Eu chamo o tempo que vivemos de Era da Informação, não porque eu bolei o termo, mas porque vi outras pessoas chamando disso e realmente fez sentido definir essas últimas décadas assim. Rapidamente a humanidade teve que se adaptar, e salvo uma epidemia global de problemas mentais, o resultado até que foi decente. Não corremos risco de extinção (imediato) por causa dessa mudança na quantidade (e qualidade) das informações com as quais o ser humano médio lida diariamente. Mas, uma coisa é se adaptar, outra completamente diferente é se beneficiar…

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Quanto mais eu aprendo sobre inteligências artificiais, mais certeza eu tenho sobre um argumento em relação às orgânicas: não existe função de valor negativo na natureza. Ou, de forma mais simples: ninguém faz nada que não achar vantajoso. Essa é a chave para entender como construir um robô que pensa como a gente, e até mesmo para entender melhor… a gente.

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Dois átomos de hidrogênio se encontram em altíssima velocidade no núcleo do Sol. Estavam por lá há bilhões de anos, debatendo-se uns contra os outros o tempo todo, mas nunca com força suficiente para o encontro ser inescapável. Dessa vez é. O impacto é tão poderoso e preciso que seus núcleos se fundem, ambos se tornam um átomo de hélio. Mas nem toda a energia que carregavam se mantém ali. Uma parte é expelida na forma de um fóton.

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“Toda comunidade cujos membros fingem ser idiotas para dar risada vai eventualmente ser tomada por idiotas verdadeiros acreditando que estão em boa companhia.” – a frase, atribuída a René Descartes (mas que como toda citação do tipo, pode ter vindo de qualquer lugar), parece resumir bem o que a internet fez com basicamente todo o ambiente político e social da humanidade nas últimas décadas.

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Eu honestamente não sei se o ser humano anda mais suscetível ao papo furado de gurus ou se é apenas reflexo da facilidade de comunicação na internet, mas estamos vendo um aumento consistente no número de pessoas ganhando a vida ensinando os outros como viver. Não importa se vem de uma base mística, tecnológica ou econômica, o que não falta por aí é gente disposta a dar atenção para a conversa de quem parece ter descoberto os “segredos de uma vida melhor”.

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