Hoje falamos sobre memes, mas não exatamente aquelas da internet. Não exatamente. Vamos nos ater à definição clássica do termo, feita por Richard Dawkins em 1976, em seu livro “O Gene Egoísta”. Memes são mais do que imagens poluindo sua timeline na rede social, são, por natureza, uma medida de transmissão de informação que obedecem as mesmas regras da evolução. Continue lendo

+A tecnologia e o avanço das redes sociais da internet criaram uma commodity bastante valiosa: o “like”. De olho nesse “capital”, começaram a surgir “fazendas de likes”. Nelas, milhares de smartphones ficam conectados à internet 24h por dia. Interessados em bombar com “likes” as suas redes sociais contratam o serviço de uma fazenda para que curtidas sejam disparadas em seu benefício.

Se já estávamos sofrendo para entender o que era notícia ou não na internet, agora temos que nos preocupar com o que é relevante de verdade ou não. Desfavor da semana. Continue lendo

Ultimamente eu venho notando melhor uma mania do meu processo criativo: a reconstrução. Faço com artes e textos, principalmente. Na prática significa fazer uma vez, até achar interessante, mas ao invés de trabalhar em cima da primeira versão, colocá-la de lado e recomeçar, fazendo tudo de novo tentando otimizar e/ou aperfeiçoar a criação. Não é eficiente em tempo, o que gera algumas dificuldades com prazos. Mas, eu acredito que exista uma lição nisso tudo. Continue lendo

Sabe criança, que quando aprende uma palavra nova, que considera de impacto, a utiliza compulsivamente nas frases mais descabidas? Por exemplo, criança que aprende a palavra “algoz” e a acha impactante trata logo de usá-la em frases como “hoje meu Nescau está algoz” ou “meu casaquinho da Pepa é muito algoz”. Assim é o brasileiro médio. Pega palavra que não sabe muito bem o que significa, mas sabe ter um impacto negativo, e sai atribuindo a aqueles que quer desmerecer, totalmente fora de contexto. Mas, como são maioria, a moda pega. Continue lendo

Homens vivem sendo chamados de viados. E pelos mais diversos motivos, na verdade, considerando a média das vezes que se escuta essa palavra, “viado” serve até como substituto para “você” ou mesmo “amigo” dependendo da informalidade da conversa. Homens tem esse jeito estranho de demonstrar afeto. Essa conotação, tirando pessoas muito inseguras ou desabituadas à brincadeira, nunca foi motivo para ninguém se incomodar. Mas, de uns tempos pra cá, venho percebendo que nem mesmo os contextos onde realmente se sugere homossexualidade andam incomodando tanto assim os homens. Ou, eu estou de viadagem mesmo… Continue lendo