O pré-candidato Bernie Sanders do Partido Democrata americano vem ganhando força como o possível indicado para disputar com Donald Trump a presidência dos EUA, e uma de suas ideias é aumentar os impostos para os mais ricos. Até aí, razoável, concorde você ou não, é uma forma de encarar o problema de arrecadação e desigualdade. Mas um pouco mais escondida nessa plataforma está a sugestão de taxar bilionários sobre suas riquezas. Parece só uma extensão da primeira ideia, mas não é, na verdade, é de uma ignorância tremenda… e perigosa.

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Bolsonaro poderia ter reduzido boa parte das tensões internacionais relacionadas ao Brasil no seu discurso para a ONU. Poderia… mas não o fez. Leu um discurso de vocabulário mais rebuscado que o habitual, mas que trazia mais do mesmo de um ponto de vista ideológico. Como já dizemos aqui faz tempo, é bobagem esperar mais do presidente, ele nunca vai ser mais do que aquele deputado que sempre tinha tempo e disposição de participar do SuperPop. Só se colhe o que se planta. Porém, há uma ideia mais perigosa que o habitual no meio dos pontos que defende: a rejeição ao globalismo.

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O mundo passou muito perto de ter a Alemanha como potência hegemônica no começo do século passado. Poucas vezes na história uma nação se tornou tão poderosa em tão pouco tempo quanto no período das duas grandes guerras, e quanto mais você estuda a história da época, mais começa a entender que passamos a milímetros de distância de ter os germânicos ocupando o lugar que agora é ocupado pelos EUA. Mas infelizmente para todos, no caminho havia o nazismo…

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Continuando o texto anterior: falávamos sobre como o conceito de nações começava a se esvaziar, abrindo espaço para um futuro onde os bilionários tinham espaço para se tornar mais poderosos que países, inclusive com apoio popular, inaugurando uma nova era de reis e rainhas. Mas, havia o problema do Estado barrar esse crescimento com o uso de polícia e exércitos. Isso é, se não começássemos a usar uma tática pra lá de comum em séculos e milênios passados: mercenários.

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Já é tradição: todo mês sai um novo estudo sobre a cada vez mais absurda concentração de dinheiro nas mãos de poucos. E a cada um desses, é difícil não achar que tem algo muito errado no mundo. E não importa para que lado do espectro político você se volte, o que não faltam são culpados. Como não deve ser surpresa para ninguém, a esquerda culpa a direita e a direita culpa a esquerda. Mas… será que é culpa de alguém em específico?

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