Sugestões?

Você tem alguma ideia de tema que quer sugerir para nós? Aqui é o lugar. É muito difícil acompanhar as sugestões que vocês fazem na nossa rotina diária de posts, e com tudo centralizado aqui queremos simplificar o processo de vez. Vale sugerir qualquer tema, vamos analisar cada uma das suas ideias, e se for possível (vulgo soubermos falar disso de forma decente), pode apostar que vamos escrever sobre o assunto e te mencionar no post. Se quiser dar ideias sobre CONTEÚDO, este é o lugar. Vamos lá?

Comentários (289)

  • Brasileiros mentirosos: bel pesce e joana (professora de Química que mentiu sobre ter estudado em harvard e que ia virar filme a sua biografia).

  • Vocês podiam fazer um Processa Eu da Latrícia Pélis. Já viram a tempestade de merda que virou a vida da garota? Perdeu até o selo de verificado no Instagram.

    • Ahhh… Processa Eu é para desmistificar uma pessoa famosa. Essa menina é desconhecida e os poucos que conhecem sabem que é uma mentirosa compulsiva

  • Relendo alguns textos antigos daqui sobre ocasiões bregas, desconfortáveis, cansativas e maçantes às quais a gente vez ou outra é obrigado a ir, pensei se não daria pra fazer um guia de desculpas para usar na hora de recusar convites. Os eventos a que refiro são aqueles que vários de nós impopulares detestamos do fundo da alma porque são um verdadeiro pé no saco: casamentos, batizados, aniversários de criança, chá de bebê, chás de panela, churrascos, reuniões de família nos finais de ano, amigos secretos e confraternizações de empresa. Acho que também podem ser dadas dicas sobre o que fazer quando for mesmo impossível deixar de ir nessas chatices, com truques para tentar se aborrecer o menos possível e, quem sabe, ainda evitar magoar outras pessoas e não ficar com fama de “chato-amargado-e-de-mal-com-a-vida-que-não-sabe-se-divertir”.

    • Olha, hoje o conselho que eu te dou é: fique na verdade. Fala a verdade e quem quiser se chatear com você, que se afaste.

  • Sugiro o tema,,, a ser escrito por um grupo multidisciplinar de psicólogos, neurocientistas, psiquiatras, psicanalistas e outros cientistas ,,, : EXISTE UMA RELAÇÃO ENTRE A SÍNDROME DE DIÓGENES E A ACUMULAÇÃO DE CONHECIMENTO INÚTIL ?

  • Desfavor Explica: Grandes Clássicos da Literatura Universal. Com sinopses, temáticas, contexto histórico, gênero literário, estilo de cada autor, aspectos estéticos e técnicos, impacto social, alcance, influência no mundo, etc.

    Alguns livros que podem (ou não) ser mencionados:
    – Dom Quixote
    – A Odisséia
    – O Príncipe
    – Metamorfose
    – O Processo
    – A Colônia Penal
    – 1984
    – A Revolução dos Bichos
    – Fahrenheit 451
    – Robinson Crusoé
    – A Divina Comédia
    – Os Lusíadas
    – Dom Casmurro
    – Recordações do Escrivão Isaías Caminha
    – Orgulho e Preconceito
    – Crime e Castigo
    – Os Irmãos Karamazov
    – Ulisses
    – Lolita
    – Cem Anos de Solidão
    – O Apanhador no Campo de Centeio

    A lista acima não está em ordem de preferência. E sintam-se à vontade para incluir mais alguma coisa…

  • Uma sugestão para o Somir: nos Des Contos ele escreve com bastante freqüência sobre um futuro totalmente dominado pela tecnologia, repleto de inteligências artificiais, robôs de vários tipos, simuladores para as pessoas “terem idéia de como certas coisas eram antigamente”, etc. Mas que tal agora um texto sobre toda essa parafernália ultra-moderna entrando em colapso simultaneamente de forma misteriosa e causando um verdadeiro apocalipse com uma “volta ao passado” forçada?

    Imagina só: depois de vários séculos de extrema dependência de máquinas, seres humanos fisicamente inaptos e sem destreza manual nenhuma vendo-se na patética situação de ter que suar muito e bater cabeça até para fazer as coisas que para nós são as mais cotidianas e banais. Pessoas por cujas cabeças jamais passou a idéia de abrir uma lata com as próprias mãos passando vergonha – e até se ferindo – na tentativa de se arranjar sem seus complexos mecanismos automatizados! Gente que durante toda a vida nunca nem sequer viu algum alimento in natura precisando se sujar – mas com verdadeiro pânico de “micróbios” presentes na terra – ou tendo que, depois de muito vomitar de nojo, abater animais para terem o que comer…

    O que acha?

    • Eu acho que dá um desfavor convidado dos bons. Eu posso abordar o tema sim, mas se você já teve a ideia, talvez seja mais bacana você explorar isso.

      • Ficção é sua especialidade e Des Contos é um espaço que você ocupa com maestria, Somir. Não me vejo dividindo-o com você, nem ocasionalmente. E, em matéria de escrever, eu sou bom mesmo é em relatar fatos e com descrições. Além disso, todas as minhas tentativas anteriores de escrever ficção sempre ficaram uma grandessísima merda. Por isso, eu prefiro só sugerir essa “sinopse” e deixar para os profissionais.

  • Como vivemos num país de altíssima criminalidade e hoje em dia a polarização é tanta que também se pode apanhar na rua até por simplesmente ter a “opinião errada”, pensei se não daria pra vocês escreverem algo sobre defesa pessoal. Me lembro que, em alguns comentários de textos antigos, a Sally contou ter feito aulas de Krav-Magá e revelou que carregava na bolsa um aparelho de choque carinhosamente apelidado de “Doutrinador”. E quando eu digo “defesa pessoal”, falo não só de saber lutar ou de andar armado. Existe também a questão de não ser tonto de querer bancar o herói enfrentando um criminoso que não tem nada a perder. Outro tópico importante que não pode ser esquecido é o de certos cuidados básicos que se deve tomar fora de casa para evitar e/ou se livrar de enrascadas com o mínimo de dano possível.

    • Esse é mais para a Sally, porque eu escreveria só uma frase: defesa pessoal é arma e/ou condicionamento físico para correr.

  • Deixei sugestão de tema num post aleatório esses tempos sem sequer pensar a vir nessa seção – ou seja, burra e desatenta demais. Foi mal, gente.
    Mas fica aqui uma ideia: Sally, já leu sobre a Boleskine, casa que costumava ser do Aleister Crowley, entre outros? O post de hoje falando de Notre-Dame e a ideia de renovação/destruição (dependendo de quem analisa) inerente ao fogo mais aquele post que a Sally fez sobre a Nessie (o “monstro do Lago Ness”) me indicam que todas as histórias sobre a Boleskine poderiam ser do interesse de vocês. Acho que talvez mais ainda da Sally, não sei. Se não rolar post acho que é um tema curioso, no mínimo, então fica a dica de leitura.

  • eu ri muito dos descult, old but gold. muito engraçado o do bozo e o do he man, então sugiro um des cult do fantasia, o programa do sbt.

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    Tenho medo mas a curiosidade é maior

    Sobre zangbeto. Caralho, Sally! Pqp.
    Medão!!!

    Obs.: aproveitando o momento, seria interessante um desfavor terror com mistérios sobrenaturais

  • Conta a historia mesmo sem ter provas (fiquei com medo de mencionar o nome) rs
    Eu tô muito curiosa pra saber (acho que todos estão).

    • Uma pessoa de minha total confiança foi assistir a uma “apresentação”. É cheio de regras, cheio de cuidados, mas a pessoa era malandra e deu um jeito de filmar com o celular. É expressamente proibido colocar a mão ou chegar perto dos Zangbetos. Ao assistir à “apresentação” ela disse ter certeza que existiam pessoas por baixo daquele cosplay de lava jato, dizendo ainda que conseguia ver vultos que pareciam ser os pés das pessoas. Ao final da apresentação ela fez a louca e na cara de pau foi levantar a “roupa” de um zangbeto para flagrar a pessoa por baixo da roupa. Quando ela fez isso, na mesma hora, o zangbeto “desmanchou”, caiu no chão murcho e não tinha ninguém dentro. Isso está filmado, mas eu não posso postar o vídeo aqui, por isso, não tem como escrever um texto sobre o assunto: não tenho como provar e não sei explicar what the fuck é isso.

  • Vendo a Sally responder “em situações extremas nosso corpo tira forças e a gente faz o que tem que fazer” em comentários da postagem sobre parto de emergência na rua, pensei: será que rola um texto justamente explicando como e porquê isso acontece quando estamos nessas tais “situações extremas”?

  • Outra sugestão pra série de primeiros socorros: como lidar com envenenamentos e intoxicações, especialmente de crianças. Infelizmente, há muitos casos de pirralhos que, por descuido dos pais, bebem uma água sanitária que deveria estar guardada em local seguro ou engolem um monte de comprimidos achando que é bala…

  • Acabei de ler uma notícia sobre dois PMs que ajudaram num parto de emergência em plena rua e pensei se não daria pra ter aqui um texto ensinando o que fazer se estivermos num local público com uma grávida prestes a parir e não houver tempo para chamar alguém com o treinamento adequado para ajudar.

    • Não é o melhor dos mundos fazer um parto na rua, mas às vezes realmente não tem outro jeito. Vou fazer um texto sobre o assunto!

  • Sally, mais duas sugestões sobre primeiros socorros.
    1 – Você já falou sobre engasgamento, mas que tal um agora sobre corpos estranhos alojados no nariz, nos olhos e nos ouvidos? O que tem de criança pequena com pais descuidados que dá entrada em pronto-socorro com botões, moedas e grãos de feijão enfiados no nariz e nos ouvidos não é brincadeira. Há também os adultos que mexem com lixadeiras e maquinários similares de metalurgia sem óculos de proteção e acabam sendo atingidos nos olhos por cavacos (lascas) de metal.

    2 – Como lidar com vítimas de pancadas, concussões, nocautes em lutas, golpes com instrumentos contundentes e surras em geral.

  • sugestões para o ele disse, ela disse, ou se vocês não discordarem, para outra coluna.
    – O Brasil deveria autorizar jogos de azar (bingos, cassinos)?
    – Voto capacitário é o ideal ?
    – Qual o melhor sistema de governo, parlamentarismo ou presidencialismo?

  • Desfavor Explica: Gêneros Musicais
    Podem ser citados:
    – principais gêneros (rock, samba, pop, jazz, flamenco, tango, fado, blues, R&B, disco, infantil, canto gregoriano, mambo, salsa, merengue, cumbia, andina, erudita, MPB, bolero, sertaneja, folk, funk, hip hop, rap, infantil, reggaeton, eletrônica, big bands, country, soul, gospel, reggae, soul, world music, etc.)
    – particularidades de cada um (origens, lugares do mundo onde são mais apreciados, instrumentos característicos)
    – variantes dentro de um mesmo gênero (exemplos: no rock há o rockabilly, o hard rock, o soft rock, o pop rock, o rock progressivo, o glam rock, o punk rock, o A.O.R., etc., enquanto que no samba há o partido alto, o samba rock, o samba-jóia, o pagode, o samba canção, o samba de roda, o samba de breque, etc.)
    – misturas e/ou fusões entre gêneros

    O que acham?

  • Outro sobre primeiros socorros: depois do texto sobre como sobreviver ao calor, que tal um agora sobre o exato oposto, falando sobre exposição ao frio intenso e com dicas de como evitar/tratar hipotermia?

  • Provavelmente uma sugestão perigosa, mas como o somir escreve sobre esses temas mais internacionais e bizarros, que tal a polêmica da onu com os mangás e animes japoneses? Agora os globalistas vão pegar no pé dos asiáticos com força!

  • Que tal um texto estilo “volta ao mundo” sobre gêneros musicais ruins? Se aqui no Brasil temos funk, axé, arrocha e sertanejo universitário a estuprar nossos ouvidos, outros países também tem seus chorumes sonoros, tais como cumbia (Argentina), Kuduro (Angola), Música Pimba (Portugal), Smooth Jazz (EUA), K-Pop (Coréia do Sul), etc. Além de explicar o que são e de onde vêm, vocês também podem meter o pau nessas porcarias à vontade. O que acham?

      • Vi que Kenny G, com seus solos intermináveis de saxofone, é classificado como Smooth Jazz. Esse gênero, pelo que li, também é depreciativamente chamada de “música de elevador”, embora eu nunca na minha vida tenha usado um elevador com música ambiente…

        • Hmm capisco. É, assunto que talvez dê um texto sim.

          Kenny G, na verdade, é criticado não por solos intermináveis, mas por não ter aqueles solos cheio de novidades com utilização de 5a aumentada, 7a diminuta, 9b, 13#, e utilização de escalas gregas e tal.

          E, na verdade também, Kenny G está mais para o “easy listening” do que pro smooth jazz. O primeiro carrega aquela ideia de algo suave e fácil de ouvir, saca? Não tem solos complexos nem nada que exija muito do ouvinte. Já o segundo é uma variação do fusion jazz (uso de 13#) com uma pegada r&b e pop. Outra característica do smooth é que pode ter solo ou não, mas a ideia não é ter aqueles solos pesados e complexos. É por isso que esse gênero é criticado ou depreciado pelos amantes de jazz, por não ter as novidades harmônicas que os outros subgêneros trazem.

    • Sim, W.O.J. … quando li a respeito fiquei tão deprimido que nem quis comentar bosta nenhuma a respeito. Nessas horas a gente vê que é um passo pra frente e mil pra trás no quesito evolução de pensamento. Na postagem a respeito, estava todo mundo com o mesmo argumento da Sally: “Imagina se fosse ao contrário, branco só comprar com branco…”. E tome “dívida histórica”, e tome “racismo”, e tome “preconceito”, tudo de novo, tudo de novo… vou acabar parando de ler tranqueira na Internet e ficar só aqui!

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