Dez anos de desfavor. Eu já estava me sentindo realizado quando conquistamos dez meses… poucas coisas na vida duram tanto tempo, ainda com o grau de exigência que o desfavor tem. Dessa vez tínhamos pensado em algo grandioso, mas no meio do caminho tinha uma pedra. Ou, várias.

Calhou de nos meses anteriores ao aniversário do desfavor tanto eu como ela passarmos por umas das piores fases de nossas vidas. Com falta de tempo já estávamos acostumados, mas com precisar colocar nossas prioridades quase que totalmente em outro lugar não. Alguma coisa tinha que ceder, e os planos maiores dos dez anos pagaram o pato.

O que não quer dizer que vamos deixar vocês de mãos abanando. Uma das ideias é possível de colocar em prática: transformar o desfavor em livro. Aliás, livro não… livros.

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Mais um fracassinho para a minha lista: filtrar os leitores e comentários deixados no Desfavor.

É pelo que você permite que as pessoas digam e façam que você informa a elas como gosta de ser tratado e, pelo visto, eu falhei miseravelmente. Não consigo evitar que gente pau no cu, muito pau no cu, entre, se instale e se sinta no direito de fazer todo tipo de inconveniência. Se fosse só contra a gente, até vai, mas porra, é contra os leitores também. Vai tomar no cu, né? Digo sem medo de exagerar: metade das leitoras do Desfavor, inclusive aquelas que comentam mais civilizadamente, já foi ameaçada de estupro por algum imbecilóide, mas nunca recebeu o recado, pois nós o silenciamos.

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Não dá para falar de fracassos do desfavor sem falar dos nossos fóruns e tentativas de trabalho conjunto com os impopulares durante os anos. Tomar cafezinho com a Sally todo mundo quer, mas na hora de arregaçar as mangas, nossa comunidade vira uma rua deserta. Onde será que falhamos?

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Como vocês sabem, nesta sexta comemoramos dez anos de Desfavor e, para celebrar esta data tão especial, resolvemos falar dos nossos maiores fracassos. Hoje eu quero falar de um fracasso que é só meu, uma meta que eu tentei de todas as formas alcançar, mas não tive competência para atingir: meu fracasso retumbante em conseguir um processo. Vocês tem noção que passamos dez anos sendo ameaçados quase que diariamente e não conseguimos nem sequer um processo?

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Quando eu era obrigada a sair de casa todos os dias para ir até o meu local de trabalho estar de corpo presente (apesar de que tudo que eu poderia fazer lá também poderia fazer de casa), meu sonho de consumo era conseguir trabalhar de casa. Hoje, eu trabalho assim, e descobri as dores e delícias de trabalhar em esquema de Home Office. Se você tem vontade de trabalhar de casa, por favor, leia este texto antes de colocar seu plano em prática. Home Office não é para qualquer um.

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