Cinetose.

Você enjoa em viagens longas, ou até em trajetos curtos quando utiliza meios de transporte para sua locomoção? Já preferiu percorrer grandes distâncias a pé só de pensar no mal estar de subir em um ônibus ou um carro? É chamado de fresco por isso? Tamo juntos, amigos. Você não é fresco, você é portador de uma doença, devidamente classificada no CID-10. Desfavor Explica: Cinetose.

Cinetose, também conhecida como Mal do Viajante ou Enjoo de Movimento, é uma doença que se caracteriza pela sensação de enjoo ou náusea quando se anda em qualquer meio de transporte, ou se movimenta o corpo de forma não habitual. Assim, ela pode atacar mesmo que você esteja em um barco ancorado, que balança com as ondas do mar sem se locomover ou até em um brinquedo de parque de diversões. É mais comum em crianças, mas pode persistir até a vida adulta.

Ela também ocorre, com menos frequência, quando a pessoa se desloca a pé ou faz exercícios, se movimentar o corpo de uma forma atípica. Em casos ainda mais raros, pode acontecer com a pessoa em repouso, desencadeada por estímulos visuais, como por exemplo uma imagem na TV que contenha muitas cores em movimento ou jogos na primeira pessoa, aqueles onde você tem a falsa sensação de estar se deslocando dentro do jogo sob o ponto de vista do personagem.

O principal desconforto gerado pela Cinetose é o enjoo (que infelizmente costuma terminar em vômito), mas ela também pode causar sudorese, mal estar generalizado, palidez, taquicardia, salivação excessiva, perda de equilíbrio, queda de pressão, fadiga, dor de cabeça e outros sintomas.

A Cinetose nada mais é do que seu organismo colapsando por não conseguir entender o que está acontecendo: o corpo está parado, mas o ambiente está em movimento, isso gera estímulos conflitantes e o corpo não sabe a qual deles reagir, causando um tremendo revertério que culmina nesse mal estar todo.

Nosso corpo tem um sistema de equilíbrio que cruza dados de três estímulos diferentes para entender se estamos parados ou em movimento: 1) visão (informação levada pelos olhos) ; 2) Labirinto (uma região da orelha que detecta qual é a posição da cabeça em relação ao corpo e se estamos em movimento) e 3) Propriocepção (sensação de movimento que os músculos e pele dão ao corpo, por exemplo, se você fechar seus olhos, consegue tocar seu nariz com o dedo, pois sabe onde está o nariz e o dedo).

O corpo pega estas três informações, junta e com isso compreende o que está acontecendo. Via de regra funciona muito bem: pernas se mexendo, olhos vendo a paisagem passar, labirinto indicando desloamento = você está andando. Tudo ok. Mas, eventualmente, em algumas pessoas, o corpo surta e se confunde: pernas paradas, cenário parado, mas labirinto indica deslocamento: a pessoa está em carro em movimento, mas tudo que o corpo pensa é “What The Fuck, acho que está andando mas está parado!”. É que nosso cérebro nasceu e foi evoluindo dentro de seres humanos pedestres, ele não está totalmente preparado para transporte por veículos e ainda pode ter dificuldade em identificar e compreender esta realidade.

Quando se instaura essa confusão, se o seu cérebro pudesse falar, ele diria “mas que porra é essa que eu não estou entendendo! Os músculos não estão se mexendo, o cenário está parado, mas o balanço do corpo captado pelo labirinto indica movimento? Como? COMO? Wtsgdfskjj”. Essa mensagem contraditória chega ao cerebelo, que não entende nada igualmente e surta.

Na tentativa de decodificar e de compensar as informações contraditórias que estão chegando, o corpo acaba desencadeando a sensação mal estar. O cérebro sabe que tem algo errado, mas não consegue entender o que. Com isso, para te proteger, ele desencadeia um sinal vermelho no corpo, que gera a produção de alguns hormônios associados a estresse, responsáveis pelos primeiros sintomas de mal estar.

A cereja nesse sundae ocorre quando, depois de tentar exaustivamente entender o que está acontecendo, sem sucesso, o cérebro busca a segunda coisa mais parecida com isso para tentar tomar uma providência e resolver… que seria, no caso, envenenamento. Se está tudo se mexendo à sua volta sem que você esteja se mexendo, bem, você deve ter ingerido algo que te fez muito mal. Na mãe natureza, esse lugar horrível de onde felizmente nos afastamos, a causa mais provável desse desencontro de informações, ou seja, de ver o mundo girar estando em repouso, é a ingestão de algo venenoso.

Sim, a sensação de andar de carro é lida como muito parecida com a sensação que um envenenamento daria, portanto, a providência inteligente a tomar para resolver o problema é fazer você sentir um tremendo desconforto e enjoo, até vomitar tudo. Apesar do vexame, tenha em mente que seu corpo está apenas tentando salvar a sua vida. A dignidade perece, mas a intenção é boa.

Por isso algumas condutas pioram o problema. Por exemplo, ler dentro de um veículo em movimento costuma ser fatal, costuma desencadear uma crise na hora, pois concentra seu olhar em algo totalmente em repouso, reforçando ao cérebro a sensação de “como caralhos estou em repouso se percebo que estou me movimentando?”. Pelo mesmo motivo, o banco traseiro do carro também costuma piorar a situação, tudo que a pessoa vê é o interior do carro em repouso, reforçando a contradição.

Em compensação, olhar pela janela aberta, tomando vento na cara, pode ajudar. Há um estímulo físico (pele sentindo o vento na cara) e visual que indicam deslocamento, isso pode ser suficiente para que o cérebro bata o martelo e se convença que você está em deslocamento, e não sendo envenenado. Também é comum que a pessoa não sinta os sintomas quando está dirigindo, mas sinta quando está no banco do carona. Isso acontece porque ao dirigir, ela se movimenta e também foca a atenção e o olhar para o lado externo, em constante movimento, tornando ao cérebro mais fácil de compreender o deslocamento com estes dois estímulos: perninha que mexe + cenário que passa = ok, entendi, estamos andando e não sendo envenenados, suspende o vômito que foi alarme falso.

Então, agora que você entendeu o problema, pode fazer a sua parte para tentar melhorá-lo. Se estiver passando por uma crise de Cinetose, ajude seu cérebro a te ajudar: a chave está em fazer ele perceber com o maior número de estímulos possíveis, que você está sim em movimento: olhar apenas para fora do veículo, preferencialmente para o horizonte, para que os olhos registrem um deslocamento inequívoco, manter o vento na cara para que o corpo entenda que você está se deslocando (cachorros > humanos) e até se movimentar se isso for possível (pessoas que andam em navios costumam se sentir melhor).

Outras medidas que costumam ser efetivas são: não sentar de costas para o sentido de deslocamento do transporte (ex: em trens ou metrô, sente de frente para direção na qual o trem está indo), evite bebidas alcoólicas no dia da viagem, evite viajar de pé, tente olhar para o horizonte ou paisagens distantes e evite ambientes muito quentes ou com odores fortes (pode reforçar a tese do envenenamento no organismo). Ficar de estomago vazio não resolve, ao contrário do que muitos pensam, não vai evitar o enjoo e só vai te deixar mais fraco.

Se possível, peça ao motorista que não dirija muito rápido nem faça curvas bruscas. No avião, tente sentar na parte do meio da aeronave, que é menos impactada pelo movimento. Em navios, tente caminhar ao ar livre, evite cabines sem janela (o corpo precisa perceber que está em movimento, olhar para fora ajuda) e dê preferência a cabines na frente no meio do barco.

Mulheres são mais propensas à Cinetose do que homens e, além do sexo, existem alguns fatores que aumentam o risco dela aparecer no meio do seu deslocamento: gravidez, labirintite, ansiedade ou enxaqueca deixam a pessoa mais vulnerável. O meio de transporte também pode influenciar, alguns confundem o cérebro mais do que outros. O pior é o transporte marítimo. Estudos estimam que cerca de 40% das pessoas que andam em barcos ou navios sintam algum grau de Cinetose. O transporte mais camarada é o avião, onde as crises são mais incomuns. Na dúvida, tenha sempre algum remédio para enjoo com você, geralmente ele basta para evitar o mal estar.

Existe tratamento, porém nem sempre o problema é curado ou totalmente eliminado. Uma terapia de reabilitação realizada. O médico competente para bater o martelo em um diagnóstico de Cinetose é o otorrinolaringologista, porém, acredite, essa terapia de reabilitação deve ser conduzida por um fonoaudiólogo e pode melhorar em muito sua vida. Não se esqueça de pedir sempre um medicamento SOS para te salvar em caso de uma crise.

Cinetose é doença, não é brincadeira nem frescura. Se você presenciar uma pessoa tendo uma crise, passe as dicas deste texto e, se for possível, pare o transporte e deixe ela andar por uns 20 minutos em terra firme. Pode até ser chato e atrasar a viagem, mas mais chato do que isso é ter que limpar vômito do carro.

Para dizer que finalmente entende o motivo de enjoar tanto em viagens, para dizer que o medo do envenenamento explica os vômitos violentos em jatos ou ainda para reclamar que estava comendo quando leu este texto: sally@desfavor.com

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34 desfavores sobre “Cinetose.

Meu relato:
Remédios impedem o vômito mas o desconforto e o mal estar persistem.
Jogos 3D (principalmente os de FPS) são impossíveis. Tonturas, suor e náuseas em menos de 10 minutos de jogo.
Diversas vezes tive que descer do ônibus no meio do caminho e aguardar por 20~30 minutos para retomar o deslocamento. Caso contrário, o desmaio é inevitável.
Viagens longas (mais de 2h) são impossíveis, em qualquer meio de transporte, exceto bicicleta.
Viajar de pé perto de uma janela olhando para frente ajuda.
Motoristas que aceleram e freiam com mais intensidade desencadeiam o processo mais rapidamente.
Médicos (clínicos) não estão capacitados para diagnosticar a cinetose.

Seu texto foi bem esclarecedor. Obrigado.

“O médico competente para bater o martelo em um diagnóstico de Cinetose é o otorrinolaringologista”

Muito triste que tantos impopulares tenham passado por más experiências para diagnóstico dessa condição… =(
O diagnóstico é clínico gente… É tirar uma história bem feita! Não tem exame, não precisa ser grande especialista pra isso. Qualquer clínico (QUALQUER!!) é capaz de fazer o diagnóstico… Uma pena que a conversa com o paciente tenha se perdido tanto… O otorrino acaba fazendo mais, porque convive mais com essa queixa.

Ah! Pra quem sente muito sono com o Dramin, tentem o Meclin!! É ótimo pra enjôo da cinetose e não dá tanto sono!

Nanda, passei mais de dez anos passando mal sem que os médicos saibam o que era. Revoltante. Deveria ser de conhecimento geral!

E ainda estou puta com essa babaquice de fazerem preventivo todo ano!

Fiz uma enquete entre as mulheres que eu conheço para descobrir se meu ginecologista me acha uma vadia ou é um desinformado (ambas as opções péssimas). Pelo visto é desinformado, todos os ginecologistas do Rio pedem preventivo anual. Estou putíssima. Deveriam enfiar um bico de pato no cu de cada um deles e raspar lá no fundo sem qualquer necessidade, para que vejam se é bom!

Uma vez estava dando carona pra uma conhecida adolescente, e a menina passou mal no carro (por sorte, deu tempo de abrir a janela e mandar só na lataria). Depois, a mãe dela disse que já a havia levado em diversos médicos (e a alguns dentistas também), pois aquilo era frequente, e não obtivera diagnóstico.
Como já conhecia a cinetose, perguntei se ela já tinha ido a um otorrino e, como a resposta foi negativa, sugeri que a levasse.
O que me surpreende nessa história toda é como há profissionais da saúde completamente desinformados sobre um problema tão comum.

Grazadeus só enjoo em viagem de ônibus mesmo!
Mas mudando um pouquinho de assunto, andei lendo alguns posts antigos (especialmente o Processa Eu) e acabei fazendo uma listinha das celebridades que mereciam um post só pra elas:
Maria Ribeiro: Wannabe bissexual, posa de intelectual, pedante, chata e ainda por cima melhor amiga da Carolina Dieckmann, dizem as más línguas que seu casório com Paulo Betti (de quem teria roubado da Eliane Giardini) foi apenas para tentar se promover como atriz. Não rolou, aí tentou com o Caio Blat. Não rolou de novo, fora aquelas ceninhas ridículas dela elogiando outros caras (como o Carmo Dalla Vecchia) pra sacanear o marido (certeza que ele botou ponta nela) e agora vive de se expor na mídia, fazendo de tudo pra chamar a atenção do público, já que como atriz não deu certo. Só nesse país mesmo pra essa criatura ter uma coluna no jornal O Globo, né?
Aguinaldo Silva: Se acha O novelista, vive acusando os coleguinhas de plagiar suas cenas (muitas das quais são de domínio público e que ele se apropriou), consta na sua própria Wikipédia que seu primeiro livro, Redenção para Job, foi acusado de… Plágio! Fora o rebu com seus alunos da MasterClass, de quem ele pegou ideias para escrever suas últimas novelas
Walcyr Carrasco: Coleguinha e desafeto do Aguinaldo, tem textos medíocres, suas novelas de çuçeçu se baseiam em torta na cara, espiritismo, piadinhas de duplo sentido e tudo o que há de mais manjado em novelas, fora que não admite que os atores coloquem cacos naquelas porcarias e se o fazem, os atores são alvos de vingança do querido autor, o caso clássico é Marina Ruy Barbosa (outra pedante que merecia um Processa Eu também), mas não é só isso, soube que ele teria mandado um ator mirim negro raspar seu cabelo black power na última novela das 9 que ele escreveu só pq achava que ficaria mais bonito, isso sem falar os bonitões de talento duvidoso para as artes cênicas que sempre ganham espaço nas novelas dele.
Daniela Mercury: se ela tem um Processa Eu, ainda não achei (li vááários), mas o fato é que ela usa (já usou mais, agora deu uma amenizada) seu relacionamento gay e os LGBTs para se promover na mídia, só quer aparecer, a verdadeira definição de attwhore

Cleópatra, Madre Teresa de Calcutá, Che Guevara… Todos mitos a serem desconstruídos. Mas essas subcelebridades? Não vejo mito a desconstruir…

Também sofro desse mal…

Não consigo fazer 10 minutos de leitura no ônibus que minhas tripas já querem ir embora de mim.
Não tem um jeito de ler de boa sem ter enjoo?

Na minha empresa, fui o único que conseguiu usar computador ao mesmo tempo em que viajava. Não por acaso, fui um dos primeiros indicados a participar de um Rally que passou por diversos estados brasileiros. Eu precisava editar o material para envio online em tempo quase real e todos os outros editores ficavam enjoados com o processo….

Interessante saber agora o motivo de tanta gente passando mal durante nossas viagens….

Eu tenho essa merda! Antigamente, pra visitar minha avó, era agonizante ficar 2 horas presa em um carro! Achava que ia morrer qualquer hora daquelas, mas hoje, depois que passei a seguir algumas dicas como olhar pra frente e andar com a janela aberta, deu uma amenizada! Mas avião e navio continuam sendo um sofrimento pra mim!

Tenta mostrar para o seu cérebro que você está em movimento. Ou toma remedinho, afinal, não é todo dia que se anda de avião ou navio…

No avião, você pode procurar sentar sempre ao lado da janela e manter a persiana aberta. Não tem o ventinho, mas já dá pra olhar pra fora. Ajuda.

Muito interessante, Sally. Não sabia que essa condição tinha esse nome. A maioria dos casos que conheço de gente que enjoa e vomita em meios de transporte tem a ver mesmo é com embarcações no mar, embora eu também já tenha sabido de histórias de pessoas que se sentem mal em carros a baixas velocidades e até em elevadores.

Me contaram certa vez que antigamente, quando várias das principais cidades brasileiras começaram a ter prédios mais altos e muita gente saiu do campo e veio para os centros urbanos -, tinha “roceiros” que, ainda sem conhecer nada mais rápido que um cavalo a galope, já sentiam enjôo nos elevadores e nas escadas rolantes. Coisa semelhante também deve ter acontecido na Inglaterra quando os primeiros trens a vapor realmente funcionais começaram a circular, lá por 1830 e muitos já se apavoravam com a ” incrível velocidade” de 45 Km/h. Imagino ainda se, lá por 1896, quando o cinema foi inventado – com filmetes de trens chegando em estações – se havia gente que, vendo pela primeiríssima vez na História imagens em movimento projetadas numa tela dentro de uma sala estática e escura, também passava mal. Depois, creio, a humanidade como um todo foi se acostumando com meios de transporte cada vez mais rápidos e essas coisas já não aconteciam mais…

Ah! E eu mesmo devo ter algum grau leve de cinetose. Nunca estive em um barco balançando em alto-mar, mas na primeira vez na vida em que peguei aquela balsa que leva carros pra lá e pra cá em Santos já fiquei cabreiro, receoso com o que não conhecia e com medo de vomitar. Depois vi que a coisa era bem estável e meu medo de passar mal acabou. Mesmo assim, é bem provável que, num pequeno bote, lancha ou jangada, a coisa seja diferente. Por outro lado, sei bem que não posso ir a nenhum Playcenter ou Hopi-Hari da vida. Os brinquedos que giram e se sacodem me fazem vomitar. Felizmente, na única vez em que “gorfei” num parque – que foi quando descobri minha condição – eu só pus tudo pra fora depois de descer do brinquedo e não protagonizei nenhuma cena “aretúzica”.

Finalmente entendi o que é isso, eu costumava ter muitas crises ao andar de ônibus, jogos então quando ficaram 3d e com cenário interativo eu tive que parar de jogar, o enjoo é imediato.

Tente jogar se movimentando enquanto joga. Talvez seu cérebro entenda que é movimento e não envenenamento.

Já tinha (e ainda tenho) cinetose em viagens. Depois quando joguei o primeiro Tomb Raider (da época do PS One) e o primeiro Zelda em 3d (ocarina) foi enjoo de primeira.

Nossa, não sabia que isso tinha nome. Agora quando me chamarem de viada vou dizer que tenho Cinetose, vão ficar com cara de what e não vou explicar, só mandar estudar/procurar no Google.

Excelente texto Sally!
Poxa, nunca conectei a vontade de vomitar ao corpo interpretar os sinais loucos causados por viagem como envenenamento… Informação muito interessante!
Eu sofro disso, tenho que viajar 5 dias da semana e todos os dias tomo Dramin, me deixa sonolenta, maaas, é melhor do que vomitar/ficar tonta.
Jogos em primeira pessoa tbm fzm isso cmg, eu fui em vários médicos ano passado para entender a causa da vontade de vomitar diária, e nenhum conseguiu identificar a causa, até que fui num cardiologista e ele disse que eu deveria analisar tudo que faço diariamente para poder saber o que causa tais enjoos, dai, consegui perceber que era o jogo com a câmera girando. Triste, principalmente pq vários jogos legais utilizam o sistema da “câmera girando”, e o enjoo causado por isso não cessa nem com Dramin, só parando de jogar msm :(.

Eu tomo Dramin para viajar, mas quebro o comprimido nos menores fragmentos possíveis para não ficar muito dopado. Já perdi um voo uma vez porque a dose que eu tinha tomado me fez dormir profundamente no aeroporto, quando acordei (com sensação de perdido) já haviam passado 2h da decolagem.

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