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	Comentários sobre: Ele disse, ela disse: Estava escrito.	</title>
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	<description>REPÚBLICA IMPOPULAR</description>
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		<title>
		Por: Sally		</title>
		<link>https://www.desfavor.com/blog/2014/01/ele-disse-ela-disse-estava-escrito/comment-page-1/#comment-190972</link>

		<dc:creator><![CDATA[Sally]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 24 Sep 2015 01:28:01 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Em resposta a &lt;a href=&quot;https://www.desfavor.com/blog/2014/01/ele-disse-ela-disse-estava-escrito/comment-page-1/#comment-190897&quot;&gt;Marina&lt;/a&gt;.

A gente fala mal de um determinado grupo socialmente chamado de &quot;feministas&quot;, mas que na verdade deturpam o conceito de feminismo (a noção de que mulher não é inferior a homem). Quem prega a igualdade de direitos sem desejar a morte de todos os homens a gente defende...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em resposta a <a href="https://www.desfavor.com/blog/2014/01/ele-disse-ela-disse-estava-escrito/comment-page-1/#comment-190897">Marina</a>.</p>
<p>A gente fala mal de um determinado grupo socialmente chamado de &#8220;feministas&#8221;, mas que na verdade deturpam o conceito de feminismo (a noção de que mulher não é inferior a homem). Quem prega a igualdade de direitos sem desejar a morte de todos os homens a gente defende&#8230;</p>
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		<title>
		Por: Marina		</title>
		<link>https://www.desfavor.com/blog/2014/01/ele-disse-ela-disse-estava-escrito/comment-page-1/#comment-190897</link>

		<dc:creator><![CDATA[Marina]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 23 Sep 2015 18:40:50 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Esse é o texto mais enigmático do Desfavor. Li em tempo real e nunca comentei, porque achei que a trollagem dos anagramas poderia ser um divertido pseudo-desfecho que ocultaria um não-desfecho ainda mais surpreendente. 


&quot;MINHA impressão do final fazia parte de um plano! A história verdadeira era outra!&quot;


Não sei o que é. É como aquela velha humana sensação de que há algo errado com o mundo, mas não conseguimos nem definir o que é, nem nos livrarmos da sensação de estranhamento. Já sentiram?


De qualquer forma, foi uma grande sorte conhecer esses dois autores que fizeram um pacto com o imprevisível e com a falta de autodefinição. Que são capazes de fazer um texto lindamente feminista num dia e bater nas feministas no outro. Que falam de escatologia barata num capítulo e, no seguinte, dão um show de cobertura dos protestos de junho e  nos textos sobre política. Que me deixam confusa, porque um dia &quot;me representam e verbalizam o indizível em mim&quot;, mas no outro me causam verdadeiro asco. 


Em que estante ficariam seus livros nas bibliotecas e livrarias comuns????  Os autores não se encaixam em nenhuma categoria,  não seguem roteiros, nunca se ofendem, trabalham de sol a sol DE GRAÇA e não querem tarde de autógrafos. É uma gente estranha. Uma gente que não se apega a pessoas, mas sim a ideias. Uma gente que sabe que é desimportante, que não se leva a sério, que repete, nas entrelinhas ou descaradamente, que NADA NADA NADA NADA é sagrado, mas que não se vende a nenhum patrocinador. 


Por ironia, foi uma blogueira famosa que me trouxe até o sebo sem sal e sem atrativos em que os autores se escondiam, depois de fazer um escândalo nas redes sociais. Eu nunca teria entrado naquele sebo se não fosse a pontada de curiosidade mórbida (Mas quem é o babaca do dia? O que disse o Judas da vez?) e tive que ler o primeiro livro mais de uma vez para entender, de tão surpresa que fiquei com a qualidade do texto e com a total falta de fundamentação das críticas. Fiquei meio confusa. Eu que nunca me perco na interpretação de um texto, me perdi completamente.... Não consegui entender a gritaria no Twitter. E quando pararam de gritar, eu já tinha achado um livro chamado Constituição e uma série de colunas que eles escreveram. O meu coração já era daqueles que minhas amigas odiaram por alguns dias e depois esqueceram quando uma nova polêmica estourou.  

Mas eu não esqueci. Nunca mais eu consegui ir embora daquele sebo. Abri mão do tempo que poderia gastar em livrarias da moda para passar por aquele sebo, nos intervalos do trabalho. Eu quis ir embora muitas vezes, ansiosa por ler algo menos confuso e que me desse alívios e certezas, mas o pacto com o imprevisível me fez ficar. 


De vez em quando a gente acha diamante entre anônimos.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Esse é o texto mais enigmático do Desfavor. Li em tempo real e nunca comentei, porque achei que a trollagem dos anagramas poderia ser um divertido pseudo-desfecho que ocultaria um não-desfecho ainda mais surpreendente. </p>
<p>&#8220;MINHA impressão do final fazia parte de um plano! A história verdadeira era outra!&#8221;</p>
<p>Não sei o que é. É como aquela velha humana sensação de que há algo errado com o mundo, mas não conseguimos nem definir o que é, nem nos livrarmos da sensação de estranhamento. Já sentiram?</p>
<p>De qualquer forma, foi uma grande sorte conhecer esses dois autores que fizeram um pacto com o imprevisível e com a falta de autodefinição. Que são capazes de fazer um texto lindamente feminista num dia e bater nas feministas no outro. Que falam de escatologia barata num capítulo e, no seguinte, dão um show de cobertura dos protestos de junho e  nos textos sobre política. Que me deixam confusa, porque um dia &#8220;me representam e verbalizam o indizível em mim&#8221;, mas no outro me causam verdadeiro asco. </p>
<p>Em que estante ficariam seus livros nas bibliotecas e livrarias comuns????  Os autores não se encaixam em nenhuma categoria,  não seguem roteiros, nunca se ofendem, trabalham de sol a sol DE GRAÇA e não querem tarde de autógrafos. É uma gente estranha. Uma gente que não se apega a pessoas, mas sim a ideias. Uma gente que sabe que é desimportante, que não se leva a sério, que repete, nas entrelinhas ou descaradamente, que NADA NADA NADA NADA é sagrado, mas que não se vende a nenhum patrocinador. </p>
<p>Por ironia, foi uma blogueira famosa que me trouxe até o sebo sem sal e sem atrativos em que os autores se escondiam, depois de fazer um escândalo nas redes sociais. Eu nunca teria entrado naquele sebo se não fosse a pontada de curiosidade mórbida (Mas quem é o babaca do dia? O que disse o Judas da vez?) e tive que ler o primeiro livro mais de uma vez para entender, de tão surpresa que fiquei com a qualidade do texto e com a total falta de fundamentação das críticas. Fiquei meio confusa. Eu que nunca me perco na interpretação de um texto, me perdi completamente&#8230;. Não consegui entender a gritaria no Twitter. E quando pararam de gritar, eu já tinha achado um livro chamado Constituição e uma série de colunas que eles escreveram. O meu coração já era daqueles que minhas amigas odiaram por alguns dias e depois esqueceram quando uma nova polêmica estourou.  </p>
<p>Mas eu não esqueci. Nunca mais eu consegui ir embora daquele sebo. Abri mão do tempo que poderia gastar em livrarias da moda para passar por aquele sebo, nos intervalos do trabalho. Eu quis ir embora muitas vezes, ansiosa por ler algo menos confuso e que me desse alívios e certezas, mas o pacto com o imprevisível me fez ficar. </p>
<p>De vez em quando a gente acha diamante entre anônimos.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Sally		</title>
		<link>https://www.desfavor.com/blog/2014/01/ele-disse-ela-disse-estava-escrito/comment-page-1/#comment-105738</link>

		<dc:creator><![CDATA[Sally]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 Jun 2014 14:20:11 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Em resposta a &lt;a href=&quot;https://www.desfavor.com/blog/2014/01/ele-disse-ela-disse-estava-escrito/comment-page-1/#comment-105737&quot;&gt;Weeeee&lt;/a&gt;.

Eu acho muito ruim]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em resposta a <a href="https://www.desfavor.com/blog/2014/01/ele-disse-ela-disse-estava-escrito/comment-page-1/#comment-105737">Weeeee</a>.</p>
<p>Eu acho muito ruim</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
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		<title>
		Por: Weeeee		</title>
		<link>https://www.desfavor.com/blog/2014/01/ele-disse-ela-disse-estava-escrito/comment-page-1/#comment-105737</link>

		<dc:creator><![CDATA[Weeeee]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 Jun 2014 13:50:26 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Já leu Marian Keyes?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Já leu Marian Keyes?</p>
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		<item>
		<title>
		Por: Sally		</title>
		<link>https://www.desfavor.com/blog/2014/01/ele-disse-ela-disse-estava-escrito/comment-page-1/#comment-92536</link>

		<dc:creator><![CDATA[Sally]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 07 Feb 2014 03:22:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Em resposta a &lt;a href=&quot;https://www.desfavor.com/blog/2014/01/ele-disse-ela-disse-estava-escrito/comment-page-1/#comment-92521&quot;&gt;Ge&lt;/a&gt;.

Pena que as pessoas não arrisquem mais.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em resposta a <a href="https://www.desfavor.com/blog/2014/01/ele-disse-ela-disse-estava-escrito/comment-page-1/#comment-92521">Ge</a>.</p>
<p>Pena que as pessoas não arrisquem mais.</p>
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		<item>
		<title>
		Por: Ge		</title>
		<link>https://www.desfavor.com/blog/2014/01/ele-disse-ela-disse-estava-escrito/comment-page-1/#comment-92521</link>

		<dc:creator><![CDATA[Ge]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 07 Feb 2014 01:24:47 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Sally, concordo! Dar chance ao desconhecido é fundamental! Há muita coisa boa por aí que nem sabemos...

Pois bem, quanto à pergunta proposta... difícil responder viu? Preferiria dizer &quot;qual livro mais me marcou&quot;; daí sim, responderia: os demônios e os irmãos karamanzov de Dostoievski seguido de o processo do Kafka. Os dois primeiros por ter sido uma baita experiência &quot;catártica&quot;: foram leituras que mexeram profundamente comigo, que em certo sentido me conturbaram, me fizeram pensar, refletir e reavaliar sobre várias coisas, sobre tudo pra dizer a verdade. O processo segue na mesma linha: meio que me vi dentro daquela narrativa, me senti na pele da personagem e concordo com cada palavra daquela &quot;argumentação nas entrelinhas&quot; digna do Kafka.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Sally, concordo! Dar chance ao desconhecido é fundamental! Há muita coisa boa por aí que nem sabemos&#8230;</p>
<p>Pois bem, quanto à pergunta proposta&#8230; difícil responder viu? Preferiria dizer &#8220;qual livro mais me marcou&#8221;; daí sim, responderia: os demônios e os irmãos karamanzov de Dostoievski seguido de o processo do Kafka. Os dois primeiros por ter sido uma baita experiência &#8220;catártica&#8221;: foram leituras que mexeram profundamente comigo, que em certo sentido me conturbaram, me fizeram pensar, refletir e reavaliar sobre várias coisas, sobre tudo pra dizer a verdade. O processo segue na mesma linha: meio que me vi dentro daquela narrativa, me senti na pele da personagem e concordo com cada palavra daquela &#8220;argumentação nas entrelinhas&#8221; digna do Kafka.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Sally		</title>
		<link>https://www.desfavor.com/blog/2014/01/ele-disse-ela-disse-estava-escrito/comment-page-1/#comment-92058</link>

		<dc:creator><![CDATA[Sally]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 02 Feb 2014 18:31:37 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Em resposta a &lt;a href=&quot;https://www.desfavor.com/blog/2014/01/ele-disse-ela-disse-estava-escrito/comment-page-1/#comment-92051&quot;&gt;Jamorreuenemsabe&lt;/a&gt;.

Correção: advogadO]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em resposta a <a href="https://www.desfavor.com/blog/2014/01/ele-disse-ela-disse-estava-escrito/comment-page-1/#comment-92051">Jamorreuenemsabe</a>.</p>
<p>Correção: advogadO</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Jamorreuenemsabe		</title>
		<link>https://www.desfavor.com/blog/2014/01/ele-disse-ela-disse-estava-escrito/comment-page-1/#comment-92051</link>

		<dc:creator><![CDATA[Jamorreuenemsabe]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 02 Feb 2014 16:17:18 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[&lt;b&gt; Tiago Somir e mais quem?
Sally Salerê ou Sally Somir? 
Aquela mesma que já procuraram como advogada no Google.&lt;/b&gt;]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><b> Tiago Somir e mais quem?<br />
Sally Salerê ou Sally Somir?<br />
Aquela mesma que já procuraram como advogada no Google.</b></p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Sally		</title>
		<link>https://www.desfavor.com/blog/2014/01/ele-disse-ela-disse-estava-escrito/comment-page-1/#comment-91843</link>

		<dc:creator><![CDATA[Sally]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 31 Jan 2014 12:36:31 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.desfavor.com/blog/?p=6008#comment-91843</guid>

					<description><![CDATA[Em resposta a &lt;a href=&quot;https://www.desfavor.com/blog/2014/01/ele-disse-ela-disse-estava-escrito/comment-page-1/#comment-91834&quot;&gt;Arlane Gonçalves&lt;/a&gt;.

Não mudaremos, e se isso acontecer, vai ser para pior]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em resposta a <a href="https://www.desfavor.com/blog/2014/01/ele-disse-ela-disse-estava-escrito/comment-page-1/#comment-91834">Arlane Gonçalves</a>.</p>
<p>Não mudaremos, e se isso acontecer, vai ser para pior</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Arlane Gonçalves		</title>
		<link>https://www.desfavor.com/blog/2014/01/ele-disse-ela-disse-estava-escrito/comment-page-1/#comment-91834</link>

		<dc:creator><![CDATA[Arlane Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 31 Jan 2014 11:08:48 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.desfavor.com/blog/?p=6008#comment-91834</guid>

					<description><![CDATA[Veja só. Já amanheci meu dia sendo trollada pelos senhores.

Mas vou dizer uma coisa: até hoje só divulguei esses autores aí para um amigo, e é amigo amigo amigo mesmo, daqueles que eu chamaria para ser meu cúmplice num assassinato. Sou egoísta, confesso. Nunca tive coragem de divulgar link dos ~livros~ em rede social. Basicamente: &quot;Me sinto tão privilegiada por ter descoberto sua obra e vejo como ela é exclusiva, no sentido de ser para poucos, que muitas vezes me privei de compartilhá-la com pessoas que talvez a pudessem apreciar. Uma sensação boba de que se aquilo se popularizasse eu não seria mas tão especial, não seria da elite de pessoas que o descobriram e leram seus livros.&quot;.

Por favor, nunca mudem.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Veja só. Já amanheci meu dia sendo trollada pelos senhores.</p>
<p>Mas vou dizer uma coisa: até hoje só divulguei esses autores aí para um amigo, e é amigo amigo amigo mesmo, daqueles que eu chamaria para ser meu cúmplice num assassinato. Sou egoísta, confesso. Nunca tive coragem de divulgar link dos ~livros~ em rede social. Basicamente: &#8220;Me sinto tão privilegiada por ter descoberto sua obra e vejo como ela é exclusiva, no sentido de ser para poucos, que muitas vezes me privei de compartilhá-la com pessoas que talvez a pudessem apreciar. Uma sensação boba de que se aquilo se popularizasse eu não seria mas tão especial, não seria da elite de pessoas que o descobriram e leram seus livros.&#8221;.</p>
<p>Por favor, nunca mudem.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
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