Sabe aquela pessoa que não é médica, mas palpita na saúde e no tratamento dos outros? Pois é, não seja essa pessoa.

Antigamente essa pessoa não tinha muito poder de interferência, pois, para nos banhar com sua sabedoria leiga, ela precisava se deslocar da sua casinha ou gastar dinheirinho telefonando. Mas hoje, com o advento o whatsapp, a maior concentração de desfavores do mundo digital (sim, ganha do Facebook), os pseudo-doutores, os cientistões conspiradors, os sabichões escondidos atrás do manto da boa vontade podem encher o saco o quanto quiserem. E não ouse você dar um fora, pois “aiiiinn, eu só queria ajudar”. Faz melhor: manda este texto para eles em resposta, assim eles ficam com raiva de mim, não de você.

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Se você entrou neste texto hoje, no dia 17 de abril, data comemorativa deste blog que chamamos “Dia do Troll”, meus parabéns. Você zerou a brincadeira.

Se você entrou depois que nós destravamos o blog, no dia 18, tenho algumas coisas para te dizer.

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O desfavor pode não ser só intelectual, mas normalmente exige um pouco mais de capacidade mental do que a média da internet. Sally e Somir discutem o impacto dessas pessoas que não alcançam nem esse mínimo. Os impopulares pensam.

Tema de hoje: o quanto leitores burros prejudicam o desfavor?

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