Quando os portugueses chegaram ao Brasil, deram de cara com um povo bronzeado e estranho, muito longe do estágio tecnológico e social deles. Resultado: a população indígena foi basicamente eliminada, dando lugar à mistureba que somos hoje em dia. Na Austrália, não foi muito diferente. Quando os ingleses chegaram lá para fincar sua bandeira, encontraram os aborígenes. Assim como os portugueses, os ingleses também não foram gentis com os nativos australianos. E, infelizmente, eu preciso que vocês vejam o vídeo a seguir para entender o ponto que vou desenvolver hoje. Continue lendo

Acredito que muitos aqui conheçam George Carlin, um comediante americano dos mais brilhantes que estava prevendo o problema do politicamente correto décadas antes de muitos de nós dizerem suas primeiras palavras. Se não conhece, o Youtube é seu amigo. George tinha um discurso muito interessante sobre a “linguagem suave”, a forma como a sociedade vai usando formas cada vez mais eufemísticas para tratar sobre assuntos que julga problemáticos. E o que em sua comédia era uma análise curiosa sobre nossos costumes vai se tornando uma merda cada vez mais fedorenta… opa, quer dizer, uma situação que carece de mais atenção. Continue lendo

Outro dia desses eu estava revirando algumas caixas com coisas antigas, daquelas que depois de um tempo viram paisagem no fundo de um armário, e você nem se lembra mais de que ela não deveria estar ali. Dentre uma pilha de papéis, uma revista antiga sobre videogames. Nostálgico, ou, com preguiça de continuar a limpeza, resolvi folheá-la. Logo no começo, na sessão de cartas (sim, revistas se comunicavam com seus leitores por cartas!), uma charge enviada por um leitor com uma piada sobre um garoto dizendo que queria fazer balé e apanhando do pai por isso. Minha primeira reação? “Nossa, arriscado publicar isso…” Continue lendo

Apesar do povo que frequenta, a internet ainda é um lugar lindo. A Microsoft criou uma espécie de inteligência artificial para conversar com as pessoas pelas redes sociais. Deu a ela o nome de Tay, um site e contas no Facebook, Snapchat, Instagram e no Twitter. Como toda inteligência artificial do tipo, Tay deveria aprender enquanto interagia com o público. E ela aprendeu. Aprendeu tanto que acabam de tirar ela do ar para ver se ainda dá pra salvar alguma coisa… Continue lendo