O acidente nuclear de Chernobyl é considerado, até hoje, o pior desastre nuclear da história da humanidade. É um dos poucos classificados como nível 7, em uma escala onde 7 é máximo que pode ser alcançado. Estima-se que a radiação liberada no desastre tenha sido 400 vezes maior do que o bombardeio de Hiroshima e Nagasaki. Devastador, não é mesmo? O estrago foi tanto que cientistas calculam o prazo de pelo menos 20 mil anos para que a área se torne habitável novamente.

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Desde o começo deste ano, a ONU estendeu os protocolos do seu Comitê sobre os Direitos da Criança para incluir qualquer tipo de obra ficcional que sexualize menores de idade. Apesar de ser um texto generalista, tinha um alvo bem claro: a indústria de quadrinhos e desenhos japoneses, que continuava vendendo revistas, vídeos e jogos com crianças (desenhadas, não reais) em histórias claramente pornográficas.

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No começo eram apenas notícias esparsas, pessoas tidas como loucas que viravam motivo de piada. Mas, com o tempo, os casos foram aumentando e hoje eles lutam por reconhecimento que os afaste da doença mental e os coloque no mesmo patamar de transgêneros. São os Transespécie, por mais estranho que pareça, eles são uma realidade e é hora de começar a pensar em como lidar com eles.

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Estamos no mês do orgulho gay, várias marcas e instituições ao redor do mundo fizeram suas homenagens, ativistas aproveitam o momento para reforçar sua mensagem, e tivemos até notícias muito positivas como um país africano (a Tanzânia) considerando mudar suas leis para descriminalizar a homossexualidade. Mas a cada ano que passa, pelo menos nos países ocidentais, me parece que a mensagem desse movimento fica cada vez menos definida…

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