Esta semana foi desmantelado um grande esquema corrupto e criminoso praticado no Twitter, de uma forma, no mínimo, curiosa: pelos próprios usuários. O caso ficou conhecido como “Mensalinho do Twitter” ou “Wellington Dias Gate”. Se você não acompanhou, segue aqui um resuminho bem didático de como pessoas comuns desarticularam uma canalhice muito da escrota no berço.

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Antes de mais nada: vamos falar sim do esquema fraudulento e criminoso do PT e dos tuiteiros sem caráter que fizeram uma tremenda canalhice e agora choram dizendo que foram enganados. Foram não, aguardem um pouco pelo assunto, porque a coisa tá desdobrando gostoso e, ao que tudo indica, em questão de dias teremos algo bem legal para comentar. Enquanto isso, segura as pontas com este texto sobre relacionamentos e faz um exame de consciência se o seu não está falido…

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Terminar um relacionamento enquanto ainda se ama uma pessoa é algo duro, muito duro, talvez seja uma das coisas mais difíceis de conseguir, emocionalmente falando. Por isso, pessoas que estão passando por esse desgraçamento de cabeça costumam ser muito paparicadas, poupadas e desfrutar de todo tipo de condescendência. Normal, qualquer outra conduta vinda de uma pessoa querida soaria como crueldade ou falta de empatia. Foi estabelecido que é assim que as coisas são: quem te quer bem se apieda de você nessas horas.

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Bora conversar sobre uma coisinha? Tirar onda malvadinho(a) é ridículo e mentiroso.

Já viram gente que bravateia supostas “malvadezas”? Não me refiro a cometer crimes ou coisa do tipo, e sim a “manter a minha fama de mau”. 1) Apenas parem, é ridículo; 2) se quiserem continuar, ao menos tenham a coerência de ir até o final, nada mais vergonhoso do que tirar onde de mau e peidar feito um pintinho rosa de feira de filhotes quando a hora de colocar o discurso em prática chega. Acredito que todo mundo aqui conhece alguém que, de tempos em tempos solta, como quem não quer nada, uma frase, uma história, uma escolha de vida onde faz questão de deixar “depreensível” que a pessoa é “malvada”, sem coração, fria.

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