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	Comentários sobre: Desfavor Convidado: Sr. Sete	</title>
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	<description>REPÚBLICA IMPOPULAR</description>
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		<title>
		Por: Ge		</title>
		<link>https://www.desfavor.com/blog/2014/02/desfavor-convidado-sr-sete/comment-page-1/#comment-94121</link>

		<dc:creator><![CDATA[Ge]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 Feb 2014 21:14:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Poo, legal essa história viu? 

Diria eu que tenho uma interpretação outra pra essa mensagem do seu sete: acho que ele se refere ao estado de ânimo das pessoas que sempre estão ~ mortas ~ não? Não vamos muito longe não, se tu pergunta pra alguém por aí &quot;como está?&quot; o que você ouve? Raramente tenho ouvido um &quot;tudo bem graças a Deus&quot;! E sim um &quot;aii to mortaaa de cansaço&quot; ou algo parecido. Ando reparando de uns tempos pra cá que as pessoas dizem isso com mais frequência, e realmente não parecem ter lá ânimo, energia para as coisas!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Poo, legal essa história viu? </p>
<p>Diria eu que tenho uma interpretação outra pra essa mensagem do seu sete: acho que ele se refere ao estado de ânimo das pessoas que sempre estão ~ mortas ~ não? Não vamos muito longe não, se tu pergunta pra alguém por aí &#8220;como está?&#8221; o que você ouve? Raramente tenho ouvido um &#8220;tudo bem graças a Deus&#8221;! E sim um &#8220;aii to mortaaa de cansaço&#8221; ou algo parecido. Ando reparando de uns tempos pra cá que as pessoas dizem isso com mais frequência, e realmente não parecem ter lá ânimo, energia para as coisas!</p>
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		<title>
		Por: DK		</title>
		<link>https://www.desfavor.com/blog/2014/02/desfavor-convidado-sr-sete/comment-page-1/#comment-93456</link>

		<dc:creator><![CDATA[DK]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Feb 2014 12:41:27 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Excelente texto! Bom ver alguém que possui uma crença religiosa tendo bom senso, e assim provando que fé e racionalidade podem conviver bem em uma mesma mente.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Excelente texto! Bom ver alguém que possui uma crença religiosa tendo bom senso, e assim provando que fé e racionalidade podem conviver bem em uma mesma mente.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Zaq (o cachorro!)		</title>
		<link>https://www.desfavor.com/blog/2014/02/desfavor-convidado-sr-sete/comment-page-1/#comment-93449</link>

		<dc:creator><![CDATA[Zaq (o cachorro!)]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Feb 2014 02:49:56 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Em resposta a &lt;a href=&quot;https://www.desfavor.com/blog/2014/02/desfavor-convidado-sr-sete/comment-page-1/#comment-93446&quot;&gt;Zaq (o cachorro!)&lt;/a&gt;.

Puxa, no último parágrafo alguma coisa falou por mim.... Teria sido o sr. Oito? Oi to pirado!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em resposta a <a href="https://www.desfavor.com/blog/2014/02/desfavor-convidado-sr-sete/comment-page-1/#comment-93446">Zaq (o cachorro!)</a>.</p>
<p>Puxa, no último parágrafo alguma coisa falou por mim&#8230;. Teria sido o sr. Oito? Oi to pirado!</p>
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			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Zaq (o cachorro!)		</title>
		<link>https://www.desfavor.com/blog/2014/02/desfavor-convidado-sr-sete/comment-page-1/#comment-93446</link>

		<dc:creator><![CDATA[Zaq (o cachorro!)]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Feb 2014 00:52:52 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Chester! Legal o seu texto! E coincidentemente neste fim de semana tive um papo com um exu, digo, um tio, que veio nos visitar. Ele falou um negócio muito interessante que me fez refletir no que é possível fazer e que sempre a situação pode piorar se não houver consciência e mobilização.

Ele lembrou-se saudosamente da época em que seus filhos e os filhos dos seus vizinhos brincavam livres no meio da rua, que se deixava bicicletas jogadas na calçada e que ninguém mexia, as casas não tinham muros e a única coisa que o perturbava era um cavalo que as vezes aparecia pastando no seu jardim. Falou das sibipirunas que alinhadas em ambas as calçadas seguiam quadra a fora encontrando suas copas pelo alto tornando a rua um grande túnel verde distribuindo uma grande e generosa sombra.

Aí aos poucos as coisas foram mudando, primeiro com a colocação de grades na frente das casas e nas janelas, depois as mesmas foram sendo substituídas por muros, instalaram-se alarmes em todas as casas, as árvores foram sendo, uma a uma, arrancadas para permitir maior claridade a noite, depois vieram os cacos de vidro sobre os muros e finalmente as cercas elétricas. Hoje a mesma rua é um grande corredorzão de concreto, estreita, dura, opressora. Aquela vizinhança não está mais ali, todos se espalharam e atualmente estão encavernados nos condomínios fechados.

Ele fez uma conta simples, que sem rodeios transmito, se tudo o que aquela vizinhança gastou para levantar muros, instalar alarmes, cortar árvores, instalar cercas, contratar guardas noturnos e etc, fosse direcionado naquela época e nos anos seguintes diretamente desses particulares para a construção de escolas, creches ou mesmo casas para quem precisasse, talvez aquela rua continuasse bonita, vistosa e ocupada pelas mesmas famílias e o mesmo ladrão que os apavora hoje teria um outro destino. Egoístas e alienados da possibilidade da chegada de um futuro sombrio nada disso foi sequer imaginado por aquela geração. Assim, na época ele não atentou para essa situação e hoje ele tem a consciência que teria sido, inclusive, mais barato. 

Acho que ele tem muita razão.

Será que mesmo atrasados não podemos iniciar um processo parecido?

Evoluímos ao longo da história ao aplicarmos solidariedade nas nossas relações. E talvez hoje precisamos ser mais solidários do que em nenhum outro momento da nossa história.

E como nada podemos esperar do não-estado proponho a criação de um estado paralelo, bloqueando qualquer participação do não-estado(políticos), que por meio da solidariedade permita a articulação necessária para redirecionar o nosso caminho.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Chester! Legal o seu texto! E coincidentemente neste fim de semana tive um papo com um exu, digo, um tio, que veio nos visitar. Ele falou um negócio muito interessante que me fez refletir no que é possível fazer e que sempre a situação pode piorar se não houver consciência e mobilização.</p>
<p>Ele lembrou-se saudosamente da época em que seus filhos e os filhos dos seus vizinhos brincavam livres no meio da rua, que se deixava bicicletas jogadas na calçada e que ninguém mexia, as casas não tinham muros e a única coisa que o perturbava era um cavalo que as vezes aparecia pastando no seu jardim. Falou das sibipirunas que alinhadas em ambas as calçadas seguiam quadra a fora encontrando suas copas pelo alto tornando a rua um grande túnel verde distribuindo uma grande e generosa sombra.</p>
<p>Aí aos poucos as coisas foram mudando, primeiro com a colocação de grades na frente das casas e nas janelas, depois as mesmas foram sendo substituídas por muros, instalaram-se alarmes em todas as casas, as árvores foram sendo, uma a uma, arrancadas para permitir maior claridade a noite, depois vieram os cacos de vidro sobre os muros e finalmente as cercas elétricas. Hoje a mesma rua é um grande corredorzão de concreto, estreita, dura, opressora. Aquela vizinhança não está mais ali, todos se espalharam e atualmente estão encavernados nos condomínios fechados.</p>
<p>Ele fez uma conta simples, que sem rodeios transmito, se tudo o que aquela vizinhança gastou para levantar muros, instalar alarmes, cortar árvores, instalar cercas, contratar guardas noturnos e etc, fosse direcionado naquela época e nos anos seguintes diretamente desses particulares para a construção de escolas, creches ou mesmo casas para quem precisasse, talvez aquela rua continuasse bonita, vistosa e ocupada pelas mesmas famílias e o mesmo ladrão que os apavora hoje teria um outro destino. Egoístas e alienados da possibilidade da chegada de um futuro sombrio nada disso foi sequer imaginado por aquela geração. Assim, na época ele não atentou para essa situação e hoje ele tem a consciência que teria sido, inclusive, mais barato. </p>
<p>Acho que ele tem muita razão.</p>
<p>Será que mesmo atrasados não podemos iniciar um processo parecido?</p>
<p>Evoluímos ao longo da história ao aplicarmos solidariedade nas nossas relações. E talvez hoje precisamos ser mais solidários do que em nenhum outro momento da nossa história.</p>
<p>E como nada podemos esperar do não-estado proponho a criação de um estado paralelo, bloqueando qualquer participação do não-estado(políticos), que por meio da solidariedade permita a articulação necessária para redirecionar o nosso caminho.</p>
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		<title>
		Por: Anônimo		</title>
		<link>https://www.desfavor.com/blog/2014/02/desfavor-convidado-sr-sete/comment-page-1/#comment-93441</link>

		<dc:creator><![CDATA[Anônimo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 16 Feb 2014 22:39:13 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Saravasco! Chester, tá muito maneira tua estória. Vc é mara!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Saravasco! Chester, tá muito maneira tua estória. Vc é mara!</p>
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		<title>
		Por: @		</title>
		<link>https://www.desfavor.com/blog/2014/02/desfavor-convidado-sr-sete/comment-page-1/#comment-93425</link>

		<dc:creator><![CDATA[@]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 16 Feb 2014 17:45:03 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Também queria conhecer um Sr. Sete na minha vida.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Também queria conhecer um Sr. Sete na minha vida.</p>
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