Tag: free hugs

Sally E Somir vacilaram, se desencontraram e por isso o texto de hoje não apareceu. Depois de muita briga durante a tarde, ambos chegaram a uma conclusão: Free Hugs para ambos, e os impopulares vão escolher os temas, já que foram as vítimas dessa vez.

Isso aí, impopulares: Sally vai pagar uma postagem SIM SENHOR, Somir vai pagar uma SIM SENHORA. E quem define o tema da punição são vocês. Coloquem suas mentes malignas para funcionar, é uma oportunidade única. Escreva um comentário dando uma sugestão para OS DOIS. Comentário sugerindo punição só para um vai ser ignorado. O prazo final para sugestões é no final da terça-feira (23:59 de 27/01/2015).

EXEMPLO:

SALLY: Uma postagem sobre…

SOMIR: Uma postagem sobre…

Que comecem os jogos!

free rape

Boa noite a todos. Apesar de não dever nada a ninguém, venho aqui prestar contas, por mera consideração. Ontem meu computador simplesmente morreu e até agora não sei explicar o motivo. Não cliquei em nada, não foi vírus, foi na parte elétrica mesmo. Nem ouso especular, porque entendo de computadores o mesmo que entendo do física quântica: nada.

Como vocês bem sabem, sempre deixo textos prontos. Porém, eles se encontram no meu computador. A partir do momento que meu computador pifa, não tenho como acessar os textos escritos nem como escrever outro texto. Avisei que não poderia postar assim que detectei o problema. E, a quem interessar possa, eu não mando os textos prontos para o Somir, porque se ele os tiver nas mãos, acaba postando-os por qualquer imprevisto. Sem texto nas mãos, ele se esforça mais para cumprir sua parte.

Vamos aos fatos. Desfavor amanheceu com uma bela postagem Free Hugs direcionada à minha pessoa. Para quem não sabe, Free Hugs é uma modalidade de punição que estipulamos por deixar de postar. Sim, Desfavor funciona de domingo a domingo, de graça, o ano todo, e se não postar ainda tem castigo.

Eu realmente não tinha como postar, mas o texto arrogante do Somir me incentivou. Aqui estou eu, a passo de cágado coxo, escrevendo estas muitas linhas do meu celular. É postagem o problema? A gente resolve.

Toma aí uma postagem. Afinal, como o próprio Somir cansou de bradar, o dia dura até 23:59. Se eu conseguir terminar esta merda até 23:59 não tem Free Hugs. Aliás, eu acho que quem aplica Free Hugs indevido deveria sofrer não um Free Hugs, mas um Free Rape. Toma, Somir, de graça, no seu cuzinho, com areia.

DES CONTOS – SAMMY SOLIR

Sammy Solir namorava com Tiago. Sammy e Tiago viviam um momento de extremo atrito por conta do vício de Tiago em cigarros. Pode não parecer nada de mais, mas para Sammy, que era alérgica a cigarros, aquilo representava um problema. Sammy queria que Tiago largue o cigarro e travou uma luta inglória contra este vício.

Tiago era uma pessoa bacana, mas era esperto demais. Sempre conseguia o que queria, sempre fazia as coisas do seu jeito. Desta vez seria diferente, Sammy estava disposta a não deixar passar sequer uma escorregada. Colocou o dedo na cara de Tiago e disse que se o flagrasse com mais um único cigarro seria o fim do relacionamento.

Tiago engoliu seco. Se fez de durão e sacudiu os ombros, como quem diz “você faz o que você quiser”. À época, Sammy não percebeu o quanto o magoou colocando um relacionamento inteiro, um projeto de vida, uma penca de qualidades, condicionados a um ato isolado. Sammy Solir estava muito cansada de Tiago só fazendo o que ele queria e de seus amigos, principalmente de Carlos Eduardo, vulgo “Cadu”.

Após um longo e sonoro esporro, veio o ultimato e a reação supostamente indiferente de Tiago. Dali em diante, Sammy ficou paranóica tentando pegar Tiago no flagra. Sammy, que nunca teve crises de ciúme dessas de mexer no celular e revirar os bolsos, se prestou a esse papel ridículo de virar fiscal da vida alheia. Era questão de honra, Tiago largaria esse vício maldito, Tiago não a enganaria desta vez. As coisas não seriam do jeito dele, e, para isso, Sammy ficou extremamente paranoica e intransigente.

Sammy revirava os bolsos das calças e camisas de Tiago, não em busca de provas de infidelidade e sim em busca de provas de fumo. Uma marca de batom, o telefone de uma mulher ou até uma camisinha emputeceriam menos Sammy do que um cigarro. Fazer Tiago parar de fumar (e efetivamente cumprir a promessa) virou o Everest de Sammy.

Dentre as muitas estratégias para “flagrar” Tiago fumando, uma das mais utilizadas era não deixá-lo sozinho nunca. Ou melhor, quase nunca, porque ver o parceiro defecando mata o amor. Sammy estava sempre por perto, pois sabia como Tiago era ardiloso para conseguir o que queria.

Se Tiago levantava no meio da noite para tomar um copo de água, Sammy levantava junto, fingindo que tinha algo para fazer. Se Tiago ia até o carro buscar o celular que tinha esquecido nele, Sammy ia também. Sammy era uma ninja silenciosa que vivia à sombra de Tiago, que estranhamente parecia não se incomodar.

O problema do esperto é achar que é mais esperto do que todo mundo. Tiago não é bobo, percebeu a marcação cerrada, mas ainda assim, achou que inteligência era passe livre para fazer as coisas do seu jeito.

Um belo dia, Sammy chegou em casa mais cedo por um desses acasos da vida. Abriu a porta sorrateiramente, como vinha fazendo nos últimos tempos, e andou até o quarto. A porta estava fechada, mas não trancada. Sammy abriu de forma abrupta, coisa que jamais havia feito, achando que encontraria Tiago fumando na janela.

De fato, ao abrir a porta Tiago teve um sobressalto, se virou de forma repentina e colocou as duas mão atrás do corpo. Sammy começou um longo e agressivo interrogatório ao qual Tiago não conseguia responder com convicção.

Na verdade, logo nos primeiros minutos, diante da reação desconcertada de Tiago, houve uma presunção de culpa e o interrogatório se transformou em um grande esporro onde Sammy vomitou todas as vezes que Tiago havia se comprometido com algo e não havia cumprido.

Após enumerar todos estes eventos, Sammy, tomada por um surto cego de raiva, partiu para o ataque pessoal. Começou uma longa narrativa sobre os defeitos de Tiago e como eles eram cansativos. Nos primeiros dez minutos, Tiago tentou falar, mas não lhe foi permitido. Depois disso ele simplesmente desistiu e observou Sammy esculhambá-lo sem parar, limitando-se a olhar com olhos tristes.

Quando finalmente Sammy se deu por satisfeita e falou tudo que tinha a dizer, começou a cobrança para que Tiago assuma seu erro e mostre os cigarros que estavam em suas mãos. Dava para ver no olhar dele um pedido para que ela não fizesse aquilo. Mas Sammy estava com muita raiva e não soube ler nas entrelinhas. Sammy tinha tanta certeza de ele estava fumando que nem cogitou outra hipótese.

Sammy ordenou, porque esta é a palavra certa, ORDENOU que Tiago mostre os cigarros que estavam em suas mãos. Repetiu a ordem. Repetiu a ordem seguida por uma ameaça. Repetiu a ordem seguida por várias ameaças, algumas delas de cunho físico. Quando Tiago percebeu que Sammy estava totalmente fora de si e que talvez algumas das ameaças físicas de fato pudessem se concretizar, ele andou em sua direção, pegou a mão de Sammy, a abriu e colocou o conteúdo.

Em uma fração de segundos, Sammy entendeu tudo. Aquela fração de segundos onde o cérebro conecta várias informações e todas juntas fazem muito sentido. Quase que como montar a última peça do quebra-cabeça. Os atos, as conversas, as posturas das últimas semanas estavam todas explicadas ali, na palma da sua mão, que nesse momento segurava uma caixinha com uma aliança.

Quando fazemos uma grande cagada, o cérebro parece ter um delay para processar e finalmente bater o martelo e aceitar a merda feita. Isso tomou alguns segundos de Sammy, que ficou olhando para a caixinha e processando a infomação. Foi tempo suficiente para Tiago pegar (sabe-se lá de onde) um cigarro, acender e soprar uma baforada de cigarro na cara de Sammy.

Diante do olhar espantado, Tiago, homem de poucas palavras que é, disse: “Se você pode ser louca, eu posso fumar” e nunca mais tentou largar o cigarro. Fuma até hoje, com convicção.

Para ter pena de mim por ter a certeza de que isso que eu acabei de fazer vai me custar muito caro, para questionar que pessoa se emputece mais com elogio do que com esculhambação ou ainda para ganhar de vez a simpatia por Tiago Somir: sally@desfavor.com

Oi, aqui quem fala é o Somir. Sim, o Somir! Adivinha quem acabou de furar uma postagem sem avisar com tempo hábil para cobrir? Dica: começa com S, mas não é Somir.

Sally vai pagar uma postagem “SIM SENHOR!”, tema escolhido com imenso carinho por mim. Eu até pediria dicas para vocês, mas como aqui só tem puxa-saco e a turma do fã-clube dela, duvido que alguém vá colocar o dedo na ferida e forçá-la a falar de algo realmente incômodo. Eu poderia ser magnânimo e deixar para lá, mas isso não passaria mensagem certa: a de que punição por furo é algo absurdo e faz mal para todos os envolvidos. Se eu sofro com isso, que Sally prove do seu próprio veneno!

Aposto que ela tem um motivo realmente válido para não ter postado, aposto que ela se sentiria bem se eu fosse compreensivo; sem aplicar uma punição mesquinha por algo que fugiu do controle dela. Aposto que sim.

MAS NÃO VAI ACONTECER! Quem com ferro fere… Vou bater pesado dessa vez porque pode ser minha única chance. Hahahahaha!

P.S.: Se vocês forem menos capachos hoje e derem sugestões BACANAS de temas horríveis para ela, talvez eu considere.

Hoje é dia de julgamento na República Impopular do Desfavor. Somir acusa Sally de praticar punição indevida com sua postagem “Siago Tomir: Aqueles Fragmentos“. Ele cobra a pena de uma postagem “SIM SENHOR” a ser realizada por Sally em até 10 (dez) dias após o veredicto. Promotoria e Defesa farão suas considerações, e a decisão estará nas mãos dos impopulares.

Tema de hoje: Tema de hoje: Sally é culpada ou inocente do crime de aplicar punição injusta?

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