Considere você ou não parente, cunhados e cunhadas ainda sim tendem a ser muito presentes na sua vida. Sally e Somir discutem qual o pior pacote no qual um deles pode aparecer. Os impopulares entram para a família da desavença.

Tema de hoje: o que é pior de lidar, cunhado ou cunhada?

SOMIR

Cunhado. Sim, eu sei que mulheres tem um incrível potencial para encher o saco, mas homem também tem e é mais folgado e violento. Não falo isso para diminuir as mulheres, mas em virtualmente qualquer situação onde possa existir conflito, é mais tranquilo quando o adversário é uma mulher. Não quer dizer necessariamente que suas chances de ganhar são maiores contra uma mulher, mas os estragos e efeitos colaterais tendem a ser menores com elas.

Mas antes de desenvolver essa teoria, vamos abordar os pontos mais óbvios da discussão. O cunhado (ambos os gêneros) é uma adição à família que você não escolheu, derivado dos gostos do seu irmão ou irmã, que não tem obrigação nenhuma de serem parecidos com os seus. Acho que todo mundo já esteve em pelo menos um dos lados dessa transição de estranho para familiar, e não é segredo que é algo meio estranho por natureza. Entrar para uma família como cunhado ou cunhada é uma espécie de socialização forçada.

E nesse ponto, mulheres tem uma vantagem natural: socializam com muito mais facilidade. Uma cunhada normalmente tenta se enturmar na família rapidamente, procurando outras mulheres para os primeiros contatos. Isso significa que no caso da cunhada, o ônus recai sobre sua mãe. É o caminho mais óbvio, até mesmo se você for uma mulher. Conquiste a mãe e todo o resto flui com mais facilidade, afinal, ele tende a ser o ponto central das estruturas familiares. Mais fácil desviar dessa interação forçada.

Já cunhados não tem tanta desenvoltura no jogo social. Podem ser tão ruins nisso que até procuram você como ponto de entrada na família. Ainda mais se você for homem, fica aquela pressão social chata de “vocês dois gostam de futebol, conversem!”. É provável que o trabalho de aceitar o cidadão na família recaia sobre você inicialmente. O que pode não ser divertido, ainda mais considerando que o principal interesse conhecido dele é o exato extremo oposto ao seu: pegar sua irmã.

Não bastasse isso, homens são territoriais. Se você é o irmão, vai ter um cidadão começando a ocupar espaço na sua família. Não que homens fiquem fazendo cálculos de área controlada e mijando em árvores, mas tem algo de primal e honesto na putez com um cunhado botando o pé em cima do sofá da sua casa ou mesmo dos seus pais pela primeira vez. Passa, mas enche o saco. E se você é a irmã, ainda vai ter que lidar com isso. Mulheres entram na família conquistando alianças, homens com espaço. Cidadão vai ficar cada vez mais espaçoso e inconscientemente tentando estabelecer dominância. Ele começa a controlar mais e mais conversas, locais e até mesmo você. Normalmente homens não fazem isso por mal, é um jeito de funcionar. Mas eu prefiro mil vezes uma mulher pentelhando outras mulheres com conversa sem fim do que alguém abrindo geladeiras e ocupando dois lugares no sofá.

E até por isso, é mais fácil ignorar uma cunhada se ela não for particularmente interessante. Como mulher não costuma pensar em territórios, ela não tenta se espalhar com tanta vontade. Se você ficar na sua e só sorrir de forma educada sem dar corda, ela eventualmente perde o interesse e fica ao redor de quem é mais receptivo. Tudo isso sem você parecer um babaca para o resto da sua família. Mulheres são mais sociais, mas são menos expansivas e barulhentas.

O que nos leva de volta à teoria do começo do texto: se você foi com a cara da pessoa e achou que ela é uma boa adição para o núcleo familiar, homem ou mulher não fazem diferença de verdade. Quando as coisas vão bem, nenhuma preferência óbvia, mas quando as coisas vão mal… mulheres são mais seguras caso você tenha um problema. Seu irmão pode reclamar que a cunhada é chata, que é maluca, que é pouco confiável assim como sua irmã reclamando do cunhado, mas o grau de dificuldade de lidar com um ser com muito mais massa muscular e agressividade fazendo essas merdas sobe consideravelmente.

Basicamente, se você tivesse que escolher entre lutar por três minutos do campeão ou da campeã dos pesos pesados do UFC, qual seria sua opção? Eu apanharia muito em qualquer um dos casos, mas tenho a impressão que teria uma chance maior de sobrevivência enfrentando a mulher. Pura análise de fisiologia humana. E mesmo que fosse um caso de enfrentar uma pessoa armada, eu ainda sim ia preferir a mulher. Se os dados da criminalidade nos mostram alguma coisa, é que homens são mais propensos a apertar o gatilho.

Imagino que deve ser “empoderador” dizer que mulheres podem ser tão perigosas quanto homens, mas a realidade não conta essa história. Falando de coração? Eu prefiro alguém que eu possa imobilizar rapidamente caso ameace alguém da minha família. Mulheres podem ser mais perigosas em jogos mentais, especialmente nos que envolvem o lado emocional, mas não dá para realmente comparar isso com o risco de violência física.

E se você quiser desmontar meu argumento com um exemplo de mulher violenta e perigosa, já te adianto que não vai. Não é assim que médias funcionam e você deveria ter vergonha de achar que lógica funciona desse jeito. Indivíduos não definem médias e médias não definem indivíduos, apenas as decisões que você toma quando analisa uma situação ou outra. Não traga a Richtofen para casa, mas não ache que isso torna mulheres mais propensas a assassinato do que homens por causa dela.

Tive o trabalho de usar alguns outros argumentos antes para não ficar só nesse de que homens são mais perigosos na prática quando você tem um problema com eles, mas dava para usar só esse e ainda sim ter o argumento vencedor. Vamos imaginar um caso terrível: caso seu irmão ou irmã leve para casa uma pessoa violenta que trabalha no tráfico de drogas, qual o sexo mais provável dessa pessoa? Pois é. Força física e agressividade acumulam no quadro geral das escolhas de vida de uma pessoa, é sempre mais perigoso colocar um homem estranho dentro de uma família do que uma mulher.

E mulher demora muito mais para meter o pé no seu sofá. Cunhado que põe o pé no seu sofá não é parente.

Para dizer que nem todo homem é violento (gezuiz!), para dizer que pior é ser o cunhado ou a cunhada, ou mesmo para dizer que não se relaciona porque sua família já é demais: somir@desfavor.com

SALLY

Com quem é mais difícil de lidar: cunhado ou cunhada?

Cunhada. Olha, sinceramente, mulher é sempre mais difícil de lidar. Mulher se ofende, se magoa, desgosta e em vez de falar abertamente fica envenenando, fazendo intriga, fofoca… Acho que em tudo nessa vida eu prefiro lidar com homem.

100% das mulheres são assim? Claro que não, tem gente de todos os tipos, de todos os sexos. Porém aqui trabalhamos com a regra geral. Se a sua for uma exceção, poxa, que sorte! Que legal! Mas na maior parte das vezes o que acontece é a regra geral, não a exceção, por isso, é com a regra geral que trabalho aqui.

É possível se desentender com ambos os sexos, mas, no geral, homens se importam menos com a vida alheia e se ofendem menos com o que quer que possa ser dito ou feito. São mais bem resolvidos? Certamente não. São mais superficiais, alheios ao mundo, prestam menos atenção e seu foco dificilmente está nas relações interpessoais.

Ainda assim, quando um homem se ofende, é um processo simples, quase rudimentar: é visível que o sujeito está desgostoso, acontecem no máximo uma troca de socos (geralmente as pessoas não matam membros da família, a menos que tenham um nível animalesco) e depois tudo se esquece, porque homem não tem paciência nem energia, via de regra, para guardar aquele rancorzinho ou mágoa a longo prazo por terceiros desimportantes. Homem gosta de carro, dinheiro, futebol, sexo e eletrônicos, todo o resto ele apenas atura com uma grande carga de indiferença.

Fora que seu cunhado tende a não ficar te enchendo o saco para ser seu amigo. Tem umas cunhadas que só faltam de chamar para escovar o cabelo delas e lavar calcinhas juntas no tanque. Olha, pode até ser uma pessoa legal, mas mesmo assim, eu sempre achei complicado ter amizade com irmã de namorado, pois se um dia estiver puta da vida com ele, não vou ter filtro para não falar o que estou sentindo e pensando.

Cunhado no máximo faz programa em família, passa na casa para dar um “oi” ou organiza um churrasco. Não vai ficar te enchendo o saco e achando que você não gosta dele ou é uma pessoa metida por não querer acompanhar ao shopping para comprar calça jeans (true story). E, o que quer que seja, o cunhado pode nem falar na cara para você, mas certamente falará abertamente com o seu namorado, o que permite que a coisa seja resolvida. Sem chororô, sem rodeios, sem intrigas.

É escroto, eu odeio que seja assim, mas isso não muda a realidade: via de regra, mulheres competem entre si. Uma bosta, né? Mas as coisas são como elas são, não como a gente gostaria que elas fossem. Sororidade? União? Parceria? Desculpa, quem é corporativista é homem, mulher, via de regra, é um bicho burro, inseguro e ofendido que, na primeira oportunidade compete, se ofende e cria intriga.

Como eu não sou muito de família, prefiro mil vezes um cunhado, que vai me mandar um “joinha” de longe e não vai forçar uma amizade. Se acontecer, beleza. Se não acontecer, não vai ter mágoa, autoestima ferida nem vitimização. Talvez a dificuldade seja minha, por sair do padrão de comportamento sociável e familiar que se espera de uma mulher. No geral, não consigo suprir a demanda emocional de mulheres que se aproximam nessa vibe de querer atenção, amizade e fazer coisas tipo irmãzinhas.

Outro detalhe importante: na minha idade, geralmente tem filho no meio. Uma cunhada com filho é uma mulher monotemática. Novamente, tem honrosas exceções por aí, mas a regra geral é que mulheres que tem filhos (sobretudo quando eles são pequenos) são totalmente monotemáticas, voltadas para cada bolha de baba que a criança faz. Só conversam sobre isso, não estão atualizadas, só saem com as crianças, para lugares de crianças e não aproveitam a saída, pois criança é um inferno que suga sua alma e demanda uma atenção bizarra.

Quem é leitor antigo sabe que eu não sou fã de criança. Eu não tenho filhos (nem terei) e gosto de sair com adultinhos, em lugares para adultinhos, conversar assuntos de adultinhos. Então, uma mulher com filhos se torna praticamente incompatível comigo. É desinteressante, é irritante. Vai explicar isso para uma mulher com filhos sem ofender… As cunhadinhas ficam nervosas, se chateiam. Não é permitido a uma mulher não gostar de crianças sem colocar seu caráter em julgamento.

O cunhado pode ter filhos mas, novamente, via de regra, o homem não fica nesse frenesi monotemático por causa de filho. Continua investindo na sua carreira com a mesma força de antes, sai com os amigos, está inteirado do que acontece no mundo. Ele consegue compartimentar e separar: é pai quando chega em casa, na rua pode ser jogador do time de futebol, amigo, profissional e o que mais precisar, deixando os filhos arquivados. Aí sim dá para ter uma conversa interessante, ir a lugares interessantes.

Por isso me é muito mais fácil lidar com uma pessoa que não arrasta criança para tudo quanto é canto nem fala deles o tempo todo. Chego a oensar que parece ser genético: mulheres tem uma forma de amar sufocante, exacerbada, passional demais pro meu gosto, que eu não entendo e não sei retribuir, pois me parece contraproducente. Na boa? Não gosto nem de trabalhar com mulher. Da última vez em que me foi dado poder de gerir uma equipe demiti todas as mulheres na primeira mimizada que deram e recontratei homens. A produtividade mais do que dobrou e o ambiente ficou muito mais agradável, sem gente falando o tempo todo. Como mulher fala, que desagradável…

Parente não é opção, é imposição. Você não escolhe o tipo de cunhada ou cunhado que vai ter, então, diante dessa grande loteria comportamental, eu prefiro o sexo menos complicado, menos encrenqueiro e que vai cagar mais para mim. Não estou à procura de amigos na família do outro, como eu disse, não sou uma pessoa muito chegada à família alheia. No dia em que eu quiser fazer amizade, eu vou tomar um café com meus leitores, pois com eles eu posso conversar sobre tudo, inclusive falar mal da minha sogra se quiser.

Cunhado, mil vezes cunhado. As chances de ser eu mesma sem ofender, sem magoar e sem despertar raivinha são bem maiores. E mesmo que um dia o cunhadão se indisponha absurdamente comigo… vai fazer o que? Me bater e incorrer na Lei Maria da Penha?

Desculpa a sinceridade, mas, via de regra, eu não tenho paciência para fazer a manutenção do tipo de amizade que mulher espera de mim, por isso, quando tenho que ter contato inevitável com alguém, prefiro que seja homem.

Para dizer que eu sou ofensivamente machista, para dizer que está torcendo para que eu namore alguém com dez irmãs ou ainda para dizer que isso tudo deve ser o trauma de ter a Somira como cunhada: sally@desfavor.com

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Comentários (24)

  • “Não vai ficar te enchendo o saco e achando que você não gosta dele ou é uma pessoa metida por não querer acompanhar ao shopping para comprar calça jeans (true story).” Sally, minha avó é assim com minha tia. Minha tia é metida, chata e mais 500 adjetivos ruins porque ela não vive enfurnada na casa da minha avó. Sério. Mulheres podem ser muito irracionais quando querem, é um absurdo.

    • É chato essa dependência, né? Não se pode colocar em outro ser humano o peso de ser “tudo”. A pessoa tem que estar ok com ela mesma e estar com os outros porque gosta, não porque precisa.

  • Um belo dia no meio da rua com meu colegas HOMENS, comentei que ODIAVA trabalhar com mulher. Me BROTA uma feminazi da rua para me dar lição de moral falando que eu não podia ter aquele sentimento.

    Perguntei se ela já tinha trabalhando num ambiente com outras 20 mulheres e SÓ MULHERES. Eu não aguento tanto mimimi. Me envelheceu uns 5 anos esse emprego.

    Minhas cunhadas são mulheres (uma de 10 anos), mas graças ao bom senhor não forçam amizade e odeiam quem força. Então nos entendemos bem. Uma delas tem 2 filhos, mas ela é bem realista e nem chama a gente pra programação familiar. Via de regra prefiro cunhados homens

  • Independente do gênero, quando cunhado dá de pedir dinheiro emprestado… o meu fazia boleto “pra não perder a promoção” e pedia (mandava) meu marido pagar, pra devolver o dinheiro pra nós só 15 dias depois. Bicho, isso me dava um ódio…

  • Nem cunhado, nem cunhada, o pior mesmo é ter que lidar com a sogra. Sogra exerce poder sobre homens (principalmente os mais jovens), já cunhado/a é só fingir demência quando conveniente.

  • Cunhados. Homem paga de ´já me sinto parte da família´ incomodando todo mundo sem se dar conta ou fingindo isso.

      • Sei de uns que fazem exatamente isso. E tem uns ainda que, mais folgados, chegam sem avisar, entram sem nem cumprimentar o dono da casa – no caso, você – , vão direto pra cozinha, metem a cara dentro da geladeira sem a menor cerimônia e ainda reclamam: “pô, não tem cerveja?”

      • Disso pra pior. Se acham no direito de opinar sobre o cardápio da casa isso pq aparecem sem aviso na hora da refeição e claro não prestam pra lavar um prato. Querem mandar na TV, na música e por ai vai. Cunhado é uma praga.

          • E ainda tem os que pedem coisas emprestadas – inclusive dinheiro – e nunca devolvem, os “esquecidos” e “distraídos” que dão algo que você EMPRESTOU como presente pra uma terceira pessoa, os que tentam de todo jeito te levar para a igreja pra ter Chessus em sua vida, os que sempre pedem pra trazer alguma coisa – geralmente cara – dos lugares pra onde você viaja, os que fazem gracejos inconvenientes fora de hora e lugar, os que sempre pedem “favorzinhos” mas nunca se dispõem a ajudar quando você realmente precisa e não tem mais a quem recorrer… A lista de desfavores envolvendo cunhados tende ao infinito.

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    Maya, a viada da bike

    Sendo mulher, acho que uma cunhada seria mais difícil justamente por essa presunção de que vamos ser amigas, temos coisas em comum etc. Dito isso, sempre consegui me relacionar de forma tranquila com mulheres, talvez seja por causa da minha personalidade mesmo… Agora, quanto às mamães monotemáticas, de fato é insuportável. E olha que eu gosto de criança! Mas falar só sobre isso é chato demais. Ouço as conversas das mulheres em transportes públicos principalmente e tudo gira sempre em torno disso, muito entediante.

    • No geral, as mulheres me parecem tão desinteressantes… É mimimi, é monotemática sobre homem, é monotemática sofre filhos…

  • Entre cunhado e cunhada, (se fosse bom não começava com cu), o melhor é quem não tem transtornos psicológicos. Se os dois tem transtornos, o melhor é quem fica longe de vc, se os dois ficam longe de vc, o melhor é aquele que não te perturba apesar da distância. Homens tendem a dar menos problema, mas tem o mesmo poder de destruição que a mulher.

    • Homem tende a se importar menos, perde menos tempo da vida com os outros. Mulher parece que tem uma tara por controlar, observar e comentar a vida alheia, nunca vi nada mais bizarro…

      • Hahahahahahahahahahahahah!!! Às vezes me dá uma raiva disso! Mas como vc disse, as coisas não são como gostaríamos q fosse. Existem exceções para os dois lados. E, com o passar dos anos, tenho notado uma enorme quantidade de homens fofoqueiros e observadores da vida alheia. Na academia q meu marido malha existe uma patota de machos q sabem da vida de todo mundo, sobretudo das mulheres. É chocante. Da um desanimo danado em frequentar um lugar desses. Sobre as mulheres, sempre temos q nos policiar, falar pisando em ovos pq as dondocas são super sensíveis e acham q tudo é indireta. Saco.

        • Tem uns hominho meio viadinho por aí, né? Não homossexuais, porque esses, no geral, são muito machos. Viadinho, no comportamento. É bem deprimente homem fofoqueirinho preocupado com a vida alheia. Abomino.

          • Ao falar de homens com esse perfil, usem aspas. Quem fica de futrica e achando que tudo é indireta, como a Sally bem disse, é mesmo meio viadinho. Homem que é homem de verdade e que honra as calças que veste jamais faz isso…

  • Concordo com a Sally hoje. Por ser outra mulher, paira uma presunção que você deve ser amiguinha da cunhada. Só que em alguns casos é uma pessoa totalmente incompatível com sua personalidade, como é a minha atual. Não é aquele caso de desgostar profundamente, mas sinto que nunca seremos muito próximas.
    Curiosamente, já tive uma cunhada lésbica que agia como os cunhados descritos pela Sally. Era uma relação superficial, mas sem joguinhos e fofoquinhas!

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