O país que há pouco menos de 30 anos estava nas ruas pedindo a redemocratização agora parece estar mais interessado do que nunca num golpe militar. O candidato que não diz explicitamente que quer o mesmo – mas parece mais alinhado com a ideia – está começando a liderar as pesquisas em vários lugares do país. O cidadão médio perdeu a vergonha de pedir pela volta da ditadura e as forças de esquerda parecem bem combalidas. Posts de militares de alta patente nas redes sociais chamam atenção da mídia e parecem até ameaçar nas entrelinhas o desastroso e impopular governo de Michel Temer. Então… é só questão de tempo?

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Somir é como menstruação: quando vem incomoda, quando não vem preocupa. Por isso, este breve parágrafo de esclarecimento: Somir passa bem, porém não postará hoje. Segue o baile.

“Vai dar tudo certo”, “Vai ficar tudo bem” e outras frases similares são a escolha mais comum aqui no Brasil para confortar uma pessoa que está passando por um momento difícil. Sei que são ditas com a melhor das intenções, mas, se você parar para pensar, esse tipo de frase é um tremendo desfavor.

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Continuamos a Semana judia! aqui no desfavor, e hoje eu atendo um pedido especial da Missão Informativa dos Judeus Online: um texto falando sobre o mito do controle dos judeus sobre a imprensa, a mídia, corporações e políticos. Segundo o que me foi proposto, já passou da hora de alguém falar sério sobre isso. Concordo. Vamos acabar de uma vez por todas a desinformação ao redor do tema!

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Alguns devem se lembrar do atentado acontecido em Toronto, no final do mês passado. Um homem pegou uma van e arremessou contra uma multidão, matando dez pessoas. Como as autoridades ainda estavam na dúvida se era um ataque de muçulmanos, pareceu que a van tinha atacado sozinha… mas, ao perceberem que era um homem branco sem conexões com a “religião da paz”, as informações voltaram a fluir. E o descoberto consegue ser ainda mais bizarro que matar pessoas por um ser imaginário… cidadão fez o que fez porque ninguém queria fazer sexo com ele. Hoje falamos dos incels.

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