Tag: política

O presidente Jair Bolsonaro (PSL) afirmou hoje que indicará durante o governo um ministro “terrivelmente evangélico” para o STF (Supremo Tribunal Federal). Até 2022, quando se completará o mandato de quatro anos, o mandatário poderá sugerir dois nomes para a Corte. As indicações precisam passar por aprovação do Senado. LINK


A vontade de criar divisão é tanta que indicar ministro cristão num país exclusivamente cristão vira motivo de provocação. Desfavor da semana.

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Nesta semana, a deputada Janaína Paschoal (PSL) foi xingada de “traidora” pelos mesmos militantes que estiveram ao seu lado defendendo o impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff em 2016 – que resultou de um pedido coassinado por ela. Membros do Movimento Brasil Livre (MBL) foram chamados de “vendidos” e “comunistas” pelos mesmos bolsonaristas que antes compartilhavam os posts do grupo no Facebook. Comediante identificado com a direita, Danilo Gentili diz que está sendo perseguido por pessoas que até ontem defendiam seu direito à liberdade de expressão. O motivo da discórdia são as manifestações pró-Bolsonaro marcadas em diversas cidades para o dia 26 de maio – e que setores da direita, como os nomes os citados acima, decidiram não apoiar. LINK


Depois de poucos meses no poder, a direita já está rachando. O que não é surpresa, mas não deixa de ser o desfavor da semana.

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O deputado Zeca Dirceu (PT-PR) provocou confusão ao afirmar que o ministro da Economia, Paulo Guedes, é “tigrão” com os aposentados, agricultores e professores, e “tchutchuca” com “a turma mais privilegiada do país” e os “amigos banqueiros”, durante a sessão da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara que discutia a reforma da Previdência. Guedes revidou e, apesar de estar com o microfone desligado, gritou para o deputado que “tchutchuca é a sua mãe e a sua avó”. LINK


Se está em dúvida por que escolhemos o tema, releia a chamada da notícia. Desfavor da semana.

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Posso começar este texto com basicamente qualquer notícia, mas vou aproveitar para trazer um tema político dos EUA, já que continua sendo minha teoria que o Brasil eventualmente acaba seguindo os padrões culturais de lá. Recentemente saiu o relatório de Robert Mueller, um investigador do FBI que analisou oficialmente por dois anos um possível complô do então candidato Donald Trump com os russos durante a eleição presidencial de 2016. E apesar de boa parte da mídia americana tratar o tema como certeza por esses dois anos e colocar muita confiança na imparcialidade de Mueller, o relatório inocentou Trump. Ele não conspirou com os russos. O que só reforçou a retórica de “Fake News” vinda de seus apoiadores. E agora, como lidar com jornalistas e figuras públicas em geral que passaram esse tempo todo acusando o presidente?

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O presidente Jair Bolsonaro (PSL) publicou nesta terça-feira (5) em sua conta oficial no Twitter um vídeo de uma cena que causou polêmica no Carnaval paulistano. Um homem aparece dançando sobre um ponto de táxi após introduzir o dedo no próprio ânus. Na sequência, surge outro rapaz que urina na cabeça do que dançava. LINK


Já tínhamos decidido que era o tema ANTES do Bolsonaro compartilhar. Mas a participação presidencial só torna isso ainda mais desfavor da semana.

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