Des Cult: Os dez negrinhos.

Primeira coisa que você tem que saber é que a informação que vou te contar hoje não é novidade, muito pelo contrário, é uma informação bastante velha, mas é novidade para mim, por isso decidi escrever sobre o assunto.

Nas minhas horas livres (em que preciso descansar o cérebro) gosto de leituras leves, dentre elas Agatha Christie. Meu livro favorito da Agatha Christie se chama “O caso dos dez negrinhos”, que é uma de suas histórias mais famosas.

Sinopse do livro para contextualizar a discussão: dez pessoas aparentemente aleatórias recebem uma convocação para comparecer a uma ilha, cada qual com um motivo do seu interesse. Todos acabam se dirigindo à tal ilha e ao chegar os dez estranhos de deparam com uma poesia, que na verdade é a letra de uma cantiga infantil tradicional, afixada à parede da casa onde estão hospedados, que passo a transcrever:

Dez negrinhos vão jantar enquanto não chove;
Um deles se engasgou e então ficaram nove.
Nove negrinhos sem dormir: não é biscoito!
Um deles cai no sono, e então ficaram oito.
Oito negrinhos vão a Devon em charrete;
Um não quis mais voltar, e então ficaram sete.
Sete negrinhos vão rachar lenha, mas eis
Que um deles se corta, e então ficaram seis.
Seis negrinhos de uma colméia fazem brinco;
A um pica uma abelha, e então ficaram cinco.
Cinco negrinhos no foro, a tomar os ares;
Um ali foi julgado, e então ficaram dois pares.
Quatro negrinhos no mar; a um tragou de vez
O arenque defumado, e então ficaram três.
Três negrinhos passeando no zoo. E depois?.
O urso abraçou um, e então ficaram dois.
Dois negrinhos brincando ao sol, sem medo algum;
Um deles se queimou, e então ficou só um.
Um negrinho aqui está a sós, apenas um;
Ele então se enforcou, e não sobrou nenhum.

As dez pessoas atraídas para a tal ilha começam a morrer, uma a uma, da mesma forma como os negrinhos morrem na poesia. Não vou falar mais para não estragar o final. Só queria que vocês entendessem a razão de ser do título. É essa poesia que desenrola toda a trama do livro, é praticamente um roteiro das mortes que acontecem na obra.

Este livro não é apenas O livro mais vendido da Agatha Christie, é também um dos maiores best sellers mundiais. Salvo engano vendeu mais de cem milhões de cópias. Foi publicado pela primeira vez em 1939 e já virou peça de teatro e filme. Enfim, acho que é possível dizer sem qualquer dúvida que se trata de um clássico, ainda que não seja de uma literatura muito profunda.

Faz pouco tempo, estava falando sobre este livro para uma pessoa e ela se interessou. Como esta pessoa nunca havia lido qualquer obra da Agatha Christie, eu resolvi presenteá-la com “O caso dos dez negrinhos”, pois acho um livro sensacional e nada como começar a ler o melhor para tomar gosto pelo autor. Foi quando tudo começou.

Fui em diversas livrarias e quando perguntava “Você tem o livro O Caso dos Dez Negrinhos?” vendedoras adolescentes mastigando chiclete procuravam no computador e diziam que esse livro estava “esgotado” e não seriam distribuídos novos exemplares. Achei muito estranho, afinal, é o livro mais vendido dessa autora, porque parar de comercializá-lo? Depois de ouvir a mesma história em mais de dez livrarias, comecei a pensar se não existia alguma pendência judicial envolvendo o livro que impedia sua comercialização.

Liguei para vários telefones da suposta editora, e procurei me informar porque não estavam mais distribuindo este livro. Quando finalmente alguém soube me explicar alguma coisa, fui informada que o livro continua à venda sim, mas desde o ano de 2008 está sendo comercializado com outro nome: “E não sobrou nenhum”. Quando perguntei o porquê da mudança de nome, a pessoa se esquivou de uma resposta direta, mas deu a entender que a editora estava tentando evitar um processo.

Fui até uma livraria próxima à minha casa, onde sei que trabalha um vendedor muito culto e muito bem informado. Fiz questão de ir no horário em que eu sabia que ele estaria lá. Perguntei para ele sobre a mudança de nome e ele ficou visivelmente desconfortável. Disse que na época alguns “grupos” protestaram e ameaçaram entrar com um processo. Um processo por causa do título de um livro.

Que não se podia mais falar “preto”, “crioulo” ou “negão” eu já sabia, eu não sabia que até NEGRO ou negrinho estava proibido. Não pode falar NEGRINHO, é isso? Ofende mesmo em abstrato? Como se referir às pessoas negras então? Mais fácil fazer como o Prince e criar um símbolo! Além disso o livro não se refere a uma pessoa em si, e sim a uma poesia que é uma cantiga tradicional na Inglaterra, tipo um “Atirei o pau no gato” britânico, quem teria coragem de cagar de politicamente correto um “Atirei o pau no gat…” ops! Isso mesmo, o brasileiro tem coragem de fazer isso: “Não atirei o pau no gato-to-to, porque o gato-to-to, é meu amigo-go-go”.

Uma obra que vinha sendo publicada com o mesmo título por mais de cinquenta anos, um título que retrata uma cantiga infantil, teve seu nome modificado graças ao “protesto” de determinados “grupos”. É como se mudassem o nome da Chapeuzinho Vermelho para Chapeuzinho Azul porque os chineses se ofenderam. É uma FUCKIN´ POESIA, não tinha nada de ofensivo. Se fosse “O caso dos dez branquinhos” ou “dos dez ruivinhos” ou “dos dez argentininhos” ninguém iria reclamar.

Mas o pior é que não mudaram apenas o título. Mudaram a história também. A poesia que os dez estranhos encontram na casa da misteriosa ilha onde ficam confinados agora fala de “dez soldadinhos”. Estas e outras mudanças simplesmente cagaram o livro todo! Um livro que já passou da sua 250° edição, mundialmente conhecido, cuja autora está morta e não pode se defender, tem seu título modificado por pura pressão social de um bando de Intocáveis ignorantes!

Não tem linha ou entrelinha onde a palavra “negrinho” seja ofensiva no contexto do livro, o que me faz presumir que a censura está baseada na palavra pela simples palavra. Daí eu depreendo que qualquer obra de arte com a expressão “negrinho” deva ser renomeada. Podemos começar por Monteiro Lobato… ops! Já foi feito, já andaram censurando Monteiro Lobato, não é mesmo? Então vamos pegar outras manifestações culturais, como por exemplo o “Negrinho do Pastoreiro” e transformá-lo em “O Soldadinho do Pastoreiro”, que tal?

A cor negra pode passar a se chamar cor Soldado. Músicas com a palavra Negrinho também devem ser revistas, avisa lá para o Gaúcho da Fronteira e tantos outros cujas letras de música contém esta ofensa terrível. Também tem que suprimir esta ofensa vil das receitas culinárias, afinal, uma cobertura de chocolate que leva “negrinho” no nome deve ser erradicada. Pode virar a cobertura “Soldadinho” ou quem sabe a cobertura “Pequeno Afro-descendente”

Localidades cujo nome contenham esta palavra venenosa também devem ser rebatizados e no Brasil tem aos montes. Por exemplo, enviarei imediatamente um ofício à Prefeitura de Rio Negrinho solicitando a mudança de nome para “Rio Soldadinho” em nome do respeito a “determinados grupos”. Jogadores de futebol, esportistas ou quaisquer pessoas que usem como alcunha esta palavra ofensiva também devem trocá-la por “Soldadinho”.

Parabéns aos envolvidos, viu? Parabéns aos responsáveis por cuidar da obra de Agatha Christie, que permitiram essa BABAQUICE. Parabéns à editora CAGONA que preferiu abrir as pernas para uma exigência bizarra e cagar um best seller do que se arriscar a desagradar uma “minoria” ofendendo a uma maioria (salvo engano é a Editora Globo). Parabéns aos “grupos” que se insurgiram contra o livro em 2007 e 2008, esse tipo de atitude garante que vocês, mesmo recebendo um diploma cotista paternalista nunca serão sombra para pessoas como nós no mercado de trabalho porque são FUCKIN´BURROS pra caralho.

Só digo uma coisa: a história mostra que a maior parte dos eventos se dão em movimentos pendulares. Quando o pêndulo chega ao topo de um dos lados, fatalmente ele tende a se movimentar para o outro como ato contínuo. Desta vez não vai ser diferente. Querem censurar tudo, proibir tudo, enfiar o politicamente correto goela abaixo de todo mundo? Continuem. Quando mais forçarem o pêndulo para um lado, com mais intensidade ele vai acabar indo para o outro.

Vai chegar uma hora que a situação vai ficar insustentável. Eu sei, ainda falta bastante para isso acontecer e provavelmente eu não vou estar viva para ver, mas fatalmente vai acontecer. E o efeito rebote não vai ser bonito. Se a coisa continuar nesta trilha, o grau de opressão vai chegar a um ponto em que a reação quando da saturação vai ser pior do que a suposta opressão inicial praticada contra estas “minorias”. Não é possível que não exista uma pessoa no meio destas “minorias” que não perceba isso e não tente reverter a situação! Tem, deve ter, mas como está tirando vantagem da situação e ficando com 99% das vagas nas universidades, concursos e do céu não abre a boca.

Vivemos em uma sociedade de FROUXOS, onde ninguém tem culhão de se opor a chororô de “minoria”, onde todos estão amedrontados e intimidados pelo politicamente correto cedendo aos pedidos mais absurdos por medo do que vão pensar. Quer saber? Gente que cede a pedidos absurdos DEVE MESMO SER RACISTA, porque se você tem a convicção de não ser alguma coisa, não sente medo de ser chamado dessa alguma coisa. RACISTAS que tentam calar a boca de negros com presentinhos. E os negros estão se comportando como cachorros (processa eu) que calam a boca em troca de um biscoito. Não sei quem sai mais sujo da história.

Mexer em obras literárias passou dos limites. Se eu tivesse legitimidade para entrar com um processo, juro que eu o faria, infelizmente não tenho.

Para me acusar de ser racista e provar que nem com cotas você consegue um diploma, para dizer que por uma questão de equidade também tem que mudar o nome de tudo que contenha a palavra “branquinho” ou ainda para suspirar e repetir mais uma vez “eles venceram”: sally@desfavor.com

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Comments (252)

  • Oi Sally!
    De novo a maluca que só comenta em postagens antigas =)
    Enfim, descobri esse crime contra O Caso dos Dez Negrinhos tem uns meses quando fui marcar no skoob o livro como lido (tive a sorte de comprar o livro com o título certo em um sebo). Fiquei muito indignada com a mudança. Sei que “nigger” é ofensivo, mas daí, em português, trocar a palavra “negrinho”? Me parece demais… mimimi demais e se preocupar com coisa à toa demais.
    Todas as mortes no livro são de acordo com a cantiga, a ilha onde fica a casa, salvo engano, se chama Ilha do Negro, tem os bibelos dos negrinhos que somem conforme as pessoas morrem… Enfim, depois de ler seu texto, só me ficou na cabeça o conceito da novilingua do livro 1984, que corta palavras do vocabulário para impedir que as pessoas pensem de maneira a questionar. E isso é bem assustador.

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    • É revoltante. Interpretar um clássico, um best seller, aos olhos e valores modernos pode gerar centenas de modificações em obras literárias. Abriu-se um precedente muito perigoso!

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  • Não é muito difícil ser superior no mercado de trabalho a um idiota como você. Se acha tão inteligente por ser branco – e pelo seu texto, só por isso – mas não se deu ao trabalho de fazer uma pesquisa de 3 minutos no Google antes de gastar muito mais tempo destilando preconceito nessr texto. A mudança de nome do livro aconteceu em OUTRO PAÍS e a editora no Brasil foi obrigada a adotar o novo nome por contato. Ou seja, não tem nada a ver com o uso da palavra “negrinho” e certamente não tem nada a ver com cotistas brasileiros. Maldita inclusão digital que permite que qualquer um se intitule “blogueiro” e passe a achar que tem algo útil para escrever.

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    • Quanta raiva… a mudança foi feita sim por motivos de chororô, que por sinal, é internacional. E na cláusula de alteração de nome, era facultado aos países aderir ou não ao novo nome, havia direito adquirido ao nome antigo. Meu bem, eu não sou desinformada. E muito menos me “intitulo blogueira”.

      Boa sorte se ofendendo, aqui eu não bato palmas para maluco dançar. Vai se ofender na rua onde o povo acolhe.

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  • Olá, tudo bem?

    Li o texto e todos os comentários, como não vi nada que contemplasse minha opinião, resolvi escrever esta resposta.
    Primeiramente, procurei saber qual o motivo de a editora Globo ter mudado o título do livro, se havia havia sido por alguma reivindicação de militantes do movimento negro. Procurei pela internet e não vi nenhuma informação a esse respeito.
    O que eu encontrei é que o livro “Ten Little Niggers” de Agatha Christie lançado em 1939 no Reino Unido e em 1940 nos EUA, teve seu título mudado na América do Norte porque a palavra “nigger” é muito ofensiva.
    No Brasil, devido a questões contratuais, o título utilizado foi modificado. Não tem nada a ver com movimento negro.
    Quanto aqueles que são contra as contas (particularmente não tenho uma opinião fechada sobre o assunto) e algumas políticas de promoção da igualdade racial no Brasil, gostaria que me explicassem porque num país onde pelo menos 45% da população é negra, não vemos pessoas negras na mesma proporção ocupando cargos importantes na sociedade?
    Deve haver algum mecanismo que impede que os negros se tornem médicos, juízes, CEOs de grandes empresas, grandes empresários.
    Já faz 128 anos da abolição da escravatura, mas a população negra continua em sua maioria na base da pirâmide social.
    Aliás, para citar negros bem sucedidos não vale falar de músicos (cantores, instrumentistas) e nem de atletas.
    Nessas duas profissões, o talento é exacerbado, é flagrante, todos veem não fica oculto em pequenos grupos. Quero exemplos de negros que tiveram ascensão social nos laboratórios, escritórios, onde a elevação social se dá por meios mais sutis.

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    • Igualdade é uzpelu dus meuzovo!
      O foco é PROTAGONISMO. Ganhar as coisas na base da força mesmo, sendo que a cultura do cancelamento que se desenvolveu em torno disso é justamente demonstrar força “apagando” da história a marca em relação a pessoas pretensamente vistas como racistas ou eventualmente como promotoras do racismo.
      De qualquer forma, é curioso não terem “cancelado” a finada Agatha Cristie (que nem está aqui pra se defender) e foram querer “cancelar” a J. K. Rowling por ela supostamente ser “transfóbica” (mas ainda assim dão moral pros livretinhos do Harry Potter… Enfim, a hipocrisia).
      E pra terminar, REPARAÇÃO HISTÓRICA É O CARALHO. O que esse povo quer é garantir posições de PROTAGONISMO pra se garantir, nem que seja na posição de CAPITÃES DO MATO da “Indústria Cultural”, que é uma das poucas áreas ainda a salvo da pretensa “revolução 4.0”.
      Criar vocaloides é fácil, mas vender trabalhos nessa área com tanta gente na disputa torna a situação bem difícil.

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  • Lembro que meus pais tinham toda a obra dessa escritora e a devoravam sempre e repetidamente. Minha mãe mais do que meu pai. Eu cheguei a ler alguns em minha adolescência mas não me identifiquei muito com o estilo. Parti para a literatura romântica dark que é mais a minha cara e, até hoje, marca visivelmente tudo o que escrevo.
    Duvido que meus pais estejam sabendo desse crime literário contra sua autora dileta. Pois já teriam comentado com toda a família em tom de protesto.
    A má notícia me deixou curiosa a respeito do livro, que não me lembro de ter lido, ainda que não seja meu estilo predileto de leitura (é meu estilo favorito de filme). Devo fazer a busca na internet com que título? “O caso dos dez nazinegristas”?

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    • Procure “O caso dos dez Intocáveis”

      Falando sério, leia esse livro, é realmente muito bom.

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  • Brasil, um país de TOLOS. Até quando? Até a coisa alcançar patamares insuportáveis de convivência, resultantes de tantas leis q incitam o ÓDIO???

    Sim, Sally, logo q li o título de sua postagem, percebi q “ah, lá vem mais uma do “mimimi” racial… E não deu outra! No “pai dos burros”, isso se chama CENSURA. Ponto. E tb fiquei com uma tristeza indignada com isso, gente,Agatha Christie bem q deveria dar uma saidinha de seu descanso eterno pra atazanar estes cretinos q fizeram este rebuliço totalmente despropositado com o livro dela…

    É assim, começou com cantigas infantis(TODO SANTO DIA escuto essa versão politicamente CAGADA da clássica “atirei o pau no gato”. Antes ouvisse o original, q mal tem?Já ouvi, já cantei e NUNCA atirei – nem chutei ou bati em gato algum!), depois passou pros comerciais(o caso da bombril é emblematicíssimo), e agora, já atingem os livros. LIVROS. Agora essa cambada de DESOCUPADO quer mandar até no q a gente vai ler, igualzinho à INQUISIÇÃO(só q às avessas, ou nem tanto…), só faltam criar o seu “Index Librorum Prohibitorum”, colocando no “rol dos livros sujos” os q tais histéricos ACHAM q são livros “racistas”, “politicamente incorretos”, etc… É O FIM DA PICADA!

    Pois é, tb tô entrando na turma do “vá tomar no cu” pra todo esta porcaria toda… Tomando emprestado as palavras do meu namorado, qdo pegou ônibus lotado(com direito ao palavrão mais baiano de todos): O nome certo pra isso aí é DESGRAÇA!

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    • Muito triste mesmo. O grau de burrice de quem acha que está fazendo algum bem com uma atitude dessas é alarmante. Idiocracy, aqui vamos nós…

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    • Versão pornográfica da parada do “Pau no gato”:

      Fui meter o pau na gata-ta
      E com a gata-ta nóis fudeu-deu-deu.
      Danadinha-nha, admirou-se-se
      No berro, no berro que a gente deu.
      Uau!

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    • Um país de tolos como quem acredita em qualquer besteira escrita por um Zé-Ninguém na internet e nem vai se informar sobre o assunto. A mudança do nome aconteceu em outro país, gente desinformada!

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      • DEPOIS DE 70 ANOS SENDO PUBLICADO NO BRASIL COM O TÍTULO “O Caso dos Dez Negrinhos”, RECENTEMENTE, passou a ser publicado com o nome de “E Não sobrou nenhum”.

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  • Sally, infelizmente é o que a literatura – ao se relacionar com a midia – acaba que por sofrer: censura e modificação. É o que os grupos dominantes fazem, infelizmente. Cabe então, perguntar se de fato tais grupos dominantes estão certos. É interessante perceber que não é só na literatura que isso ocorre, mas no cinema, nas artes plásticas, na música… enfim, pode parecer meio autruista mas penso que enquanto houver grupos dominantes sobre dominados, haverá hierarquia de poder e manipulação de gostos. Agora fato interessante é que quem se sente ofendido é que deveria por a mão na consciência, não?

    Outra coisa: quando é que as pessoas vão APRENDER PORRAN [desculpe, mas não resisti] a separar ficção de realidade? Poxa, uma obra literária é meramente ficção! Ok, a criação pode ser feita a partir da realidade presente mas ainda assim, ficção não representa necessariamente tudo o que é vigente na realidade. Melhor de tudo é pensar que essa mediação se dá através da linguagem… baaahhh!

    E fazendo um comentário literário já que não resisto hehe… é um clássico da literatura contemporânea, embora não o chame de pós-moderno. Não é uma leitura pesada como Ulysses, e pra quem gosta, é bem instigante, leitura agradavel, numa estilistica textual que consegue bem prender o leitor. Mais ainda: os elementos intratextuais como o desenrolar dos fatos relacionado com o poema, bem como os sinais do “canto dos cisne” fazem da tessitura narrativa uma aventura impar nos devaneios da linguagem. Eu li tanto a obra original quanto a modificada; e, sinceramente, não gostei das mudanças ocorridas, principalmente o fato da mansão.

    E fazendo um link meio louco com o que tu falou Sally, concordo em muito com a análise pendular. Me faz lembrar a obra [muito pesada diga-se de passagem] “o pendulo de Foucaut” no qual mostra-se essa mesma perspectiva: independente de nossos limites, os acontecimentos são pendulares, e a sensação de “controle” é apenas aparente. Mostra-se assim a verdadeira vulnerabilidade da existência humana.

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    • O que eu acho mais grave é que a discussão foi travada com a premissa de que o livro era ofensivo. Parte-se da premissa errada e se discute se temos o direito ou não de mudar uma obra que ofensa. Mas porra, o livro NÃO OFENDE, o título não se refere a ninguém, não é pejorativo e apenas relata uma cantiga infantil! Isso ninguém quer discutir!

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  • Eu li os posts do Papo de Homem e senti vergonha.Vergonha do politicamente correto do site,de uma visão estúpida,mal interpretada e muito americanizada do conteúdo.Tudo menos papo de homem, talvez papo de sensível.Sally é muito mais concisa e centrada no que realmente importa.

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      • Rs
        Que pergunta mais espirituosa !!!
        Acho que vale sim !
        O texto é bem argumentado e os comentários são muito bons também.
        Fica a seu critério

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        • É que algumas vezes postam textos aqui como referência negativa, coisas do tipo “Olha isso, que absurdo!”, daí fiquei na dúvida se era elogioso ou se era uma referência negativa

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  • Se liga na sinopse [editada]:

    ” Ambientada no início do século 20… Terá como tema principal o “nascimento” da mulher brasileira contemporânea e sua inserção social. Falará também do surgimento do futebol no Brasil, da capoeira, do samba e da favela. A VILANIA FICARÁ A CARGO DE PATRÍCIA PILLAR. TÍPICA DAMA DO SÉCULO 19, ELA NÃO SE CONFORMA COM O FIM DA ESCRAVIDÃO.

    Amizade Verdadeira – Isabel (Camila Pitanga) e Laura (Marjorie Estiano) serão as verdadeiras revolucionárias. Nascidas em diferentes situações sociais, Laura foi criada numa GAIOLA DE OURO, já Isabel trabalhou em casa de família desde os 14 anos de idade. Ao se encontrarem, no dia de seus casamentos, reconhecem uma na outra características de mulheres à frente de seu tempo.

    Naturalmente vilã – Constança (Patrícia Pillar) nasceu no engenho e se tornou baronesa do café. Conservadora, não se conforma em ter perdido o prestígio com o fim da escravidão. ”

    Mais do menos. Com licença que vou vomitar…

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    • Reescrevendo a história da forma mais estereotipada possível. A Globo não se cansa de deseducar o povo, não é mesmo?

      Se um dia eu ficar muito rica vou comprar um canal de TV e fazer o Desfavor na TV, com versões filmadas de todas as colunas e toda noite vai ter o Jornal Desfavoral onde Somir e eu comentamos as principais notícias no estilo TOP DES.

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  • E Sallyta, se prepara: tá saindo do forno MAIS UMA (dentre incontáveis) novela da Globo que fala da segregação racial, do surgimento de favelas, da luta pelos direitos dos negros etc etc etc. Tudo pra REFORÇAR ainda mais o preconceito, a discriminação, o “estranhamento” entre pessoas com mais ou menos melanina…

    :-( Eles venceram.

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    • Logo quem… a Globo que sempre colocou negros no papel de empregados! Salvo engano até hoje só teve uma novela das oito/nove com uma protagonista negra!

      Quero ver é a Globo colocar COTAS PARA NEGROS: 50% dos autores tem que ser negros, 50% dos diretores tem que ser negros, 50% dos atores tem que ser negros… aí sim eles vão provar do próprio veneno!

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    • Não está não, você vê assim porque é um racista preconceituoso e homofóbico que merece ser processado criminalmente por soldadinhos e por gays

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  • Não tem coisa mais escrota do que negro brasileiro racista!
    Onde eu trabalho já ouvi algumas pérolas vindas deles.
    Veja uns exemplos: Outro dia a galera tava comentando que fulano se veste bem, daí o fulano perdeu a oportunidade de ficar calado e mandou essa “Também eu sou negro, se eu andar desleixado vão pensar que sou ladrão”
    Outra infeliz uma vez contando um caso falou assim “… daí eu resolvi fazer jus a melanina da minha pele e armei um barraco”
    Vê se eu posso com umas merdas dessas? Negro americano tem autoestima e sabe se valorizar, agora negros brasileiros são uns chorões, racistas, uma escrotidão sem fim. Brasileiro escroto e chorão, senta no meu pau e mama no kct! Eu tenho vergonha de ter nascido nessa merda de país. País de bosta! Pouca gente se salva.
    Já estive em Portugal, vi umas burrices de doer, mas pelo menos não são escrotos como os brasileiros. Lá se tiver defeito é que mutos são porcos e imbecis. Aqui nesta merda, além dos brasilóides terem herdado a burrice e a porquice, ainda tem mais a desonestidade de bônus.

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  • Engraçado que esse movimento negro no Brasil só vai atrás de idiotice.Não basta achar que se “vive” num Apartheid camuflado (pra esses paranoicos,só negro se ferra nesse país),tem que inventar motivos para pagar de coitadinhos indefesos.

    Isso já virou uma idiocracia faz tempo.

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    • Está dando certo, estão ganhando vagas em universidade, em concurso, indenizações por danos morais… porque parar? Quem precisa de dignidade quando pode receber um suborinho “compensatório” da sociedade?

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      • Eles falam de suas “raizes históricas” na África, né?

        É bom lembrar que lá na “mama áfrica” tem o famoso caso da rixa hutus x tutsis, onde os hutus eram uma maioria que tinha uma relação nada amigável com a minoria tutsi.

        No jogo colonialista, se viu que poderia se colonizar mais facilmente a região e tirar proveito das riquezas naturais dando força aos grupos tutsis para que eles se sobrepujassem aos hutus, sendo que durante todo o periodo de colonização se manteve tal política de repressão ao grupo de maior número.

        Depois, quando se viu que não era tão vantajoso manter as colônias, se colocou em discussão a parada de “democracia” e de “autodeterminação dos povos”, sendo que com a independência, os tutsis perderam a proteção que tinham das colônias e viraram o alvo da maioria hutu então revoltada com o status quo que perdurava até então.

        Ao fim os tutsis foram quase que completamente massacrados e os poucos que sobrevivem tem de suportar uma convivência forçada com os hutus, muitas vezes responsáveis pela morte de parentes seus.

        Perto disso, a parada do APARTHEID é fichinha.

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          • Falando nessa de “escravidão”, estou querendo meter o pau nesse pessoal que tá ai de candidato aqui em Ribeirão, em especial a prefeitura.

            Eta pessoalzinho… Putz! O Nogueirinha malandro já mostrou que não é nem de longe exemplo de coerência. Quanto a Darcy, já sei o riscado. No que diz respeito ao Chiarelli, fico de orelha em pé me perguntando quem tá bancando essa aventura toda (até porque o Kajuru e suas relações FEDEM!). No que diz respeito ao Gandini, é de doer o clima de velório da campanha. Mauro Inácio mostra os problemas mas parece não ter ideia das soluções, vendo tudo pelo prisma rico X pobre. O Rovieri tenta um ar mais conciliador, mas não convence.

            PS: Para quem não sabe, o Kajuru já andou de rolo até com o Cachoeira.

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              • Sério sim, Sally. O Kajuru, apesar de ser um “kamikaze” na aparência, tem uma fama pra lá de podre por suas bravatas de bastidores, em especial no que diz respeito a extinta “Radio Ka” de Goiás.

                E pelo pouco que te conheço, te garanto que se você lesse aquele ode ao coitadismo com o título “condenado a falar”, você ia era sentir repulsa a ele.

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                  • Uma coisa é liberdade e outra bem diferente é isenção.

                    O cara fala o que bem entende porque além de não ter muito a perder, se construiu justamente em cima de uma posição de “kamikaze”, que faz com que a maior parte dos seus críticos o vejam como um “doido de pedra”.

                    Isso nem de longe é sinônimo de isenção. Pode até passar informações importantes que não seriam passadas por aqueles jornalistas que são pretensamente sérios, mas também tende a adotar o mesmo jogo do “morde e assopra”.

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              • Se quiser, te mando ai (Dou 1 real, mas não dou ousadia para esse malandro).

                Em tempo, quanto ao Chiarelli, que é um DESFAVOR em pessoa, tenho plena convicção que ele não bancaria sozinho uma campanha tão bem-feita, ainda mais dentro de uma micro-legenda como o “PT do B”.

                Meses atrás saiu com um monte de panfletinho distribuido por ai (isso depois de ter dado um calote de 15 mil numa gráfica) em prol do partido e metendo o pau no Nogueirinha, no Gasparini, na Darcy e em mais gente, além de utilizar isso para propagar o partideco.

                Agora tá com uma campanha muito bem feita que por baixo, custaria fácil meio milhão de reais. Por um lado é certeza que não é dinheiro do pé-rapado caloteiro e por outro, a maioria das pessoas no jogo político tem ódio do cara, querendo ver essa verdadeira MISS ANTIPATIA pelas costas.

                Um dos poucos que tem alguma posição a ponto de dar condições para o Chiarelli é justamente o Kajuru, que por si só também não é lá essas coisas em termos de recur$o$.

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          • É o sonho do nazinegrista brazuca: revogar a lei aurea pra botar no tronco aquele que ele gostaria de ter como reflexo no próprio espelho.

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      • SE vendem sim. E se vendem barato. Pq todos esses suborninhos, esmolas e prêmios de consolação jamais irão desaguar na verdadeira igualdade de condições e oportunidades pela qual eles deveriam estar lutando, em vez de estarem atendendo a interesses políticos particulares e picuinhas pessoais nazidespeitadas.
        E o negro que está catando restos de comida putrefata nos lixões de Salvador? Qual é a cota ou processo naziinsultado que vai resolver o inferno em que vive esse cara? Qual é o movimento negro que o está protegendo? Prove. Quero ver.

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  • É como eu digo.
    Se colocasse “Os dez negrinhos bem-dotados” ou “Os dez negões comedores” ou ainda “Os preto tipo A”, podia.
    Interessante que, no titulo do seu texto, Sally, eu já sabia do que se tratava…

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    • Será? Acho que a histeria é tanta que não pode mais usar a palavra “negro” ou “preto” nem para elogiar

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  • “Nós” “eles” E tão interessante como essas palavras podem criar abismos entre as pessoas.
    Eu sou branca, entretanto realmente não me sinto fazendo parte deste “Nós”. Sinceramente, às vezes penso que as atitudes “deles”, os negros, têm a sua razão de ser, assim como “nossa” resposta também tem. E a reação deles, a nossa contrapartida, E esta “ciranda de infernal” continuará até que uma grande tempestade solar reduza a todos a pó. Assim seremos todos iguais.

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    • Isabela, os negros são os responsável por esse abismo, porque até segunda ordem, todos eramos iguais. Agora tem cotas, tem vagas reservadas em concursos, tem crimes específicos contra eles, tem Dia do Negro, tem protestos… Quem começou com essa segunda geração de racismo foram os negros.

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      • Mas aí que esta uma das questões. Eu não vejo todos estes privilégios beneficiando toda população negra brasileira. E sim, segmentos específicos, que utilizam, que se aproveitam. das “pendências raciais” em proveito próprio. Eu duvido, que uma mulher negra, que mora na periferia, que trabalha como doméstica, que leva duas horas no ônibus lotado se preocupa e se ressente porque jovens modelos negras, têm dificuldades para conseguir trabalho no mundo dos desfiles e publicidade. Sabe, será que não estamos nos polarizando e hostilizando pessoas que não tem nada haver estas babaquices.

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        • O benefício é para a raça como um todo: ricos, pobres, famosos, anônimos… só de pertencer à raça negra a pessoa já tem um benefício inerente: a “intocabilidade”. Palavras como “macaco”, “preto”, “escuro” e outras não podem ser ditas por perto, mesmo que em um contexto totalmente alheio a aquela pessoa. Quando um negro entra em uma sala TODOS começam a medir palavras, independente de quem é o negro. Cultura do medo. Sem contar que qualquer negro pode pleitear cotas para concurso público, vaga em universidade e tantas outras “cotas” que são criadas. Há um benefício em função da raça sim, que pode ser usufruído por qualquer um.

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    • Os militantes negros politizados deste país vivem insatisfeitos com seu movimento. Reclama que se trata de uma instituição que atende a interesses políticos privados em vez das necessidaes da maioria negra desfavorecida. Desses dissidentes, muitos já abandonaram o grupo e agora fazem militância solitária. A maioria é mulher e, dentre outras, tem como queixa que as lideranças negras preferem as mulheres brancas.
      Respondendo a quem deveria ter vindo do pó mas que do pó ainda não surgiu: tempestade solar nenhuma vai me reduzir ou igualar ao pó dos outros , muito menos ao pó de nazinegristas nem de seus lambecús. Pois foi do meu próprio pó que vim e somente a ele retornarei.

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  • Editora Globo é?!?!
    A mulher de alguém grande por lá deve ter se ofendido, aí trocaram.
    Puta tempestade num copo d’agua, totalmente desnecessário. Só falta censurarem partes de livro que tiver racismo (tá cheio).

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    • Já andaram metendo uma censura em Monteiro Lobato por causa disso…

      Mas Tiririca cantando “Essa preta fede” tá ok.

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      • Não não. Eu comprei há uma semana um livro da Estante Virtual e veio como se fosse novo, só faltou aquele plástico pra preservar a capa. Só precisa ler a descrição do livro na hora de comprar, pra não pensar ser uma coisa e na verdade ser outra. É um site confiável.

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  • Sou negra e nunca me incomodei em ser chamada de pretinha, negrinha, negona ou qualquer derivado, seja vindo de amigos ou estranhos que acham de algum modo estar ofendendo….na verdade me incomodo com o preconceito velado, aquelas pessoas que me falam que sou moreninha ou no máximo mulata pq fica mais bonitinho ( oi? )

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    • Pois é, parece que chamar de negra é algo ruim, é uma ofensa, daí tem que mitigar e chamar de “escurinha” e coisa do tipo. Um misto de pena com medo, horrendo isso!

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  • Larissa Indelicada

    hein…mudando do pau pra cacete…

    E a maldicao do Carlinhos Brown????

    Ele vai estar no The voice Brasil…. qual sera a merda que vai acontecer??? chuta alguma??

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    • Vai é? Deve ter entrado pelas cotas!

      a) Estúdio pegar fogo
      b) Programa ser um fracasso de audiência
      c) Ele acabar levando uma porrada de um participante
      d) Ele ser odiado nacionalmente

      Larissa, volta lá na postagem do Judas e profere algumas palavras religiosas que simbolizem a cerimônia de conversão do Hugo para que ele tenha que repetir… Aceitamos sugestões do novo nome que ele deve usar: Hugo de Deus, Hugo de Cristo, Hugo do Senhor… o que você acha?

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  • Prefiro Rex Stout com seu maravilhoso Nero Wolfe, se não leu, recomendo entusiasticamente! Se você está incomodada com esse povinho politicamente correto, espere só até a onda conservacionista com sua sanha predatória aportar por aqui! Um de seus arautos, a besta do Malafaia, é abjeta? Aguardem, que vem mais por aí! Então vai ser o apocalipse total, de um lado os babacas do politicamente correto, de outro os conservadores com sua cegueira fundamentalista. Pena que em Marte não há condições de vida! Seria a única saída!!!

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    • Sugiro o primeiro onde aparece o detetive Nero Wolfe, Picada Mortal.
      Imagine que ele é um detetive que resolve os casos quase sem sair de casa (n´o A Caixa Vermelha), refinado, gourmet, botanico e muito inteligente, sem ser esnobe.
      Espero que você goste!!!

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  • Eu já sabia dessa do livro, muito boa…quanto mais rápido o pêndulo for para o extremo mais rápido irá voltar…eu tô na torcida.

    Existe algum termo politicamente correto para maconheiro? Viram essa?

    http://blogs.estadao.com.br/tutty/muita-fumaca-pra-nada/

    To aqui pensando…acho que me chamarem de BRANCO é ofensivo…estou estudando opções politicamente corretas:

    – Alvo – opção Nerd em homenagem a Dumbledore
    – Claro – poderia ter patrocínio da operadora de celular
    – Limpo – pode não ser verdade…
    – Nórdico-descendente – esse tem uma pegada tipo Thor…
    – Uaite – versão adaptada do inglês, vibe meio uoxinguitom

    P.S. Alguém me ensina como postar URL como link no comentário???

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    • É verdade, em algum momento o pêndulo volta para o nosso lado. Pena que quando isso acontecer deixaremos de ser uma República de Elite e passaremos a ser igual a todo o resto

      Não sei postar URL como link, mas se alguém souber, por favor nos ensine!

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      • [sinal de menor]a href=”url completa”[sinal de maior]nome que tu deu ao link[sinal de menor]a[sinal de maior]
        Deu pra entender? :P

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      • É só usar o código HTML comum pra links.

        Assim:
        {a href=”http://www.linhadecodigo.com.br/artigo/81/html-basico.aspx”}http://www.linhadecodigo.com.br/artigo/81/html-basico.aspx{/a}

        Troque os { } pelos caracteres que se usa pra escrever HTML, (eles aparecem embaixo da caixa onde se digita os comentários aqui; acho que não adianta eu digitar aqui que eles não aparecem no texto).

        Se digitar algum texto no lugar do segundo URL, o texto vira um link. O primeiro URL, que fica depois de href e entre “aspas”, precisa ser o endereço exato.

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    • Rorschach, El Pistolero

      Sally, não aceite o outro comentário, meu “tutorial” não deu certo.

      O código é simples, tem na parte debaixo do campo dos comentários.

      Coloca a href=”URL AQUI” dentro de . Depois escreve o que vai aparecer no link e fecha a tag com .

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    • Gostei da ideia! Da próxima vez que eu for chamada de branquela responderei: – Branquela é pejorativo, nórdico-descendente por favor!

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      • Eu quero poder sair na rua com uma camiseta escrito White is Beautiful sem ser chamada de nazista

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      • Pior é quando dizem que a cor da pele reflete o sol… Eu detesto quando ficam rindo da minha cor, mas nem por isso fico de mimimi.

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  • Rorschach, El Pistolero

    Que canseira dessa gente.

    Sinceramente, quem se sente ofendido com “negrinhos”? Puta vontade de ganhar notinha no jornal…

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    • É pior do que isso. Ninguém foi chamado de negrinho no livro! É apenas a letra de uma cantiga!

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  • Oooow, Sally, você conhece as músicas do Gaúcho da Fronteira?!?! =O

    Nunca li esse livro, quero a versão antiga…será que baniram das bibliotecas públicas a antiga versão?!

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    • Só as que foram regravadas, tipo “Herdeiro da Pampa Pobre”

      Você ainda encontra a versão antiga em sebos e bibliotecas sim, mas sabe-se lá por quanto tempo!

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    • Hahaha, também fiquei emocionada!
      Só fiquei triste porque a Sally conhece a versão do Engenheiros do Hawaii, acho o Humberto Gessinger um mala-sem-alça.

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  • Parabéns, seu texto foi tão racista que mesmo concordando inicialmente com sua posição no final mudei de ideia.

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  • Sally, existe alguma medida legal que pode ser tomada em relação a vizinhos que tocam musica no ultimo volume de 9h as 21h? Tenho um vizinho que é tão pau no cu que até quando não tá em casa o som ta ligado no máximo. (funny story: esse vizinho passou a madrugada toda de hoje aos gritos com a mulher, tipo de 2 da manhã até umas 6, e agora outro vizinho arranjou um carro de som, deixou tocando música aqui e tá gritando “TÁ QUERENDO DORMIR?? VAI DORMIR PORRA NENHUMA!! SE FODE AGORA!!!” HAHAHAHAHHAHA

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    • Existe sim. Medida criminal não vai dar em nada, por isso eu sugiro que se tente inserir na convenção de condomínio uma multa para esse tipo de coisa ou então, em ultimo caso, uma ação cível para tomar dinheiro de quem faça isso.

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      • Não é condomínio, eu moro no rio mas com a greve das federais voltei pra minha cidade no “interior”, então são casas separadas, mas atrapalha metade da rua. Eu estou aqui faz três meses e não aguento mais, estou preocupada pelos meus pais por terem que viver isso o ano inteiro.
        Eu sei que metade das pessoas que moram nessa casa tem problemas com a lei (pra não dizer que é uma mini boca-de-fumo assim, na cara de pau) então será que não tem um jeito de dar pelo menos um susto?

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        • Mesmo que não exista um condomínio, existem normal de direito de vizinhança que devem ser cumpridas por todos. Mas agora fiquei meio preocupada de você peitar essas “pessoas que tem problemas com leis”. Tem certeza que vale a pena?

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          • Não sei se vale, por isso perguntei. Queria alguma solução que fosse mais um susto mesmo, nem que fosse temporario, porque é uma situação que não se resolveu com pedidos e boa educação. Apesar de tudo são pessoas que conhecem a minha familia há gerações, com possíveis parentescos e etc (cidade pequena, no fim somos todos primos), então acho que não teria retaliação ou nada muito perigoso.

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            • Porque você não liga para o Disk-Denúncia de um telefone público qualquer e informa sobre as bocas de fumo?

              Se quiser algo dentro da lei, quando o barulho estiver acontecendo, chama uma viatura da polícia, mas a merda é que você vai ter que se identificar…

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          • Pegando carona na conversa, o que me aconselha a fazer com cachorrinho do vizinho que passa a madrugada latindo? Já repararam que quem mora em prédio pequeno tipo 3 andares adora botar um infelizinho desses dentro de casa? Dá vontade de torcer o pescocinho até matar, mas eu não tenho acesso. Tem algo que eu possa fazer?

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            • Dentro da lei?

              O que eu faria: jogaria pela janela ou por debaixo da porta um bifinho com tranquilizante bem forte como aviso. Se depois de ver seu cachorro apagado por 24h o dono são se mancasse, jogaria coisa mais pesada. Pode parecer contraditório, mas eu amo animais (inclusive fiz veterinária antes de fazer direito), mas eu amo mais ainda meu sono. Gente que chega à falta de educação de permitir um cão latindo a noite toda não preta para dialogar. Bota o bicho para dormir.

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              • Sally pausa: mentira? tu fez veterinária, direito e tem mestrado e doutorado em direito? Tem mais alguma coisa que tu fez e queira compartilhar? rsrs fiu fiu… invejinha! rsrs

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                • Eu não cheguei a concluir meu curso de veterinária. Mas já que é para compartilhar curriculum, também sou professora de Dança do Ventre e toco violão

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                    • É só riscar um pentagrama no chão do seu quarto e dizer um Pai Nosso de tras para frente à meia noite que eu apareço…

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    • aproveitando a pergunta da Bianca: há alguma medida em relação a vizinhos que puxam fumo e/ou baseado às 1h, com a fumaça impregnando o quarto do casal?

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      • Certamente. Chamar a polícia, por exemplo, mas aí você tem que se identificar. Sempre pode ligar para o Disk Denúncia, que é anônimo e informar que estão vendendo drogas no local (mesmo que não estejam). Se várias pessoas ligarem (ou uma se fazendo passar por muitas) cedo ou tarde eles dão uma passadinha lá.

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  • Achei que você estava brincando. Fui conferir e me partiu o coração de um jeito…
    Será que agora vai ser assim? Vão manipular todas as obras literarias com base no que é considerado politicamente correto HOJE?
    Você já leu Heart of Darkness ( O coração das trevas)? Imagina o que vai acontecer com esse livro se esse absurdo continuar?

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    • Rejane, já estão manipulando. Pior é que quando uma obra não pode ter o “conteúdo impróprio” suprimido por este ser de sua essência eles vão acabar censurando a obra toda!

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  • Eu não entendo o porquê de boicotar uma obra ou autor, mesmo que contenha conteúdo racista (desde que sem incitações). Não quer dizer que hoje a sociedade seja igual à de ontem.
    Censura sempre foi um problema, mas não parece que aprendemos muito com os erros do passado.

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    • Não, Marok, muito pelo contrário, estão repetindo os erros do passado só que em escala global. Quando você censura uma cantiga infantil é sinal de que a histeria tomou conta da razão!

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      • Mas o que mais me chateia é o fato de modificarem uma coisa antiga.
        Quando eu leio uma obra de outra época, eu estou justamente buscando aquele contexto.
        Se a sociedade da época e local era racista, vai se fazer o que? Não dá pra mudar o passado, mas dá pra aprender com ele.

        O que você achou?

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        • Também acho, censurar o passado não muda o passado. Se fosse assim, bastava censurar o Mein Kampf

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  • A sociedade tá ficando mesmo cada vez mais babaca, pelo menos a brasileira.

    Eu não sou branco, e não me importo se me chamarem de negro, preto, neguinho ou qualquer coisa. Detesto vitimização.

    Abraços!

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    • Mauro, nem chega a tanto, nem se trata de chamar alguém de algo, se trata de poder usar uma cantiga infantil com mais de um século de existência para basear a trama de um romance. É um absurdo que não se possa citar uma cantiga! E não é uma cantiga que ofenda. Não é uma cantiga do tipo “dez negrinho tem cabelo ruim, dez negrinhos fedem”. Se tivesse uma música tipo “Atirei o pau no argentino-no-no, mas o argentino-no-no, não morreu-reu-reu” ninguém estaria reclamando!

      Aliás, não pode falar “negrinhos” para o Tiririca foi inocentado do processo envolvendo sua música na qual fala “Essa NEGRA FEDE”. Falta de coerência, a gente se vê por aqui!

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  • Ah, fui ver. Aqui na França não tem esse “mimimi”, não. O livro que chama “Dix petits nègres”. “Nègres” sendo um termo racista aqui.

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  • Putaquepariu! “NEGRO”, não se pode mais falar “NEGRO”? A palavra que nos ensinaram? SEMPRE me falaram “não pode falar preto, é racista, tem que falar NEGRO”. Agora até palavra CORRETA virou incorreta? WTF Brasil! Nossa, que bando de fdp! Se até os negros tem vergonha da propria etnia deles e não se aceitam, como vamos fazer? Cade aquele orgulho da “raça” (porque nem “raça” pode falar mais) negra que lutou contra a segregação? Que levava de tudo na cara mas continuava sentado em uma lanchonete dos brancos? Agora ficam ai de “mimimi” (eu não sei como foi a integração dos negros do Brasil, não chegeui a estudar isso, so sei como foi nos EUA). Beleza, eles sofreram no passado, todo mundo sabe, ninguém nega isso mas parece que preferem que a gente tenha pena deles. “ô, tadinho do pretinho. Foi descriminado no passado, vamos dar tudo pra ele. Assim seremos bem vistos e eles vão parar de encher o saco”.

    Eles mesmos se descriminam! “Não sou inteligente o suficiente para entrar em uma faculdade ou passar em concurso publico, me dêem vagas”.

    Aff, vai tomar no cu! Eu cheguei na França, não falava uma palavra de francês, estudei em uma escola de merda com um ambiente de merda, com pessoas que eu odiava e hoje eu estou em uma das melhorers faculdades da França, sem ajuda de ninguem e eu tenho orgulho disso. Vai tomar no cu, bando de preguiçoso! Sabe, a preguiça até explica o fato deles não falarem nada das cotas, mas um livro onde tem a palavra “NEGRO”. FALA SERIO!

    De novo, VAI TOMAR NO CU!

    Nossa, Sally, me revoltei aqui.

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    • Vai tomar no cu (3).

      Najla, sabe o que é pior? Que aqui negros escravizavam negros, negros tinham castas, chegavam a participar da sociedade de forma ativa, alguns tinham bens, jóias e até escravos. Dá uma lida na Guia Politicamente Incorreto da História do Brasil, que vc XÓRA.

      Dá vontade de enfiar um cabo de vassoura no cu de quem prega cota como “compensação”.

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        • Sim, eu estudei essa parte (tenho aula de civilização brasileira na faculdade), onde escravos que conseguiam liberdade compravam escravos (porque isso dava status social), mas não sei como foi a integração, como aconteceu nos EUA com o final da segregação. Não teve segregação no Brasil (eu acho (?), mas teve uma época onde eles so podiam trabalhar para os brancos, não teve? Tipo, não podiam fazer parte da mesma classe social. Ah, nunca estudei muito aa historia do Brasil, tou começando agora na faculdade.

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          • Olha… isso é um assunto delicado. Vou estudar bastante para só depois escrever sobre isso. Temos historiadores aqui, se eles puderem responder eu acho que são uma fonte mais confiável

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            • Houve, sim. Todo tipo de segregação: negros não tinham acesso à educação (não podiam estudar nas escolas de brancos); eram impedidos de permanecer em determinados locais (exceto na qualidade de serventes) onde os brancos socializavam; quando libertos, inicialmente, não tinham facilidade de conseguir empregos e sequer onde morar (basta pesquisar o surgimento das favelas) etc.

              SEGREGAÇÃO é o que acontece quando a ABOLIÇÃO é feita sem o cuidado de INTEGRAR o abolido (negro) na sociedade (preconceituosa). É uma questão política e social que leva muitos anos (e algumas gerações) pra se “adequar”.

              O que, de forma alguma, justifica a HISTERIA que presenciamos hoje, muito mais de um SÉCULO depois desse momento histórico (a Abolição da Escravatura foi em 1888, quando ainda nem éramos uma República). A geração atual SEQUER LEMBRA do que seus antepassados vivenciaram (salvo o que é “ensinado” nas escolas). O que eles fazem é se APROVEITAR do momento, da sociedade HIPÓCRITA e politicamente correta, pra conseguir FACILIDADES (na educação, na carreira pública etc), sob a bandeira de uma CAUSA SOCIAL.

              Sinceramente? Se eu fosse NEGRA, morreria de VERGONHA desse MIMIMI. Sabe o efeito que isso tem? Situação hipotética (e cotidiana): um negro e um branco, com o mesmo diploma de uma Instituição Federal de Ensino estão disputando uma vaga de emprego. Independente de COMO entrou e qual seu APROVEITAMENTO do curso da graduação, o candidato negro SEMPRE será visto com desconfiança, como MENOS CAPAZ que o branquinho (ou moreninho, ou asiático) que não teve COTAS e outras FACILIDADES a seu dispor. Fica a pergunta: quem venceu no fim das contas?

              É tanta IGNORÂNCIA que eles não percebem que estão REVITALIZANDO a SEGREGAÇÃO racial e, ato contínuo, FORTALECENDO A DISCRIMINAÇÃO e o PRECONCEITO.

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              • Então! Depois de lutar para conseguir uma vida melhor e o reconhecimento merecido, ou o simples fato de começarem a serem tratados como todo mundo, eles se rebaixam de novo! Eles mesmos! Aceitar cotas e querer trocar o nome de um livro é a mesma coisa que dizer “pois é, não estou no nivel de vocês, preciso de cotas”, ou “esse livro me ofendeporque eu mesmo não estou confortavel com a cor da minha pele, não me aceito como eu sou”. Que besteira!

                Eu acho que se fosse para criar cotas (o que não é a resposta, o que deveria existir no Brasil é uma educação de qualidade, mas isso é utopia), deveriam criar cotas de acordo com a renda da pessoa e escola que frequentou. Mesmo que não seja uma solução ao problema, é melhor do que dizer que negros são burros.

                Se eu fosse negra também teria vergonha das cotas. Isso é um atestado de burro, é falar que eles não conseguem entrar em uma faculdade por conta propria.

                Obrigada pela resposta, Mary!

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                • Sabe o pior? É que isso cai como uma luva dentro do jogo paternalista-clientelista presente no jogo político promovido pelo governo.

                  Já lá atrás (em 2006) tinha desenvolvido um texto (claro que bem mais fraco e menos fundamentado do que seria em um texto meu hoje) lá no Orkut dizendo que “COTA É ESMOLA” e que isso nem de longe era uma solução em prol do desenvolvimento para o país.

                  Obviamente considerei o ponto de vista falacioso em cima da tal “divida histórica”, mas considerei dois cenários que não eram devidamente considerados na política cotista, que eram os momentos pré-universitário e pós-universitário.

                  No que diz respeito ao momento pré-universitário, é fato de que muitas pessoas de regiões carentes não conseguem sequer terminar o ensino básico, seja pelas necessidades financeiras, seja pela estafa com a própria rotina escolar na qual muitas vezes se desconsidera o interesse dos alunos pelo aprendizado.

                  Esse já é um ponto importante por si só, pois representa uma peneira que diminui em bastante os candidatos a ter o benefício da cota racial e/ou social.

                  Em segundo tem o momento pós-universitário… O cotista muitas vezes tem uma condição financeira frágil demais para se autossustentar e montar negócios na sua área de formação depois de concluido o curso, tendendo a ficar sempre em posições subalternas, isso quando consegue um emprego.

                  Excepcionalmente dá para se contornar isso, mas sempre na dependência de relações de natureza política ou se utilizando do aparato burocrático em seu favor, mas mesmo assim, tal progresso tende na maioria dos casos a ser um tiro no escuro.

                  Como pode se ver, ainda que tal política possa trazer algum ou outro benefício para alguns grupos específicos, ela ao fim trás mais prejuízos do que benefícios para a sociedade como um todo.

                  O tempo e o conhecimento só me fizeram consolidar a posição que eu já tinha naquela época quanto a tal assunto.

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                  • E estou vendo quem propós tal absurdo aprovado na base da canetada… Nossa, tá uma maravilha a educação no Maranhão, hein Nice Lobão?

                    Pra se meter na educação de todo o país tinha de ser proveniente de um estado superevoluido em termos educacionais como a terra do nosso querido presidente José Sarney, né?

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              • Em caso de “empate” em termos de qualificação, o que tende a decidir é a posição em termos de relacionamento e de “conchavo”, o que geralmente (mas não sempre) tende em favor do “branco”.

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    • É porque o nome racial é negro mesmo. Preto é cor, não raça. Assim como a denominação racial correta é caucásio e branco é apenas uma das muitas cores da raça caucásica. Não consigo ver insulto em nada disso.

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  • Sally, diante do fato revelado no texto, só consigo pensar em dar como resposta uma frase que ouvi, salvo, engano, do Olavo de Carvalho. Era mais ou menos assim: “Tem certas coisas que deixam a gente tão irritado, tão de saco cheio, que a única resposta à altura é aquilo que vem do fundo do coração, o bom e velho ”vai tomar no cu”…. Que saco, essa onda de politicamente correto é sufocante. E essa história do “Atirei o pau no gato” é verdade… A desculpa é que isso pode incitar maus-tratos a animais. Pode? Cansei de cantar isso quando criança e hoje não tem sujeito que goste mais de bichanos do que eu. A única versão modificada de “Atirei o Pau no Gato” que eu gosto é a do Falcão – o cearense – cantando por cima da melodia de uma canção famosa do disco “The Wall, do Pink Floyd.

    Outra história de cagada feita pra não desagradar a turminha vitimista do mimimi: nos novos filmes da série “Star Wars”, lançados muito tempo depois dos três primeiros, a famosa expressão “Lado Negro da Força” (o grupo dos vilões da história) foi transformada na dublagem/ legendagem em “Lado Sombrio da Força”… Não sou fã de “Star Wars” – o Somir, que é nerd, assumido, pode te explicar melhor – , mas “Lado Negro da Força” já virou até gíria e metáfora largamente utilizadas fora do círculo nerd e até na imprensa, sem falar na versão Desciclopédia “Lado Rosa da Força” para designar afrescalhados… E aí vem um bando de intocáveis querendo alterar uma expressão consagrada. Na época, o Kibeloco até fez uma série de ilustrações satirizando essa substituição de “negro” por “sombrio”, com a atriz Fernanda Monetenegro virando “Fernanda Montesombrio” e o jogador de futebol de praia (odeio o termo “Beach Soccer”) Junior Negrão sendo chamado de “Junior Sombriozão”…. Pode?
    E alguém aí lembra da polêmica envolvendo o Tiririca (ele mesmo!) e sua canção “Veja Os Cabelos Dela”? Saiu na “Veja” com enquete entre famosos e tudo…
    Respeito caras como o finado Mussum e o Hélio de La Peña, que satirizam eles próprios sua negritude e os estereótipos dos “defensores dos direitos dos negros”. O Hélio interpretou no “Casseta & Planeta” a “Maria Escura”, fazendo piada com a mocinha “Maria Clara” da novela “Celebridade” e o Mussum sempre dizia “quero morrer pretis se eu tiver mentindis” nos Trapalhões, além de não se incomodar de ser chamado pelos colegas de “Cromado”, “Azulão”, “Grande Pássaro”, “Fumê” e etc.

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    • Chocada que transformaram o clássico “o lado NEGRO da força” no “lado SOMBRIO da força”! QUE MERDA

      Só mandando tomar no cu mesmo! Em breve estaremos pedindo uma blusa cor soldadinho ou uma calça cor sombrio nas lojas!

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  • É difícil entender um sistema que baseie a concessão de quaisquer tipos de benefícios, que tenha como critério “raças”, em um país miscigenado. Eu, que sou um verdadeiro “mix” das “raças” (sei que atualmente dizem não mais ser o termo apropriado) branca, índia e negra, terei direito às benesses concedidas às duas últimas ou a minha “parte branca” anularia todo o resto? Porque esse negócio de “pardo” eu não engulo até hoje…

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    • Complicado. Daqui a pouco vão fazer mapeamento genético e dar cotas para quem tem mais de 50% de “gene negro”

      Continua sendo racismo

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      • Pior ainda… É bem capaz que esse negócio, que chamei de APARTHEID EDUCACIONAL, acabe sim alimentando ainda mais a roda da CORRUPÇÃO.

        Não bastassem as fraudes (meu resultado oficial no ENEM não condizia com o real mesmo se considerando as questões anuladas), essa parada pode virar no futuro um caminho altamente rentável para a EXTORSÃO por parte dos agentes do serviço público.

        Esse negócio de cota, além de ser uma medida demagógica na medida em que é institucionalizada (o PLC 180/2008 é um DESFAVOR monstruoso), ainda pode ser útil para efeitos de cerceamento no acesso a faculdades ou mesmo a cargos alvos de concurso público.

        Ao contrário do que se vende, essa não é uma medida inclusiva em prol do progresso social e sim uma medida quando muito de caráter paliativo que nem de longe serve de enfrentamento aos graves problemas que nosso país enfrenta.

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    • Falando em “pardo”, nunca me esqueço do que aconteceu quando fui fazer alistamento militar… Teve um que foi acompanhado da mãe – mas isso é outra história – e um que preencheu “pardo” numa ficha que nos deram lá. O sargento encarregado de distribuir as fichas e coordenar o alistamento falou: “Antes que alguém aí pergunte, em ‘cútis’ é pra escrever a cor da pele, viu?”. Dali a pouco, ele vem buscar as fichas e pára em uma. Olha pra ficha, olha pro garoto, olha pra ficha, olha pro garoto… E solta: “Pardo? Que pardo, o quê, mermão… Escreve logo ‘preto’ aí, porra!”.

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    • Por que não pode-se mais falar em raças? Eu nunca entendi isso, sério mesmo! Animais de mesma espécie, mas com características distintas não são classificados em raças diferentes? Por que diabos o homem não pode? Ta, eu seu que a mistura praticamente anula a existência de uma raça pura, mas isso não significa que as raças não existem, certo? Sério, fiz esse questionamento a meu professor de antropologia e ele não conseguiu me responder…

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      • É pior do que isso. Você pode falar MAL de certas raças mas não pode nem citar o nome das outras. Se fosse uma paranoia democrática ao menos seria mais democrático.

        Como já disse o Deja uma vez, saia com uma camisa escrito 100% Branco na rua e veja se há igualdade de tratamento

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            • Se vocês sobreviverem, me contem.
              Eu sempre tive problemas em responder censo, preencher cadastros, etc. Porque ANSIM, eu costumo dizer que não sou descendente de nada, porque NÃO SEI dizer qual a minha cor! Tenho cabelo preto, olhos castanhos, estou longe de ser negra, acho que não sou morena o suficiente pra ser “parda”, mas acho que não sou completamente branca, mas também não sou índia… Posso te mandar uma foto pra tu me ajudar a definir? Prometo que não é pior que uma hemorróida, HAHAHAHAHA

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              • Do rosto pode, mas fotos de cu eu prefiro que as pessoas não mandem mais…

                Eu tenho a impressão de que você é considerada branca, mas manda a foto!

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                • Hahaha, óquei, eu mando um dia.
                  Esses dias um amigo meu viu foto do meu dedo preto e ficou espantado, falei que ele tinha entrado por cotas. :P

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                    • Provavelmente sim, caso contrário algum Sodadinho pode se sentir ofendido pelo seu dedo e abrir um processo do seu dedo contra você mesma!

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                  • Fico pensando o milhão de significados ocultos que as pessoas procurarão no termo “meu dedo preto”

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              • Eu sou dessa cor também! pelo visto temos mais em comum do que apenas o nome haha
                Acho que a denominação mais próxima e que mais se encaixa é dizer “latina”, porque a gente é uma mistura de raças né… não chega a ser nenhuma de forma definida, além do que só aqui na América latina que essa mistura é comum e tida como normal (nos países europeus essa mistureba sobre muito preconceito, aqui nem tem como né, a maioria é assim).

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                  • Hm, é uma boa definição!
                    Aparentemente a família do meu pai meique tem descendência italiana, da parte da minha mãe é mais índio com português, meu roommate diz que tenho nariz de turco (meu irmão tem o nariz menor e mais bonito que o meu, humpf), então é difícil de concluir algo, haha!

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  • Já quanto a quem cede a isso, com exceção dos demagogos que o fazem por motivações de caráter político, são “vitimas” daquilo que conhecemos por “Sindrome de Estolcomo”.

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  • Ah, ia me esquecendo que falar em macacos também ofende os filhos da mãe África.

    Melhor chamá-los pelo que são… Um bando de malucos com faca na mão.

    Sério mesmo, muito pior que a ameaça de processo, com a já trivial manipulação da opinião publica em prol da bandeira dos ativistas seria se ter esses loucos usando do poder que tem para boicotar os livros da Agatha Christie, que bem ou mal tem boas vendas por aqui.

    Meus parabéns aos censuradores que transformam as obras-primas de Orwell em um retrato fiel de nossa sociedade.

    Pior ainda, eles acabam confirmando que Lobato estava certo quanto a eles em seu ensaio distópico.

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    • Observe eu não me importar. Eu chamo o Somim, que de tão branco é quase transparente de “macaco com uma navalha”, o macaco não se refere à cor da pele e sim a um comportamento símio.

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      • Disso eu sei, mas o problema é que só o termo “macaco” por si só já virou clássico como demonstração de “racismo” pra esse pessoalzinho impetulante.

        Com alguém do tom do Cheirômeno, ainda dá pra levar, mas se tiver em um tom de pele próximo ao do Wagner Love, pode esperar o MIMIMI!

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        • Deixe que façam mimimi, chamar de macaco não é crime de racismo, é no máximo injúria qualificada. Pago cesta básica sem problemas.

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          • Mas do jeito que anda o Brasil, cheio de “jurista” que não vê a lei como ela é e sim como gostaria que ela fosse, não dá para ficar de bobeira.

            Quem tem bom senso, obviamente vai julgar a ação como improcedente, mas vai que dá o azar de cair nas mãos de um desses “intocáveis” ou de alguma “pollyanna” lotada em nosso judiciário.

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            • Fodam-se dos juristas leigos, se a pessoa tentar te processar vai tomar um sonoro “NÃO É RACISMO” de quem não é leigo!

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                • Em breve não poderemos nem nos dirigir a negros, teremos que chamá-los de “ei!” ou “psiu!”

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                • Ah mas eu duvido que um juiz se queime cometendo um erro crasso como esse! Duvido que exista uma condenação pelo crime de racismo por chamar alguém de “macaco”. O máximo que vai ter é injúria qualificada (por racismo, mas racismo como qualificadora não como crime)

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              • E pior… Se cair na mídia (que adora uma demagogia para fazer posição de que está pelo bem da sociedade) ai é que danou de vez (a não ser que você seja político, artista “global”, jornalista da alta mídia ou mesmo algum empresário bem relacionado na linha do Baike Chatista por exemplo).

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  • Larissa - O Hugo quando nao caga na entrada, caga na saída

    Tenho consciencia de que os negros sofreram e ainda sofrem muito preconceito… mas também já vi eles serem os primeiros a ter essa necessidade de demosntrar que são diferentes. É como se eles mesmos se auto boicotassem.

    Por exemplo, eu vivo num país super racista. Aqui é froid para um negro, porque o racismo vai para todo ambito… seja chines, sudacas (sul americano), negros, indios…. E quando voce é branco, entao sofre se nao tem dinheiro, se nao tem roupas caras ou se é gordo…

    O fato é que existe discriminaçao pra tudo quanto é tipo de gente… No caso dos negros no Brasil, realmente é uma situação complicada porque eu já vi muita gente bacana passar por coisas, mas também vi muita gente querendo se afirmar como pessoa respeitável sendo arrogante… e fazendo piada de negro… porque se a pessoa é negra pode.

    Ué… eu sou branca mas tenho cara de brasileira, corpo de brasileira e está cheio de puta brasileira no mundo. Me julgam sem me conhecer também, mas é o meu comportamento, minhas atitudes é que fazem a diferença. Respeito se conquista.

    Julgar uma pessoa debil mental por discriminaçao racial como o caso do medico em brasilia que chamou a atendente do cinema de macaca e que deveria estar na selva, é uma coisa. Um merda desse tem que levar uns tabefes e limpar a bunda de neguim na cadeia todo dia. Agora, essa história do livro..de verdade… uma bobagem.

    Só de pensar que alguém gastaria energia, dinheiro, trabalho para processar a editora por racismo… fala sério.

    Sem comentários.

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    • Gastaria SIM, porque VALE A PENA principalmente em termos POLÍTICOS.

      Tirar onda de ATIVISTA em prol da “igualdade” (tsc, tsc!) racial é uma boa em termos de imagem, ainda que isso porventura cause controvérsias.

      Em meio a essa massa amorfa, cheia de demagogos que só olham pro próprio curral, uma pessoa com tal posição faz a diferença dentro do jogo político.

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    • Sempre me falaram que a Alemanha é um país tão tolerável (colegas que fazem intercâmbio na Universidade de Munique)…ingenuidade minha, pelo jeito.

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    • Larissa…

      Não sei como dizer isso, espero que naõ se chateie…

      mas…enjoei de vc.

      Imagino que deva estar carente e quer completar isso de alguma forma tentando me provocar..mas

      vc vai ter que usar outro tipo de consolo. ;)

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  • Tenho consciencia de que os negros sofreram e ainda sofrem muito preconceito… mas também já vi eles serem os primeiros a ter essa necessidade de demosntrar que são diferentes. É como se eles mesmos se auto boicotassem.

    Por exemplo, eu vivo num país super racista. Aqui é froid para um negro, porque o racismo vai para todo ambito… seja chines, sudacas (sul americano), negros, indios…. E quando voce é branco, entao sofre se nao tem dinheiro, se nao tem roupas caras ou se é gordo…

    O fato é que existe discriminaçao pra tudo quanto é tipo de gente… No caso dos negros no Brasil, realmente é uma situação complicada porque eu já vi muita gente bacana passar por coisas, mas também vi muita gente querendo se afirmar como pessoa respeitável sendo arrogante… e fazendo piada de negro… porque se a pessoa é negra pode.

    Ué… eu sou branca mas tenho cara de brasileira, corpo de brasileira e está cheio de puta brasileira no mundo. Me julgam sem me conhecer também, mas é o meu comportamento, minhas atitudes é que fazem a diferença. Respeito se conquista.

    Julgar uma pessoa debil mental por discriminaçao racial como o caso do medico em brasilia que chamou a atendente do cinema de macaca e que deveria estar na selva, é uma coisa. Um merda desse tem que levar uns tabefes e limpar a bunda de neguim na cadeia todo dia. Agora, essa história do livro..de verdade… uma bobagem.

    Só de pensar que alguém gastaria energia, dinheiro, trabalho para processar a editora por racismo… fala sério.

    Sem comentários.

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  • Sally, Sally… Quando você entra na discussão acaba entrando pra perder e sabe porque? Porque você entra com o emocional nisso, fazendo o mesmo jogo deles.

    Lidar com esse bando de macacos com navalha exige muita paciência e um forte apelo a razão, mas mesmo assim essa batalha é difícil.

    Já leu Orwell (autor de 1984 e a revolução dos bichos)?

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    • Mas chamam os chineses de vermelhos… ou não? Porque tem muito preto que é azul e ainda assim chamam/chamavam de preto…

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        • Mas a china é conhecida como “ameaça vermelha”, mesmo que a cor da pele não seja vermelha, eles são conhecidos como “vermelhos”

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            • Sim, eu sei que não é ligado à cor da pele deles, mas eles são conhecidos como vermelhos… ou não?

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              • Tem essa referencia ao vermelho, mas o vermelho faz farte do simbolismo comunista/socialista, mas em termos históricos é relativamente recente, começou a partir que a China se tornou um regime comunista.

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                  • Se estiver se referindo a ‘vermelho’ enquanto nação comunista sim, senão é amarelo mesmo enquanto nação asiática. O mesmo se aplica na Coréia do Norte que também é um regime comunista.

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                    • A questão é: o termo “vermelho” bastaria para identificar um chinês?

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                    • Nesse caso não creio, até por que também se aplicaria a norte coreanos e até mesmo cubanos, nesse caso específico eu ficaria com o termo “amarelo” mesmo.

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                    • Ok, então os índios é que teriam que se ofender com a Chapeuzinho Vermelho?

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                    • Tecnicamente sim.

                      Agora to imaginando se posso ficar metade ofendida com Chapeuzinho Vermelho, hehe…….

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                    • Claro que pode. Mande uma carta para editora e peça para mudarem o título!

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                    • Se eu pedir pra mudar, vai ser pra algo mais ofensivo ainda….

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  • Nossa eu não acredito que fizeram isso….que absurdo!! Sally a situação está ficando mesmo insustentável viu. Eu trabalhei no Censo Demográfico de 2010 e passei poucas e boas por conta de uma questão que pedia para a pessoa definir qual era sua cor. Entre as opções tinha “preto” e nós não podíamos alterar a pergunta de forma nenhuma, tinha que ser perguntado como estava escrito. Daí que pra cada dez “Soldadinhos” que você lia a questão, 9 se ofendiam com a denominação preto. Uma senhora até chegou a gritar comigo dizendo que preto era asfalto, ela era negra. PUTA QUE ME PARIU além de auto preconceituosos são, como você disse, BURROS PRA CARALHO! A questão era sobre cor! Cor é preto, branco, amarelo, vermelho…não estava perguntando raça ali! Alguém ensina pra esse povo a diferença?? Cor = preto. Raça = negro. E agora essa de modificar uma obra literária por conta de mimimi de neguinho (pode fala neguinho??) escroto que se acha tão centro do universo que o mundo todo gira em torno dele e tudo que se diz ou se escreve é sobre ele e é pra ofendê-lo.

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    • Sim, o mimimi deles é tão importante a ponto de alterar um dos maiores best sellers da história! Deprimente…

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  • HAHAHAHAHA passei minha infância inteira comendo “negrinho”, tenho que ser processada? (sim, o beijinho se chama “branquinho”, porque né) De qualquer forma, sempre dá pra achar no sebo e na Estante Virtual, imagino que já tenha feito isso. ^^
    E ah, não gosto de Agatha Christie. Olha que eu tentei, li dois que minha mãe tinha, e não rolou… Acho que vou tentar de novo.

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    • Meu problema com livro de sebo é minha alergia galopante. Dificilmente ele vem sem algum cheirinho, mofo ou poeira

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  • E eu sei que você não perguntou, mas se quiser reocmendações da Agatha Christie, ofereço o Assassinato de Roger Ackroyd. Impossivel acertar o final antes dos últimos 3 ou 4 capítulos.

    Muito bom também a casa do penhasco, assassinato no expresso oriente (outro que ninguém adivinha o final) e Morte na Mesopotâmia.

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    • Ah, e claro, Cai o Pano, o último caso do Poirot. Esse é tão bom que chega a deixar a gente puto. É praticamente um insulto à nossa inteligência.

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    • Salvo engano, já li todos. Mas sempre releio, adoro o jeito como ela escreve. Para mim o pior de todos em matéria de adivinhar quem é o assassino é “Assassinato no Expresso Oriente”

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  • Esse livro eu li quando eu tinha 14 anos. Me mijei de medo. Releio ele de vez em quando, até hoje. Tem um na biblioteca onde eu trabalho. A tradução original, pelo menos.

    Esse conto é baseado em uma parlenda americana, e há diversas formas dos negrinhos sumirem. Essa em particular é bem trágica, mas já conheci várias outras versões. Sempre imaginei que um dia eles mudariam o nome do livro, porque em inglês, eu creio, o nome é “Ten little Niggers”. E,, vamos combinar: Only a ginger can call another ginger ginger. Lógicamente, nessa sociedade lucianohuckizada, era de se esperar que fossem uma hora ou outra mudar o nome.

    Mas o livro em si é muito foda, recomendo para qualquer leitor de suspense. Um dos melhores da Agatha Christie, e olha que nem é do Poirot!

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  • Esse livro eu li quando eu tinha 14 anos. Me mijei de medo. Releio ele de vez em quando, até hoje. Tem um na biblioteca onde eu trabalho. A tradução original, pelo menos.

    Esse conto é baseado em uma parlenda americana, e há diversas formas dos negrinhos sumirem. Essa em particular é bem trágica, mas já conheci várias outras versões. Sempre imaginei que um dia eles mudariam o nome do livro, porque em inglês, eu creio, o nome é “Ten little Niggers”. E,, vamos combinar: Only a ginger can call another ginger ginger. Lógicamente, nessa sociedade lucianohuckizada, era de se esperar que fossem uma hora ou outra mudar o nome.

    Mas o livro em si é muito foda, recomendo para qualquer leitor de suspense. Um dos melhores da Agatha Christie, e olha que nem é do Poirot!

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    • Nos EUA mudaram o nome logo depois de lançarem o livro, salvo engano, um ano depois. Acho muito pior mudarem aqui, quando o livro já ficou famoso por aquele título. Nos EUA mudaram rápido porque acharam ofensivo, aqui mudaram por pressão social mesmo, passaram décadas cagando e andando para o fato de ser ou não ofensivo!

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      • Eu ia dizer a mesma coisa, Sally. Nos EUA o título do livro é Ten Little Indians ou And Then There Were None, pois nigger é considerado um insulto. Eu acho que demorou tanto no Brasil porque a maioria aqui não tem o costume da leitura, e só foram perceber que o livro existia há uns anos atrás. E o pior que muitas editoras colocam na capa “E Não Sobrou Nenhum (anteriormente publicado como O Caso dos 10 Negrinhos)”. Nem as próprias editoras botam muita fé nesse novo título e acabam colocando o antigo também.

        Já li 36 livros dela. Os livros que mais gostei foram Depois do Funeral e claro, O Caso dos Dez Negrinhos. Já li outros autores do gênero, como Sidney Sheldon e Conan Doyle, mas Agatha Christie continua sendo minha preferida.

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        • É uma cantiga de crianças da Inglaterra. Porque alguém se ofende com uma cantiga de crianças? O termo é usado dentro do contexto da cantiga de crianças! Juro que não entendo!

          Daqui a pouco estaremos cantando “Boi… boi… boi… boi da cara soldadinho, pega essa criança que tem medo de careta”

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          • Também não entendo porque alguém se ofende. Quando eu era criança, eu mal entedia o contexto das cantigas infantis. Cantava porque gostava da rima e do ritmo.

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