Ah, você lembra do filme, vai...

Cada vez mais existem grupos sociais que, sendo minorias ou não, promovem uma histeria de “não me toque” com argumentos vitimizados e chantagistas. Eu poderia fazer um Flertando com o Desastre sobre cada um deles em específico, mas como já tratei do assunto mais de uma vez aqui, no fórum e no Orkut, não creio que valha a pena.

O primeiro grande grupo, e talvez o mais polêmico, é o dos deficientes físicos. “Mas Sally, você não tem coração? Tá dizendo que deficiente é tudo escroto? Sally, você vai pro inferno!”. Não, não estou dizendo isso. Estou dizendo que quem SE UTILIZA de sua deficiência para se dar bem ou abusar é um filho da puta e merece tratamento igual ao de quem não tem deficiência. Ser deficiente físico não te autoriza a qualquer coisa. Não é um GreenCard para relações sociais. Ou melhor, não deveria ser, porque hoje em dia acaba sendo.

Não importa a atrocidade que aconteça, ai de quem levantar a voz com um deficiente físico “Coitaaaado, que horrrrrrrorrrrr, brigando com um deficieeeeente”. Canalhas também sofrem de deficiências físicas, vai desculpar. E tem muitos que justamente por serem deficientes acabam abusando, afinal, tem a certeza de que a sociedade vai passar a mão na cabeça.

Uma vez um sujeito sem pernas que pedia esmolas em cima de um skate levantou a minha saia no meio da rua. Adivinha se eu não lhe enfiei uma bolsada? Adivinha se os transeuntes não disseram “Coitaaado! Ele é deficieeeente!”. Quer dizer, Deficientes do Meu Brasil, venham ver a bunda da Tia Sally, porque se você tem uma deficiência, tem o direito de levantar a roupa dos outros! Não. MAS NÃO MESMO.

Outro grupo que tem membros que abusam são os idosos. E como tem velho safado e filho da puta… Sim, os canalhas também envelhecem. Se teve condições de fazer a merda, não é tão “idoso indefeso” assim. Passarinho que come pedra sabe o cu que tem. Tem que assumir as conseqüências dos atos. Ou alguém aqui deixaria de tomar satisfações se um idoso passasse a mão na sua bunda? (vale para homens e mulheres).

Como acontece com os demais grupos, basta levantar a voz para um idoso que todos se voltam contra você. Presunção absoluta de bondade e caráter se você tem mais de 60 anos. E ai de quem ousar peitar um idoso abusado, já enchem a boca para falar de “Estatuto do Idoso” e começam a gritar que é crime. Parece aqueles pivetes que assaltam com uma faca no seu pescoço e quando o policial pega começa a gritar que não pode fazer nada com ele porque é “De Menor”. Podiam criar logo o termo “De Maior”, em referência a idosos intocáveis!

E por falar em pivete, criança é outra raça que tem autorização social para fazer qualquer merda. Se os pais não repreenderem (coisa cada vez mais comum), ai de quem der um pio! “Tadeeeenho, é só uma criaaaaança!”. Eu também já fui criança e não era mal educada.

Querem um exemplo de como criança pode tudo? Um vez estava eu no metrô, com um sobretudo de veludo novinho. Uma criança se aproximou e começou a assoar nariz no meu sobretudo de veludo novinho. Cutuquei a mãe, que estava no banco do lado lendo um jornal (nem aí para o filho). A mãe abaixou o jornal por um segundo e miou “Joaãããão Vííííítor, não faz isso não que a mamããããe fica triiiiste” e continuou a ler o jornal. O pequeno delinqüente juvenil João Vítor continuou descarregando suas catotas no meu casaco novo. Eu mesma tentei mandar João Vítor parar, mas ele me ignorou e continuou assoando seu nariz. Chegou a um ponto em que eu empurrei João Vítor e, no que ele caiu de bunda no chão e começou a chorar, o metrô todo se voltou contra mim: “Aaaaai que horrrrrorrrr! Covaaaarrrdeee! Empurrando uma criaaaança!”. Inclusive a mamãe relapsa, que saiu da sua inércia contemplativa e veio me falar desaforos.

Criança não sabe o que faz? Sabe sim. E se não sabe, tem que ensinar. Esse papo de “criaturas inocentes abençoadas” é bastante relativo. Tem algumas que são criaturas demoníacas, manipuladoras e chantagistas. Que porra é essa que criança pode tudo só porque é criança? Só porque não faz com maldade pode fazer qualquer merda?

Temos também outro grupo recente de Intocáveis. Os gordos. Sim, os gordos. Podemos fazer piada com qualquer característica física de alguém, as pessoas costumam levar numa boa. Neguinho se chama de careca, de baixinho e de outras coisas. Aliás, todo mundo sacaneia o meu tamanho e eu nunca me importei com isso. Agora, experimenta dizer para um gordo que ele é gordo! (se for gorda, pior ainda). Ataque de Preta Gil, ameaça processar e tudo!

Ser gordo é uma característica física elegível (porque sim, é possível emagrecer, apesar de muitos gordos fazerem parecer que não é). Ser baixo é uma característica física não elegível. Supostamente, deveria se menos “sacenável”. Entretanto, sacaneiam pessoas com características físicas não elegíveis sem qualquer problema, mas falar de gordo não pode! Quem chama gordo de gordo é uma pessoa fútil, babaca, superficial, que só liga para aparência, escravo da ditadura social da magreza e piores. Quem chama uma pessoa baixa de anã é um brincalhão. Então tá. Parabéns para os gordos, ao não permitirem que se brinque com seu peso, estão se equiparando a deficientes físicos.

Outro grupo que tem membros que adoram ser intocáveis, por mais que neguem, são os negros. Apesar de que, vem melhorando, ao contrário dos demais citados, que só pioram sua mania de perseguição. Somos todos iguais, eles repetem. Experimenta sair com uma camisa escrito 100% branco (Deja? Oi?) ou Orgulho em ser branco ou White is Beautiful para ver o que te acontece. Se te chamarem de branquelo azedo, ta bacana, se você reclamar é um pentelho. Chama alguém de “crioulo azul” e você vai ver a merda que dá. E para alguns, TUDO é racismo. Contrariar a vontade de alguém, só porque é negro, é racismo. Vai tomar no meio do cu preto, faz favor…

Tem um preconceito cultural histórico contra negros? Tem, tem sim. Mas não justifica as atitudes de ALGUNS representantes da raça. Somir escreveu um texto excelente sobre o assunto em uma das primeiras postagens do blog e outro há pouco tempo. Leiam, vale a pena. Acaba que com essa atitude os próprios negros provocam sua discriminação. Chegamos a um ponto onde é socialmente reprovável falar que “a coisa tá preta”.

O que dizer dos judeus? Esses também tem representantes na categoria dos Intocáveis. Ninguém aqui nega o horror do Holocausto, mas porra, não pode fazer uma piadinha chamando judeu de pão duro? Qual é! Eu ouço piadas sobre argentinos o tempo todo e jamais me importei com elas, muito pelo contrário, acho a maior graça. Não vejo porque o tabu de brincar com etnia. Aliás, tem texto sobre eles também, salvo engano, um Flertando com o Desastre meu.

E por falar em tabu geográfico, não entendo porque não podemos nos referir aos Nordestinos com qualificações de sua terra natal (Paraíba, Baiano e etc). É pejorativo? Todo mundo chuta carioca e paulista numa boa e ninguém sai em nossa defesa. Na hora de chamar um loiro ou um ruivo de “russinho” ou “alemão” ninguém se ofende. Percebem na cabeça DE QUEM está o preconceito?

Mas o grupo que mais me preocupa são as mulheres, porque pertenço a ele. Mulheres estão se tornando mais um grupo dos Intocáveis. É histeria legal colocando no papel que não pode falar mal de mulher ou leis tão repressivas que não se pode mais nem flertar no local de trabalho. Mulheres que usam o Estado como uma figura paterna e correm para ele em socorro cada vez que levam uma sacaneada masculina, chorando por indenização por danos morais (esquecendo quantas vezes já fizeram alguém sofrer). Se continuar assim, homens vão começar a nos tratar como intocáveis. A todas nós, não apenas às histéricas que de fato o são.

Recentemente venho sentindo um certo cheiro de “Intocáveis” com os torcedores do Vasco. Quando alguém faz alguma piada, sempre tem um que cutuca e sussurra “Não fala assim com o cara, ele é vascaíno” (BACALHAAAAAU CAIU PARA A SEGUNDONA! NÃO CANSO DE SACANEAAAR!). Isso me fez refletir e chegar a uma conclusão.

O que move essa aura de “intocabilidade” (eu sei que a palavra não existe, porra) é PENA. Pena pura. E aquela pena ruim, a pena da menos valia. “Coitada da pessoa, vamos deixar ela ter ALGUMA compensação da vida, afinal, ela é deficiente física”. Como se já não bastam aquelas vagas BACANAS nos melhores lugares do estacionamento shoping?. Viram? Eu não senti pena. Eu fiz uma piada com deficientes, porque acho eles tão dignos, fortes e capazes de lidar com piadas quanto eu, fisicamente normal (porém mentalmente perturbada, namorei o Somir! Alooooooooouuu!).

Temos pena de deficientes, crianças, idosos, doentes, negros, judeus, gordos e tantos outros grupos socialmente intocáveis. Temos pena porque somos socialmente obrigados, porque se quebrarmos com a ordem estabelecida ainda saímos como “os escrotos” do evento. Poucas pessoas seguram o rojão de sair como “o escroto” de um evento público e notório (Somir adora, mas não vem ao caso). Na verdade, seria muito mais digno para todos estes grupos se pudéssemos fazer piada com eles, como fazemos com o resto das pessoas. Aí sim poderíamos dizer que eles levam uma vida normal.

Deve ser um fardo pesado de carregar não poder ser objeto de piada, de humor. Deve ser terrível perceber que por mais que você faça coisas escrotas e socialmente reprováveis, sua aparência, situação ou etnia provoca tanta PENA que as pessoas preferem entubar o desaforo a te falar umas verdades. Talvez em um primeiro momento possa parecer até uma malandragem, um “me dei bem”, mas imagino que a longo prazo seja muito deprimente.

Fico muito feliz que as pessoas POSSAM me dizer, para o bem ou para o mal, que eu sou anã, que eu sou argentina filha da puta, que eu sou advogada filha da puta, que eu tenho uma cicatriz horrível na minha barriga ou qualquer outro defeito físico que queiram me imputar (até porque, geralmente quem abre a boca para falar é mulher, e mulher moooito mais feia! Hahaha), porque ao jogar essas coisas na minha cara, está mostrando que me acha forte o suficiente para não sofrer uma condenação social por fazê-lo. É o tipo de ofensa que quase que me agrada. Convenhamos, se o pior que tem para falar de mim são atributos físicos, eu devo ser uma pessoa muito da legal! Hahahaha

E nesse ponto eu tenho que bater palmas para os gays. Porque eles são minoria, são excluídos, são marginalizados e mesmo assim, não se vitimizam! Chama um gay de viado ou viadinho e periga ele rir da sua cara e ainda dizer “Sou mesmo, e você com isso? Sou muito feliz!”. Palmas para todos os gays, minha eterna admiração (eu tenho uma teoria que eu sou um traveco em um corpo de mulher, mas o Somir não gosta de ouvir muito sobre ela).

Para me dizer que eu sou uma preconceituosa filha da puta, para me fazer ofensas físicas infantilóides na linha dã, você tem tal parte do corpo feia, dããã e para contar experiências de como você peitou um Intocável e como foi execrado socialmente por isso: sally@desfavor.com

ela ela ela ê

Desde a época em que o Somir escreveu o texto falando da sua Teoria de Harém eu penso em escrever este texto sobre minha teoria do Under my Umbrella. Não o fiz imediatamente depois porque ia parecer revanchismo e raivinha. Não é. Faz tempo que repito o que vou escrever aqui, muito antes de saber da tal Teoria do Harém.

Minha teoria é similar à dele, só que com pequenas peculiaridades, já que é tratada do ponto de vista feminino. Toda mulher tem um grupo de homens debaixo do seu “guarda-chuva”. Homens com os quais já teve algo, homens com os quais pretende ter ou homens com os quais sabe que nunca vai ter porra nenhuma, mas lhe são úteis por alguma razão e por isso ela os mantém por perto e às vezes até nutre um sentimento de posse. É a “fila”, aquela que todo mundo diz que “anda” quando se termina um relacionamento ou quando o Zé Ruela da vez não te trata direitinho. E anda mesmo.

A mulher que disser que tem apenas seu parceiro debaixo do seu guarda-chuva está mentindo, exceto, é claro, se for a SUA mulher, Caro Leitor, porque ela é especial e te ama como ninguém e é a única do mundo a fazer isto. Trate ela bem, porque todas as outras farão parte da teoria Under my Umbrella.

Geralmente se mantém um contato com os homens que estão no esquema Under my Umbrella, mesmo que seja um contato esporádico. Uma conversa aqui, uma manutenção ali, e os rapazes ficam no banco de reservas. Não que alguém vá trair seu oficial com um desses, nada disso (se trair, negue, negue, negue. Ele acreditará). São pessoas que orbitam à sua volta e que um dia, quem sabe, poderão ser mais do que isso na sua vida. Tal qual ex-namorados, a ética manda não mexer com os Under my Umbrella de amigas. Pertence à dona do guarda-chuva, mantenha distância!

Quem costuma estar debaixo dos nossos guarda-chuvas? Varia. Pode ser aquele Ex Inesquecível, e, vamos esclarecer, quando falo em Ex Inesquecível não quero dizer que ainda gostemos deste Ex. Quer dizer que ele tem algo de especial que não conseguimos esquecer. Pode ser um Ex que tenha nos tratado muito bem, pode ser um Ex que era muito bom de cama ou até um Ex que fosse absurdamente lindo. Algo nele ficou. E fica também o sentimento de posse, fica um vínculo que nos faz pensar nele de tempos em tempos e considerar algum dia poder ter alguma coisa com ele, porque era uma relação que dava certo. “Mas Sally, se dava certo, porque acabou?”. Não sei, motivos de força maior, infantilidade de uma das partes que já foi superada, incompatibilidade circunstancial… vai saber! Esse Ex que está debaixo do seu guarda-chuva é sempre uma possibilidade. E nem precisa ser ex namorado, pode ser ex ficante ou algo do tipo.

Também pode ser aquela pessoa que você sempre teve vontade de ter alguma coisa, mas por um motivo ou por outro, nunca conseguiu concretizar o desejo. Pode ser por desencontros, distância ou qualquer outro fator externo. O fato é que você tem uma cisma com essa pessoa e não conseguiu fazer um test-drive. Essa pessoa é forte candidata para o Under my Umbrella. Está ali, você já pré-selecionou, já tem uma curiosidade a respeito, já tem um primeiro passo engatado. Só falta finalizar. Seu sonho de consumo fica no congelador e quando chegar o momento apropriado, você descongela, caso o momento seja bom para ele também.

Tem também aquele homem lindo, maravilhoso, cheiroso, gostoso, bom de cama, maaaas… que não serve para namorar. Não importa o motivo, ele não presta para namorar. Mas é uma pessoa agradável, divertida, com a qual você tem o maior prazer de passar um tempo. E ao contrário das mulheres, ele não se ofende em ocupar esse posto na sua vida, muito pelo contrário, ele fica feliz de ser seu lanchinho. Daí você deixa ele debaixo do seu guarda-chuva e quando precisar chama.

Pode ser aquele Palhaço Apaixonado. Toda mulher realiza o sonho do palhaço próprio. Um homem que sabe que a mulher nunca vai ficar com ele, geralmente um amiguinho, mas que mesmo assim insiste, corre atrás e paga paixão. Mesmo sabendo que nunca vamos ficar com nossos PAs, sempre acabamos mantendo eles debaixo de nossos guarda-chuvas, porque afinal, eles elogiam, suprem algumas carências e nos dão aquela força quando precisamos. É feio fazer isso, mas é tão humano… Além disso, eu realmente não sinto o menor remorso, porque estes homens se colocam sozinhos nesta situação. Não é que a gente vá até a casa deles de espartilho com uma rosa na boca piscando para os Palhaços, eles nos procuram, correm atrás e continuam correndo mesmo depois de tomar um “não”. Se ele quer… quem sou eu para impedi-lo de correr atrás de mim, não é mesmo? Venha, venha para Under my Umbrella. Guarda-chuva que se preze é como coração de mãe: sempre cabe mais um!

Qualquer homem que esteja próximo, mas que você não investe por impedimentos circunstanciais (você está comprometida, ele está comprometido, proibições profissionais etc) também pode ser encaixar na teoria do Under my Umbrella. Pode ser um vizinho, um colega de trabalho, um professor… enfim, uma pessoa que você encontra obrigatoriamente com freqüência e sabe mentalmente que é o seu número. Essa pessoa está debaixo do seu guarda-chuva, mesmo sem saber. E algumas vezes nós só descobrimos que a pessoa estava debaixo do guarda-chuva quando passa outra e leva, e tudo que nos resta é uma leve dor de cotovelo.

Qualquer homem pode estar debaixo do seu guarda-chuva, quem decide os critérios é a dona do guarda-chuva. E ninguém nunca vai saber quais são os homens que estão debaixo do guarda-chuva, porque isso não é coisa que se conte, é coisa que se negue (talvez para as melhores amigas, quem sabe).

Os rapazes que estão no Under my Umbrella não tem nada a perder. Ninguém paralisa a vida por estar debaixo do guarda-chuva de ninguém, aliás, muitas vezes eles nem sabem que estão! Evidente que eles continuarão a sair, conhecer gente e até namorar ou casar. Mas, em algum nível, continuam sendo nossos. Estão lá, na lista de pré-aprovados e, se o destino conspirar, a coisa pode se concretizar.

Não admita jamais que existem homens Under my Umbrella. Se o seu namorado ler esse texto diga que eu sou uma piranha sem senso de fidelidade e que desconheço amor verdadeiro. Diga mais: diga que quando você ama de verdade só tem olhos para o seu amor e nem sequer pensa no término da relação, que ficar com alguém pensando no próximo é estar com um pé dentro e um pé fora e que eu só me porto assim porque sou emocionalmente deficiente e tenho medo de me envolver. Meta o pau em mim sem dó nem piedade, o quanto for necessário, para mostrar como você reprova esta teoria nojenta.

Mas, cá entre nós, não é porque estamos comprometidas com alguém que devemos deixar de olhar para os lados. Eu disse OLHAR, e não chupar os lados. O fato de existir uma lista mental de Under my Umbrella não ofende nem prejudica ninguém. O pensamento é livre.

Também não acho errado manter contato com os escolhidos para habitar debaixo do seu guarda-chuva. Não precisa flertar ou se insinuar, basta manter contato de uma forma respeitosa. Pode fazer como eu já fiz tantas vezes e jogar limpo: “Agora não posso, por isso, isso e aquilo, mas acho você uma pessoa interessante e, se um dia a situação mudar, vou aceitar seu convite”. Pronto. Colocou limites, deu uma negativa, mas também deixou claro que em um futuro pode ter jogo.

“Mas Sally, que homem aceita estar nessas condições”. Muitos, Cara Leitora, muitos. Homem adora aquilo que não pode ter. A conquista, a espera e o desafio. Coloque um Cueca debaixo do seu guarda-chuva e observe. Eles praticamente se estapeiam quando a fila começa a andar para garantirem o primeiro lugar.

Faz bem lembrar que existem outros homens interessantes no mundo que não aquele que está conosco. Essa coisa monotemática de “só vivo para você, só tenho olhos para você” empobrece. Daí, quando o “você” vai embora, a mulherada fica arriada, sem pai nem mãe, sem chão, perdidinha na vida. Não precisa usar um para tampar o buraco do outro, de jeito nenhum, mas é bom ter em mente que seu atual Zé Ruela não é a única pessoa no mundo que pode te fazer feliz.

Eu tenho que confessar uma coisa a vocês: quando um dos que estão Under my Umbrella se vão (por qualquer forma de indisponibilidade) eu fico triste. Triste, apenas triste. Sem drama. Triste em um nível mentalmente saudável. Não tem gente que pega e não se apega? Pois é, eu não pego mas me apego! Hahaha (loser). É um projeto que se vai.

Outro dia, em uma mesa de restaurante (porque agora eu sou chique, não vou mais a mesa de bar *desdém) estava discutindo com amigas minhas quantos homens havia debaixo dos guarda-chuvas de cada uma. Pegamos guardanapos (de papel, que eu não sou maluca de escrever nome de macho em guardanapo de pano) e começamos a anotar os nomes. A campeã tem nada menos do que 17 homens debaixo do guarda-chuva dela. Quem quiser me conte nos comentários quantos tem debaixo do seu.

Esse um dos lados bons de ser mulher. Sempre tem um imbecilóide querendo a gente. Não que a gente vá ficar com qualquer imbecilóide que nos queira, mas porra, como é bom ter sempre alguém nos paparicando! Talvez os homens não entendam qual é o benefício de ter alguém por perto com quem não se pretende efetivamente fazer sexo, mas com certeza as mulheres sabem que eles podem ter sua utilidade.

O homem debaixo que está na condição Under my Umbrella não pode te cobrar nada, afinal, ele não mantém nenhum vínculo oficial com você, e ao mesmo tempo, tem que dar o máximo de si para você, porque ele luta por um lugar ao sol. É ou não é confortável para a gente?

Harém é o caralho. Harém só existe na cabeça dos Cuecas, onde eles ACHAM que as mulheres são deles. São nada! Já o Under my Umbrella existe de fato: quem nunca viu um cueca correndo atrás de alguém insistentemente, sempre pronto para atender quando ela chama, sempre presente, sempre atencioso, porém nunca comendo? (sim, grossa com muito orgulho, algum problema?)

E por último, você, Amigo Cueca, que está sentindo que está debaixo do guarda-chuva de alguém, quer reverter esta situação e deseja conselhos sobre como deixar esta mulher louca por você, escute com atenção: FODA-SE VOCÊ, porque eu não estou aqui para dar conselho a homem.

Para me dizer que eu voltei a ser a feminista histérica que era no ano passado, para me dizer que acha que a Rihanna deveria cobrar direitos autorais por esta teoria e para dizer que este texto não passa de raivinha de mulézinha do texto sobre a Teoria do Harém: sally@desfavor.com

COBERTURA EXCLUSIVA!

Trecho: “O ex-cantor do Grupo Polegar Rafael Pilha foi levado, na tarde desta segunda-feira (26), para o 27º Distrito Policial, em Campo Belo, na Zona Sul de São Paulo, e acabou liberado logo depois. De acordo com a polícia, ele esteve na delegacia para “averiguação”.

Segundo o cabo Ismael, da Polícia Militar, que atendeu a ocorrência, Pilha e outras três pessoas estavam parados na Avenida Jornalista Roberto Marinho, perto da Rua Barão de Jaceguai, e “pareciam desorientados”.”

Ei, olha a injustiça aí! Qualquer um que enfie uma porra de um caco de vidro no pescoço tende a ficar desorientado por um bom tempo! Perseguição. Apesar disso, temos o alento de saber que Pilha (os jornais escrevem seu nome errado, vez após vez…) é mesmo o Jason. Da ambulância para o camburão em um mísero final de semana não é para qualquer um.

Pelo menos dessa vez ele não tirou sarro dos policiais dizendo que estava armado… Pilha é um homem do povo, uma celebridade eterna. Pilha jamais aceitaria a condição de ficar longe dos seus fãs por tanto tempo. (Estranhamente a turma dele também parecia desorientada…)

Provando mais uma vez que é a verdadeira vítima de tudo o que acontece em sua vida, Pilha não estava portando nenhuma substância ilegal (Limpo desde 2000! Que ele se lembre…) e foi prontamente liberado pelos policiais montados em elefantes cor-de-rosa e pode voltar para trás do arco-íris, onde continuou conversando com seu amigo Leprechaum.

Pilha, desfavor honorário.
Nós não te abandonaremos!

SOMIR, SEU TRASTE! ISSO É PLANTÃO PILHA QUE SE APRESENTE?
Com licença, Sally is in the house…

Monossilábico do caralho… eu peço para ele fazer um Plantão Pilha e me deparo com essa pobreza! Lá vai a Tia Sally mais uma vez se escaralhar madrugada adentro e dormir mais uma vez quatro horas por noite.

Para começo de conversa, Pilha simplesmente sumiu da clínica. Simples assim. Levantou e foi embora. Muito boa essa clínica. Alguns dizem que foi para usar drogas (calúnia…) outros para ver o filho. Só sei que mal chegou, já saiu saindo, assim, como quem limpa a bunda.
A imprensa noticia que ele foi detido após uma denúncia de que estaria usando drogas com mais algumas pessoas num buraco quente desses da vida. Nada foi encontrado com o Pilha (ao menos não do lado de fora do seu corpo). Cadê que alguém fez um exame toxicológico nele? Fizeram nada… Se o Pilha estiver usando drogas, o Brasil quer saber! Cadê aquele exame toxicológico milagroso que fizeram quando ele tentou se matar, aquele que em 24hs diz se tem qualquer droga no organismo? Desfavor quer a verdade, justamente para proteger o Pilha.
Depois teve entrevista com Dona Sylvia no Superpor. Tinham que mudar o nome do programa para SuperPilha. Lucianta toda boa samaritana, dizendo o tempo todo como estava preocupada com o Pilha e como gostava dele, enquanto promovia aquele circo bizarro devassando sua intimidade. Com uma amiga assim, não me admira que o Pilha se drogue. Eu mesma cheiraria até fralda de bebê se estivesse cercada desse tipo de pessoa.
Outra coisa: durante a entrevista ficaram passando umas fotinhas do Pilha ao fundo da reportagem. Claro que a produção abutre escolheu logo as piores! Pilha mucho loco depois de furtar um real, Pilha com sorriso maroto entrando na delegacia com a camisa do DENARC, Pilha como o dedo na cara dos repórteres com cara de “Me respeita”, enfim, sempre o Pilha descabelado e com cara de doido. Porque? Porque vende.
Dona Sylvia, com toda sua humildade, se recusou a mostrar o rosto. Ela, ao contrário da Vampira da ex-esposa do Pilha, não quer se promover às custas do filho, não quer posar para a Playboy. Ela, que criou este exemplo de cidadão equilibrado e bem sucedido, que é o Pilha, que teria motivos para se orgulhar de mostrar o rosto, decidiu não fazê-lo. HU-MIL-DE.
Por um segundo cheguei a pensar se Dona Sylvia escondia a cara porque o Pilha teria enfiado a porrada na própria mãe em um de seus surtos. Imaginei Dona Sylvia com a cara do Corcunda de Notre Dame, só que de batom. Depois esses pensamentos maldosos saíram da minha cabeça, quando vi um dos primeiros comerciais do Pilha, que reacendeu todo o amor que havia em mim.
Enquanto Dona Sylvia explicava que não queria mostrar o rosto para preservar sua intimidade (um pouco antes de contar detalhes sórdidos de uma briga com a Nora no Natal), passaram vídeos de comerciais antigos do Pilha. Lembrei com nostalgia daquele comercial da Bic (ainda que indiretamente, ele continuou promovendo a Bic depois de drogado, quando optou por esta marca na hora de engolir uma caneta… isso que é fidelidade ao produto!). No comercial Pilha beija uma caneta Bic e a joga para uma bruaquinha loira sentada ao seu lado (Pilha, venha para o Mundo das Morenas, Meu Amor!). Quantas e quantas vezes eu sonhei em ser a bruaquinha loira e do Pilha beijar uma caneta e jogar para mim! Para ser sincera, nem precisa ser beijada. Servia até a caneta que ele comeu e cagou. Tudo que vem do Pilha me fascina.
Lucianta, se dizendo muito chocada com tudo e alegando tratar do assunto da forma mais cuidados possível, estampa no telão de fundo a foto do Pilha indo passear de ambulância, a mesma que estampou nosso último Plantão Pilha. Com a diferença que nós não sujeitamos Dona Sylvia a ver essa foto. Muito sensível o programa, hein?
Dona Sylvia nos informou que ontem o Pilha estava “um pouco agitado”. Sabe como é coração de mãe… Se a Santa Dona Sylvia disse que ele estava “um pouco agitado”, é provável que o Pilha estivesse mais ou menos como uma cruza do Taz com o Goiaba quando alguém tenta dar banho. Fiquei preocupada. Ninguém medicou ele nessa clínica não?
Quando entrevistaram Dr. Laxante (que mais parece o Garibaldo da Vila Sésamo) ele caiu em diversas contradições. Disse que o Pilha, sem tomar nada, vive em constantes alucinações, é surtado por si só, de tanta droga que já usou. Não creio. Todas as vezes em que vi o Pilha falar, ele me pareceu bastante lúcido. Sem contar que ele quase se elegeu para um cargo político em São Paulo. O povo paulista nunca votaria em uma pessoa mentalmente desequilibrada, né genteeeem?
Pilha, nos raros momentos em que apareceu, em flashes de entrevistas anteriores, ainda ostenta a arrogância de sempre. Um macho alfa, um sedutor. Ele nunca me desaponta.
E quando um produtor mais velho disse que o Pilha viajava com a banda Polegar e nunca queria dormir no quarto com seus coleguinhas, sempre ia dormir no quarto com ele? Michael! Eles não ligam pra gente! Será que o produtor abusava sexualmente do Pilha? Enfim, essa corja toda da Promoart estava presente, fazendo de conta que se preocupa com o Pilha, só para ficar bem na fita. Onde estavam eles quando a Santa Dona Sylvia confiou seu filho único? Foi nas mãos DELES que o Pilha começou a usar drogas! Não vigiavam esse menino não? Uma criança de 12, 13 anos, como podem ter sido tão negligentes? Devolveram o Pilha drogado para a mãe e agora se apresentam querendo ser solidários?
Mas o melhor ainda estava por vir. A babá (ou ex babá) do filho do Pilha contando diretamente das internas o barraco que era aquela casa. Vejam vocês que o carisma e a compaixão que Dona Sylvia desperta é tanto que as pessoas abdicam de seu futuro profissional para defendê-la: a babá assumiu que a Bruxa da ex-esposa do Pilha não queria que Dona Sylvia leve o neto, por isso ela, a babá, levava o neto escondido para Dona Sylvia! Você contrataria essa babá que disse isso mostrando os cornos? Nem eu. Mas a parabenizo pela coragem de defender minha Santa Sogrinha!
Aliás, que fique claro, quem Fabiana Bruaca pensa que é? Como assim Dona Sylvia só poderia ver os netos se fosse até a casa deles? Tá pensando que ta falando com quem? Esta mulher, esta santa mulher, criou ninguém menos que Rafael Pilha. Ela tem o direito de levar os netos para onde quiser, quando quiser e só devolver se quiser! Imagina Dona Sylvia ter que se sujeitar a ficar indo na casa dos outros? Onde já se viu isso, a mulher que criou o maior astro do rock do Brasil! Muito justo o pedido de Dona Sylvia. Fabiana que leve os netos até ela!
E segundo o relato de Dona Sylvia, a Vaca teria chamado o Pilha de drogado na audiência de separação! Isso é jeito de falar do pai dos seus filhos? Tá certo que o Pilha cheira uma cola aqui, come um cocô ali, mas porra, não precisa avacalhar com ele na frente do juiz!
O mais legal é que para tudo que contava, Dona Sylvia dizia pelo menos dez vezes que tinha documentos para provar. Ela tem documentos para provar tudo! Tava vendo a hora em que ela ia dizer que tinha documentos para provar as hemorróidas do Oscar, que seu filho fez questão de berrar pouco tempo atrás, no mesmo programa. Mulher precavida essa minha Sogra.
Dona Sylvia disse que a ex-mulher do Pilha o proibia de fazer as coisas, que o Pilha era dominado pela esposa. Vejam como Fabiana é malvada: tinha total domínio do Pilha e não o proibiu de usar drogas! MÁ! MUITO MÁ! Dona Sylvia não sabe de nada, a única que tem domínio sobre o Pilha é a Lindamar…
Para piorar, Lucianta ficava reprisando os vídeos da ex do Pilha falando com aquela voz de traveco e com aqueles olhos de gazela faminta. Um nojo a cara de coitada daquela mulher!
E quando o assunto era jurídico, eu apertava a tecla mute do meu controle remoto, porque não posso, minha gente, NÃO POSSO, eu sou um ser humano e tenho limites. Quando Lucianta afirmou que um pedido de antecipação de tutela correspondia à guarda de uma criança meu estômago colou no cérebro e meu coração caiu no pé. E dá-lhe advogada Miss Piggy comentando novamente com aquele sotaque de paulistano da capital nasalado… aff – não posso. Todo paulista nasce e vive com o nariz entupido? É isso? Ministério da Saúde, distribua Sorine e Afrin para eles!
No final das contas, parece que a Fabruaca proibia não só a avó de ver o neto, como também TODA A FAMÍLIA do Pilha. Como ousa segregar pessoas com este DNA predestinado? Todos parentes diretos Dele, nosso novo Jesus Cristo, que atravessa uma via crucis moderna, onde todos lhe jogam pedras, menos nós do Desfavor.
E o que foi Dr. Laxante Garibaldo fazendo pouco do suicídio do Pilha? “O corte nem foi tão grande assim”. Queria ver se fosse o mesmo corte NO PAU desse filho da puta se não seria considerado grande! Também, aposto que ele tem pau pequeno, tipo um segundo umbigo. Deve ser tão pequeno, mas tão pequeno, que se passar açúcar parece uma jujuba vermelha. O que a família está esperando para trocar de médico? Segundo o laudo, Pilha levou entre 10 e 15 pontos. NAOOOONDE que isso é um corte pequeno? Até cirurgia ele fez!
No fim das contas, parece que Dr. Laxante Garibaldo PP levou o Pilha para outra clínica. Não sei se faz diferença, já que, aparentemente, os pacientes deles podem sair andando a hora que quiserem de onde estão internados.
Mas o amor de Dona Sylvia pelo netinho me comoveu. A Fabruaca queria que Dona Sylvia fosse até a casa do casal para visitar o neto, mas Dona Sylvia não se rendeu! Sufocou a babá, a seguiu, até conseguir encontros furtivos com o neto! Vejam bem, Pilha ainda era casado com Fabruaca, quão mais fácil seria para Dona Sylvia ir até a casa do filho e da Nora? Mas não, Dona Sylvia é uma mulher de fibra, ela seguia a babá até conseguir um momento Kodak com o neto!
Foi quando veio o momento comovente da entrevista. Se o convívio com o Somir não tivesse me deixado morta por dentro, eu teria chorado. Dona Sylvia admitiu que o Pilha teve uma recaída por drogas no ano passado, mais precisamente em setembro e teve que ser novamente internado. Fabruaca não visitava ele. Pior, quando ele foi preso por aquele mal entendido de seqüestrar os outros na sua Hilux com a camisa do DENARC, Fabruaca não visitou ele no presídio! Aparentemente para Fabruaca casamento é feito só de bons momentos. QUE QUE TEM SEU MARIDO SER PRESO COM SORRISO MAROTO E CAMISA DO DENARC? Normal. NORMAL. Acontece todos os dias com milhões de brasileiros. Fabruaca não sabe perdoar. Não sabe batalhar por uma relação. Morasse eu no mesmo estado que o Somir, ele podia ser preso até vestido de Joaninha e entrar na delegacia cantando o hino do Vasco que eu ia continuar com ele! (e olha que Vasco é droga pesada).
Mais: quando Pilha teve a recaída, em vez de Fabruca se fortalecer e tomar a frente da situação, vendeu a maravilhosa Clínica Ressurreição do casal! Um sonho do Pilha, ainda que interditado pela vigilância sanitária. Tinha nada que vender, só por causa de uns ratinhos aqui, uns javalis ali… Ela era sócia! Ela tinha que tocar o negócio da família!
Dona Sylvia, sempre muito discreta e fina, escondendo o rosto, contou que nem banho de sol a mulherzinha dava no filho, porque não queria sair no sol, para não estragar a pele. MEIO TARDE, NÉ FABIANA? Aliás, avisa pra ela que passar pancake na cara é coisa dos anos 80 e hoje em dia é feio aparecer com a cara branca e pescoço e corpo terracota. Prejudicando o filho do nosso Rei, por causa de uma vaidade fútil! Quero ver se esse menino fica com escorbuto, raquitismo ou alguma coisa assim…
Dona Sylvia, muito discreta e respeitando a intimidade do filho, contou que Fabruaca teria dado drogas ao Pilha (deu cem reais na mão dele, praticamente a mesma coisa, vai…) e quando ele ficou doidão, fez ele assinar uma procuração para vender uma casa que seria do casal. E embolsou o din din todo sozinha! Gastou com os filhos? Nããão, ela foi para a Europa. Foda-se que o Pilha tava na merda, em plena recaída de drogas. Foda-se que era natal e as crianças já estavam sem pai. Ficou mais de dois meses por lá.
Quando chegou fevereiro e a Bruca ainda estava saracoteando na Europa (Dona Sylvia diz que tem documento para provar), minha Sogrinha, pessoa sensata que é, decidiu pediu a guarda dos filhos da mocréia terracota. Ela só queria matricular o neto em uma escola, já que a mãe omissa ainda não o havia feito. Vejam vocês, que intenção nobre!
E ainda segundo minha querida sogrinha, sempre muito discreta, em novembro, quando o Pilha estava no auge de sua recaída, Fabruaca já estava de namorado novo, mesmo sem ter se separado oficialmente dele. Inclusive levava o namorado novo para sua casa! Como ousa preterir um Deus do Rock, a personalidade mais carismática que já viveu, Rafael Pilha?
Em função das inúmeras injustiças cometidas contra sua pessoa, minha Santa Sogrinha acabou tendo uma depressão. Parece que a ex-esposa do Pilha é uma pessoa bem baixo nível: grita, ameaça, xinga… Gente, o que que tem Papai drogadão levar os pimpolhos para dar um passeio? Fresca! Precisa gritar? Depois da tal briga no natal tudo piorou. Parece que a escrota da ex-mulher do Pilha teria chamado Dona Sylvia de “Biscate de 50”. Desfavor não sabe o que é “Biscate de 50”, mas daqui para frente passaremos a ofender as pessoas assim também. Ler Desfavor enriquece, viu? Ampliamos seu vocabulário hoje.
Lá pelas tantas, desistiram de colocar fotos dos piores momentos do Pilha (muito louco e descabelado) e começaram a colocar pequenos vídeos dele ao fundo. Alguns até fofos, dele cantando no Polegar e tal. Mas teve um que me incomodou profundamente. Achei desrespeitoso. Era o Pilha com uma jaqueta de couro fazendo “auto-exame de odor”. Sabe quando uma pessoa levanta o braço e cheira disfarçadamente a própria axila? Pois é, é um momento íntimo, só dele. Porque essa maldade? Queria só ver se quando a Lady Di morreu tivessem colocado um vídeo dela tirando a calcinha do cu no fundo da reportagem! DES-RES-PEI-TO. Só digo isso.
E Lucianta, se dizendo muito tocada, dizendo gostar muito do Pilha, fazendo um momento Kodak, quase chorando, até que do nada vira e começa a fazer propaganda de toque de celular, toda saltitante. Francamente, é o fim do mundo. Eu estou muito convicta que Nosso Senhor voltou, e voltou na forma do Pilha. Muitos o trairão, muitos lhe jogarão pedras, mas nós do Desfavor estamos com ele até o fim. E seremos recompensados por isso. Quando a gente ganhar uma suíte presidencial no céu, uma cobertura ultra-luxo, vamos ficar cuspindo lá de cima em todos os bastardos que tripudiaram da desgraça do Pilha. Amanhã mesmo pego minha Bíblia (ok, eu não tenho uma, mas vou comprar, táááá?) e corto fora a cara de Jesus e colo a cara do Pilha no lugar (tem fotinha do Hômi na Bilblia? espero que tenha… Nemli)
E sim, deu um milhão de páginas. Observem eu não me importar…
E amanhã tem postagem normal (minha)
Para me comer no esporro por comparar Pilha com Jesus, para dizer que se o Desfavor for parar sua programação normal cada vez que o Pilha fizer merda nunca mais postamos nada e para dizer que aderiria a uma Igreja que cultue o Pilha: sally@desfavor.com

lol

Pessoas maltratam pessoas. Pessoas maltratam animais. Com variados graus de justificabilidade e principalmente, variados graus de crueldade. Um ser humano razoavelmente normal é capaz de empatizar com a dor alheia.

Dor oriunda de outro ser humano ou mesmo de um animal irracional. Porém, Somir e Sally discordam sobre o tipo de empatia que mais os afetam, e por isso querem saber quem tem mais apoio dentre os leitores.

Tema de hoje: O que te incomoda mais, tortura contra pessoas ou animais?

O tema de hoje me é especialmente divertido pois minha CARA fica especialmente raivosa quando menciono isso. Imagino que vá ser mais um daqueles festivais de “ad-hominens” que ela usa nestas colunas de segunda-feira. (Argumento que é bom…)

Pois bem, hoje estou aqui para defender um ponto de vista pessoal, mesmo sabendo que gente que eu não suporto (defensores dos direitos dos animais) pode acabar concordando comigo. Vou tentar eliminar esse problema agora mesmo:

Eu acho tortura inútil contra animais indefesos mais ofensiva do que tortura contra seres humanos. Tortura INÚTIL, importante salientar. Nesses tempos de eco-chatos para o todos os lados, chama-se de tortura coisas úteis e necessárias, como o abate de animais para o consumo de sua carne, por exemplo. (Se a humanidade fosse vegetariana, ainda estaria nas cavernas…)

Tirando isso do caminho, podemos partir para a idéia de relações de afeto com animais irracionais e politicamente correto “em público”.

É fato que criamos laços poderosos com seres que não são da nossa espécie. Se não fosse verdade, os cachorros e os gatos não estariam domesticados a essa altura do campeonato… Laços que muitas vezes são incrivelmente mais poderosos do que os formados entre duas pessoas. Não se diz que quem quer fidelidade mesmo deveria comprar um cachorro?

Acho uma chatice politicamente correta tentar colocar o rótulo de psicopata em quem EVENTUALMENTE coloca um animal irracional num “patamar empático” mais alto que um outro ser humano. Generalizações são comportamentos primitivos, decorrentes de falta de conhecimento sobre os indivíduos envolvidos na situação. Se isso parece muito complexo, exemplifico de forma simples: Imagine que um ladrão invada sua casa e depare-se com seu cachorro. Para quem você torce? Para pessoas como a Sally, você é um monstro se não torcer para o bandido matar seu cachorro. (Logo ela, escrava assumida de bicho… Vai entender…)

Se você não quer fazer pose de politicamente correto “em público” (vide texto da Sally), sabe que em várias situações nossa empatia por seres da nossa própria espécie não é lá muito forte. Por mais que você queira ser uma boa pessoa, consegue imaginar situações onde não sentiria pena de ver um outro ser humano sofrendo. Eu sei que é apelar, mas pense comigo… O que te deixaria mais ofendido: Um pedófilo que estuprou seu filho sendo torturado ou um filhote de cachorro (imagine a raça que você mais gosta) sendo torturado?

Entendam que essa eventual falta de empatia por outros seres humanos é uma coisa natural. Somos seres racionais, temos a habilidade de analisar caso a caso e definir o que realmente nos ofende.

Eu, por exemplo, odeio covardia e injustiça. E a não ser que você tenha algum problema sério, deve odiar também. Eu tenho asco de quem tortura um ser humano e de quem tortura um animal. De QUEM tortura. E isso também é muito importante aqui.

Uma pessoa que tortura um animal indefeso (apenas pelo prazer da tortura) está causando dor e sofrimento para um ser IRRACIONAL. Não existe cachorro “malvado” ou gato “vingativo”, essas são características de personalidade que criamos para esses seres. É covardia pura e invariavelmente injustificável. A indignação é com o ser humano escroto que faz isso. É vergonhoso fazer parte da mesma espécie que uma pessoa dessas. ISSO SIM é desvio sério de mentalidade. (A pessoa já tem que ser maluca para ser desestabilizada emocionalmente por um animal irracional…)

Agora, uma pessoa torturando outra torna as coisas mais relativas. Eu sou da opinião que uma pessoa tem o sagrado direito de QUERER fazer mal para outra. Deve-se evitar justiça com as próprias mãos, mas não é lógico ou prático exigir que as pessoas aceitem qualquer merda das outras só por terem praticamente o mesmo código genético. O verdadeiro problema é que na realidade uma pessoa normal consegue empatizar com o torturador e o torturado dependendo do caso. Não é certo, não é evoluído… Mas é parte de ser humano.

Outra questão, e essa talvez a mais “romântica” da história, é a idéia de injustiça. Um animal irracional, ou mesmo sua espécie como um todo, não tem o que é necessário para se vingar ou buscar justiça. Existe uma certa esperança (muitas vezes inocente, admito) de que uma pessoa torturada, possa se vingar do torturador ou conseguir justiça. Seja por esforços da própria ou por esforços de pessoas próximas. Há uma expectativa de que aquela covardia não vá passar impune. Uma luz no fim do túnel.

Tortura inútil contra animais é a escrotice humana na sua forma mais pura. E quem ainda tem alguma esperança de evolução e justiça nesse mundo também tem horror de gente que faz isso. Não é empatia egoísta de não querer sofrer o mesmo (é mais fácil se identificar com outra pessoa, não?), é preocupação sincera com a existência de algo repulsivo como tortura.

E não venham com a bobagem que por achar uma tortura mais ofensiva do que a outra eu sou favorável ao comportamento. O mundo não é preto ou branco como algumas pessoas exageradas (Oi Sally!) acham.

Ah sim, se você é daquele tipo retardado que gosta de dizer que “às vezes acha que os humanos não são os animais racionais”, por favor discorde de mim. Tenho vergonha de ser da sua espécie também.

Para provar seu analfabetismo funcional: somir@desfavor.com


Quase surtei quando a Madame me propôs este assunto. O que te indigna mais, tortura contra animais ou contra outros seres humanos?

Puta que me pariu! Não que eu ache graça em animais sendo torturados, é horrível, mas não tem comparação com seres humanos.

Talvez muitas pessoas aqui comentem do quão horrível é a tortura praticada contra animais, porque todo mundo já viu um vídeo ou uma cena dessas em algum lugar. Tem sempre um Petachato mandando um e-mail de uma foca tomando porrada na moleira ou de um ganso com um funil goela abaixo. É terrível, é chocante, mas nem se compara com a tortura de outro ser humano.

Infelizmente, já presenciei por mais de uma vez pessoas sendo torturadas; Em parte, meu atual trabalho é evitar que isso aconteça. Talvez quem nunca viu uma cena degradante contra outro ser humano, ao vivo e a cores, não possa mensurar o quanto ela choca e comove.

Não sou só eu que digo. A ciência também explica (vou poupá-los dos detalhes porque só tenho DUAS míseras páginas) que temos uma trava natural que nos faz preservar outros da mesma espécie. Soldados que vão a guerras fazem treinamentos de choque para perder essa “trava”, porque na hora de atirar e matar outro ser humano, em tese, algo nos freia.

Sempre tem quem alegue que animais são puros, ingênuos e indefesos, por isso a covardia seria maior ao se torturar um animal. Também tem os que aleguem que o ser humano é uma merda e, em última instância, quase todos os que são torturados fizeram por merecer de alguma forma. Quem vive no Rio de Janeiro sabe que aqui existe a tortura por diversão. Não custa nada para um marginal que está te assaltando te torturar também, mesmo que você não tenha feito nada.

VER outro ser humano ser torturado na sua frente é uma experiência muito mais forte do que um animal.

E quando falamos em “animal”, pensemos em ANIMAL, não naquele seu bichinho de estimação. Seu mascote é um membro da família, não faz parte da categoria “animais em sentido amplo”. Pense em um animal qualquer. Pense em um ser humano qualquer (não em um assassino, em um estuprador etc). Vamos ser justos e adotar imparcialidade na tese.

Colocando-se lado a lado um animal qualquer e um ser humano qualquer, sem nenhuma presunção a respeito de nenhum dos dois, eu me choco muito mais ao ver um semelhante sendo torturado. E, Madame que me desculpe, acho que ISSO É NORMAL. É um dos nossos sofrendo, é meio que inevitável se colocar em seu lugar.

Uma coisa é pensar em abstrato na tortura de outro ser humano, outra muito diferente é ver acontecendo na sua frente. Madame tira onda que se afeta mais com bicho do que com gente, mas quando vê EM UM FILME um semelhante levando uma porrada no saco, se encolhe todo. É o caralho que ao vivo e a cores ele não ficaria mil vezes mais chocado e indignado com a tortura de outro ser humano!

Por mais que se diga que um animal é uma criatura indefesa, vamos combinar que um ser humano que está sendo torturado também está bem indefeso. Se não estivesse subjugado não se deixaria torturar. Pessoas torturadas são imobilizadas, amordaçadas e impedidas de reagir, o que as reduz à mesma condição indefesa de um filhote de foca ou de cachorro.

Aliás, não é por nada não, mas eu acho esse argumento de ter mais peninha de bichinho coisa de mulezinha, Madame! Aposto que vai ter um monte de menina gritando “Tadeeeenho do bichiiiinho!” nos comentários. Se tortura de animal perturbasse tanto o Somir, ele não comia patê de fígado de ganso nem usava sapato de couro. Eu jamais compraria nada que decorra da tortura de seres humanos! Porém, cedo aos produtos oriundos de tortura de animais.

Está ou deveria estar no nosso DNA, no nosso instinto, uma identificação maior com outro da mesma raça. É da natureza, é sendo de preservação da espécie. Isso não impede que achemos tortura contra animais uma coisa nefasta, horrenda e altamente condenável. Se chocar com uma não excluí a possibilidade de se chocar com a outra também.

Deixo aqui uma pergunta para reflexão de todos vocês: se você tivesse que torturar um animal desconhecido, QUE NUNCA FEZ MAL A NINGUÉM, ou torturar um ser humano, desconhecido, QUE NUNCA FEZ MAL A NINGUÉM, qual você escolheria? Qual te deixaria com a consciência mais pesada? Em qual o dano seria maior?

Gente é gente. Bicho é bicho. Por mais que amemos os bichos, essa coisa de gostar mais de bicho do que de gente é sintoma de problemas sociais sérios e de histeria, tipicamente feminina. Não quero que você compare seu poodle com um assassino, quero que compare, em abstrato, um animal inocente e desconhecido, com um ser humano inocente e desconhecido. E para mim, quem prefere ver um ser humano torturado é doente.

Para me dizer que nunca mais volta nesta merda de blog porque eu acabei de te chamar de doente, para dizer que eu sou o macho da relação e Somir é a mulezinha que defende os bichinhos e para dizer que se eu já não tivesse um histórico de espancar ativistas pelos direitos dos animais, tentaria me dar porrada por esta postagem: sally@desfavor.com

Sensacionalista, aaaa geeeente?

Depois de quatro dias internado, nosso herói deixou o Hospital São Luiz. Não sei se ele já sabe que deixou o hospital, porque saiu em uma maca, todo coberto, aparentemente dormindo. A foto chega a dar medo, parece até que ele está morto.

As informações oficiais dizem que ele será internado em uma clínica chamada “New Life” e o psiquiatra dele, que não deu jeito no Pilha até hoje, informou que ele será medicado com antidepressivos e estabilizadores de humor.

O mais engraçado é este psiquiatra atribuindo a culpa de tudo que aconteceu ao próprio Pilha! Covarde do caralho: “O Rafael resiste bastante à medicação. Ele só teve essa crise porque suspendeu os remédios”. Vamos combinar que tudo que o Pilha puder ingerir em matéria de química, ele mete pra dentro. Dizer que ele resiste aos medicamentos soa um tanto quanto estranho.

E vamos combinar mais: um paciente nesse estado é responsabilidade de seu médico. Se o paciente não está apto para se tratar, cabe ao médico determinar a internação do paciente e fazer um acompanhamento cuidadoso, de perto. Não adianta agora ele entrar na ambulância do lado do Pilha, como se fosse seu amigo de infância. Onde ele estava quando o Pilha supostamente parou com os remédios? O Pilha não faz um acompanhamento ambulatorial? Não faz terapia? Encher o rapaz de remédio não adianta nada! Ele deu vários avisos. Saiu em tudo quanto é jornal que em 2008 ele já teria colocado uma arma na boca na intenção de se matar! Quem é o terapeuta que cuida do Pilha?

Ainda segundo Dr. Laxante, Pilha teria transtorno bipolar. No entendimento dele, pessoas com transtorno bipolar tem delírios. Eu nunca escutei nada parecido em toda minha vida, mas vou ficar quieta, porque afinal, não sou médica. O psiquiatra também teria dito que o Pilha tem Psicose Maníaco Depressiva. Fica mais fácil listar o que o Pilha NÃO TEM.

A clínica para onde Pilha está sendo levado é uma clínica destinada a aqueles pacientes que resistem ao tratamento. Não é para internação voluntária. Aparentemente, Pilha é amigo do dono e prestava serviços voluntários nesta clínica, apesar de algumas almas azedas dizerem que não prestava serviços e sim estava internado porque teria voltado a usar drogas, eu acredito na versão da Dona Sylvia.

Sua função do Pilha em seus serviços voluntários era “receber” os novos internados. Faz muito sentido. A pessoa está indo para uma clínica à força, não quer estar lá, e logo quando chega dá de cara com a imagem serena e centrada do Rafael Pilha. Em uma conversa civilizada, Pilha convence o novo interno a aceitar sua internação e se portar dentro das normas da clínica, tudo, é claro, de uma forma muito afetuosa e humana. Um privilégio. O proprietário da clínica, Marcelo Miceli, deve ser um homem de muito bom senso.

Como se a merda já não tivesse fedido o suficiente, o pai da Bruaca da ex-mulher do Pilha deu declarações extremamente infelizes a um jornal carioca: “O grande culpado disso tudo é o crack, Rafael voltou a se drogar nos últimos meses e Fabiana não agüentou”. Se a ex dele quer abrir a boca no Superpop para dizer que a Santa Mamãe do Pilha, Dona Sylvia, minha futura sogrinha, se metia demais na vida do casal, deveria olha pro próprio rabo antes, porque quem está se metendo é o pai, dizendo inverdades, mentiras absurdas ao público.

E mais: em sua entrevista, a Bruxa fez toda uma encenação de quem gosta de preservar sua intimidade e acha que esse assunto não tem que vir a público e que estava preservando seu filho ao máximo, garantindo que ele não sabia de nada. No mesmo dia, o Pai dela afirmava que o filho do Pilha estava em choque porque teria visto na TV a notícia de que o pai tentou se matar: “Minha filha estava tomando banho, quando recebeu a notícia através de uma ligação no celular. Quando se deu conta, o menino já estava chorando diante da TV”.

Curioso que em sua entrevista para o Superpop ela tirou onda de mãe exemplar, que estava poupando o filho de tudo e jurou que a criança não sabia de nada. Que vexame, hein? Pagando de mentirosa para o Brasil todo ver!

Os amigos do Pilha concordam com a gente. Alan Frank, ex-Polegar, amigo de infância do Pilha e hoje médico (portanto, com duplo conhecimento de causa para falar) deu uma entrevista a este mesmo jornal atribuindo a razão do surto do Pilha à sua ex-mulher, dizendo que ela não o deixava ver a enteada, que para ele era como uma filha, porque quando ele começou a namorar com a Vaca, a enteada tinha apenas 8 meses. Foi o Pilha que criou essa menina! Vejam o que diz o Alan: “Ele viu essa menina crescer e a considera uma filha, por isso não suportou ficar longe dela” (o bacana são os links patrocinados desta reportagem, confere lá, gente – tudo a ver, né?)

Vejam vocês a ingratidão: um astro do rock, um homem famoso, bonito e cobiçado, que poderia ter a mulher que quisesse, em vez de pegar uma Top Model, pega uma qualquer que nem bonita é… é ainda por cima, com cria recém feita! O Pilha criou e alimentou uma cria de outro macho como se fosse sua, para depois esta ingrata impedir que ele veja a criança! Merece o que uma mulher dessas?

E ela ainda sai dizendo que em não proíbe o Pilha de ver as crianças, que apenas em “algumas ocasiões em que ele não se encontrava em condições” foi recusada a visita. CALÚNIA! Pilha é uma pessoa centrada, equilibrada e seria melhor pai do que qualquer um de nós!

Em outra entevista, Alan (como sempre, doido para aparecer às custas do Pilha) faz o seguinte desabafo: “Em vez de dar apoio, oferecer uma palavra de conforto, preferem ficar levantando hipóteses e fazendo polêmica em cima de situações delicadas como essa”. Parece lindo, né? Discurso de amigo! Que nada, a loira má é toda passivo-agressiva, elogia primeiro e depois detona! Vejam o que Alan disse depois: “É preciso abrir os olhos desses jovens que estão à beira do precipício. O sensacionalismo só leva a pessoa mais para o fundo do poço, não se preocupam com a vida humana”. Tá dizendo o que? Que o Pilha é um jovem à beira do precipício? Melhor voltasse para seu consultório medíocre e continuasse a limpar remela de paciente, Dr. Alan.

Este é só mais um dos falsos amigos do Pilha que enfiam o nariz na frente de tudo quanto é câmera e microfone para dar parecer e para revelar intimidades do “amigo”, enquanto este não pode se defender e está sedado em uma cama de hospital. Quem disse ao Alan que o Pilha autorizou que revelem os motivos do seu suicídio? Alan quer revelar e puxar os holofotes para si. Tudo bem, Alan, é isso que você sempre vai ser, um parasita social. Você só consegue atenção através do Pilha mesmo.

Cada um diz uma coisa diferente. Ninguém está dentro da cabeça do Pilha para saber porque ele tentou se matar. Feio ficar especulando sobre o suicídio alheio. Feio conseguir fama em cima da desgraça alheia. Se o Somir tentar se matar, eu vou ser a primeira a me prostrar na porta do quarto de hospital onde ele for internado, chorando rios de lágrimas e não vou querer falar com ninguém. Não vou ficar saracoetando em programa de TV, dando entrevista e muito menos atacando a mãe dele. E olha que nem filhos a gente teve!

Não duvido que em breve vejamos a Vampira da ex-mulher do Pilha em uma revista de mulher pelada ou apresentando um programa infantil. Porque não lançam também os “caquinhos de vidro do Pilha”, novo brinquedo infantil? Tudo vira objeto de consumo. O Pilha é tão fenomenal, tão carismático, que qualquer coisa envolvendo seu nome é garantia de atenção, ibope e sucesso.

Desfavor se mantém neutro e espera ouvir da boca do próprio Rafael Pilha o real motivo deste ato impensado (*torcendo para ele culpar o Lula). Temos certeza que o Pilha não vai nos desapontar.

Para dizer que você ainda ouve os sucessos do Polegar, para dizer que o Pilha é mais interessante do que essas merdas de assuntos que a gente escrevia e para pedir que não retornemos com a programação normal na semana que vem: sally@desfavor.com