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	Comentários sobre: Ele disse, ela disse: Entre a Rouss e o Silvinha.	</title>
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	<description>REPÚBLICA IMPOPULAR</description>
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		<title>
		Por: Anônimo		</title>
		<link>https://www.desfavor.com/blog/2012/10/ele-disse-ela-disse-entre-a-rouss-e-o-silvinha/comment-page-1/#comment-49913</link>

		<dc:creator><![CDATA[Anônimo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 03 Nov 2012 06:42:03 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Em resposta a &lt;a href=&quot;https://www.desfavor.com/blog/2012/10/ele-disse-ela-disse-entre-a-rouss-e-o-silvinha/comment-page-1/#comment-49498&quot;&gt;Hugo morando na Espanha com alienação quanto ao Brasil&lt;/a&gt;.

Só esqueceu... De ser reticente...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em resposta a <a href="https://www.desfavor.com/blog/2012/10/ele-disse-ela-disse-entre-a-rouss-e-o-silvinha/comment-page-1/#comment-49498">Hugo morando na Espanha com alienação quanto ao Brasil</a>.</p>
<p>Só esqueceu&#8230; De ser reticente&#8230;</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: BioniCão		</title>
		<link>https://www.desfavor.com/blog/2012/10/ele-disse-ela-disse-entre-a-rouss-e-o-silvinha/comment-page-1/#comment-49756</link>

		<dc:creator><![CDATA[BioniCão]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 Nov 2012 16:26:47 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Em resposta a &lt;a href=&quot;https://www.desfavor.com/blog/2012/10/ele-disse-ela-disse-entre-a-rouss-e-o-silvinha/comment-page-1/#comment-49455&quot;&gt;Hugo&lt;/a&gt;.

Excelente essa do Hugo. Só fui ler hoje, mas foi realmente em cima do ponto. 

Típico raciocínio tosco e curto de quem vota no PT - que merda, vou ter que aguentar o Handrade 4 anos !!!!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em resposta a <a href="https://www.desfavor.com/blog/2012/10/ele-disse-ela-disse-entre-a-rouss-e-o-silvinha/comment-page-1/#comment-49455">Hugo</a>.</p>
<p>Excelente essa do Hugo. Só fui ler hoje, mas foi realmente em cima do ponto. </p>
<p>Típico raciocínio tosco e curto de quem vota no PT &#8211; que merda, vou ter que aguentar o Handrade 4 anos !!!!</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: BioniCão		</title>
		<link>https://www.desfavor.com/blog/2012/10/ele-disse-ela-disse-entre-a-rouss-e-o-silvinha/comment-page-1/#comment-49755</link>

		<dc:creator><![CDATA[BioniCão]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 Nov 2012 16:21:45 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Em resposta a &lt;a href=&quot;https://www.desfavor.com/blog/2012/10/ele-disse-ela-disse-entre-a-rouss-e-o-silvinha/comment-page-1/#comment-49504&quot;&gt;Hugo morando na Espanha com alienação quanto ao Brasil&lt;/a&gt;.

Caramba, como essa Larissa escreve mal. Além de ter as idéias atrapalhadas a escrita é um desastre. 

débio mental ???
a sua pessoa ??]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em resposta a <a href="https://www.desfavor.com/blog/2012/10/ele-disse-ela-disse-entre-a-rouss-e-o-silvinha/comment-page-1/#comment-49504">Hugo morando na Espanha com alienação quanto ao Brasil</a>.</p>
<p>Caramba, como essa Larissa escreve mal. Além de ter as idéias atrapalhadas a escrita é um desastre. </p>
<p>débio mental ???<br />
a sua pessoa ??</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Marciel		</title>
		<link>https://www.desfavor.com/blog/2012/10/ele-disse-ela-disse-entre-a-rouss-e-o-silvinha/comment-page-1/#comment-49634</link>

		<dc:creator><![CDATA[Marciel]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 31 Oct 2012 18:32:03 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.desfavor.com/blog/?p=3446#comment-49634</guid>

					<description><![CDATA[Em resposta a &lt;a href=&quot;https://www.desfavor.com/blog/2012/10/ele-disse-ela-disse-entre-a-rouss-e-o-silvinha/comment-page-1/#comment-49497&quot;&gt;Suellen&lt;/a&gt;.

Deu vontade de perguntar se a Suellen conhece aquele blog do tal &quot;Duda Rangel&quot; de nome &quot;Desilusões Perdidas&quot;.

Textos leves, mas ainda assim interessantes.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em resposta a <a href="https://www.desfavor.com/blog/2012/10/ele-disse-ela-disse-entre-a-rouss-e-o-silvinha/comment-page-1/#comment-49497">Suellen</a>.</p>
<p>Deu vontade de perguntar se a Suellen conhece aquele blog do tal &#8220;Duda Rangel&#8221; de nome &#8220;Desilusões Perdidas&#8221;.</p>
<p>Textos leves, mas ainda assim interessantes.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Marciel		</title>
		<link>https://www.desfavor.com/blog/2012/10/ele-disse-ela-disse-entre-a-rouss-e-o-silvinha/comment-page-1/#comment-49567</link>

		<dc:creator><![CDATA[Marciel]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 31 Oct 2012 02:30:04 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.desfavor.com/blog/?p=3446#comment-49567</guid>

					<description><![CDATA[Em resposta a &lt;a href=&quot;https://www.desfavor.com/blog/2012/10/ele-disse-ela-disse-entre-a-rouss-e-o-silvinha/comment-page-1/#comment-49438&quot;&gt;Anônimo&lt;/a&gt;.

Na 72 da Piauí, eu peguei que a Dilma seria mesmo uma pessoa cabeça dura e intransigente. Até por isso mesmo, não acho nenhum absurdo que tenhamos um processo de &quot;Kirchnerização&quot; ao final do segundo mandato dela.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em resposta a <a href="https://www.desfavor.com/blog/2012/10/ele-disse-ela-disse-entre-a-rouss-e-o-silvinha/comment-page-1/#comment-49438">Anônimo</a>.</p>
<p>Na 72 da Piauí, eu peguei que a Dilma seria mesmo uma pessoa cabeça dura e intransigente. Até por isso mesmo, não acho nenhum absurdo que tenhamos um processo de &#8220;Kirchnerização&#8221; ao final do segundo mandato dela.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Marciel		</title>
		<link>https://www.desfavor.com/blog/2012/10/ele-disse-ela-disse-entre-a-rouss-e-o-silvinha/comment-page-1/#comment-49563</link>

		<dc:creator><![CDATA[Marciel]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 31 Oct 2012 01:43:06 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.desfavor.com/blog/?p=3446#comment-49563</guid>

					<description><![CDATA[Em resposta a &lt;a href=&quot;https://www.desfavor.com/blog/2012/10/ele-disse-ela-disse-entre-a-rouss-e-o-silvinha/comment-page-1/#comment-49503&quot;&gt;Anônimo&lt;/a&gt;.

Se até eu já tive arma apontada na cabeça (ainda que não por trabalho... Foi um assalto mesmo).]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em resposta a <a href="https://www.desfavor.com/blog/2012/10/ele-disse-ela-disse-entre-a-rouss-e-o-silvinha/comment-page-1/#comment-49503">Anônimo</a>.</p>
<p>Se até eu já tive arma apontada na cabeça (ainda que não por trabalho&#8230; Foi um assalto mesmo).</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Marciel		</title>
		<link>https://www.desfavor.com/blog/2012/10/ele-disse-ela-disse-entre-a-rouss-e-o-silvinha/comment-page-1/#comment-49549</link>

		<dc:creator><![CDATA[Marciel]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Oct 2012 20:08:09 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.desfavor.com/blog/?p=3446#comment-49549</guid>

					<description><![CDATA[Em resposta a &lt;a href=&quot;https://www.desfavor.com/blog/2012/10/ele-disse-ela-disse-entre-a-rouss-e-o-silvinha/comment-page-1/#comment-49480&quot;&gt;Suellen&lt;/a&gt;.

&lt;i&gt;Realmente, além da Europa, se nos compararmos ao Japão, a mobilidade social aqui, quando a pessoa se propõe a estudar e ralar sem delírios imediatistas, é uma possibilidade mais factível do que lá.&lt;/i&gt;

Se tem conchavo, é uma boa possibilidade... Senão é uma boa possibilidade de você dar com os burros n&#039;agua.

Claro, atender demandas pode te assegurar um bom sucesso financeiro caso você tenha um bom posicionamento, mas só porque ainda estamos num ciclo de bonança.

Quando o quadro recessivo der as caras pra valer, vai se tornar mais difícil até mesmo sobreviver com o negócio em crise.

&lt;i&gt;E há muita gente se virando, empreendendo, longe de serem exemplos isolados.&lt;/i&gt;

Muita gente empreende mais por necessidade do que por qualidades empreendedorísticas. Boa parte dos negócios dá certo porque bem ou mal atendem a alguma necessidade ou interesse do consumidor.

&lt;i&gt;Um exemplo legal e mais próximo é do meu personal que, em um ano, deixou de receber 9 reais por aula na academia em que trabalhava e passou a empregar três pessoas em seu estúdio…&lt;/i&gt;

Com planejamento e uma boa retaguarda financeira, esse negócio pode ter um bom futuro, mas o tempo no horizonte está fechando. É de se perguntar se na nova conjuntura o negócio vai ter ou não a sustentabilidade necessária para que sobreviva.

Em quadros de crise há uma tendência a se desvalorizar o &quot;supérfluo&quot; e se sobrevalorizar o tido por &quot;essencial&quot;. Dependendo do posicionamento do negócio, pode ter um bom sucesso e sobreviver ou mesmo quebrar.

&lt;i&gt;Lá, os poucos empreendedores que tem são de pequenas empresas familiares, sendo raríssimos os empresários individuais.&lt;/i&gt;

Se aqui é forte a tendência de &quot;empresários individuais&quot; é ora por questões burocráticas, ora pelo extremo individualismo na linha do &quot;meu pirão primeiro&quot; por parte do brasileiro.

Muitas das &quot;pequenas empresas&quot; a nível de Brasil são na realidade pequenas empresas familiares onde tem filho, irmão, sobrinho, mulher, a família em suma trabalhando, sendo relativamente incomum alguém de fora do círculo familiar como &quot;empregado&quot;, até por conta da própria burocracia e dos problemas que se pode ter nisso.

&lt;i&gt;E mesmo as universidades públicas, além de concorridíssimas, não são para qualquer bolso, e praticamente só tem ensino superior quem é egresso da classe média alta.&lt;/i&gt;

Eu que o diga... Pagar um livro com custo na faixa dos três digitos é de doer o bolso, sendo que um dos motivos pelos quais desisti de cursar a faculdade mesmo tendo a bolsa do ProUni foi justamente isso. E se fosse uma faculdade pública, isso não seria diferente.

Minha crítica as políticas universitárias é justamente enfocar o acesso em detrimento da sustentabilidade do universitário na vaga, seja numa universidade pública, seja numa universidade privada via ProUni.

Estágios são liberados para os alunos depois de uns dois anos de curso, mas ai mora o problema de que tem um bom número de pessoas cujas condições não são capazes de aguentar o ônus (seja em termos financeiros, seja em termos de tempo) até chegar lá.

&lt;i&gt;Nem preciso dizer que, desde o dia zero em que estive por lá, os colegas de fábrica, brasileiros ou não, me mandavam voltar para tentar a sorte aqui…Tentei e dei sorte.&lt;/i&gt;

Pois é... Você se deu bem, talvez pela qualificação e talvez pelo próprio momento aqui, mas muitos não tem e nem vão ter a mesma sorte.

Lembro do caso de um ex-inquilino aqui que saiu daqui rumo a Bahia contando que ia dar certo de ele se manter com casa e negócio por lá, mas acabou voltando depois de três meses ao ver que não tinha condições de se consolidar por aquelas bandas.

Pior, tá pagando mais caro por uma casa com condições ainda piores que a que eu alugava pra ele aqui.

&lt;i&gt;Não precisarei mais voltar. Mas fui uma das poucas a ter esse êxito. A maioria insiste na ponte aérea. Pena…&lt;/i&gt;

E não é só ponte aérea. É ponte rodoviária também. Uma coisa louca que só vendo. Falta-se uma visão de todo no campo político para se tentar amainar tais problemas que infelizmente tendem a culminar em um efeito gangorra contraproducente com o próprio progresso econômico aqui no país.

&lt;i&gt;Pois é, por um lado, temos mesmo que criticar as pessoas que, de má-fé, nos fazem de idiotas ao usar o bolsa família sem precisar ou por muito mais tempo do que o necessário. Mas, por outro, mesmo que seja larga minoria, há um grupo que realmente precisa desse auxílio e, nesse processo, muitas gerações ainda não terão capacidade de pegar carona nesse desenvolvimento recente que estamos experimentando, como esses grupos que você descreveu. &lt;/i&gt;

Vi um artigo bem interessante tratando da questão americana no site da &lt;a href=&quot;http://revistapiaui.estadao.com.br/edicao-73/questoes-da-politica-americana/muito-longe-da-esperanca&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;revista Piauí&lt;/a&gt; que mostra uma tendência que tende a ganhar força no Brasil.

Já se tem uma burocratização no acesso ao seguro-desemprego e se fazem enormes cortes nos benefícios do &quot;Bolsa Família&quot; nos dias de hoje.

Quando a crise ficar mais explicita, muita gente que está numa situação relativamente confortável tende a ficar literalmente com as calças na mão e é bem provável que não tenhamos acesso a tais subsídios sociais ou que eles sejam insuficientes até mesmo de dar condições minimas de sobrevivência as pessoas, que tendem a passar apertado na base de subempregos (quando muito).

&lt;i&gt;Mas o acerto acaba aqui.&lt;/i&gt;
Acerto? Onde? Acerto em uma política pontual de subsídio social? Vejo tal política como algo pontual que quando muito dá uma infima segurança econômica a pessoas que não tem uma renda segura e garantida. É mais ou menos como um litro de água que se concede para quem está em meio a uma terrível seca e que as vezes acaba sendo concedido enganadamente a alguem que momentaneamente não está tão precisado dessa água.

&lt;i&gt;Nossos governantes precisam desde ontem começar com políticas sérias na educação fundamental, técnica, incentivar a pesquisa nas faculdades, fomentar a competitividade promovendo reformas de todo o tipo para efetivamente erguer o povo como um todo e parar com o ‘sacrifício’ desses desprovidos às nossas custas. &lt;/i&gt;

É muito fácil falar, mas é bem difícil fazer isso. Nossas escolas públicas tem enfoque principalmente no acesso e não na qualidade.

Discutir e tentar implementar projetos pedagógicos mais produtivos se torna um grande desafio na medida que você tem de lidar com os vários interesses em xeque (seja por parte dos alunos, dos docentes, dos diretores e de outras pessoas em meio a enorme burocracia que se tem no nosso meio educacional).

Implementar maiores investimentos em &quot;escolas técnicas&quot; pode ser um tiro n&#039;agua dado que os cursos de profissionalização tendem a gerar uma saturação de profissionais que nossa estrutura econômica não tem boas condições de agregar.

Tentar fomentar a competitividade pode ser um tiro n&#039;agua também, dada a tendência dos direcionamentos em tal área, seja por conta de burocracia, de compadrio ou até mesmo da corrupção, em favor de grandes conglomerados internacionalizados em contraponto a um eventual desenvolvimento que poderia se ter a nível interno.

Reformas, que reformas? Só de lidar com a enorme burocracia que envolve a questão educacional nosso governo já está fazendo MUITO. Enfrentar interesses e tentar &quot;ditar parâmetros&quot; por meio de reformas NÃO É a melhor forma de lidar com a problemática educacional.

Há mudanças que podem ser aplicadas, como a redução de alunos por sala, o reescalonamento da &quot;progressão continuada&quot; e até mesmo sua supressão nas séries mais avançadas e uma revisão nos parâmetros curriculares, mas isso é oneroso e não é garantia de bons frutos nesse complicado campo.

&lt;i&gt;Coisa séria, não essa palhaçada de cotas (ainda mais as raciais)…&lt;/i&gt;
A cota é uma política quando muito paliativa, que pode até funcionar positivamente em prol dos menos afortunados no curto prazo, mas que pode ser envenenada pela corrupção a médio e longo prazos, cerceando o já difícil acesso a universidade e ao &quot;serviço público&quot; em prol dos paladinos e dos bem relacionados no jogo do poder.

&lt;i&gt;Caso contrário, vai acontecer com nossa competitividade o que já via em pequena escala com os brasileiros com quem convivi enquanto dekasseguis. Lá, em menos de vinte anos, tornou-se muito melhor contratar um chinês ou um coreano, mais barato, muitos com nível superior e já falando, entendendo e escrevendo suficientemente o japonês, já ensinado nos colégios públicos…do que um brasileiro invariavalmente desqualificado e sem dominar o básico do básico do idioma…&lt;/i&gt;

Pior... JÁ ESTÁ ACONTECENDO! O único interesse político a nível de Brasil é no que diz respeito a suprimentos sejam eles agropecuários ou provenientes do extrativismo (petróleo, minérios e reservas florestais entram bem dentro desse contexto). Quanto a população que se vira em nossas cidades, vai ficar em grande parte desempregada, mesmo que tenha uma qualificação relativamente boa. E isso é principalmente por conta da conjuntura interna, que tende a favorecer poucos em detrimento da maioria de nossa população.

&lt;i&gt;Ou que já pode estar acontecendo, com o influxo de estrangeiros qualificados que conseguem bons empregos por aqui, no vácuo da nossa baixa qualificação, como no caso do petróleo…&lt;/i&gt;

Mesmo os eventuais bem formados provenientes da velha Europa podem dar lugar a yankees ou chinesinhos mais velhacos. É uma questão de tempo para a gente poder verificar isso. No jogo sujo da corporocracia, somos meros joguetes sem posição decente dentro do jogo.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em resposta a <a href="https://www.desfavor.com/blog/2012/10/ele-disse-ela-disse-entre-a-rouss-e-o-silvinha/comment-page-1/#comment-49480">Suellen</a>.</p>
<p><i>Realmente, além da Europa, se nos compararmos ao Japão, a mobilidade social aqui, quando a pessoa se propõe a estudar e ralar sem delírios imediatistas, é uma possibilidade mais factível do que lá.</i></p>
<p>Se tem conchavo, é uma boa possibilidade&#8230; Senão é uma boa possibilidade de você dar com os burros n&#8217;agua.</p>
<p>Claro, atender demandas pode te assegurar um bom sucesso financeiro caso você tenha um bom posicionamento, mas só porque ainda estamos num ciclo de bonança.</p>
<p>Quando o quadro recessivo der as caras pra valer, vai se tornar mais difícil até mesmo sobreviver com o negócio em crise.</p>
<p><i>E há muita gente se virando, empreendendo, longe de serem exemplos isolados.</i></p>
<p>Muita gente empreende mais por necessidade do que por qualidades empreendedorísticas. Boa parte dos negócios dá certo porque bem ou mal atendem a alguma necessidade ou interesse do consumidor.</p>
<p><i>Um exemplo legal e mais próximo é do meu personal que, em um ano, deixou de receber 9 reais por aula na academia em que trabalhava e passou a empregar três pessoas em seu estúdio…</i></p>
<p>Com planejamento e uma boa retaguarda financeira, esse negócio pode ter um bom futuro, mas o tempo no horizonte está fechando. É de se perguntar se na nova conjuntura o negócio vai ter ou não a sustentabilidade necessária para que sobreviva.</p>
<p>Em quadros de crise há uma tendência a se desvalorizar o &#8220;supérfluo&#8221; e se sobrevalorizar o tido por &#8220;essencial&#8221;. Dependendo do posicionamento do negócio, pode ter um bom sucesso e sobreviver ou mesmo quebrar.</p>
<p><i>Lá, os poucos empreendedores que tem são de pequenas empresas familiares, sendo raríssimos os empresários individuais.</i></p>
<p>Se aqui é forte a tendência de &#8220;empresários individuais&#8221; é ora por questões burocráticas, ora pelo extremo individualismo na linha do &#8220;meu pirão primeiro&#8221; por parte do brasileiro.</p>
<p>Muitas das &#8220;pequenas empresas&#8221; a nível de Brasil são na realidade pequenas empresas familiares onde tem filho, irmão, sobrinho, mulher, a família em suma trabalhando, sendo relativamente incomum alguém de fora do círculo familiar como &#8220;empregado&#8221;, até por conta da própria burocracia e dos problemas que se pode ter nisso.</p>
<p><i>E mesmo as universidades públicas, além de concorridíssimas, não são para qualquer bolso, e praticamente só tem ensino superior quem é egresso da classe média alta.</i></p>
<p>Eu que o diga&#8230; Pagar um livro com custo na faixa dos três digitos é de doer o bolso, sendo que um dos motivos pelos quais desisti de cursar a faculdade mesmo tendo a bolsa do ProUni foi justamente isso. E se fosse uma faculdade pública, isso não seria diferente.</p>
<p>Minha crítica as políticas universitárias é justamente enfocar o acesso em detrimento da sustentabilidade do universitário na vaga, seja numa universidade pública, seja numa universidade privada via ProUni.</p>
<p>Estágios são liberados para os alunos depois de uns dois anos de curso, mas ai mora o problema de que tem um bom número de pessoas cujas condições não são capazes de aguentar o ônus (seja em termos financeiros, seja em termos de tempo) até chegar lá.</p>
<p><i>Nem preciso dizer que, desde o dia zero em que estive por lá, os colegas de fábrica, brasileiros ou não, me mandavam voltar para tentar a sorte aqui…Tentei e dei sorte.</i></p>
<p>Pois é&#8230; Você se deu bem, talvez pela qualificação e talvez pelo próprio momento aqui, mas muitos não tem e nem vão ter a mesma sorte.</p>
<p>Lembro do caso de um ex-inquilino aqui que saiu daqui rumo a Bahia contando que ia dar certo de ele se manter com casa e negócio por lá, mas acabou voltando depois de três meses ao ver que não tinha condições de se consolidar por aquelas bandas.</p>
<p>Pior, tá pagando mais caro por uma casa com condições ainda piores que a que eu alugava pra ele aqui.</p>
<p><i>Não precisarei mais voltar. Mas fui uma das poucas a ter esse êxito. A maioria insiste na ponte aérea. Pena…</i></p>
<p>E não é só ponte aérea. É ponte rodoviária também. Uma coisa louca que só vendo. Falta-se uma visão de todo no campo político para se tentar amainar tais problemas que infelizmente tendem a culminar em um efeito gangorra contraproducente com o próprio progresso econômico aqui no país.</p>
<p><i>Pois é, por um lado, temos mesmo que criticar as pessoas que, de má-fé, nos fazem de idiotas ao usar o bolsa família sem precisar ou por muito mais tempo do que o necessário. Mas, por outro, mesmo que seja larga minoria, há um grupo que realmente precisa desse auxílio e, nesse processo, muitas gerações ainda não terão capacidade de pegar carona nesse desenvolvimento recente que estamos experimentando, como esses grupos que você descreveu. </i></p>
<p>Vi um artigo bem interessante tratando da questão americana no site da <a href="http://revistapiaui.estadao.com.br/edicao-73/questoes-da-politica-americana/muito-longe-da-esperanca" rel="nofollow">revista Piauí</a> que mostra uma tendência que tende a ganhar força no Brasil.</p>
<p>Já se tem uma burocratização no acesso ao seguro-desemprego e se fazem enormes cortes nos benefícios do &#8220;Bolsa Família&#8221; nos dias de hoje.</p>
<p>Quando a crise ficar mais explicita, muita gente que está numa situação relativamente confortável tende a ficar literalmente com as calças na mão e é bem provável que não tenhamos acesso a tais subsídios sociais ou que eles sejam insuficientes até mesmo de dar condições minimas de sobrevivência as pessoas, que tendem a passar apertado na base de subempregos (quando muito).</p>
<p><i>Mas o acerto acaba aqui.</i><br />
Acerto? Onde? Acerto em uma política pontual de subsídio social? Vejo tal política como algo pontual que quando muito dá uma infima segurança econômica a pessoas que não tem uma renda segura e garantida. É mais ou menos como um litro de água que se concede para quem está em meio a uma terrível seca e que as vezes acaba sendo concedido enganadamente a alguem que momentaneamente não está tão precisado dessa água.</p>
<p><i>Nossos governantes precisam desde ontem começar com políticas sérias na educação fundamental, técnica, incentivar a pesquisa nas faculdades, fomentar a competitividade promovendo reformas de todo o tipo para efetivamente erguer o povo como um todo e parar com o ‘sacrifício’ desses desprovidos às nossas custas. </i></p>
<p>É muito fácil falar, mas é bem difícil fazer isso. Nossas escolas públicas tem enfoque principalmente no acesso e não na qualidade.</p>
<p>Discutir e tentar implementar projetos pedagógicos mais produtivos se torna um grande desafio na medida que você tem de lidar com os vários interesses em xeque (seja por parte dos alunos, dos docentes, dos diretores e de outras pessoas em meio a enorme burocracia que se tem no nosso meio educacional).</p>
<p>Implementar maiores investimentos em &#8220;escolas técnicas&#8221; pode ser um tiro n&#8217;agua dado que os cursos de profissionalização tendem a gerar uma saturação de profissionais que nossa estrutura econômica não tem boas condições de agregar.</p>
<p>Tentar fomentar a competitividade pode ser um tiro n&#8217;agua também, dada a tendência dos direcionamentos em tal área, seja por conta de burocracia, de compadrio ou até mesmo da corrupção, em favor de grandes conglomerados internacionalizados em contraponto a um eventual desenvolvimento que poderia se ter a nível interno.</p>
<p>Reformas, que reformas? Só de lidar com a enorme burocracia que envolve a questão educacional nosso governo já está fazendo MUITO. Enfrentar interesses e tentar &#8220;ditar parâmetros&#8221; por meio de reformas NÃO É a melhor forma de lidar com a problemática educacional.</p>
<p>Há mudanças que podem ser aplicadas, como a redução de alunos por sala, o reescalonamento da &#8220;progressão continuada&#8221; e até mesmo sua supressão nas séries mais avançadas e uma revisão nos parâmetros curriculares, mas isso é oneroso e não é garantia de bons frutos nesse complicado campo.</p>
<p><i>Coisa séria, não essa palhaçada de cotas (ainda mais as raciais)…</i><br />
A cota é uma política quando muito paliativa, que pode até funcionar positivamente em prol dos menos afortunados no curto prazo, mas que pode ser envenenada pela corrupção a médio e longo prazos, cerceando o já difícil acesso a universidade e ao &#8220;serviço público&#8221; em prol dos paladinos e dos bem relacionados no jogo do poder.</p>
<p><i>Caso contrário, vai acontecer com nossa competitividade o que já via em pequena escala com os brasileiros com quem convivi enquanto dekasseguis. Lá, em menos de vinte anos, tornou-se muito melhor contratar um chinês ou um coreano, mais barato, muitos com nível superior e já falando, entendendo e escrevendo suficientemente o japonês, já ensinado nos colégios públicos…do que um brasileiro invariavalmente desqualificado e sem dominar o básico do básico do idioma…</i></p>
<p>Pior&#8230; JÁ ESTÁ ACONTECENDO! O único interesse político a nível de Brasil é no que diz respeito a suprimentos sejam eles agropecuários ou provenientes do extrativismo (petróleo, minérios e reservas florestais entram bem dentro desse contexto). Quanto a população que se vira em nossas cidades, vai ficar em grande parte desempregada, mesmo que tenha uma qualificação relativamente boa. E isso é principalmente por conta da conjuntura interna, que tende a favorecer poucos em detrimento da maioria de nossa população.</p>
<p><i>Ou que já pode estar acontecendo, com o influxo de estrangeiros qualificados que conseguem bons empregos por aqui, no vácuo da nossa baixa qualificação, como no caso do petróleo…</i></p>
<p>Mesmo os eventuais bem formados provenientes da velha Europa podem dar lugar a yankees ou chinesinhos mais velhacos. É uma questão de tempo para a gente poder verificar isso. No jogo sujo da corporocracia, somos meros joguetes sem posição decente dentro do jogo.</p>
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		Por: Marciel		</title>
		<link>https://www.desfavor.com/blog/2012/10/ele-disse-ela-disse-entre-a-rouss-e-o-silvinha/comment-page-1/#comment-49507</link>

		<dc:creator><![CDATA[Marciel]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Oct 2012 16:39:19 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Em resposta a &lt;a href=&quot;https://www.desfavor.com/blog/2012/10/ele-disse-ela-disse-entre-a-rouss-e-o-silvinha/comment-page-1/#comment-49485&quot;&gt;Anônimo&lt;/a&gt;.

Pois é. Uma bolha de crédito caro e alavancado a perder de vista.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em resposta a <a href="https://www.desfavor.com/blog/2012/10/ele-disse-ela-disse-entre-a-rouss-e-o-silvinha/comment-page-1/#comment-49485">Anônimo</a>.</p>
<p>Pois é. Uma bolha de crédito caro e alavancado a perder de vista.</p>
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		<title>
		Por: Hugo morando na Espanha com alienação quanto ao Brasil		</title>
		<link>https://www.desfavor.com/blog/2012/10/ele-disse-ela-disse-entre-a-rouss-e-o-silvinha/comment-page-1/#comment-49504</link>

		<dc:creator><![CDATA[Hugo morando na Espanha com alienação quanto ao Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Oct 2012 16:36:38 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Em resposta a &lt;a href=&quot;https://www.desfavor.com/blog/2012/10/ele-disse-ela-disse-entre-a-rouss-e-o-silvinha/comment-page-1/#comment-49499&quot;&gt;Larissa Eleitora&lt;/a&gt;.

Ad hominem...

Não atrapalhe meu testemunho.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em resposta a <a href="https://www.desfavor.com/blog/2012/10/ele-disse-ela-disse-entre-a-rouss-e-o-silvinha/comment-page-1/#comment-49499">Larissa Eleitora</a>.</p>
<p>Ad hominem&#8230;</p>
<p>Não atrapalhe meu testemunho.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Anônimo		</title>
		<link>https://www.desfavor.com/blog/2012/10/ele-disse-ela-disse-entre-a-rouss-e-o-silvinha/comment-page-1/#comment-49503</link>

		<dc:creator><![CDATA[Anônimo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Oct 2012 16:30:47 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Em resposta a &lt;a href=&quot;https://www.desfavor.com/blog/2012/10/ele-disse-ela-disse-entre-a-rouss-e-o-silvinha/comment-page-1/#comment-49497&quot;&gt;Suellen&lt;/a&gt;.

Cacete. Vc tá pior que eu... Até agora só ameacinhas e uma jogada fora da estrada. Arma mesmo nunca.

Bom... um dia numa mesa de bar a gente fala sobre isso...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em resposta a <a href="https://www.desfavor.com/blog/2012/10/ele-disse-ela-disse-entre-a-rouss-e-o-silvinha/comment-page-1/#comment-49497">Suellen</a>.</p>
<p>Cacete. Vc tá pior que eu&#8230; Até agora só ameacinhas e uma jogada fora da estrada. Arma mesmo nunca.</p>
<p>Bom&#8230; um dia numa mesa de bar a gente fala sobre isso&#8230;</p>
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