playboy e fazer a linha sexy symbol para ser comida com os olhos pelos machos de plantão”. Já que não dá mais para fazer isso em tempos de policiamento ostensivo feminazi, o melhor é procurar uma forma de se fazer notada – e a melhor maneira de fazer isso é fazer revelações adolescentes, que serão elogiadas de forma contundente pelo bando de meninas que não largou (ainda) da puberdade.

    Segundo, e mais relevante: o que homens e mulheres dizem no reservado é bem diferente do que se fala em público. Ainda existe o macho “garanhão”, e mulher ainda é tratada como “galinha”, principalmente porque é o seu próprio gênero que te critica, mais até do que o oposto. Mulher alguma quer uma concorrente desleal – e não é porque concorrem por homem, mas sim pelo poder que isso representa; homens, por sua vez, agem como comparsas uns dos outros porque sempre contarão com a lealdade dos “parça” caso precisem de ajuda.

    A mulher que trai o marido pode muito bem roubar o homem de outra (cof, cof, Rihanna, cof, cof); o homem, mesmo fiel à sua mulher, dá de ombros para o “Ricardão” – até porque, sabe como é, a carne é fraca e…

    • Concordo com a totalidade do seu post. Nenhuma das duas é boa atriz (Deb ainda consegue – por enquanto – driblar a falta de talento pegando sempre papéis parecidos – uns com os outros e com ela mesma). A idade avança, beleza física vai passando, pra chamar atenção essa estratégia é a mais fácil e eficaz. Supõe-se que uma (boa) atriz (ou um ator) deva ser lembrada primeiro por suas atuações (isto é, seu trabalho).

  • Essa Cléo PireZZZZ… não passa de uma attwhore! Só aparece na mídia pra dizer que deu pra 2, pra 3, pra 5, debaixo d’água, que é “fodona na cama”, que é a “maconheirona”… Enfim! É Aquele tipo de pessoa que não tem conteúdo nenhum e apela essas ~polêmicas~ pra estar em evidência! Pior ainda é ela escancarar a intimidade dela, falar merda pra caralho e ainda querer ser aplaudida por isso porque “Ain, queim mim critica eh falço moralista huurr duurr” (lógico, agora somos obrigados a gostar de baixaria e futilidade, segundo a ~mana~ aí)!

    E quem a defende usa do argumento patético: “Pelo menos ela assume, num é hipócrita como muitos mimimimi…”. Como assim? Agora todo mundo tem que expor o que faz em 4 paredes porque do contrário é um hipócrita??? **RISOS**

    Mais uma palhaçada vinda das “empoderadas café-com-leite”. ´Típico.

  • Em suma, nós, mulheres, viramos café com leite ao buscar igualdade de gênero. Parabéns aos envolvidos. Definitivamente era tudo que precisávamos (sqn).

    Cada vez mais difícil viver em um mundo tomado pelos lacradores politicamente corretos e cia.

    (obs.: jurava que o tema de hoje seria sobre os malucos dos EUA fazendo passeatas afirmando serem fascistas, nazistas e etc. Seria mais um indicativo sobre o quão as pessoas estão ficando putas com esse patrulhamento do politicamente correto, e a virada do pêndulo que já foi falado aqui na RID, ou só mais um grupo de babacas procurando algum tipo de “lacre”?)

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