Men Going Their Own Way, ou em português “Homens seguindo seu próprio caminho” é um movimento que prega que homens cessem seus relacionamentos amorosos com mulheres. Você ainda não deve ter ouvido falar especificamente dele, afinal, ainda está muito restrito a comunidades online, mas eu acredito que valha muito a pena analisar o contexto que permite a existência de algo assim. E, meio que adiantando o final: tem todo o jeito de algo que só vai crescer daqui pra frente.

Se você quer provas de que isso realmente existe, tem um site oficial em inglês, e numa pesquisa rápida de Google você vai ver que já está tomando algum corpo no Brasil. O G1 já até fez uma matéria. Então, que nenhuma mulher venha criticar meu texto com acusações infundadas de irrelevância! Ahem… isso é meio contagioso. Para os simpatizantes do movimento, as mulheres (em geral) estão fora de controle, acumulando vantagens excessivas na sociedade e perdendo o respeito pela figura masculina de forma irrecuperável. E com isso, os benefícios de ter uma namorada, mulher ou até mesmo um caso andam muito inferiores aos problemas gerados.

O ideal MGTOW sugere que o homem corte o mal pela raiz e elimine a chance das mulheres estragarem sua vida: através da solteirice permanente, pretendem aproveitar melhor a vida. Aquele grupo de homens chamados “herbívoros” – os que nunca sequer tentam contato sexual com mulheres, popularizados principalmente no Japão – com certeza entram como um subgrupo dessa categoria, mas em linhas gerais não é um movimento assexuado, e sim um que prega não se prender a mulher nenhuma para evitar lidar com a versão atual do gênero na sociedade.

Vamos ao óbvio: isso soa torto. Mal resolvido. A criança que não gosta do jogo e leva a bola (as bolas?) embora. Mas esse tipo de análise não seria novidade nenhuma aqui no desfavor, não? Faz muito tempo que falamos que o ser humano vai se afastando um do outro numa velocidade impressionante, criando “fantasmas” no outro e polarizando qualquer opinião até o limite de sua resistência. Que o ambiente online infelizmente contribuiu demais para esse efeito e que as coisas parecem mais inclinadas a piorar do que melhorar. Num texto sobre um experimento com ratos, eu até mencionei uma certa inevitabilidade desses seres avessos ao contato com outro dada uma sociedade grande e preguiçosa suficiente.

Com isso dito, vamos virar no sentido oposto: o MGTOW faz muito mais sentido do que deveria. É um tipo de pensamento perigoso que justamente por isso deve ser explorado. Talvez uma das maiores vantagens do homem na sociedade é ter diante de si um caminho muito viável de vida sem estar em um relacionamento amoroso. E aqui precisamos fazer uma distinção: eu disse viável, não agradável. Viável é um conceito muito mais universal do que agradável porque não precisa se adequar a gostos e desejos pessoais.

Considerando diferenças básicas entre os sexos, homens tendem a se realizar com mais facilidade na ausência do fator humano. Talvez você seja mulher e nada do que eu vá dizer te soe extremamente necessário, mas duvido que você vá dizer que essa é a norma: mulheres se realizam muito mais com vitórias no campo interpessoal. Raro ver homem sonhando com casamento, filhos, relações profundas… o que de forma alguma quer dizer que todos são avessos a isso, mas, esses objetivos de vida não ficam tão isolados no topo das prioridades deles quanto na maioria das mulheres.

Sem contar elementos bem mais práticos: é mais “seguro” ser homem, mesmo que homens morram muito mais em eventos violentos que mulheres quando mais jovens e muito mais por maus cuidados com a saúde na velhice. O corpo muito mais preparado para se impor pela força e lidar com violência te permite depender muito menos de outros para manter sua integridade física. O número maior de mortes masculinas tende a ser resultado de irresponsabilidade e agressividade desmedidas. Ter uma mulher por perto aumenta sua longevidade, mas não muda tanto assim seu senso de segurança diário.

E como vivemos num mundo capitalista, mais uma vantagem do homem que não depende tanto assim de companhia feminina: fazer dinheiro. Homens tendem a ganhar mais pelo menor foco na família e a já citada predisposição a assumir riscos (muitas vezes idiotas). Um homem sem mulher e sem filhos tem um potencial bem maior de gerar renda do que um com. Até porque o simples fato de ter uma mulher tomando as decisões com você (ou por você, porque homem morre de preguiça dessas coisas) já aponta seu orçamento numa direção mais “humana” e mais dispendiosa em geral. Homem caga muito mais para qualidade de vida que não seja imediata à sua percepção.

O que eu estou enrolando pra dizer, até por ser meio duro de engolir, é que mulheres dependem mais dos homens para se realizar do que o inverso. Não é uma medida de superioridade, é apenas como as prioridades se empilham em mentes tão díspares em empatia. Mulheres nascem mais empáticas que homens (por isso tantas feministas ficam em choque quando as filhas preferem bonecas naturalmente) e tendem a permanecer com essa característica mais desenvolvida em média em todos os grupos etários. O “outro” tem mais significado para elas. E novamente, nem estou considerando medida de superioridade. A combinação de focos tornou nossa espécie viável.

E se a ideia pode soar um pouco (ou muito) desalentadora para as mulheres, é nos homens que ela causa o maior estrago: quando essa ideia REALMENTE entra na cabeça de um homem, ela pode seguir por caminhos bem tortuosos, um deles usado como exemplo no texto de hoje. Pensando friamente, a qualidade de vida imediata de um homem que abdica de relacionamentos com mulheres tende a melhorar. Menos pressão no seu ponto fraco de empatia, liberdade de foco familiar em troca de trabalho ou hobbies, renda disponível para gastar com seus “brinquedos”… e como vimos anteriormente, ninguém colocou como condição o celibato. Ainda existe a possibilidade de sexo casual (mais eficiente para cobrir buracos emocionais nos homens), inclusive pagando por isso se quiser abdicar também de ser atraente para as mulheres em geral.

Talvez para você mulher seja muito mais difícil visualizar o que eu estou escrevendo como algo positivo, mas aposto que fez muito mais sentido do que deveria para nossos leitores do sexo masculino. Não é meu plano no texto de hoje argumentar sobre as benesses de se ter um relacionamento com uma mulher, até porque como eu disse na primeira ressalva sobre o que acho bizarro no movimento MGTOW, não vai ser um bom papo que vai apertar de volta o parafusinho que escapou na cabeça de quem quer abdicar totalmente de relacionamentos. Esse problema não é meu agora.

Mas disso: as regras sociais podem ser muito complexas, mas no fundo não deixam de seguir a física Newtoniana: toda ação gera uma reação. Era impensável que uma mudança de status das mulheres na sociedade não fosse lançar ondas de choque na relações entre os sexos. E apesar do movimento feminista ter pegado com mais força há uns 50 anos atrás, provavelmente estamos no epicentro desse abalo. Achei importante dispensar tanto deste argumento para a lógica que existe por trás de algo como o MGTOW porque daí vem o risco da nossa realidade atual dar o empurrão que faltava em muito homem. Quase faz todo o sentido mandar um “foda-se” para relacionamentos com mulheres e seguir o seu caminho. Quase.

E quando vivemos num mundo onde a forma de balancear a opressão é essencialmente vingativa nas relações entre os sexos, vivemos também num mundo onde os benefícios para o homem que não cai nesse buraco quase lógico começam a diminuir. A aproximação do sexo oposto já está no seu ponto máximo de perigo para o homem, a constância do relacionamento também oferece cada vez menos vantagens imediatas e cada vez mais riscos de acusações infundadas e injustiça na reação pública. De novo, joguem pedras, mas… com o fantasma do “quase” flutuando sobre a cabeça do homem, será que vale a pena pensar em igualdade absoluta? O valor intrínseco do relacionamento para o homem ainda é menor do que para a mulher. E talvez com um custo muito parecido para ambos, o benefício do lado masculino comece a não compensar para cada vez mais homens.

Num exemplo simples: imagine que você divida um apartamento com alguém, é muito perto do trabalho dessa pessoa, mais ou menos do seu. O aluguel gasta um quarto dos seus rendimentos mensais. Certo dia, o aluguel é reajustado e passa a consumir um terço do dinheiro dos dois. Pra outra pessoa ainda vale o esforço pela qualidade de vida que é estar perto do trabalho, mas pra você ficou meio caro pelo o que o lugar oferece. Não estou dizendo que a única alternativa é sair dali e deixar o outro se fodendo sozinho com o aluguel, estou só dizendo que é compreensível começar a fazer umas contas…

Eu mesmo sei usar o argumento contra o que eu escrevi acima: “na verdade, a outra pessoa que trabalhava mais perto passou séculos pagando metade da sua parte também e merece compensação”. E eu entendo de verdade a validade disso. Mas, desde quando as pessoas acham bacana pagar contas de antepassados? E outra, todos os argumentos pró MGTOW tendem ao egoísmo e ao imediatismo. As pessoas não vem em pacotes justos. Cada um que escolha como quer enxergar isso, mas os relacionamentos andam cada vez menos vantajosos para os homens. Acha bem feito? Direito seu.

Mas… tem consequências. Será que um dia o preço desse prazer do “bem feito” não vai ficar caro demais?

Para me chamar de machista, para me chamar de virgem misógino, ou mesmo para assumir que nem leu o texto para achar válido me chamar disso: somir@desfavor.com

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Comentários (28)

  • Puta que pariu, quanta gente com opiniões desinformadas ,ou tendenciosas sobre a filosofia Mgtow , e inimaginável , o quão fundo e maciço e o alicerce sobre os motivos de tal filosofia, alguns sociologos e estudiosos do masculino, sabem muito bem o motivador do homem estar reinventando sua masculinidade na sociedade, e vcs aqui, disparando achismos , vão se informar!

    • Já li e tirei minha conclusão: homens que ficaram putinhos da vida com mulheres e querem tirar os seus fora. O mimimi com o feminino é a mesma ideia, que fundo e maciço é esse alicerce hein?

  • Perdão, cometi um erro de português em “Confesso que, vez por outro, sinto um… ”. Era para ser “vez por outrA”.

  • Primeiramente, é necessário expor que o MGTOW não mantém correlação com o Movimento da Real. É o Movimento da Real que sofre de “afetação alfa”, isto é, uma necessidade doentia de aparentar sucesso e ser “mucho macho”; recorrendo para isso às imagens de atores hollywoodianos consagrados como Stallone, Schwarzenegger, Bruce Willis etc. Em geral, os adeptos da filosofia MGTOW no Brasil fazem piada dessas coisas, repudiamos a masculinidade caricata e a obsessão por aparentar sucesso (em um desejo inconsciente/consciente de atrair mulheres!).

    Também rejeitamos as obras de Alita, um homem que trabalha, estuda, cuida da saúde etc. simplesmente não tem energia mental e tempo suficientes para ficar desarticulando joguetes de mulheres problemáticas. O destino daqueles que tentam “domar” a mulher é o suicídio (coisa que já aconteceu com alguns realistas) ou o hospício. Não há como vencer as mulheres em seu próprio jogo.

    Quanto à misoginia, aí depende do que cada um entende por “misógino”. Para muitos, qualquer crítica às mulheres configura misoginia, com esse tipo de gente não há o que se discutir. O curioso é que muitas das denúncias feitas pelo MGTOW são confirmadas pelas próprias mulheres em seus grupos, blogs, canais do Youtube etc. Ou seja, só é misoginia quando o fato é declarado por um homem.

    http://www.hetero.blog.br/depois-desses-prints-voce-vai-pensar-duas-vezes-antes-de-namorar-qualquer-mulher-por-ai/

    Eu trabalho com muitas mulheres e presencio as tentativas de adultério, o modo desrespeitoso como elas se referem aos maridos, as falsas acusações de assédio etc. Mas não posso escrever sobre nada disso, seria “misoginia”!

    Realmente, nas nossas fileiras, existem muitos que odeiam as mulheres. Mas, em geral, é gente que ainda está digerindo a realidade. O ideal mesmo é aceitar as mulheres como são, deixar elas aprontarem livremente (o castigo vem à cavalo!). Amor e ódio são dois lados da mesma moeda.
    (Confesso que, vez por outro, sinto um pouco de raiva das mentiras que as mulheres contam! Mas estou superando isso.)

    Por fim, a informação de que todos os MGTOWs são acomodados também não procede. Eu mesmo estou na minha segunda graduação, cuido da minha saúde (faço musculação), trabalho, invisto etc. Desisti das mulheres e não da vida! Inclusive, alguns de nós já estamos a pensar em formas de catapultar o desenvolvimento dessa rapaziada jovem que perdeu o ímpeto, a vontade de vencer. MGTOW tem que estudar, trabalhar, poupar e cuidar da saúde, até porque não há ninguém que zele por nós.

  • Eu gostei do texto, procurei saber ontem sobre esses caras MGTOW, vi neles o maior reacionarismo e misoginia que fazia muito tempo que não via. Ao ponto de exaltar a visão schopenhaueriana de gênero feminino; ouvi até um “vai pra cuba” em um dos vídeos dos canais do youtube, o que me pareceu ao mesmo tempo surpreendente e típico do tipo de pessoas que eu acredito que vão fazer isso. Fui dormir intrigado e com um pouco de nojo de existir na nossa sociedade.

    Os formadores de opinião deles são algumas das pessoas menos letradas em ciências sociais que eu conheço. A quantidade de erros básicos nas definições de gênero eram absurdas, a quantidade de vezes que ouvi que mulheres e homens são “naturalmente” alguma coisa foi bizarra. Senti muito ódio de muitas possíveis rejeições, também. Vejo uma carência que não foi suprida e se transformou em um ódio latente que precisa reafirmar a “superioridade” o tempo todo. Inclusive na sessão de “humor” do site que você postou ficou óbvio pra mim que o ódio deles é por igualdade de gênero (que eles deixam claro que não acreditam).

    Ao mesmo tempo vejo esse fenômeno como uma continuidade do processo de individualização que começou na modernidade. Da horda para a tribo, da tribo para a família e da família para a solidão. Os próprios mecanismos de manutenção do capitalismo está chegando em um limite que pode ser sua própria auto destruição. As pessoas querem, cada vez mais, independente do espectro político, viver suas vidas sozinhas. Ninguém olha para o mundo e está feliz com seus co-habitantes; solidão será o problema das classes médias do mundo ocidental.

    Eu acho interessante o fato que pessoas tão diferentes tem tomado essa postura. Membros radicais dos movimentos sociais dizem que não querem nem conviver com seus opressores, criando pequenas bolhas de pessoas com cores e gêneros específicos. O extremo oposto, os mgtow, seguindo pelo mesmo caminho. E no meio várias pessoas fadada a solidão (pelo menos a romântica) por inúmeros fatores. Raça, classe, corpo, nível cultural, saúde mental e etc.

    Me parece que o solitário será um sujeito social importante no século XXI

    Eu, homem de 25 anos, nunca quis casar e nem ter família. Devo fazer minha vasectomia no final do mês que vem e nunca estive tão certo de uma escolha. A ideia de trazer qualquer ser humano para esse estado da existência me dá nojo, não consigo imaginar qual o benefício de causar tanto sofrimento gratuito tanto para o novo membro quanto para o planeta. É por gostar de crianças que eu as privarei de ter que viver o que nós vivemos. E não transmitir “a nenhuma criatura o legado de nossa miséria”.

    Sempre fui sozinho, desde o início da minha vida não tive muitos amigos e só comecei a ter algum sucesso romântico recentemente. Não me vejo em um casamento tradicional, nem dividindo um mesmo lar (talvez com quartos diferentes, sei lá). Antes das ciências sociais achava que eu era um floco de neve e hoje eu tenho cada vez mais certeza que pessoas como eu estão se tornando a regra. Ao conhecer minha namorada atual um dos fatores que mais consolidou nossa união foi exatamente essa visão sobre casamento/filhos e tal.

    Correndo o risco de ser repetitivo, desculpa inclusive, é que olhar para os MGTOW sozinhos não explica todo fenômeno. Assim como o tinder, eles são uma consequência do mito do amor romântico não conseguir se sustentar em tempos de capitalismo tardio. O individualismo que antes se apresentava como “se minha família está bem, então tudo bem” agora está um passo mais perto do “se está tudo certo comigo, tudo bem”. Com uma taxa de 40% de divórcios conheço dúzias de homens e mulheres jovens (classe média de universidade pública) que não querem meter o Estado em suas relações. Uma amiga minha do direito diz que ama os casamentos porque provavelmente ela vai ganhar uma grana na hora do divórcio (e ela não é a única).

    Apesar de ter adorado o seu texto e ele ter me feito refletir bastante durante essa noite, eu acho que existe uma big picture que ele não alcança. E talvez nem se proponha a alcançar.

    • (Eu gostei do texto, procurei saber ontem sobre esses caras MGTOW, vi neles o maior reacionarismo e misoginia que fazia muito tempo que não via. Ao ponto de exaltar a visão schopenhaueriana de gênero feminino; ouvi até um “vai pra cuba” em um dos vídeos dos canais do youtube, o que me pareceu ao mesmo tempo surpreendente e típico do tipo de pessoas que eu acredito que vão fazer isso.) Pelo jeito , você não compreendeu nada da filosofia Mgtow , e me espanta a sua desinformação insistindo em inverdades , a filosofia Mgtow seguida por estes homens, e APARTIDÁRIA , portanto não existe “reacionarismo” na filosofia , entenda, que ser Mgtow , e viver e crer no que bem entender ,assumindo as consequências por suas escolhas, existem alguns que se identificam com conservadorismos de direita, mas NÃO e regra , assim como tem alguns na mesma filosofia, que pressupõe ao progressismo neste grupo de homens, Mgtow não e misógino , e apenas uma filosofia de vida, em que alguns seguidores tem visões mais “radicais” que outros, não quer dizer que propriamente todos os indivíduos dividem a mesma opinião, Mgtow ” Mens Going Their Onw Way” ,Significa “HOMENS SEGUINDO SEU PRÓPRIO CAMINHO , Homens que vivem como lhes convém , homens que decidiram abandonar contratos sociais, e convenções sociais com mulheres e sociedade , focando simplesmente em seus interesses de benefícios pessoais , e abdicando de “compromissos” que a sociedade os imputam ,ME DIGA, ONDE TEM MISÓGINIA NESTE ATO? ,

      • (Os formadores de opinião deles são algumas das pessoas menos letradas em ciências sociais que eu conheço. A quantidade de erros básicos nas definições de gênero eram absurdas, a quantidade de vezes que ouvi que mulheres e homens são “naturalmente” alguma coisa foi bizarra. ) , A sua desinformação e espantosa sobre esta filosofia , estudiosos do sexo masculino , profissionais de SOCIOLOGIA do movimento “MRA’s”, “MENS RIGTH’S ACTIVIST’S” ,Liderado por Paul Elam , Movimento Americano que defende direitos humanos de homens e meninos ,chegaram a um consenso , que o homem , o masculino , está se reinventando naturalmente , de forma a buscar se preservar em sociedade , como resultado da misândria e negligência social em detrimento deles , O ser humano, tem que aprender a buscar profundamente o conhecimento de algo que não se identifica, para coaptar informações, e só posteriormente tecer uma opinião que seja digna de ser levada a sério, pesquise a fundo , antes de cagar pelos dedos na Web.

        • (Senti muito ódio de muitas possíveis rejeições, também. Vejo uma carência que não foi suprida e se transformou em um ódio latente que precisa reafirmar a “superioridade” o tempo todo. Inclusive na sessão de “humor” do site que você postou ficou óbvio pra mim que o ódio deles é por igualdade de gênero (que eles deixam claro que não acreditam). A sua concepção de quem aderi a filosofia Mgtow , e completamente infantilizada e equivocada , para sua pessoa, um Homem que opta ser um Mgtow, se define no clichê da massa de pensamento de senso comum , um gordinho feio , nerd ,impopular , com quase nenhuma, ou nenhuma aptidão social de interação , imagino que nem passa na sua cabeça, varios tipos de experiências de vivencias, de homens de todos os tipos e classes econômicas envolvido no Mgtow , na sua ideia limitada , o Mgtow sempre e o cara pega ninguém, que nunca e notado pelo sexo oposto , e um mero engano seu, na filosofia Mgtow, tem todo o tipo de homem que segue a filosofia, tem os que já foram casados, tem solteiros que ja namoraram, tem Incel “Celibatários involuntários” , Mgtow e uma gama de homens de todo tipo de vivência, achar que todos eles nunca se relacionaram na vida , e uma baita desinformação , a busca por seguir o próprio caminho, tem haver , com o masculino buscando a transcendência de seu impeto sexual, para se proteger e garantir sua subsistência como indivíduo Homem, Mgtow e a favor da igualdade, só não e a favor de leis misândricas que depenam e agridem homens, supostamente chamadas de “Igualdade”, usando a fachada dessa retórica constitucional para subjugar homens e o masculino no geral.

  • Isso pra mim cheira feminismo radical ás avessas. O curioso é que os caras dizem que querem seguir um próprio caminho mas ainda tem aquelas mesmas receitas de como o homem deve ser: viril, metido a Stallone e machão. Uai! Se é para seguir o próprio caminho e tocar o foda-se para o que a sociedade quer não é de fato ser o que você realmente quer ser e sem rótulos obrigatórios? Agora lendo no site deles que o tal MGTOW Brasil tem influências de Nessahan Alita e Silvio Koerich dou menos bola ainda pra essa turma…

    • Anônimo, sou adepto da filosofia, e nunca vi ninguém em grupos Mgtow, emular “O homem viril , Stallone Cobra, Machão” , Quem usa dessa tática infantil , e o “Realismo” , “Metendo a Real” e similares , Mgtow não posa de herói , presa por descrição e individualidade sadia , Você mal informado , ou mal intensionado e que esta dando nomes aos Bois , N.A e o Silvio Koerich, são lembrados suma maioria ,para serem combustíveis de piada , Vá se informar direito , e não fala abobrinha.

      • Mesmo? Pelo que li num blog de MGTOW tem citações desses caras. Mal intencionado de que? Não ganho nada em difamar movimentos toscos como estes. Aliás o que vocês e os realistas tem em comum é serem um bando de mimizentos com mulheres além de discursos de perdedores. Passar bem…

  • É o que digo e repito. As mulheres sempre foram más com os homens, nunca nos valorizaram e se interessam apenas se houver ganho secundário. Fora que agora tem essa terrível mentira de assédio, onde um simples elogio ou pedido de favor vira assédio sexual. A mulher atual não podendo ser domada por causa dessas leis ridículas e de homens frouxos se vê podendo fazer o maior dos absurdos com nós, pobres homens que não podem nem exercer sua virilidade. E esta se torna a saída, um grupo de homens que quer apenas viver suas vidas sem uma vadia enchendo o saco.

      • Vai censurar minhas respostas aqui também, Surtadinha? Tão sem argumentos que se usa da pífia ironia. Sim, meros ganhos secundários ao invés do devido respeito e obediência ao homem!

  • Conheço o movimento MGTOW pelo Reddit já faz algum tempo. Ele anda de mãos dadas com o Red Pill e o Incels, né? Filosofias extremamente misóginas, mas sinto certa simpatia pela rejeição social que os Incels sofrem. Apesar desses rapazes acharem que eu jamais entenderia/saberia como é, eu conheço a rejeição social muito bem. Apoio bastante a iniciativa ~homens seguindo seu caminho~ simplesmente pq lidar com outros seres humanos é trabalhoso e desgastante e não vou negar, acho que lidar com a maioria das mulheres é mt mais desgastante que lidar com a maioria dos homens (talvez pq os homens não se incomodem mt com emoções e sejam tão insensíveis como uma pedra; talvez pq as mulheres exigem demais e são mt emotivas). Só a filosofia Red Pill que me entristece e deixa um pouco enraivecida. Mas to each their own, né. :)

    • Mgtow em si, não tem absolutamente nada de “misógino”, o que acontece, que pessoas tem suas opiniões diferentes das outras no movimento , não existe um padrão a ser seguido , cada um e responsável pelo aquilo que acredita e põe em pratica na sua vida , Outro ledo engano seu, e achar que todo Mgtow e Incel , pois conheço alguns adeptos da filosofia, que são divorciado, outros que já passaram por relacionamentos longos, uns preferem se retirar do campo sexual , não tendo relações com mulheres, outros já preferem se relacionar apenas com sexo casual , e garotas de programa, outros até namoram, mas não pretendem engatar matrimonio, enfim, Mgtow não e só Incel e caras “pega ninguém” como sua cabecinha limitada deve desenhar. Outro erro seu, e achar que homens são insensíveis , se de fato eles fossem, não teria motivo para existir o Mgtow , o contrário acontece com as mulheres,estas sim são insensíveis a ponto de nunca,jamais se importar com o ponto de vista masculino , e se a “Red Pill” te deicha irritada, e porque vc desconhece a “Black Pill” , agora e só esperar para ver.

  • El Bigodon 2.0

    Essa frase eh a mais verdadeira de todas: ‘He sexually harassed me’ is the new ‘He didn’t call’. Eu sinceramente nao sei como as pessoas estão conseguindo parceiras(os) sexuais em lugares como os EUA, por exemplo, onde a onda do assedio sexual chegou a níveis astronômicos. Tudo pode ser visto como assedio. Ta bizarro. E isso eh problemático, porque se tudo eh assedio, nada sera assedio, e quem de fato precisa se proteger contra pessoas abusivas vai ficar nadando na mesma corrente de gente que curte chorar e chamar a atenção.

  • Olha, eu sou mulher, e acho que não vale o trabalho aturar outras mulheres…mulher é chata, cricri e cheia de coisinha…. eu sou ‘feminista’ (não louca, feminista), mas acho que é melhor eles comprarem um fleshlight, que serão mais felizes sem o mimimi da mulherada. SIm, eu sou uma mulher esquisita…
    E quanto a menina brincar de boneca, se ELA quiser, ótimo…. oque não pode é forçar… ela quer um Darth Vader e dão uma Barbie…

  • Olha, eu acho que um UP 1.0 tsi custar o mesmo que um New Polo 1.6, por mais tunado que esteja, é uma escolha equivocada. Aí está a metáfora para a situação. Não é o preço a pagar, é o que você recebe em troca. Por isso esses caras escolhem andar de Uber.

  • Esse movimento já existe ha um bom tempo, acompanho grupos “realistas” e MGTOWs já tem uns 5 anos e acho meio difícil que isso fique popular como o feminismo ficou entre as mulheres, alem disso tenho criticas severas ao comportamento desses caras, eles não são conservadores e não querem pagar o preço de ter uma família, simplesmente querem jogar a culpa no estado, nas mulheres, na conspiração judaico-maçônica-comunista pelas mulheres não quererem se relacionar com eles como se eles pelo simples fato de terem nascido com um pau tivessem direito a transar com mulheres de determinado nível social ou de determinado padrão de beleza mas quando alguém diz pra esses caras uma solução (malhar, desenvolver habilidades sociais, sair do quarto fedendo a porra seca, arrumar um emprego) eles arrumam desculpas e não fazem porra nenhuma.

    O(s) movimento(s) se camufla(m) como algo voltado ao desenvolvimento pessoal ou financeiro mas ninguém ali quer se desenvolver como homem, eles só querem reclamar, reclamar e reclamar mais um pouco da sua pobre situação como se fossem vitimas de uma sociedade misândrica que não lhes dá oportunidades.

    Ainda bem que eu percebi a armadilha em que eu estava me metendo e deixei de ser misógino, hoje em dia aproveito as poucas verdades que são propagadas nesses grupos em meu próprio beneficio, sem neura, sem vitimismo, sem botar a culpa nos outros.

  • Precisa mesmo criar um site e um movimento pra uma coisa que sempre existiu e tá cada vez mais natural? Meu avô já se arrependeu de ter casado, o velho dizia que o homem, nasce, cresce, fica burro e casa. Bem melhor cada um por si. Se precisar de sexo paga ou compra uma máquina realista. Só crente que namora, noiva e casa cedo, porque tem medo do inferno. Amor é balela, só faltava a coragem de falar.

  • O ruim dessa histeria machista/feminista/caralhista/merdista/sei lá o que é que isso acaba ,inevitavelmente, respingando sobre as pessoas normais.

  • Mulheres ainda com aquela pressão de ter filhos e um relacionamento monogâmico duradouro. Homens cada vez menos interessados e se sentindo esmagados com as novas gerações de mulheres. Basicamente o Japão de hoje. A diferença é que os ocidentais ainda não tem waifus.

    PS.: fui no site e vi a seguinte pérola que eu queria deixar registrado: ” ‘He sexually harassed me’ is the new ‘He didn’t call’.”

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