Sugestões?

Você tem alguma ideia de tema que quer sugerir para nós? Aqui é o lugar. É muito difícil acompanhar as sugestões que vocês fazem na nossa rotina diária de posts, e com tudo centralizado aqui queremos simplificar o processo de vez. Vale sugerir qualquer tema, vamos analisar cada uma das suas ideias, e se for possível (vulgo soubermos falar disso de forma decente), pode apostar que vamos escrever sobre o assunto e te mencionar no post. Se quiser dar ideias sobre CONTEÚDO, este é o lugar. Vamos lá?

Comentários (26)

  • Sugestão pra um “Flertando com o desastre” (acho que se encaixa nessa categoria, né?): YouTuber que lança biografia. A vida desse povo é tão irrelevante que a maioria dos “””livros””” deles tem mais gravura do que conteúdo (isso quando eles não aumentam a fonte do texto das páginas pra disfarçar a falta do que escrever). Acho que isso também se aplica a essas “biografias” desses ídolos juvenis, tipo Anitta, Justin Bieber e afins.

  • Sugestão pra um “Processa Eu”: Frida Kahlo (ícone feminista atualmente. Assisti um documentário sobre ela um tempo atrás e sinceramente não entendi porque a idolatram tanto. Tirando a parte artística, ela teve uma vida digna de dar dó. Viveu um relacionamento abusivo com Diego Rivera, que era bem machistinha, e meio que “tolerava” as merdas que ele fazia. Não sei aonde isso pode ser considerado “empoderador/inspirador”).

  • Sally, sei que direito não é mais a sua praia, mas o que você acha de escrever sobre o apocalipse jurídico que é o Brasil? Você pode discorrer sobre leis bizarras e cretinas e sobre certas decisões estapafúrdias que só existem por aqui. Também poderiam ser mencionadas coisas como:

    – a quantidade absurda de regras, normas, regulações, etc. que aparecem todo dia, que muitas vezes são impraticáveis e até se anulam ou se contradizem umas às outras;

    – o fato de que, muitas vezes, leis são criadas para proteger o brasileiro de si mesmo, porque se não houver a possibilidade de doer no bolso, ninguém toma certos cuidados que deveriam ser ditados apenas pelo bom senso (multa por dirigir sem cinto, por exemplo);

    – o pensamento de que sempre que há um problema ou quando acontece alguma calamidade, cria-se uma lei a respeito sem que nada mude na prática;

    – leis idiotas e/ou inócuas que surgem por causa de gente até bem intencionada mas sem noção alguma da realidade, de pessoas ou de FDPs apenas interessada em defender certos grupos sociais, políticos ou econômicos;

    – o excesso de burocracia e de regrinhas que complica até a mais simples das coisas;

    – a intromissão do Estado – via legislação – na vida do cidadão;

    – a insuportável empáfia dos ” Dotô Lionços” da vida, que se portam de forma super arrogante ainda que vergonhosamente desconheçam o básico da profissão e não façam nem a mais remota idéia de como funcionam certas coisas do mundo moderno, como a internet;

    E muito mais…

    • Reescrevendo o quarto item da lista:

      – leis idiotas e/ou inócuas que surgem por causa de gente até bem intencionada mas sem noção alguma da realidade, de pessoas com cargos públicos que aprecem não ter mais nada o que fazer ou de FDPs apenas interessados em defender certos grupos sociais, políticos ou econômicos;

  • Um texto falando sobre o seriado Sai de Baixo. Estava vendo alguns episódios e me impressionei como deixaram aquilo passar em TV aberta. Era um trolando o outro, politicamente incorreto para todo lado… incrível.

    Me pergunto porque encerraram..

    • Na época do Sai de Baixo esse tipo de coisa era permitido, tanto que acontecia em vários programas. Encerraram pois os tempos mudaram e aquilo começou a ser atacado.

  • Só pra descontrair, sugiro um post sobre nomes de pobre. De onde surgem, como vivem, o quê comem…
    Em uma pesquisa rápida na internet, encontrei coisas do tipo Maiquetaissom, Uylyambony, Méuri Queiti, fora os clássicos cheios de ll, nn, k, w e y, tipo Djonnathan, Dhiennyfer, Kethellyn e Leidy Dayanny (na grande maioria, acompanhados por sobrenomes como “da Silva”), e aqueles que são a junção do nome do pai e da mãe (normalmente, ambos horríveis), tipo Creuzimar, Francisvânia, Glaucineide… Até encontramos fácil essas listas por aí, mas seria interessante obter fontes confiáveis, além de uma “análise psicológica” dos indivíduos que batizam os rebentos com esses nomes-aberração e os possíveis efeitos que isso pode causar na criança infeliz futuramente. Não lembro onde agora, mas cheguei a ver uma reportagem denunciando que algumas empresas e departamentos de RH descartam solenemente os currículos de gente com nomes desse “estilo”…

    Ainda tem coisa pior, tipo a relatada nesta reportagem: “Na família da educadora física Juldrene muita gente recebeu nomes inusitados. A mãe dela se chama Julmar e o pai Pedro. Segundo ela, seu nome é resultado da união do “Jul” da mãe e o “edr” do pai. Já o “ene” no final “foi só para feminizar”, como ela conta. Hoje, Juldrene diz gostar do nome, por ser original, mas quando era criança a situação era difícil. “Na chamada no colégio sempre falavam meu nome errado”, comenta. Ela fala sobre a criação do nome dos dois irmãos. A técnica utilizada foi a mesma: intercalar as letras dos nomes dos pais. O resultado: Jurrewerson e Juldroelson. Do nome do pai foram utilizadas algumas letras, embaralhadas. E para manter a tradição, as inciais são da mãe. “No primeiro, o ‘w’ é o ‘m’ de Julmar de cabeça para baixo; no segundo, o ‘son’ e o ‘elson’ são só para masculinizar”.

    WTF?????

  • Gostaria de deixar uma sugestão de “Processa eu” e outra de “Flertando com o desastre”, respectivamente: Lartin Kuther Ming e desneCESÁREAS, o “método” de nascimento preferido dos médicos e mamães da Suíça, que ocupa o 1° lugar no ranking mundial de países que fazem essa cirurgia SEM NECESSIDADE.

  • Sobre aquele texto “como sobreviver a um tiroteio” que até comentei lá que estava esperando outra coisa, queria realmente um texto falando sobre armas e sobre “primeiros socorros” caso tu leve um tiro. Eu sempre tive curiosidade em saber quais as diferenças entre armas, por exemplo, uma pistola 12mm e uma 22mm e um 38, se é só o calibre mesmo, qual faz “mais estrago”, se todas fazem, se alguma é só pra dar susto, enfim, coisas do tipo.

    Outra coisa que super tenho curiosidade (imagino que até tenha alguma coisa do tipo no banco de dados do desfavor, mas…) é sobre os bastidores da pornografia. Como é esse mundinho? Tem gente que realmente paga/assina considerando que hoje tu encontra tudo num xvideos da vida? E como é que funciona a parada de HIV em relação às produtoras desse tipo de filme? Testam cada ator antes das cenas de sexo sem proteção, ou é aquela coisa de separar somente os atores HIV+ pra esse tipo de cena?

      • Esse sobre primeiros socorros a baleados seria interessante mesmo. Ainda mais pra quem vive no Rio, que num passado – bem – distante era a terra do “balacobaco” e do “teleco-teco” e hoje é a terra do “balaço no baço” e do “teco nos cornos”…

  • Estamos chegando ao final de mais um ano e, como todos os termômetros e nossos cus suados já indicam, estamos às portas de mais um verão, essa estação que tanto odiamos. Vocês já publicaram textos sobre calor e sobre verão, mas que tal agora um texto específico sobre as sempre odiosas modas de verão? Todo ano, nessa época, sempre surgem aquelas pragas que nos aborrecem como uma música abominável que vira “o hit do verão”, uma mulher com muita bunda e peito e pouco cérebro e pudor que vira “a musa do verão”, o objeto ou atividade que viram “a mania do verão”, etc. Vocês podem listar as suas piores de todos os tempos, elencar algumas a que vocês tenham aderido talvez na ingenuidade da juventude, expor suas teorias sobre o que porquê desse ciclo anual existir e o porquê de ser especialmente cagado no Brasil… O que acham?

  • Um texto sobre a dualidade entre o Anarcocapitalismo e o Socialismo. Dois extremos entre coletivismo e individualismo.
    Nesse texto vocês poderiam, cada um, tomar um lado sobre qual utopia, caso funcionasse, seria melhor para se viver.

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