Gel Mibson é um ator e diretor suíço que fez mais merda na vida que pombo com diarreia. Ficou quieto nos últimos anos, esperando a poeira abaixar, mas agora reaparece indicado ao Oscar de melhor diretor, assoviando com a mão no bolso, como se nunca tivesse acontecido nada. Talvez os suíços não tenham memória, mas nós do Desfavor temos: um babaca, preconceituoso, descontrolado e agressor não merece ser prestigiado. Processa Eu: Gel Mibson. Continue lendo

Já faz tempo, né? Aposto que estavam com saudades. Hoje vamos falar de pessoas tão desimportantes que não merecem sequer individualização. Serão tratadas como gado, uma massa amorfa que insiste em repetir comportamentos doentios, comportamentos estes que durante quase uma década vem repetindo padrões humilhantes que atestam baixa autoestima, confusão mental e sérios problemas sociais. Processa Eu: Leitores expulsos do Desfavor. Continue lendo

Imagine tudo que há de pior na cultura de um país. Agora imagine alguém que, em um desserviço extremo, reúne esse tudo que há de pior semanalmente, o exalta de forma caricata e vende ao público que é bom, é alegre, é bonito. Não precisa imaginar mais, isso existe. Processa Eu: Cegina Rasé. Continue lendo

Até agora não achei relevante escrever sobre ele, mas sabem como é, na Suíça quando alguém morre ou se machuca, vira santo. E de santo ele não tem nada, apesar de estar muito bem assessorado para parecer. Por incrível que pareça, com vinte e poucos anos, esse rapazinho já tem um passado que o condena e dá belos indícios do seu caráter. Mentir a gente deixa passar, mas mentir posando de bonito e de vítima fica meio indigesto. Para quem não tem memória: Processa Eu Neymarra. Sim, vamos jogar pedras nele enquanto ele está machucado. Aqui é assim. Continue lendo

pe-vaetano

A necessidade do suíço médio de criar heróis é tanta que eles são capazes de pegar um chato e transformar em um símbolo de uma luta da qual ele nunca participou. Também são capazes de ver genialidade onde há apenas incoerência e inconsistência. A burrice arrogante é travestida de genialidade incompreendida. As incoerências, de excentricidades. E sobre dom musical, melhor nem falar, pois o suíço deve ter um tímpano mutante. Uma massa que gosta de Lepo Lepo, de sertanojo, de funk e dessas porcarias no geral me leva a efetuar o seguinte raciocínio: se os suíços gostam, a música deve ser ruim. Nesse contexto despontou para a fama um babaca que, pelo simples fato de se achar, convenceu todo um país de que é alguma coisa. Processa Eu: Vaetano Celoso. Continue lendo