Tenho uma teoria: o pior problema que a humanidade enfrenta é a incompetência. Incompetência em geral mesmo, do Zimbábue à Noruega. Incompetência para conviver, para trabalhar, para legislar, para entender o que acontece. Eu e você somos parte desse problema, incompetentes em uma ou muitas coisas que tecnicamente são necessárias para nossa vida. Uma das grandes revoluções dos tempos moderno, pelo menos em tese, deveria ser a experiência de diferentes culturas conviverem pacificamente. Mas, parece que algo está dando errado. Continue lendo

Não podemos julgar as pessoas apenas pelos seus defeitos, até porque de cada defeito pode surgir uma qualidade. Eu, por exemplo, tenho o defeito de fazer muito pouco da inteligência alheia. O que se prova correto algumas vezes, mas obviamente passa do limite do aceitável. Tanto que já é piada recorrente aqui minha tendência a chamar de burro quem discorda de mim (muito embora estatisticamente eu esteja correto ao presumir isso). E dessa característica desagradável, nasce uma rosa no pimenteiro: quem acha todo mundo burro por definição fica condescendente e tenta se manter seguro contra a suposta irracionalidade alheia na maior parte do tempo, o que é basicamente o conceito central da diplomacia. Pelo menos, para mim… Continue lendo

Quando os portugueses chegaram ao Brasil, deram de cara com um povo bronzeado e estranho, muito longe do estágio tecnológico e social deles. Resultado: a população indígena foi basicamente eliminada, dando lugar à mistureba que somos hoje em dia. Na Austrália, não foi muito diferente. Quando os ingleses chegaram lá para fincar sua bandeira, encontraram os aborígenes. Assim como os portugueses, os ingleses também não foram gentis com os nativos australianos. E, infelizmente, eu preciso que vocês vejam o vídeo a seguir para entender o ponto que vou desenvolver hoje. Continue lendo