Mentalidade rasteira.

O caso de uma menina que morreu após participar de uma brincadeira que se popularizou na internet chama a atenção para o perigo desse tipo de viral. (…) A adolescente participava de uma brincadeira com outras duas meninas que guiava a colega sobre como proceder. Após pular e sofrer uma rasteira, ela bateu a cabeça no chão e acabou se ferindo. LINK


E adivinha quem estão culpando? Quem inventou a “brincadeira”. Sem responsabilidade individual, o Brasil não vai crescer. Desfavor da semana.

SALLY

Um dos grandes problemas do adultinho fruto dessa nova geração é não estar preparado para a vida real, não ter ferramentas para lidar com frustrações e com as porradas que a vida dá. Isso não é uma falha genética, acontece graças uma criação baseada na superproteção e na dificuldade que os pais tem de colocar limites e dar responsabilidade aos filhos.

A culpa é sempre dos outros, especialmente quando falamos em eventos trágicos. Nunca é dos pais nem dos filhos, afinal pega mal culpar quem se fodeu. E é seguindo essa cartilha de colocar a culpa em todo mundo, menos em quem realmente tem culpa, que o brasileiro está lidando com a mais nova idiotice da vez: o “desafio da rasteira”.

Nada de novo, desde o ano passado que se lançam desafios idiotas na internet. Tivemos o “Desafio Bird Box”, por exemplo, onde, imitando o filme, pessoas deveriam andar pelas ruas e até dirigir de olhos vendados. É sempre algo idiota, perigoso e visivelmente autodestrutivo.

Youtubers são mestres em lançar esses desafios. Há quem tope, há quem não tope. O que diferencia os adolescentes que topam uma conduta perigosa e autodestrutiva daqueles que olham para o desafio e dizem “não vou fazer isso pois não quero me machucar”? Uma única coisa: a criação que receberam.

Ambientes permissivos criam uma falsa sensação de onipotência, o jovem se sente indestrutível. Ambientes onde não se responsabiliza a pessoa por nada criam uma falsa sensação de que, não importa a merda que dê, a culpa sempre será do outro e a pessoa nunca sofrerá qualquer reprimenda. Eu posso ficar até amanhã enumerando as consequências de não criar adequadamente um filho, por falta de tempo, de paciência ou de pulso firme, mas acho que vocês já entenderam o ponto.

Ao colocar em prática o tal “desafio da rasteira”, onde dois “amigos” seguram a pessoa pelo braço (um de cada lado) enquanto ela pula e depois aplicam uma rasteira, uma menina de 16 anos morreu, ao cair e bater com a cabeça. É algo totalmente previsível, ainda assim, por algum motivo, a menina não foi capaz de prever o resultado desastroso ou, se previu, acho que com ela não ia acontecer. Adivinha quem está sendo trucidado por este resultado infeliz?

O Youtuber imbecil que lançou o desafio. Ele é um idiota? Certamente, como todo Youtuber, salvo honrosas exceções. A premissa para fazer sucesso entre adolescentes no Youtube é postar um conteúdo perigoso e não-educativo. É como entrar no Red Tube e reclamar que lá há pornografia. Está estabelecido que esse é o conteúdo, ponto final.

Reclamar disso é dar murro em ponta de faca. Se você quer educar um filho, tem que lidar com essa realidade: ele vai ser exposto a muito lixo e você não terá como controlar ou vigiar 24h o que ele consome. Fazer qualquer movimento na intenção de que não seja divulgado lixo no mundo é uma baita perda de tempo e energia. Não se luta contra aquilo que é. Além disso, seja no youtube, seja na vida real, sempre existirão perigos. A energia tem que ser gasta preparando seu filho para lidar com eles.

Minha geração era exposta a drogas o tempo todo e nem por isso todo mundo virou um drogado. Apenas alguns. O que determinou quem disse sim a drogas? Provavelmente a criação, a mesma que determina quem diz sim a desafios que podem matar ou causar uma deficiência permanente. Um combo de baixa autoestima, necessidade de atenção, autodestruição, onipotência, falta de limites, arrogância e outros. Você moldou seu filho desde seu primeiro dia de vida até ele chegar a ser o que é hoje. Não gostou do resultado final? Bom, a culpa não é de um youtuber.

A menina que morreu tinha 16. Ela estava apta a se casar ou votar para eleger um Presidente da República se assim o quisesse. Não estamos falando de uma criancinha de 5 anos que mete a mão no fogo por não saber que ele queima. Estamos falando de uma menina que, no mínimo, teve aulas de biologia ou anatomia e tinha total condições de saber o que uma pancada na coluna ou na cabeça podem fazer com o corpo humano. Não dá para tratá-la como um bebê que não sabia o risco que estava correndo.

Obviamente você não vai ler esse tipo de linha de pensamento em lugar nenhum, é muito mal visto criticar quem morreu ou quem está chorando a morte de alguém querido. Ninguém vai ter coragem de responsabilizar a menina ou os pais pelo ocorrido. Bora bater no youtuber que lançou o desafio, foda-se que os pais não educaram a menina impondo limites, com a consciência de sua mortalidade, com uma mínima noção de responsabilidade. Foda-se que a menina tinha todas as condições para saber que isso poderia causar sérios danos. Com 16 anos, dá para dizer com tranquilidade que ela assumiu o risco de dar errado. Mas ninguém vai, pois ela morreu.

E essa postura paternalista da sociedade, batendo no youtuber, permite que mais pais sejam permissivos, omissos e se acomodem na criação de seus filhos. Permite que mais filhos façam uma pá de merda cientes que depois não vão ser responsabilizados e sim tratados como vítimas. Se você joga a culpa no youtuber, você contribuí para uma sociedade cada vez mais vitimizada onde a culpa de tudo é sempre de terceiros. Esses pais estão livres de culpa, pois a culpa é de quem lançou o desafio. Esses pais não vai melhorar nunca. Outros pais também não irar melhorar nunca, pois a sociedade dá um aval para que a culpa não seja deles.

Não faz muito tempo recebi um e-mail de uma mãe muito brava dizendo que o filho adolescente leu um Siago Tomir e colou o próprio cu com Super Bonder. Ela me deu um grande esporro, sobre eu ter mais responsabilidade no que escrevo. Sinceramente, eu quero viver em uma sociedade onde eu possa escrever a merda que for desde que não cometa um crime (chama-se liberdade de expressão) e a responsabilidade do que fazer com essa informação seja de quem lê. Se ela criou um filho idiota que cola o cu com Super Bonder, a responsabilidade está nela e no filho dela, não em mim.

Imagino que muitos aqui deixaram de fazer merda na adolescência, assim como eu, por saber que se desse errado, as consequências seriam devastadoras. Aquele clássico “se eu morrer minha mãe me mata”. Isso se chama colocar limites. Na minha casa nunca teve espaço para beber, dirigir e dar perda total em um carro, nunca teve espaço para usar drogas, nunca teve espaço para nenhuma conduta destrutiva, por uma série de motivos: o castigo seria pesado, doía no meu coração pensar em decepcionar meus pais, eu tinha um grande receio de danificar meu corpo e muitos outros. Tudo isso não veio de fábrica comigo, me foi ensinado pelos meus pais.

Pais que não conseguem transmitir essa mensagem para os filhos falharam. É o mínimo, o básico que deve ser ensinado: não destrua seu corpo, você não é imortal. Se nem isso você conseguiu passar, bem… não culpe o youtuber. Cedo ou tarde seu filho se detonaria, nas mãos de um traficante, nas mãos de um parceiro abusivo ou em tantos outros perigos que existem na sociedade atual. Quando um adolescente faz algo autodestrutivo, a culpa é dos pais. E não, nem todos adolescente faz coisas autodestrutivas, eu mesma nunca fiz. É como dizer que toda criança grita e faz birra: não meça o mundo pela sua régua, existem crianças e adolescentes bem educados.

E com isso não quero dizer que foram pais relapsos. Nem sempre. Podem ser apenas pais incompetentes que, com a melhor das intenções, falharam. O que não dá é para negar a falha e deslocar a culpa para um terceiro. Seu filho é um bloco de notas em branco e você escreve as diretrizes básicas do que ele vai ser ao longo de sua infância. Se você não gosta do que está lendo na adolescência, desculpa, mas a culpa é só sua. Criar um ser humano é muita responsabilidade, muito trabalho, muita dedicação. Nem todo mundo consegue, nem todo mundo tem o que precisa, nem todo mundo está preparado. Custa admitir o básico?

Chega de passar a mão na cabeça de quem erra, por mais que a pessoa esteja sofrendo. Passar a mão na cabeça não ajuda, muito pelo contrário. Hora de obrigar essa nova geração de pais e filhos a assumirem a responsabilidade por seus erros. Eu não tenho culpa se um marmanjo de 16 colou o próprio cu, o youtuber não tem culpa se uma marmanja de 16 anos optou por colocar sua vida em risco. Tem muita merda no mundo, uma hora idiotas emularão algo perigoso. A culpa não é do perigo, é dos pais.

Para dizer que em dez segundos mães enfurecidas aparecerão aqui para nos xingar (e não aprovaremos os comentários), para dizer que o Youtube é Darwin agindo ou ainda para dizer que vai concordar anonimamente para não correr o risco de ser execrado: sally@desfavor.com

SOMIR

Vou ceder o ponto que é realmente complicado definir o quanto um adolescente é capaz de entender sobre as consequências de seus atos. O cérebro humano ainda está em processo de formação, especialmente no que se refere à responsabilidade. Se por um lado já tivemos uma boa dose de realidade sobre a vida adulta, por outro a sensação de invencibilidade e a confiança quase cega em figuras de autoridade típicas da infância ainda se fazem presentes.

E é por isso que sempre é confuso definir idades mínimas para deixar uma pessoa fazer “coisas de adulto”. Nem mesmo o número que mais gera concordância entre os povos – 18 anos – é garantia que a pessoa tem plenas condições de tomar decisões e arcar com as consequências delas. Mas, precisamos ser realistas: não podemos proteger nossas crianças para sempre. Uma hora ou outra elas vão estar diante de situações onde precisam se virar sozinhas.

E é aí que a noção de responsabilidade individual se torna essencial. É quando uma pessoa consegue analisar a situação por conta própria e tomar boas decisões: ela não delega isso para outros, ela não considera apenas o momento, conseguindo “prever” o futuro resultante daquela ação. Pessoas que não são incentivadas desde cedo a entender conceitos como causa e consequência e seu papel determinante na construção da realidade são pessoas em grande risco.

Um imbecil do YouTube lançou um desafio porque isso funciona para ganhar dinheiro. Jovens imbecis ao redor do país seguiram o desafio porque fama virtual, mesmo que efêmera, é a nova moeda de troca das relações sociais nessa faixa etária. Já cresceram num ambiente que valoriza seguir modas virtuais da mesma forma que as modas mais tradicionais.

E que jogue a primeira pedra quem nunca se fantasiou um pouco na adolescência para pertencer a um grupo… isso é normal. A questão aqui é que se a pessoa não tem o básico de responsabilidade pessoal estabelecida na cabeça, é só uma criança com corpo de adulto e acesso a muitas coisas perigosas. Argumento inclusive que deixar uma pessoa chegar aos 16 anos de idade sem um mínimo de senso de responsabilidade sobre a própria saúde e integridade física é uma forma de abandono parental.

E dentro do cenário cultural atual, o trabalho dos pais periga ser ainda maior: tanta gente reclamando do outro sem olhar para os próprios defeitos vai moldando gerações de irresponsáveis. Existe um efeito colateral sério em dizer para as crianças que estão chegando na vida adulta que tudo se explica por relações de opressão e exploração. Isso faz com que a pessoa perca a noção de controle sobre a realidade, fomentando um espírito conspiratório na cabeça, como se não pudesse fazer nada errado por conta própria, e sim que se algo der errado, é porque o opressor da vez agiu contra ela.

Eu sei que soa como se eu estivesse politizando a situação, mas é uma questão muito mais básica de formação intelectual do ser humano: não podemos ser isolados da noção de responsabilidade pessoal. Sim, existem sistemas de opressão na nossa sociedade, sim, muita gente sofre horrores na mão de quem quer explorá-las, mas isso não é uma explicação perfeita para a realidade humana. São números numa equação muito maior.

E é especialmente assustador que digamos para adolescentes que tudo é uma questão de disputa entre grupos: eles não têm experiência suficiente para saber o peso de suas escolhas no desenrolar da vida, afinal, até pouco tempo atrás, alguém estava limpando a bunda deles. E eu sei que essa história de culpar a mídia pelo comportamento dos jovens não começou com a era da lacração, mas ela torna muito mais difícil discutir o assunto.

Sim, é escroto culpar quem está sofrendo, mas nem sempre é errado. Às vezes a verdade dói e temos que lidar com isso. A vida tem dessas áreas cinzas que detestamos, mas a realidade pouco se importa com nossos sentimentos. Com 16 anos não é mais criança. O YouTuber poderia ter lançado o desafio de pular da ponte e ainda sim não seria o culpado. A história só toma esse rumo porque diante da tragédia, as pessoas ficam irracionais.

O que é humano, mas não é o ideal. Se as próximas gerações continuarem sendo criadas pela internet, e a internet continuar dizendo para elas que a culpa de tudo é de um homem branco genérico de meia idade vestindo um terno, vai ficar mais e mais complicado explicar para elas que suas escolhas podem causar problemas sérios. A irresponsabilidade acaba se tornando cultural, com todo problema sendo questão apenas de achar para quem apontar o dedo. São gerações perdidas.

Há um paralelo histórico muito interessante aqui com o que se chama de “geração perdida” na China. Um povo que perde a noção de responsabilidade por causa de propaganda do governo e nunca mais consegue voltar para o mundo real. Como não cabe desenvolver aqui, fica a promessa do texto completo na semana que vem.

Seja como for, é triste que a moça tenha morrido, mas não dá para colocar a culpa em ninguém além dela e dos imbecis que fizeram isso junto. A vida real é assim, gostem ou não.

Para dizer que eu acabei politizando do mesmo jeito, para dizer que a gente sempre culpa a vítima (pessoas que se importam às vezes fazem isso), ou mesmo para dizer que é só a Evolução trabalhando: somir@desfavor.com

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Comentários (20)

  • Como sempre quando alguém desmascara a arrogância por trás da incoerência, o comentário é censurado! Parabéns por me convencer cada vez mais que a senhora é uma cagona hipócrita, incapaz de admitir que há críticas IRRESPONDÍVEIS as suas falácias sobre liberdade de expressão, que só valem para os bajuladores que alimentam seu ego mesquinho. Continue assim, afinal a hipocrisia de uma vagabunda de mentalidade escravocrata e reacionária é premiada por retroalimentação quando consegue criar uma bolha através da censura.

    • Tem nada censurado não, meu anjo. Seu cometário está lá. Continue vindo odiar, atacar, ofender, isso só faz mal a você…

  • Mesmo quando há espaço para comportamento errado, não quer dizer que se deva aderir a tal.

    Em relação à fazer merda que tá na moda, como os tais desafios sem noção, mães sensatas dizem “você não é todo mundo”, mas os pais modernetes histéricos de hoje esbravejam “aiiiin não culpe meu bebeh, eh uma vitimah”…

  • “Não faz muito tempo recebi um e-mail de uma mãe muito brava dizendo que o filho adolescente leu um Siago Tomir e colou o próprio cu com Super Bonder.”

    Eu sempre digo que as pessoas deveriam ter licenças especiais para procriar, assim como precisam para dirigir ou portar armas. Para não saírem essas aberrações…[2]

    • A idéia é muito boa, mas temo que haveria um monte de espertalhão arranjando essas licenças por baixo dos panos, assim como já tem uma porrada de gente por aí que compra carteira de motorista e diploma universitário. Corrupção tá no DNA do brasileiro, não tem jeito…

  • Assim que a minha esposa recebeu o tal vídeo da rasteira em um grupo de mães da escola do nosso filho de 11 anos, mostramos à ele o quanto aquilo era errado e imbecil. No fim eu disse: ” Lucas se você fizer isso e morrer, eu não te enterro, te jogo no primeiro valão que eu encontrar, se sobreviver e ficar com algum defeito te jogo em um orfanato, pois não vou cuidar de um filho que fez merda e virou um deficiente, e se fizer com algum amigo seu, te dou uma surra de cinto, algo que nunca aconteceu” pela cara que ele fez, não vai nunca pensar em fazer isso… e espero nem outras besteiras

    • “Lucas se você fizer isso e morrer, eu não te enterro, te jogo no primeiro valão que eu encontrar, se sobreviver e ficar com algum defeito te jogo em um orfanato, pois não vou cuidar de um filho que fez merda e virou um deficiente, e se fizer com algum amigo seu, te dou uma surra de cinto, algo que nunca aconteceu”

      Ri altão aqui (mas tá certo, tem que ser assim mesmo)!

  • Tá de sacanagem que alguém colou o cu com Super Bonder depois de ler o Desfavor! E também não dá pra acreditar que essa história de a mãe do infeliz ter mandado um e-mail reclamando com a Sally seja verdade… Puta que pariu…

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    Mito dos Lacres

    Desafio de cu é rola. O melhor a fazer é cagar e andar pra essas modas lançadas por “digital influencers” que tomam seu tempo enquanto você poderia fazer algo de mais útil, como por exemplo, aprender como mexer com fiação elétrica por exemplo.

    • O problema é que o bobolescente de hoje em dia é viciado numa droga chamada “sentimento de pertinência”. Se os pais não educam o retardado para ser independente de julgamentos de terceiros e imune ao efeito manada, ele vai sentir que TEM QUE fazer o que os amigos estão fazendo, pra não ser um alienígena naquele grupinho, pra buscar pertencimento ao grupo

  • É, mas acho que não deveriam deixar postar vídeos de gente fazendo merda, porque macaco vê, macaco faz. Até colar o rabo o imbecil foi fazer só porque leu, imagina se der visualização, fama e dinheiro.

  • Eu ainda não entendi o porquê do Somir ter colado o próprio cu. Um adolescente genérico, vá lá…

    Essa brincadeira do tombo deveria ser feita na praia, dentro d’água, com ela passando da altura do umbigo. Só que aí os adolescentes não achariam graça.

  • “Se ela criou um filho idiota que cola o cu com Super Bonder, a responsabilidade está nela e no filho dela, não em mim.”

    A mãe do Somir chorou ao ler este trecho

  • Eu só queria dizer que colocaria dinheiro pra ver a resposta que a Sally deu à mãe do moleque que colou o cu. Eu daria inclusive dinheiro pra ver o e-mail da mãe. Ela contou detalhes? Quanto tempo o moleque escondeu até pedir arrego e contar pra mãe? Levaram ele ao hospital? Tantas dúvidas.

  • Sério que o animal cola o próprio cu e a mãe da criatura te manda um email? Não é pegadinha?? Não é possível uma coisa dessas… eu dava um safanão no imbecil para largar de ser estúpido, isso sim… Uma mulher que faz isso não deveria ter licença para procriar.

    Eu sempre digo que as pessoas deveriam ter licenças especiais para procriar, assim como precisam para dirigir ou portar armas. Para não saírem essas aberrações…

    E o pior é que no Brasil nem os adultos aceitam a responsabilidade pelo que fazem, que dirá os adultos… estamos boiando num mar de capadócios.

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