Top Des: 15/10/2017

Hoje trazemos o TOP DES em áudio, só para variar. Os links das notícias escolhidas estão logo abaixo do player, na ordem que as mencionamos.


+O Rio de Janeiro continua lindo.
+Ninguém percebeu que ia dar merda?
+Fail.
+Tá funcionando muito bem o empoderamento.
+Estado laico.
+Perdeu-se o bom senso.
+Brasileiro louvando suas divindades.
+Formando idiotas.
+Escorregou no Listerine.
+É muita vontade de lacrar: sabão em pó cagando regra sobre como criar seus filhos.

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Comentários (32)

  • O Tod Des fica infinitamente melhor com o escárnio desdenhoso da Sally e as bombas sorrateiras do Somir.

    Minhas partes favoritas: Sally e Somir falando sobre o estado que não deve ser nomeado, Pabbllo Vittar mulher do ano e o “escorregou no Listerine”.

    Quanto ao “novo analfabetismo”, sempre achei que isso fosse o analfabetismo funcional. Que aliás temos muito a dever ao Santíssimo Molusco e sua ímpar habilidade de atingir metas mudando os parâmetros para se chegar nela. Progressão automática! Basta ter presença acima de 80% que completa o ensino médio! Opa, vamos dar canudo pra todo mundo, o milagre da multiplicação de Uniesquinas sedentas por verba do ProUni graduando os analfabetos funcionais que saem do ensino público.

    Aliás, em 2010 trabalhei temporariamente num fórum em uma maratona de recadastramento de títulos de eleitor. Atendi um porre de gente que desenhava o próprio nome (não sabiam identificar o que eram os As e os Bs, mas sabiam que aquele desenho era o nome deles). Analfabetos? Nãnaninanão, eles eram “alfabetizados fora do sistema de ensino formal”.

      • Sim. Ao fazer ou atualizar um título de eleitor eu registrava toda sorte de dados sobre o portador do título. Um dos campos era o nível de alfabetização do portador do título, que era interligado ao nível de escolaridade. Primeiro vinha a escolaridade, e se eu selecionasse qualquer coisa além do “não possui formação educacional formal” (vulgo não foi à escola), eu já não podia selecionar a opção analfabeto no próximo item. E seguindo a orientação dos meus superiores, eu só deveria colocar analfabeto para quem não conseguisse escrever o próprio nome e assinasse com a digital. Se a pessoa soubesse desenhar o próprio nome, eu já deveria registrar a pessoa como alfabetizada. E eu cadastrei muitas pessoas nessa condição.

  • Apoio esse negócio com áudio, viu? Muito melhor o comentário de vocês falado do que escrito apenas em uma frase, fica muito mais vivo, muito mais divertido! (2)

    Deixo como sugestão também que em caso de emergências, para evitar furos nas postagens, em vez de texto, seja um áudio do texto que não teve tempo de ser escrito. Ou até mesmo algo mais livre (como foi hoje) com a Sally ou o Somir falando de um assunto de uma coluna aqui no desfavor ou até mesmo algo mais livre ainda, como por exemplo a Sally ou o Somir falando de algo interessante que eles viram ou presenciaram e comentando livremente sobre isso (sem roteiro mesmo)

    Vi que vocês são muito soltos ao falarem e acho que seria interessante colocar mais áudios aqui no Desfavor (fora que é mais pratico, dá para ouvir o Desfavor indo/voltando do trabalho ou na hora do almoço.

    • Áudio dá muito mais trabalho para fazer do que texto, a edição não é fácil, então, acho que não serve como tapa buraco: se a pessoa não conseguiu nem escrever um texto, muito menos gravará e editará um áudio. Mas se vocês gostarem, podemos tentar manter uma rotina de áudios planejados.

  • Pablo Vittar ganha o título de mulher do ano sem ser mulher. Um homem representando uma mulher. Mas se você criticar estará sendo preconceituoso pois é uma drag.
    A lacração às vezes tem bugs.

  • Apoio esse negócio com audio, viu? Muito melhor o comentário de vocês falado do que escrito apenas em uma frase, fica muito mais vivo, muito mais divertido!

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