Flertando com o desastre: Racista!

fd-racista

Tudo começou quando, em uma sala cheia de pessoas com nível superior, das quais eu erroneamente esperava algum discernimento, foi apresentada uma peça publicitária que consistia em duas páginas de uma revista. Na primeira página, uma mocinha loira vestia um macacão jeans, na outra, o gorila King Kong protagonizava a cena clássica no alto do Empire State Building, com sua mocinha loira nas mãos. O slogan: “Desde King Kong que uma mocinha e um macacão não faziam uma dupla tão perfeita”.

Obviamente o slogan fazia um trocadinho de uma dupla composta por uma mocinha e um grande símio, um macacão, com uma dupla composta por uma mocinha e uma peça de roupa, um macacão. Achou desnecessário que eu tenha explicado? Pois é, em um mundo melhor, esta explicação seria de fato desnecessária. Mas vivemos em um mundo pior. Após a apresentação da foto, que não tinha a menor intenção de discutir esse tema, algumas pessoas que me cercavam não gostaram e começaram a se exaltar. Mais precisamente, os afrodescendentes que estavam na sala. Se o termo atualmente considerado respeitoso e politicamente correto não for este, me perdoem, não quis ofender, é que muda tanto que fica difícil de acompanhar. Enfim, com dedo em riste, cheios de certezas, cheios de razão, começaram a proclamar, a afirmar em tom de voz elevado, que aquilo era racista.

Em momento algum se fez menção a qualquer ser humano afrodescendente, seja na peça publicitária, seja dentro da sala de aula. Os próprios afrodescendentes levantaram a comparação com um macaco por conta deles. Em um tom de voz quase que agressivo, afirmaram que seria “inevitável” associar o macaco a um negro quando ele estivesse ao lado de uma loira, porque na cultura brasileira existe uma “tradição” de se vincular relacionamentos amorosos de negros com loiras. Logo, o fato de terem escolhido uma menina loira para vestir o macacão era uma clara afronta aos afrodescendentes e não uma escolha para fins de comparação com o filme King Kong, onde a mocinha que faz dupla com o macaco é sabidamente loira.

Eu tenho por princípio não argumentar com gente nesse nível de histeria, mas infelizmente minha opinião foi solicitada. Disse o que eu achava: que era uma brincadeira, uma comparação inocente com o filme, não mais do que isso. Minha exata frase foi essa, em tom de voz neutro: “Eu acho que foi apenas uma brincadeira, uma comparação inocente com o filme, não mais do que isso”. As vozes se elevaram mais ainda: defenderam que não se poderia brincar com isso por ser uma falta de respeito com toda a história do negro e com a escravidão. Não insisti, como disse, não gosto de discutir com pessoas que tem esse tipo de mentalidade, até porque, se discutir, mando à merda e mandar à merda seria altamente inadequado naquele ambiente.

Foi quando um elemento gritou: “Por causa de babacas como VOCÊ e como Danilo Gentili, que ficam fazendo piadas com King Kong e loiras, o negro sofre o que sofre na sociedade atual”. Confesso, fiquei com raiva. Me entristece deixar que pessoas assim, tão burras, tenham tamanha importância na minha vida a ponto de me deixar com raiva. Eu havia sido chamada de babaca na frente de dezenas de pessoas. Daí, depois de responder, me peguei em devaneios mentais bastante racistas e fiquei me perguntando: será que não estamos criando uma nova forma de racismo, um racismo reativo, um racismo irritado como resposta a essa histeria protetiva que está beirando aos ridículo?

Talvez vocês estejam cansados de me ouvir falar sobre este assunto, este deve ser o décimo texto que falo sobre a neurose do racismo. Mas eu estou realmente de saco cheio. A boa notícia é que já resolvi a questão na minha cabeça e este é, provavelmente meu último texto sobre o assunto. Fato: a histeria vitimizada se alastrou de uma forma intolerável. O que ontem era mudar o nome de um clássico da literatura e de uma poesia inglesa (veja o texto sobre “O caso dos dez soldadinhos”) hoje virou um patrulhamento agressivo. Eu não sou mulher de malandro. Não vou permitir que sejam agressivos comigo. Cansei. Quem não quer mais conversa com esse grupo agora sou eu. Racista por opção, muito obrigada. Sim, é isso mesmo que você leu. Fique à vontade para me processar.

Posso afirmar sem medo que há cinco anos atrás eu não era uma pessoa racista em absoluto. Quem me conhece sabe. Não havia em mim qualquer resquício de cogitar algum tipo de inferioridade em negros. Hoje, eu posso afirmar que SIM, EU VIREI UMA PESSOA RACISTA. Eu presumo coisas negativas a respeito de negros, eu presumo que eles serão burros e histéricos e reagirão mal a coisas inofensivas. Sim, é horrível e eu não me orgulho disso. Mas, sinceramente, eu cansei. Cansei de não poder me referir a um amigo como “negão” (seu apelido de infância) na rua sem vir uma completa estranha que não nos conhece gritar, fazer escândalo e ameaçar me prender. Cansei de ser policiada, patrulhada e de ter que medir palavras enquanto que contra argentino ninguém se preocupa em medir nada, muito pelo contrário. Pedir “respeito” sem dar “respeito” de volta é muito fácil. Legalmente, discriminar negros ou argentinos tem o exato mesmo peso. Mas só um dos grupos é vítima profissional.

E já que o assunto começou com publicidade, gostaria de relembrar que por mais de uma vez o argentino é utilizado de forma pejorativa em peças publicitárias. Comercial de cerveja, de Guaraná e tantos outros retratam argentinos como pessoas detestáveis, indesejáveis e outras características negativas que, se imputadas a um negro, gerariam uma tremenda confusão. Só que nem eu, nem os outros argentinos se incomodam, nunca nos incomodamos. Sabe porque? Porque nós sabemos que não somos nada disso. Eu sei, por exemplo, que eu não sou fedida, que eu não sou ladra, que eu não me pareço com um macaco, por isso, EU não me ofendo. Talvez se eu fedesse, me ofenderia. Mas como não é o caso, eu não me ofendo.

Ainda assim, ainda sem me ofender, me parece hipócrita que um grupo que por quase nada faz um escândalo também fale sem pudor sobre outros grupos imputando-lhes coisas que o ofenderiam. Não pode? Então vamos acabar com piada de português burro, com gracinha de que japonês tem pênis pequeno, com insinuação de que francês não toma banho e com todas, todas as piadas de argentino. Digo, por uma questão de coerência. Não vai acontecer. Porque coerência passa longe dessa história toda.

Talvez muitos de vocês, principalmente os que não moram no Brasil, estejam pensando que alguma coisa eu fiz de errado para desencadear essa reação. Talvez um olhar pejorativo, um tom de voz, uma bufada ou um gesto, para despertar a ira destes afrodescendentes. Mas eu garanto que não. As coisas estão efetivamente nesse ponto. Um exemplo que aconteceu esta semana e ilustra muito bem o grau de histeria que chegamos: Gloria Maria postou uma foto sua em uma rede social e nesta foto ela estava muito mal maquiada. Excessivamente maquiada. Eu acho a Gloria Maria uma mulher bonita, mas na foto ela estava muito feia. Uma pessoa, ao ver a foto, deixou um comentário: “Aí que susto!”, seguido de risadas (KKKKK). Na hora foi acusada de racismo pela própria Gloria Maria.

Transcrevo a resposta da Gloria Maria ao simples comentário “Aí que susto!”:

“Querida, você tomou susto por quê? Nunca viu uma negra na sua vida? Negros te assustam? A mim, assustam o racismo, a falta de respeito e a falta de educação. Querida, gosto não se discute, mas é preciso entender a diversidade. Principalmente no espaço dos outros”.

Era muito óbvio que o comentário “Que susto!” se referia à maquiagem horrorosa, mas Gloria Maria, por histeria ou por conveniência, tratou logo de puxar a questão para o lado racial, atribuindo o “susto” ao fato dela ser negra. É muito mais agradável desmerecer o interlocutor que está apontando algo desagradável acusando-o de preconceito do que lidar com a questão de que de fato ela estava ridícula naquela foto. Racismo virou carta branca para impedir qualquer crítica a um afrodescendente, pois mesmo que ela verse sobre uma maquiagem. É motivo-coringa, explica qualquer coisa negativa imputada a um afrodescendente, eles não precisam se responsabilizar por mais nada, pois sempre será racismo a causa de qualquer opinião desfavorável.

Ridículo? Certamente. Mas a sociedade endossa. Em um misto de medo (ninguém quer se indispor hoje em dia) com conveniência (quem é que não quer uma cota em uma faculdade ou cargo público? Na hora de se matricular, todo mundo é negro) tolera-se esse tipo de histeria injusta. Se uma pessoa levanta a voz para acusar racismo, os demais ou se calam ou entoam o coro junto, mesmo sem saber o que aconteceu, por medo de que a acusação se volte contra eles. A premissa é: racismo é feio, logo, eu não quero parecer feio, logo eu sempre tenho que ser contra racismo de forma bem visível, logo, pensarão que sou uma pessoa legal. Parar para analisar se de fato ocorreu um ato racista nem pensar, porque coitado daquele que chegar para os Intocáveis Afrodescendentes e disser: “Não tem preconceito algum nisso aí, acho que você está exagerando”. Será massacrado por outros que, para posar de boa pessoa, confirmarão o racismo.

Não pode. Falar que não há preconceito algum em algo que um Afrodescendente vislumbrou um preconceito significa ser a favor da escravidão, ser a favor de negros açoitados no tronco, ser a favor da desigualdade social e ser a favor do preconceito. Na Era onde discordar ofende, melhor se calar ou opinar junto com quem grita mais alto. Assim se forma uma opinião pública vazia, medrosa, maria vai com as outras. Assim, aos poucos, o brasileiro perde a capacidade de questionar, pois o medo de causar polêmica os joga em um modo de funcionar muito semelhante a um piloto-automático, onde para ser legal se deve sempre repelir qualquer ato que seja tido como racista. Já critiquei muito, já tentei argumentar. Hoje, aqui, na frente de vocês, entrego os pontos. Não dá. Melhor se afastar.

O que ninguém parece ter parado para pensar é que essa histeria social, essa canalhice de usar a própria cor de pele para não admitir qualquer tipo de crítica, vai gerar um efeito rebote, como já está gerando em mim. Quando converso com um afrodescendente que eu não conheço, estou sempre pisando em ovos, contrariada, tratando-o como uma criança de cinco anos, porque sei que apenas mencionar o nome King Kong pode ser motivo para ofensa. Ou seja, eu, atualmente, após sucessivas experiências desagradáveis, estou, de certa forma presumindo que todo afrodescendente é burro, que vai automaticamente se ofender com a menção da palavra “King Kong”. Isso é uma forma de racismo. Eu sei disso, não acho bonito, mas, sinceramente? Acho bem merecido. Quem planta merda colhe bosta.

Quando/se isso se espalhar em larga escala, se as pessoas, exaustas de tanto ter que aturar faniquito racial, passarem a se sentir e se portar como eu, estaremos criando uma segunda geração de racismo. Um racismo reativo, qualificado (no sentido de ainda pior). Aparentemente ninguém parou para pensar nisso até agora, enquanto a coisa está em estágio embrionário. Uma pena, é mais fácil reverter o quadro quando ainda está no começo. Como tudo nessa vida, o mau uso, o uso desmedido de uma medida protetiva, vai causar uma revolta e o tiro vai sair pela culatra. O pêndulo da história vai se virar para o outro lado. Pode não ser agora, pode demorar anos, décadas, mas vai acontecer. E quando isso acontecer, os afrodescendentes vão amargar outro período duramente discriminatório e dessa vez não terão um branco para culpar. A culpa será deles mesmos. Não falo como ameaça, pois eu não quero que isso aconteça. Falo para seu próprio bem, como alerta. Reflitam.

Mesmo hoje já se pode sentir esse embrião dando seus primeiros chutes. Em instituições onde há obrigatoriedade de contratação de um numero X de afrodescendentes, muita gente não quer ser atendida por eles, já que sabe que em ALGUNS casos eles não foram escolhidos por suas aptidões ou conhecimento e sim para compor um quadro que a lei obriga aquela instituição a ter. Claro, nada disso é dito abertamente, porque imagina se alguém quer se arriscar a levar fama de racista. Mas é feito e comentado à boca pequena. Medida protetiva mal feita se torna medida exclusiva (no sentido de exclusão, por favor). Medida protetiva criada por um governo assistencialista babaca acaba sendo medida preconceituosa. Infelizmente, como estão tendo um ganho imediatista, as pessoas não percebem o desastre que será a longo prazo. Cabecinhas pequenas.

Assim como eu, acredito que muitos de vocês também estejam de saco cheio do “afrodescendente médio”, que é maioria. Daquele padrão vitimizado e histérico perto do qual não se pode nem ao menos pronunciar certas palavras como “King Kong”. A cor da pele é capaz de hoje, gerar em mim uma presunção de inferioridade intelectual que há cinco anos atrás eu nem sonhava em ter, de me fazer pensar que a pessoa vai se ofender com coisas inexistentes. Parabéns, afrodescendentes, vocês tinham uma presunção positiva comigo e conseguiram, não por preconceito, mas por PÓSconceito, depois de muito me encher o saco, mudar isso para uma presunção negativa. É isso aí, eu estou de saco cheio e hoje, se puder, evito de conversar com quem não seja efetivamente meu amigo para não correr o risco de protagonizar um espetáculo histérico. Esse caso do King Kong foi a gota d’agua. Quem já é meu amigo, quem eu sei que não vai dar piti, ótimo. Quem não é, não vai ser porque eu não tenho mais interesse em me aproximar destas pessoas por causa de sua histeria. Não quero papo. Cansei. Fechei a porta. Vou deixar de acrescentar pessoas interessantes à minha vida? Algumas. Mas me pouparei de centenas de aborrecimentos.

Intolerância? Não, não. Autopreservação. Uma acusação de racismo aos berros ou ser chamada de “babaca” na frente de um monte de gente, são coisas pelas quais eu não quero mais passar. Já disse, não sou mulher de malandro. E já comprovei que mesmo pisando em ovos, a histeria é tamanha que isso acontece por mais cuidado que se tome, então, para me poupar desse momento desagradável e de uma coisa que mancha meu nome socialmente, opto por me afastar, ou, se preferirem, “discriminar”. E garanto, como eu, muitas pessoas estão fazendo ou vão fazer o mesmo. O troféu Intocáveis do Século vai para vocês, afrodescendentes. Parabéns. Antes de começar a gritaria, pensem quantas pessoas não optam por se afastar de ateus, e nós, ateus nunca nos incomodamos com isso. Sim, as pessoas tem o sagrado direito de querer se afastar de um grupo. E eu vou exercer meu sagrado direito, gostem ou não.

Como eu já escrevo aqui há cinco anos, conheço bem os mecanismos de argumentação em textos polêmicos. Certamente vai ter gente me acusando de sempre ter sido uma racista. Bem, eu os convido a ler os cinco anos de texto diários que eu escrevi e encontrar qualquer resquício de racismo. Porque blog onde o dono posta quando tem vontade, uma vez por semana, uma vez a cada quinze dias, talvez não dê uma clara noção sobre a pessoa. Mas postagem diária… é o que eu sempre digo: blog semanal é como um encontro, você se arruma, se prepara e mostra o melhor de si. Blog diário é casamento, você mostra tudo, inevitavelmente: mau humor, fragilidade, felicidade, tristeza, cansaço, esperança. Mostra TUDO, até o que não quer. Ninguém passa cinco anos enganando os outros. Podem procurar e constatar que meu racismo é adquirido, é reação.

E se você acha que este é um texto ofensivo, falando mal de afrodescendentes, desculpa, mas você é um ofendido, inseguro e medíocre. Procure terapia ou um transplante de cérebro. Este texto é um chamado à reflexão de um câncer social brasileiro: a vitimização. Um câncer que, a longo prazo, vai afetar de forma muito negativa quem se está tentando proteger. Este texto é um grande grito de “Não é por aí”. Você tem dois caminhos: refletir ou se ofender. Se apenas uma pessoa refletir e mudar sua postura, já terá valido a pena.

Cheguei a um ponto onde ou eu encarno o Danilo Gentili e começo a debochar e perguntar “quantas bananas você quer para encerrar essa discussão?” ou me afasto. Como para Danilo Gentili me falta muito, não posso me dar a esse luxo. Estou tirando meu time de campo. Não quero mais papo nem mais aproximação com esse grupo histérico e agressivo que não admite ser contrariado, ciente de que para isso vou sacrificar o contato com uma minoria muito bacana que teria muito a me acrescentar. A má impressão está instaurada, caberá aos outros desfazê-la, porque no que depender de mim, não topo mais correr o risco de um espetáculo ofendido. Não quero mais papo. Ofendam-se, cago baldes.

Para dizer que percebeu que você também está desenvolvendo um racismo reativo, para mais uma vez me encher de ameaças vazias sobre me processar e se frustar ao ver que eu continuo aqui, dia após dia ou ainda para ser contraditório sem perceber e refutar racismo com mais racismo dizendo que todo argentino é mesmo um filho da puta: sally@desfavor.com

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Comments (328)

  • uma coisa que sempre me intrigou na história do ser humano foi o fato de justamente apenas os brancos europeus terem feito grandes invenções e contribuido pra humanidade. enquanto negros e asiaticos ficavam só fazendo ‘coisas de tribo’ e não pararam pra pensar em mudar onde vivem, como fizeram os europeus. foi mal se eu tiver generalizando demais ou sendo ignorante. se puderem me esclarecer…

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    • Você não acha que a falta de oportunidade histórica não justifica isso? O mesmo acontece com as mulheres…

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  • estou de saco cheio de tanta gente tratando negro como vítimas so por causa da Historia e da escravidao. antes dos europeus “invadirem” a africa ja tinha disputa entre tribos e a tribo perdedora virava escravo da tribo vencedora.
    a maior parte da criminalidade, dos estrupos e da violência ocorre em paises onde a maioria e negra.
    compare as estatisticas de um pais africano com de um pais europeu.
    se a africa e um grande pedaco de bosta no meio do mundo a culpa nao e dos brancos!!!!!!!!

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    • Negros SÓ viraram escravos nas Américas PORQUE NEGROS os escravizaram e venderam para os europeus. Se é para levar a ferro e fogo, vou começar a defender que QUEM ESCRAVIZOU foram OS NEGROS.

      SACO CHEÍSSIMO

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    • se deus existe ele com certeza é racista, já perceberam que as coisas mais problematicas do mundo quase sempre acontecem na africa e no sul da asia?

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    • eurodescendente

      Vamos acabar com o racismo usando espelhos. Quem tem cara de branco, passa a ser branco, cara de negro, negro e indio, indio,
      A partir daí, nada de misturas, nada de briga e conversa. Cada um na sua, Com as suas mulheres. E cada um viva de acordo com a sua capacidade. Brasil branco, negro e índio,
      Fronteiras fechadas

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      • Não seria melhor todo mundo viver como uma raça só: humanos ?

        Porque diferenciar tratamento pela cor de pele? Quero dizer, porque pode fazer piadas com algumas raças e com outras não?

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        • eurodescendente

          Porque, cara e admirável blogueira, não existe tal coisa como raça humana, isto é apenas uma expressão conciliadora baseada num princípio romântico, muito adequado para livros ou filmes, mas totalmente irreal. Têm sido um grande trabalho de engenharia social doutrinar as pessoas a não enxergarem uma realidade com a qual convivem em todos os cenários onde se manifesta a lei natural: Que as espécies existem e se diversificam, gerando adaptação em alguns casos, ou não. Apesar dos milhares de argumentos publicados para criar esta ilusão de igualdade, raças existem, tem suas características e diferentes graus de desenvolvimento. Não é possível conviver nem mesmo entre grupos étnicos diferentes, em uma sociedade menos desenvolvida. A África é a prova mais visível , com suas guerras tribais e ciclos de miséria e ódio, conjuntura que existia bem antes da chegada dos brancos que hoje são culpabilizados por tudo. A mídia tenta, mas as estatísticas demonstram o comportamento dos descendentes originários desta grande região, independente dos países onde nasceram, nos dias de hoje…
          E existem brasileiros tentando criar neste país esta vingança racial descabida, quando na verdade, apenas querem viver com mais conforto, e aceder à classe dominante. Solução? Apenas buscar o afastamento deste tipo de brasileiro mestiço doutrinado, adepto de um retorno ao tribalismo, onde pudesse canalizar sua fúria contra o branco, que é encarado como a fonte de todos seus males e o causador de todos os seus fracassos. Antes viver entre os seus seus, mais ou menos parecidos, do que ser agredido gratuitamente. E isto ainda vai piorar muito no Brasil.

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          • Você não acha possível que um dia as pessoas se tratem como iguais independente da cor da pele?

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  • Minha resposta aos “afro descendentes”.

    O racismo na sociedade vai continuar enquanto você ficar falando do Danilo Gentili, do Rafinha Bastos, ou da puta que o pariu, e não se esforçar para dar o exemplo de como, independente de etnia, se pode ser um grande expoente no que se propõe a fazer. Milton Santos e Ruy Barbosa estariam envergonhados da sua atitude hoje.

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  • Me dá certa tristeza de fazer parte de um “grupo” no mesmo rumo de intocáveis… Detesto a postura do deputado Jean Wyllys, que vê homofobia em TUDO

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    • Hoje em dia só brancos heteros não são intocáveis. A coisa se generalizou. Mas é só você deixar bem claro que não compactua com isso e pronto!

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      • E outra: tem gente que acha que seus argumentos contra as cotas raciais são inválidos só por você ser caucasiano.

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        • Sim, tem muito disso. Para opinar você tem que ter sido escravizado e açoitado no tronco, se não, não pode falar.

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            • O que é isso, não precisa pisar em ovos para falar comigo!

              Eu acho que a merda que fizeram anos atrás está começando a feder: existe pobre preto e branco e existe rico preto e branco. É bem difícil determinar o que é um negro em um país onde quase todo mundo tem um negro na família. Para piorar, nada é fiscalizado com o devido cuidado por aqui.

              Minha opinião sobre o processo: se a universidade não fiscalizou o aluno quando o admitiu, não pode expulsá-lo agora, no décimo período. Eles que fizessem um processo seletivo mais competente!

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  • Tomara que quando voltar não morda apenas, arranque a bunda e tudo mais. Uma pena eu ser lerda e quando pega de surpresa a coisa piorar. Queria ver uma maluca dessas abordar uma pessoa mais ágil e porra louca que eu.

    E Sally, eu não gosto de divulgar a RID. Fiz isso e apenas a um amigo que permaneceu como leitor, tenho uma espécie de ciúme, hahaha. Falando sério, as poucas vezes que indiquei me surpreendi pelas respostas “ui, o texto é muito longo, não vou ler” (elas vinham de pessoas que eu considerava não serem preguiçosas para a leitura). E se não faço mais isso para amigos, para atrair BMs é que não faria. São chatos demais e alguns custam a ir embora. Não vale a pena.

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    • Afe, to com problemas para comentar hoje. Era pra ter sido uma resposta lá embaixo. Desculpem :(

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    • A gente chega a perder o respeito por alguém que acha QUATRO PÁGINAS algo longo, né?

      Eu sinto isso quando vejo o Facebook dos conhecidos. Perdi o respeito por um monte de gente que admirava.

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      • Uma vez encontrei um amigo na videolocadora e ele me pediu uma sugestão. Indiquei um filme espanhol que havia acabado de devolver. Ele olhou a caixa, deu uma lida na sinopse e disse: – Esse filme é para pensar, outro dia eu pego.

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  • Sua racista, como vc se atreve a fazer esse texto? não ve que nos negros sofremos com todo tipo de discriminação? agora vc vem defender o brancos? GENTE BRANCA É SAFADA, SÃO UNS LADROES A MAIORIA DOS POLITICOS SÃO BRANCOS! VCS BRANCOS ME DEVEM RESPEITO E MUITO MAIS, PQ SEUS ANCESTRAIS ESCRAVIZARAM MEU POVO! DEPOIS SOLTARAM ELES E ELES NAO TENDO ONDE IR CRIOU AS FAVELAS, E ATE HOJE SOMOS DISCRIMINADOS POR ISSO E POR SIMPLESMENTE SER NEGROS. O MUNDO NOS DEVE RESPEITO E PERDÃO, NINGUEM COLOCA FOTOS DE CRIANÇAS NEGRAS NAS REDES SOCIAIS, QUAZE NÃO SE VE NEGROS NA GLOBO, O NEGROS RICOS SÃO RACISTAS PQ FICAM RICOS E CASAM COM BRANCAS, MAS ELAS SO CASAM PQ BRANCAS SÃO SAFADAS E QUEREM GRANA, MULHER NEGRA E BATALHADORA, TRABALHA E GANHA MENOS QUE AS BRANCAS, NUNCA VI UMA NEGRA NA LOJA BOTICARIO, COMPRO PERFUMES LA E SO TEM BRANCAS. O GOVERNO DEVERIA NOS DAR CASA, COMIDA, CARRO E USP, PQ SE SOFREMOS É CULPA DE VCS BRANCOS. EU DEVERIA SER ENDEUSADO PQ MEU POVO MORREU NAS MAOS DOS BRANCOS PARA O BRASIL SER O QUE ELE É HOJE, SE NAO FOSSE OS NEGROS ESSE PREDIOS E TUDO NEM EXISTIRIA, SOMOS HEROIS E HEROINAS. VC NOS DEVEM ATE A ALMA BANDO DE BRANCOS FEIOS. REVOLTADOOOOOOOOOO

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    • Olha, gente, que bonitinho! Entrou um Brasileiro Médio aqui! Favor não dar comida. Se ele não sair sozinho a gente espanta ele com uma vassoura…

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      • Sali, pq tu aprova esses tentativa de troll? Sim, pq até os argumentos são fraquinhos, falar em rede globo, chega a me doer o cu! Se pá esse mesmo ser que postou aí é o mesmo que postou antes com outro nick.
        Bloqueia, cara, vai deixar encher de BM? Até pra trollar precisa ter graça esse nem isso.

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        • Eu tenho por princípios não reprovar nada, até para reforçar meu ponto e mostrar como de fato estamos em uma crise intelectual gravíssima, mas confesso que ultimamente ando cansada. Ando com vontade de transformar isso em um clube fechado, pois está caindo a ficha de que não adianta disponibilizar esses textos para todo mundo, pois quase ninguém aproveita

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          • Faz isso não Sally. Como é que vou poder compartilhar o link com os BM’s que conheço só pra ver a rage? =/

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              • Zaq (o cahorro!)

                “EU DEVERIA SER ENDEUSADO PQ MEU POVO MORREU NAS MAOS DOS BRANCOS PARA O BRASIL SER O QUE ELE É HOJE”
                Putz…. É mesmo? Essa merda toda existe por causa de vcs??? Que bosta de serviço!! Porra, que desfavor….

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                  • Afrodescendente cansada de tanta putaria racial

                    O problema, Sally, é q assim é q se vê a HIPOCRISIA do ‘povinho’: Se completar com “preto” é RACISMO. Se completar com: PORTUGUÊS, LOURA, JUDEU, etc, aí, convenientemente ficarão CALADINHOS – até pq, ELES também fazem este tipo de brincadeira com os outros. Mas só “pode” com os outros, viu? Só não pode com eles, os “açoitados-escravizados-coitadinhos”, não é mesmo?

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                    • Só pode com os outros. A exata mesma piada, só pode com os outros. Na hora de rir de português, de japonês, de argentino, de loira pode.

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  • Sally, um amigo compartilhou o link a seguir, nesta semana. Embora seja uma postagem do mês passado, achei uma grande coincidência, pois trata de pontos citados no seu texto. Quem sabe, então, o assunto não está começando a surgir aos poucos, e em algum momento comece a ganhar mais destaque e faça as pessoas pensarem a respeito?

    http://fatostop.com/?p=34103

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  • Marcela Ribeiro da Silva

    Sale caraio. Tu responde esse monte de gente metida os noiados que ficam se batendo e deixa meu email de lado. Como faz pra limpar o nome da minha pretinha quando usei o nome dela pra abrir firma? A receita me tascou uma multa ve se pode???

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      • Marcela Ribeiro da Silva

        Deixei de pagar umas taxas e a pretinha foi pra divida ativa. Ela quer prestar pra Caixa isso atrapalha sale??????

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        • Como eu já te disse por e-mail,você está fazendo muitas coisas que estão prejudicando demais a sua filha, essa é uma delas. Eu sei que não é de propósito, mas você tem que começar a desfazer os problemas que está criando, se não a menina vai ser muito prejudicada

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          • Marcela Ribeiro da Silva

            Ah Sale era pra eu ser sozinha nessa vida voce sabe ai me vi nessa situacao ajudando uma das poucas pessoas que ainda dava pra conversar. Uma manicure noiada ve se pode???? Ai foi erro atraz de erro mesmo assim a pretinha gosta de mim e até nao faz bobagem mesmo com eu pegando pesado com ela. A grana sempre vai ser curta por isso meio que botei a neguinha nessas enrascadas pra tentar dar alguma coisa pra ela. Ela quer estudar sair dessa merda de favela. Me ajuda sale a pretinha quer prestar pra Caixa pra me ajudar com plano de saúde porque gosta de mim me quer bem. Gosto dela também mesmo ela nao indo pra igreja. Marcel, tu é um fofo e quer me ajudar de novo. Grata fio mas minha vida foi apagar fogo atraz de fogo nao pensei em nada fui fazendo. Quer ser meu amigo????

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        • Marcela, burocracia é um saco mesmo e jogar a responsabilidade nas costas dos outros não resolve… Na verdade, só joga o peso nas costas alheias.

          O que se precisa pra tentar resolver a sua situação é PLANEJAMENTO TRIBUTÁRIO. Precisaria de uma boa análise do caso para saber qual a melhor forma para tentar resolver o caso e mitigar eventuais prejuízos.

          Isso não é algo no pá-pum. Seria importante fazer uma análise da conjuntura justamente pra que isso não se torne um problema ainda maior.

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    • Pede “que passou menos tempo no forno”. Acho que a solução para essas questões de sensibilidade racial é a ciência. A gente pode colocar no google: rapaz com muita melanina mantendo intercurso sexual com uma jovem com pouca melanina e cabelos cuja cor tem a frequência de onda de 530-510 THz.

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      • Olha só, não pode não. Porque o Google BR está emburrecendo.

        Ontem eu estava tentando descobrir o nome de uma raça de cães de rinha e procurei no Google. Não obtive resultado e decidi simplificar a busca: “raça cães briga”. O Google me corrigiu: “Você quis dizer raça cães bigo”

        Pensei comigo: nossa, uma raça de cão que eu não conhecia, como será esse Bigo? E, por curiosidade, cliquei em “imagens”. Me aparecem centenas de BEAGLES. Isso me entristeceu demais.

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  • Uma vez eu tomava ônibus para ir/voltar do trabalho e num dos percursos, na ida, fui conversando com um amigo meu. Não lembro o assunto, mas houve um trecho da minha fala o qual era “(…) e se o cara é macaco velho pode tirar isso de letra”.

    Três mulheres afrodescendentes olharam pra trás. Daí a conversa seguiu e pelo que pude perceber, captaram o contexto da conversa, pois continuaram com o papo entre elas. Menos mal, mas viu a paranoia, né?

    P.S.: o Zidane também é afrodescendente, pois tem sangue argelino. Fuck logic! Hahaha

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  • Afrodescendente cansada de tanta putaria racial

    Sally, aonde eu assino? Como afro-descendente, eu apóio retumbantemente o seu post!
    Já ando cansada de tanto vitimismo chantagista emocional desta gente… É demais pra mim… E veja, com relação a apelidos carinhosos, meu namorado sueco(Tô nem aí pra quem me chamar de “racista” por ter um relacionamento amoroso com um descendente dos vikings hahahaha) me chama de “mia negrita”(ele chama assim mesmo, cheio de carinho) e eu amo, é carinho, é afeto por uma característica que o encanta profundamente, mas hj em dia, sempre tem os histéricos e as histéricas – talvez, un(ma)s invejosos(as) que não tem o q fazer e só ficam de olho na “vida alheia” e estão afoitos(as) pra procurar confusão pra se promoverem… Aí, nessa loucura toda, até mesmo apelido de infância vira caso de polícia… Isso é que é falta de auto-estima, um saco!

    Sabe de uma, Sally, eu estava olhando na net e vi uns textos bizarros falando sobre mulheres “negras” que estariam sendo preteridas por homens negros pq eles queriam namorar as brancas(e vice versa)… É um rosário de impropérios atrás do outro, coisa de gente que acha pq quer achar que o negro “não quer namorar com negra” por causa do “racismo” – e aí vc vê uma criatura dessas de perto e vê o motivo real de ninguém querer juntar os trapos com o(a) infeliz: Pq quem é que quer juntar os trapos com algum(a) militante chato(a) pra caralho, cheio(a) de problema com auto-estima que fica descontando nos outros e fica acusando ‘racismo” em tudo e fica nesse eterno ‘chorôrô’, HEIM? Oras, as pessoas buscam pessoas normais, não gentalha chiliquenta que fica enchendo o saco e torrando a paciência o tempo todo! Mais um exemplo do “povinho” que quer descontar os próprios problemas nos outros e as próprias responsabilidades pelos mesmos tb! Ê CAMBADA!!!

    Pra vc ver, Sally, até no relacionamento dos negros querem mandar… Veja até que ponto chegou a petulância desta patuléia desvairada e desatinada… Pra mim, gente que escreve estes tipos de maluquice levou um grande pé na bunda e não se resolveu com isso… Aí fica de idiotice e passa a falar que ‘temos que investir nos nossos”(e ainda proclamando e apelando para uma “união negra” que na prática não existe – haja vista os massacres monumentais que ocorrem entre as próprias tribos africanas), que ‘temos que valorizar a nossa raça negra e devemos ter relacionamento apenas com negros’ e outras parvoíces que só podem ter saído de alguém com uma cabeça muito perturbada… E ainda querem ser levados a sério!

    Cansei também, horrível viver em uma sociedade na qual pessoas querem levar seus problemas consigo próprias pros tribunais e querem resolver tudo atazanando a vida alheia!!!! Chega!!!!! Eu tb vou me afastar desse povo!!!

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    • O preconceito parece estar nascendo da cabeça do próprio negro.

      Curioso isso de recriminar negro por não namorar negra. Só queria ver se fosse ao contrário, se fosse um BRANCO ser recriminado por não namorar uma BRANCA, imagina o tamanho do escândalo…

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      • Afrodescendente cansada de tanta putaria racial

        Pois é, Sally, é muita “procuração de encrenca” com uma coisa que só diz respeito à própria pessoa em PARTICULAR, como um relacionamento amoroso!

        E sim, se fosse com brancos, o escândalo alcançaria proporções estratosféricas… Mas qdo é com o negro, aí tá certo, “tem que se preservar’… Outra parvoíce… até o negão brasileiro tem o pé na Europa, não adianta, ‘militontozada”! O Brasil é mestiço, queiram ou não queiram!!!

        Aliás, veja, Sally, a OBCESSÃO desta gente em querer empurrar a “identidade negra” para pessoas MESTIÇAS, coisa q não faz sentido algum, só na cabeça destes perturbados mentais e psico-emocionais… Aí vc vê gente super clara, com “traços” claramente EUROPEUS(tais como Camila Pitanga e outros) se dizerem “negros” pq ‘fica bem na fita” e aí esses crentes na “identidade afro-descendente” querem é fazer número para fazer pressão, daí esse povo quer pq quer que os mestiços se declarem negros para que a tal da “raça negra” possa ser maioria “no tapetão” e eles possam fazer pressão por privilégios à vontade, sem que ninguém possa questionar, já que o privilégio seria para a “maioria”… E enquanto isto, tá cheio de branco PASSANDO FOME no Brasil e nenhum destes energúmenos se mexe. Hipócritas no mais alto grau! Hipócritas fazendo hipocrisia! É esta a da estragada sociedade atual!

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        • Se for levar isso a sério, todo brasileiro é afrodescendente. Até parece que não existe branco pobre precisando de proteção…

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        • Camila Pitanga não é negra nem branca, ela é parda, mulata. Na escola aprendemos que existem essas variações: mulato, cafuzo, mameluco, caboclo, não entendo porque não são usadas no dia a dia, será que é considerado preconceito?
          Isso está vindo dos EUA, onde ter sangue negro te torna um. Começando pelo presidente deles, aonde que Obama é negro se a mãe é branca? Só porque o pai era africano? O cara é mulato!
          Para mim só é branco quem tem cara de europeu. Se não procure sua classificação em uma dessas aí.
          Essa história de reclamarem que negro só quer casar com loira acho que começou por causa dos jogadores de futebol.

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          • Ela é negra AGORA, QUE CONVÉM. Agora que negro está em alta, está privilegiado, está na moda. Só quero ver se há 30 anos atrás alguém da cor dela ia se dizer negro…

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            • Camila Pitanga é aquilo que no jargão “afro” se chama por “café-com-leite”. Ela que não me venha me dizer que é “negra pura” que ai vai ser tachada de mentirosa.

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              • Afrodescendente cansada de tanta putaria racial

                Mark, pois é, eu me considero “café com leite”, pq é o q sou! Só que conheço amigas que mesmo sendo “mulatas-café-com-leite” juuuuuuuuram de “pé junto” que são NEGRAS, pq dizem que ser negro é “Opção política” e “ideológica”… CADA UMA… É muita idiotice junta!

                Fora que ficam procurando pelo em ovo, tudo gira em torno do racismo e da “luta racial”, a “luta de classes” do momento. De fato, a estupidez humana é infinita!

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          • Afrodescendente cansada de tanta putaria racial

            Pois é, Leona, ao menos EU me assumo mulata, mestiça, ponto. E não tô nem aí com aquela historinha mentirosa, aquela conversa(en)fiada que os militontos inventaram que “mulato vem de mula”. NÃO!!! Isso é coisa destes desclassificados que ficam espalhando por aí que a mestiçagem no Brasil se deu de forma EXCLUSIVAMENTE VIOLENTA, para pertubar a cabeça dos mestiços para que se digam negros – e assim eles “fazem números” para fazer pressão por mais PRIVILÉGIOS(no fundo, eles, os militontos, como “baba ovos” dos poderosos que são, querem mesmo é contribuir para que os políticos cretinos que aí estão continuem no poder e formar CURRAIS ELEITORAIS para seus políticos preferidos). Funciona assim: Os caras chegam com aquele papinho imbecil dizendo que se declarar mulato é “legitimar o racismo”, que mestiçagem foi fruto exclusivamente de estupro enquanto que mostram que os negros são todos uns coitadinhos enquanto são os “heróis contra opressão” – citando Zumbi(sério, o nome é esse! kkkkkkkkkkkk) dos Palmares, um sujeito escroto que ESCRAVIZAVA os próprios “irmãos negros”(e umas escravas bran!cas) no tal do Quilombo dos Palmares – e assim a lavagem cerebral tá feita: Lá vai a manada achar que tem que se declarar negra por conta de pressão psicológica e chantagem emocional…. E o estrago tá feito!

            BM realmente É FODA e não tem salvação!!!!

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          • Afrodescendente cansada de tanta putaria racial

            Não, Leona, essa história de reclamar de negro casando com loira é fruto de DOR DE COTOVELICE AGUDA acompanhada de uma forte baixa auto-estima, com boas doses de ressentimento mesmo… Poxa, tão simples é deixar uma pessoa em paz pra ela juntar os trapos com quem ela quiser… Mas não, querem complicar em nome de umas idéias toscas e imbecis.

            É, lutar por uma causa “justa” não só mostra o qto o ser humano pode ser melhor, como tb pode mostrar as mazelas e limitações emocionais de muitos e este tema é a prova cabal disto.

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  • merda, merda MERDAAAAAA é isso que os humanos são!
    daqui a pouco só o fato de se nascer branco de cabelo e olho claros vai ser racismo!
    se você falar que gosta de ser branco você vai ser apedrejado na rua, se você fazer uma crítica sobre algum trabalho feito por um negro, você será pisado e xingado!
    eu sou loira natural de olhos claros, já morei no Recife e fui chamada de galega, branquinha, branca e toda essa porra, agora se eu chamasse alguém de pretinho, negro todo mundo ia me odiar!!!! eu sempre fui obrigada a escolher bem minhas palavras antes de falar, eu acho que esse negócio de racismo está se invertendo, me sinto presa e recatada por isso.
    (ps.: uma vez no facebook eu vi uma daquelas páginas de fotos e tal e tinha uma foto de uma guriazinha lindinha, loira de olhos azuis. eu fui olhar os comentários: “se fosse uma moreninha ninguém ia achar bonita” porra! porra!)

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      • Afrodescendente cansada de tanta putaria racial

        Pois é, Sally e “Sei Lá”, já estamos neste nível!

        Depois disto, o que falta para a INTOLERÂNCIA TOTAL, com direito a massacres a níveis “genocídicos” dos brancos? É este tipo de ódio tosco a outra pessoa por ser branca que vai arruinar toda e qualquer tentativa para instituir a “pax racialis” entre brancos e negros… Mas veja, tudo isto tem o dedo sujo e podre daquela ideologia cuja dialética se ocupa na divisão e da cizânea da sociedade, instituindo “luta de classes”, “luta de raças”, ‘luta de sexos” e o que mais inventarem por aí, para ocupar a mente do povo enquanto que os políticos roubam à vontade e este mesmo povo já estará tão “ocupado” brigando contra si mesmo que nem sobrará tempo pra reagir… Requiem para o Brasil! O politicamente correto está matando a convivência social e a coexistência entre os seres humanos de um mesmo POVO!

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        • Não sei quanto ao resto, mas eu não vou brigar. Apenas não quero mais papo. Não me aproximo, não dialogo.

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        • Qualquer semelhança com a questão dos Tutsis e dos Hutus na África NÃO é mera coincidência. Na verdade, isso não é estratégia pura e simplesmente a serviço de uma doutrina ideológica e sim de um jogo de poder calcado no controle social.

          População com medo é população refém e com esse jogo dá para que uma pequena elite continue tirando proveito das benesses do poder enquanto que a maioria se mata para tentar garantir o seu espaço.

          As divisões nem de longe se limitam a questão de raça, de credo ou de posição social. Vão por muitos caminhos e por vezes a depender da costura se constroem elos de ligação que vistos em outra perspectiva, pareceriam intangíveis.

          Da mesma forma que os ideológos de linha marxista abusam de Marx, Lenin, Stalin e Trotski, as lideranças teístas ligados a religiões abraamicas fazem isso com os seus textos “sagrados”, a saber, a Torah (judeus), a Bíblia (cristãos) e o Corão (muçulmanos).

          Não estranhe a semelhança das estratégias, até porque mesmo isso é previsível.

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    • E aquelas propagandas que só põem bebês loiros de olhos azuis? Pode ser de produtos infantis, de banco, de filtro de água…chega a ser irritante. Além de olhos azuis não serem comuns por natureza, estamos em um país miscigenado, impossível que não encontrem pelo menos uma criança de olhos castanhos bonitinha para fazer o anúncio. Sei que escolhem quem está inscrito em alguma agência, mas é improvável que não tenham bebês com outras características.

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      • é verdade, mas isso é um padrão de beleza idiota que inventaram! porque de uma sociedade idiota só se pode sair idiotices!
        não é culpa de nós, loiros. não temos culpa de sermos assim. não somos criminosos por temos os chamados “genes bons”. nós nascemos assim e nunca me achei superior por isso. quem inventou esse padrão de beleza foram os próprios castanhos.

        se seguir essa lógica, então todo comercial de fralda vai ter que ter uma criança representante de cada cor, por que não um bebê japinha? um bebê ruivo? um bebê indígena? bota logo uma creche inteira na bosta do comercial então.

        é tipo filmes brasileiros que só mostra favela, gente parda descabelada, malvestida e descalça e muro pichado, como se o Brasil se resumisse a isso.

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      • E você acha que porque se tem a preferência pelo moleque de olhos claros? O mesmo motivo que se tem preferência pelas modelos “vara-de-bambu” para as passarelas.

        Reserva de mercado, meus caros.

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  • Você não está sozinha Sally. Até na cidadezinha de interior onde morava acontece isso.
    É triste =/

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  • Antes eu queria gritar e discutir, mas aí eu descobri que 99% das pessoas que eu amo são ignorantes desse jeitinho aí. Briguei feio, fiquei revoltada, até que um dia alguém me disse que eu nunca encontraria pessoas não ignorantes e que eu estou condenada a viver no mundo dos ignorantes como penetra.
    Desde então, não discuto mais. Quando eu vejo um idiota vendo racismo onde não tem, por exemplo, deixo pra lá. Continuo andando como se não tivesse visto nada. Com o tempo aprendi a achar graça do cérebro de bosta deles e meu ar de desdém hoje está chique de doer. Tenho que morar com pessoas assim, tenho que trabalhar com pessoas assim, tenho que estudar com pessoas assim. Tenho que me conter e guardar a vontade de esfregar a cara deles no asfalto só pra mim. Não foram eles que deram azar de nascerem burros. Eu é que dei azar de nascer no mundo deles.

    P.S.: Sou feminista e quando vi o comentário do Everson ri do “trauma” dele. Só que esse grupinho que o pensar que só por ter um pênis ele está errado não é feminista. A mulher misândrica que diz que é feminista nem sabe o que está falando. Além de ser mal informada, ela precisa de umas boas horas de psicanálise. Misandria é misandria, feminismo é outra coisa.

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    • Nany, quando estiver revoltada e quiser comentar algo, comenta aqui com a gente. Aqui você não é penetra, aqui você é maioria.

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      • Acho que ele deve ter sentido a ira/fúria/ignorância da patrulha chatonilda dos politicamente corretos, porque apagou o post. De qualquer forma, teu texto tá perfeito Sally. Vou ser mais uma a dizer que trocar os afrodescendentes por quaisquer outras minorias não afetaria em nada o sentido do texto. Hoje em dia ou temos muito cuidado e medimos todas as palavras ou somos esmagados por essa gente chata, ignorante que acha bonito viver sempre na posição de vítima.

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        • Aproveitando, vou compartilhar com vocês situação que aconteceu comigo um tempo atrás.
          Eu estava estacionando meu carro quando uma senhora negra com um sotaque carioca, magérrima, cheia de sacolas com restos de comida parou ao lado da porta do motorista e disse que por eu ter um carro preto eu não deveria ser racista. Fiquei olhando ela, pois além de ter sido pega de surpresa não entendi o que ela queria. Ela se aproximou o máximo que pode e me pediu 10 reais. Eu disse que não daria e ela tentou me convencer dizendo que tinha vindo do Rio de Janeiro, que o marido a abandonara e ela tinha filhos e precisava do dinheiro para pagar a conta de água.
          Eu tornei a dizer não (me recuso a dar dinheiro, e também não sou rica pra sair distribuindo por aí) e a filha da puta começou a gritar RACISTA, TU É RACISTA. Eu estava no centro da Roça City, inúmeras pessoas começaram a me olhar, então e saí do carro e fui caminhando, tentando deixar ela para trás, todavia a espertalhona me seguiu gritando “essa moça é racista”. Eu não aguentei, era tanta gente parando para ver o escândalo que peguei e dei os 10 reais. Ela pegou, me agradeceu e em seguida, na maior cara de pau, perguntou se eu não teria uma roupa para dar. Eu quase saí correndo, não soube como agir, cheguei a ter medo de que ela inventasse algo e as pessoas que estavam olhando fizessem algo contra mim.. Até hoje me sinto uma babaca por ter dado os 10 reais :(

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          • A gente fica intimidado mesmo, porque pegar fama de racista hoje em dia é algo que prejudica demais a imagem. Te entendo perfeitamente.

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          • Coitada de você…será que se gritasse por socorro a situação piorava? Acredito que mais gente tenha achado a mulher maluca, sei lá, mandava ela parar de te perseguir. Se fez isso contigo devia já estar perturbando por ali antes.Da próxima vez acho que é melhor dizer que não tem.

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      • Tomara Uma pena eu ser lerda e quando pega de surpresa a coisa piorar. Queria ver uma maluca dessas abordar uma pessoa mais ágil e porra louca que eu.

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  • Acho uma falta de respeito vcs brancos falarem algo de nos negros! vcs nunca foram escravizados, nao sabem o que é ter cabelos duros um nariz escarrapachado um beiço que nenhum batom ou magica diminui…somos vitimas, porque ganhamos menos, somos discriminadas por nossa cor sim! mas Deus é pai, ele nos deu uma pele que nunca envelhece, um bumbum linlo que vcs brancas jamais teram a não ser se for falso…cintura fina, ou seja nos negras temos o corpo de Deusa! os homens adoram negras, fazem de tudo para ter uma de nos em seus braços…e vcs brancas morrem de inveja! eu adoro ser negra ter 37 anos e com corpinho de 18 e carinha de 20….é isso que vale. quanto ao meu povo que foi assoitado e escravizados, Deus os tenha e faça justiça fazendo os brancos ficarem velhos feios e gordos cada vez mais cedo!!!!

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      • beijinho no ombro

        Tava demorando aparecer comentário de BM que não entendeu o texto. Engraçado que eles falam como se eles próprios tivessem sido escravos. Continuam vivendo um passado que aconteceu quando eles nem eram nascidos. Isso realmente merecia um Bolsa Psicólogo como já disseram aqui.
        BMS caiam na real! A escravidão atual é outra. Hoje temos escravidão social, financeira e política. Brasileiros são escravos da corrupção independente da cor. Ta todo mundo fodido no mesmo barco furado. Ser racista igual certos BM só piora a situação. Em vez de se unir ficam inventando merda.

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        • Se fossem medidas realmente inclusivas que buscassem igualar as oportunidades, eu poderia entender. Mas não são, são medidas assistencialistas que humilham e desigualam ainda mais.

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        • Ahahahaha! A corrupção é o que mantém alguns a margem da periclitância social, ainda que isso porventura possa vir em prejuízo do conjunto da sociedade como um todo.

          Acham mesmo que esse bando de barnabés ia conseguir tirar vantagem se não fosse se utilizando da estratégia de criar problemas pra vender soluções? Tá de brincadeira.

          O Brasil é e sempre foi tratado como uma nação periférica. Claro que os recursos naturais são de grande interesse, mas ninguém está muito a fim de lidar com essa mão-de-obra burra de doer e com esse pessoal que só quer saber de se dar bem na base da “esperteza”.

          Se coligam com uns ou outros pra tirar vantagem nas matérias primas, exportadas muitas vezes com o mínimo de industrialização possível pra serem processadas em outros lugares, onde se teria menos dor de cabeça com os custos produtivos.

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        • E falando em “escravidão”… Vocês acham que porque aliciam pessoas do interior do país ou até mesmo do estrangeiro pra trabalhar em certas plantas fabris ou na construção civil em condições análogas a escravidão? Tudo uma jogada na tentativa de conter o ônus e maximizar os resultados em favor daqueles em posição hierárquica superior dentro da organização.

          Se utiliza da capilarização por meio do recurso da “terceirização” pra contornar eventuais problemas no campo seja da responsabilidade civil, seja do ponto de vista de responsabilidade jurídica.

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    • Que empresa é essa que faz salário diferente por racismo? Onde eu trabalho a função igual ganha a mesma coisa. Já ouviu falar em Ministério do Trabalho?
      Bunda aham. I love bundas. Depois reclamam que gringo só vem aqui pra comer mulher e as brasileiras tem fama de piriguete lá fora.

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      • A diferença está no ACESSO as vagas e na qualificação dos quadros. A média de salários, usada para justificar essa política “paliativa” é na verdade uma média aritmética da renda das pessoas de cada segmento social.

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  • Sally,me identifiquei com o texto. Nem tenho muito a acrescentar, também cansei de tentar argumentar com pessoas que se acham vítimas e que merecem respeito e simpatia SÓ por sua cor de pele. Desisti.

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    • O melhor é se afastar, porque se essas pessoas resolverem se vitimizar, a sociedade automaticamente lhes dá razão em uma histeria que os impede de avaliar a real situação. Eu resolvi me poupar daqui para frente.

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  • Sao esses “vitimizados de vidro” que envergonham a raça negra! Eles estao se segregando, formando uma classe auto-racista. Como é que pode? Ter vergonha da propria cor da pele e ficar designando tudo como racismo? É triste e constrangedor! Sou pardo, mas me considero negro… Aliás, olha Sally, a partir de agora, as unicas pessoas que chamarei de “pretinha” e “negao” sao minha esposa e filho. Sera que entrei em contradicao e me tornei racista tambem? Bem, tenho certeza que nao. Ser obrigado a ser racista reativo é diferente de, atraves de meu comportamento, demonstrar que sou auto-racista, “vitimizado de vidro”. Ja que dao tanta importancia a cor da pele, tornando-se assim os pioneiros da disseminacao do racismo, entao tenham orgulho de sua cor de pele e quando alguem te chamar de king kong, sintam-se pretos, negros como um primata e lembrem-se do que realmente e motivo de orgulho ( neste caso e necessario estudar). A atitude desnecessaria dos protagonistas desta vergonhosa cena é contarditoria. Cumulo da incoerencia. kkkkkk…fico imaginando a cara dos que deram inicio a esta historia. Tipo: “Oxe, mas o que foi que fizemos? Entendi nada…alooou! É so uma fotooo. Vcs estao loucos? Esqueceram de tomar o remedio hoje?”

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    • Ivo, para se preservar, acho que você não deveria chamar de “pretinha” nem de “negão” pessoas que não conhece ou que não tem muita intimidade. A menos que você more na Bahia, onde até EU era chamada de pretinha, pois lá é pronome de tratamento e não designação de raça…

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  • Sally, seu texto está sensacional!
    Algumas de suas reflexões são muito inspiradoras. Por curiosidade, você faz/fez terapia com psicólogo?

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  • Na minha opiniao a vitima da vez sao os gays, a coisa chegou a um ponto que se voce disser que nao gosta de paetes, Lady Gaga ou Madonna e capaz que alguem te acuse de homofobia!!! Os gays sao os novos judeus,os intocaveis que nao aceitam critica alguma.

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    • Gay BM é mesmo uma merda. Eu detesto crente, mas acho que os GBM ainda enfiam o rabo entre as pernas, porque a crentalhada dá uns chegapralá neles de vez em quando. Se não fosse os crentes na política, já ia a bibarada toda querer inventar lei pra virar intocável também.

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      • Mas até onde eu vejo (e acho que isso varia muito de acordo com a região do país), os gays querem apenas não apanhar, tratamento respeitoso, igualdade. Não querem um tratamento preferencial, não querem privilégios. Estou enganada?

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        • Não esta enganada. Até pq, diferente de negros, nós estamos presentes em todas as raças e tribos. O que buscamos são direitos iguais, e não perdermos nossos empregos ou sermos expulsos dos lugares por causa de nossa orientação. Só que as pessoas acham que possuem o sagrado direito de nos tratarem como cidadãos de segunda classe. O povo acha que homossexuais terem os MESMOS direitos que os heteros é “tratamento especial”.

          Quem deve ter tratamento especial são pessoas deficientes, idosas ou gravidas. Orientação sexual não é deficiência, pq eu iria querer um tratamento especial por ser gay?

          Em relação aos negros, em vez de darem a eles tudo de mão beijada, apenas por causa da “deficiência” da cor de pele. Deveriam investir na educação básica.
          Eu já tenho o POSconceito de que um profissional negro é inferior a um profissional branco, já que teoricamente, o branco teve que ralar, enquanto o negro ganhou tudo de mão beijada.

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            • Sally, antigamente, quando era criança, o povo vivia fazendo chacota comigo, eu chegava a chorar, era a alegria do povo. Mas um dia Mami me disse “filho, em vez de você ficar com raiva e chorar, aceite a chacota e aumente ela. Faça eles perceberem que você esta se divertindo com a chacota, ria de você mesmo, tenha certeza de que eles nunca mais irão te encher o saco”. Dito e feito.
              Hoje, quem me conhece, sabe que não adianta fazer chacota comigo. Se me chamam de viado, falo que sou viado e, se quem me chamou for gatinho, canto mermo, falo que como o cara de todas as formas. Se for feio, falo que não faz meu tipo e que não tem chances comigo, quem fez a chacota não sabe onde enfiar a cara, pq fica super constrangido e vira o motivo para mais chacotas.
              Preconceito, na minha opinião, se combate usando humor e inteligencia.

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          • Sabe o que acontece?

            Falar em “igualdade” é muito bonito, mas não dá resultado prático, então obviamente se apelam a privilégios (na linha das cotas por exemplo) pra marcar espaço as custas disso.

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        • A maioria sim. Mas não a gaystapo e seu lider supremo Jean Wyllis. O que eles querem vai bem além de respeito…

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            • Querem que tudo vire crime de homofobia, inclusive você chegar para um amigo e dizer: “e aí, seu viadão!”. É o mesmo tipo de cerceamento que praticam os ‘defensores dos afrodescendentes’. Da mesma forma, sim, eu sei que os gays sofrem violência, mas a violência é algo a qual TODO MUNDO está sujeito, ainda mais num país inseguro e violento como Banânia. Não sou um bom argumentador, por isso arrumei alguém pra explicar tudo o que eu quero dizer http://www.respondendoidiotas.com.br/ex-bbb-chiliquento/

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              • King, você sabe o que é o jogo das bandeiras?

                Alguns ativistas vão lá e marcam a sua posição com o objetivo de faturar as custas disso. Se usa e se abusa da polêmica justamente nessa estratégia, muitas vezes quase suicida, com o objetivo de marcar posição frente a seu “publico-alvo”.

                O objetivo nesse caso em específico é influenciar seja o liberal típico, seja as pessoas dos grupos LGBT, seja o “brasileiro médio” que vive bovinamente recostado na sua poltrona.

                Não vejo lá muito futuro nos projetos encampados pelo Wyllys porque ele em termos de articulação vai mal… Muito mal.

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  • Off Topic: Seguindo a linha de Off Topics toscos e eróticos… http://g1.globo.com/tecnologia/noticia/2014/03/robos-fazem-pole-dance-em-abertura-de-feira-de-tecnologia-na-alemanha.html
    Depois de fazer sexo com orangotango, vacas, e outros o homem em breve fará sexo com um robô (o ruim que a lataria de metal é fria… vai encolher algumas coisas).
    No ramo igreja… tivemos essa http://noticias.gospelmais.com.br/maes-evangelicas-boicotam-vacinacao-filhas-contra-hpv-65014.html, depois essa http://zerohora.clicrbs.com.br/rs/politica/noticia/2014/03/vereador-de-antonio-prado-pede-exoneracao-de-assessora-de-imprensa-por-ela-nao-acreditar-em-deus-4442797.html E Pra completar…. Aí meu Jesus….
    http://miltonribeiro.sul21.com.br/2014/03/11/sexo-oral-nao-e-pecado-quando-feito-pensando-em-jesus/

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  • Eu to assim também, só que com feministas. Tenho a impressão de que eu sempre estou errado por padrão porque tenho um penis.

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  • Tô de saco cheio de que tudo é racismo, numa conversa com colegas de trabalho falei que minha mãe tava enorme de gorda e uma pessoa achou muita falta de respeito falar assim da minha mãe e os outros apoiaram.
    Fiquei puta, minha mãe, que é a pessoa que mais amo e respeito no mundo precisa perder 60 Kgs, tá enorme de gorda mesmo, não tô xingando nem falando nenhuma besteira, é a realidade. Ainda tô puta com isso.

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    • Faltar com o respeito e desagradar estao virando sinonimos. Basta falar algo que desagrade que ja é considerado falta de respeito

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      • Faço parte de um grupo que fala sobre uma raça de cachorro específica. Ali os criadores discutem linhas de sangue, padrão, exposições, essas coisas. Infelizmente é um grupo “aberto”.

        Vai um infeliz e posta a foto de um vira-latas perguntando se não era lindo.

        Uma criadora respondeu que sim, é lindo, mas que não era da raça. Pronto! Acabou o mundo… Um monte de gente retardada dizendo que foi desrespeito, que esse negócio de raça não importa (então por que estão em um grupo “de raça” e acham desrespeito chamar o cachorro de vira latas?) e que somos “nazistas” (pra variar).

        Que cacete esse monte de gente palhaça enchendo o saco!!!! Não pode mais nada nessa vida…

        Olha… se sair aquela ideia de trollagem em massa na internet, já temos vários grupos interessantes para trabalhar.

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  • É, realmente, dá preguiça só de pensar nessas situações. Ontem comentava com meu irmão algo parecido, mas sobre gordos. Aliás, o texto se aplica à todos os ‘modelos’ de intocáveis. Não se pode criticar nada, que levantam a bandeira da discriminação, do racismo, da puta que o pariu. Gente, quando o caso não é esse, não é!!! Usem seus neurônios e arranje um argumento válido para o debate. Mas não… (acabo achando que não tem capacidade pra isso mesmo!). Enfim, sinceramente? Eu passo. Já não faço questão de muita interação social mesmo, posso muito bem passar sem essas bobagens na minha vida. Eu morreria de ódio de ser presumida ‘burra’ por causa desse tipo de generalização… E outra, deveriam lançar logo o bolsa psicólogo, que se resolvessem esse problema endêmico de baixa estima generalizada esse povo talvez tivesse alguma chance de evoluir. (Ah, desculpa, evolução do povo não interessa ao governo, malzaê…)

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    • Adorei a ideia do Bolsa-Psicólogo. Só mudaria o nome para Bolsa-Complexo, para que essa cambada de gente com complexo de vira-lata se resolva e pare de depender da visão do outro para ver seu valor. Gente chata, carente e insegura que não consegue lidar com o fato de que outras pessoas não gostem delas sem fazer disso um ato de ofensa e um escândalo…

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  • Innen Wahrheit

    Eu mencionei o respeito à diversidade visando uma conexão lógica com o texto de ontem do Somir – apesar de não ter certeza se fez sentido.

    Acho que o tratamento dado à diversidade hoje em dia, além de contribuir para a ocorrência de situações como a que você relatou, desvia o foco da necessidade de estimular a convergência de idéias e visões sobre a condição humana.

    O aspecto paradoxal disso lembrou-me de uma frase bem cliché que li em algum lugar há alguns anos: “tentando ser diferentes uns dos outros, nos tornamos todos iguais”.

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    • Respeito à diversidade é fundamental para uma convivência civilizada. O problema é que tem um grupo que está travestindo histeria de respeito e que não admite ser contrariado nem ouvir nada que lhe desagrade imputando a isso falta de respeito. São coisas bem diferentes. Ouvir algo que eu não gosto não é, necessariamente falta de respeito. É isso que as pessoas não entendem. Pior: acham que a lei ampara qualquer aborrecimento delas e levam suas questões mal resolvidas para o Judiciário.

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  • Afro descendente o caralho! Prefiro que me chamem de negão do que essas viadices de simpatizantes do PT. ah não pode chamar de negão? Então como os BM fazem pra ver pornografia na internet? Eles não digitam na barra de busca negão/ loira? Já sei!BM chega pro Google e conversa: Eu quero ver vídeo de loira com afro descendente!

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  • Sobre o texto acho que o melhor a se fazer é tomar cuidado mesmo ao falar com pessoas negras, obviamente não por serem negras mas sim por toda essa questão racial que existe, e por você não ter como como adivinhar se a pessoa com quem esta conversando é ou não inteligente e desprovida dessas generalizações de que tudo é racismo. Se toda essa questão de racismo fosse voltada pra pessoas exageradamente brancas, seria o mesmo, seria preciso tomar cuidado ao falar com elas com termos tipo polaco, branquelo e etc.
    Na situação que descreveu, acho que nem tinha muito o que se fazer, se tentasse argumentar ia piorar as coisas. Portanto, num embate direto, entre você e uma ou várias pessoas ignorantes, onde sua opção é discutir em vão (porque você sabe que não vai levar a nada) ou deixar aquilo pra lá, o melhor a se fazer é sempre ignorar. Que é triste é ver pessoas tão convictas em suas ignorâncias, mas fazer o que?

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    • O melhor, para mim, não é tomar cuidado, porque estou de saco cheíssimo. O melhor é nem dirigir a palavra, me afastar.

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  • Negros brasileiros medios ficam enxergando racismo onde não existe. Eles acusam e ofendem os outros. Me dá nojo a beixa estima deles. Em vez de se inspirarem nos negros americanos que se valorizam, os NBM se acham macacos, se acham inferiores e ficam de xororo com essa putaria de cotas. Que país escroto!

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    • O que me leva a crer que de fato são muito burros, mais burros do que o resto da população, pois estão passando uma grande corda em volta de seus pescoços. Tiveram a chance, a liberdade, de fazer diferente. Se mostraram burros, incompetentes e oportunistas. Parabéns, viu?

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  • Não tinha me dado conta que de que estava desenvolvendo o racismo reativo…rs. Chegou a tal ponto, que até para me referir a algum negro, ainda que meu interlocutor seja branco, eu fico tensa, sem saber exatamente se falo “moreno, mulato, moreninho.”

    Vi alguns negros tratando o caso do pivete que foi amarrado no Flamengo como sendo um resquício do tempo da escravidão. Ao meu ver, sendo contra ou a favor do que foi feito, não tem absolutamente nada a ver com resquícios do tempo em os ngros eram escravos…

    Já tô de saco bem cheio tb.

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    • Se eu tenho que me referir a um afrodescendente, ou falo da cor da camisa (“ali, ao lado daquele rapaz com camisa azul”) ou apenas aponto. Não me atrevo mais a tentar fazer qualquer referência respeitosa à cor da pele porque nunca sei qual é o termo politicamente correto da vez, e se você erra, é um escândalo…

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  • Considerando as teorias que formulam que a nossa espécie teve origem na África, somos todos afrodescendentes. Praticamente todos os povos do planeta já conheceram a escravidão, então provavelmente somos todos descendentes de escravos. Você virava escravo por dívida ou por derrota em guerra, como opção a ser morto. Os negros que vieram para o Brasil como escravos, em sua maioria, já eram escravos de outros negros na África, sendo comprados e não caçados (razia) por brancos. Aliás, há uma campanha atualmente na África para acabar esse tratamento homogeneizante dado aos africanos, como se fossem todos iguais. Há vários povos, idiomas, dialetos, com muita história de guerras e ódio entre eles. Aqui no Brasil, quem mais matou índios foram os próprios índios de outras tribos. Quem inventou essa imagem de índio bonzinho e pacífico foi o Rousseau. Quem ajudou a criar o índio coitadinho foi o Sting. Na história da humanidade, todos os povos que não desenvolveram tecnologia e produção de riquezas acabaram perdendo o pouco que tinham. Esse chororô de tratar povo primitivo como se fosse panda, criar reservas e ficar se corroendo em culpa por ter vencido guerras no passado é uma coisa muito fora da realidade, desse mundo coelho rosa em que vivem os neo-hippies e os relativistas culturais radicais.

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    • Muito importante isso que você falou. A escravidão não é “maldade de homem branco”. Tribos africanas invadiam umas às outras e escravizavam os perdedores. A escravidão corria solta na África com negro escravizando negro, assim como em outros cantos do planeta branco escravizava branco. Realmente, todos nós devemos ter antepassados escravos.

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      • A coisa mais chata do debate é que se perde a razão mais importante da preservação, que é o estudo e compreensão de culturas e histórias diferentes, o que ajudaria na compreensão da evolução (cultural) da espécie humana. Esse é o real valor da diversidade, para o qual ninguém dá chongas.

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        • O objetivo principal é angariar PRIVILÉGIOS as custas de tais políticas pra agregar a posição dentro do jogo clientelista. Simples assim.

          E foda-se o lado cultural e a diversidade. O que é mais importante ai é o “meu pirão primeiro”.

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    • [sally, deleta o anterior, enviei incompleto sem querer)
      Vocês já leram “O Livro Politicamente Incorreto da História do Brasil”? Tem um capítulo enorme exatamente sobre isso.
      As tribos africanas (e as indígenas brasileiras também) viviam em guerra. Escravizar os perdedores era a coisa mais comum. A única coisa que mudou com a chegada dos europeus foi que eles podiam ser trocados por bebida. Muitos príncipes de tribos africanas iam estudar na Europa. E a primeira coisa que os escravos alforriados faziam era comprar escravos para si também. Há registros de senhores e senhoras de escravos negros extremamente cruéis.

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      • Sim, eu recomendo!

        O ser humano é cruel, não apenas o ser humano branco. O ser humano escraviza, estupra, mata e tortura, não apenas o ser humano branco. Tô se saco cheio de ter que abaixar a cabeça para grosseria alheia porque nasci branca, não quero mais contato!

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  • No aguardo de alguém colocar esse texto no facebook com os dizeres “texto contra afrodescendentes”.
    Eu não me importo de chamar uma pessoa de negra. Vai dizer o quê? Moreno é outra coisa. Se a pessoa é negra vou chamar de negra e acabou. Me chamam de folha de ofício e eu não posso chamar a pessoa de negra? Pra puta que pariu.

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    • Você não se importa, mas no dia em que um negro começar a berrar no meio da rua que você é racista e todos os transeuntes ficarem contra você e a “fama” de racista se alastrar, você vai se importar, pois vai afetar você, sua família, seu emprego…

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  • Sally, você já se perguntou quanto ao PORQUÊ de os negros se identificarem no King Kong e em cima disso partirem com esse discurso de “racismo”?

    Sei não, mas acho que essa turma volta e meia era chamada por macaco/macaca e disso deve ter surgido a revolta, que é potencializada pela percepção na linha do vale da estranheza.

    Não é uma reação racional e sim uma reação instintiva.

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    • Eu posso jurar que já vi algum trabalho na linha da análise do discurso pra tentar explicar essas representações sociais. Difícil é lembrar onde especificamente mas… há que se ter algum sentido a representação de um macaco, o tal vale da estranheza e as pessoas afrodescendentes.

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  • Aplaudindo o texto de pé!
    Não aguento mais pisar em ovos para conversar com negros que não conheço, fico soltando monossílabos e penso muito antes de falar qualquer coisa. Já fui acusada de racismo apenas por mencionar que uma amiga negra estava me devendo, e isso depois de COBRAR de uma amiga branca. Acabei nem recebendo nada…
    O pior é que alguns dos meus próprios amigos negros já reclamaram dessa vitimização e se sentem ofendidos pelas cotas. Infelizmente, são minoria :/

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    • Sem dúvida quem mais sofre com isso são os negros cabeças pensantes, esses sim devem estar profundamente envergonhados do que SER NEGRO se tornou hoje em dia. Ao falar com negros que eu não conheço fico me policiando o tempo todo, fico como você, monossilábica, porque qualquer coisa pode ofender. Um saco, prefiro não falar.

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      • Me lembro que no colégio, no 1 ou 2 ano, eu tinha um amigo negro que quando tocavam nesse assunto de racismo ele ficava com muita vergonha. E olha que ele não era lá muito inteligente não, mas me lembro uma vez que fizeram um negócio lá de consciência negra, levaram todo mundo pra quadra do colégio e começaram os discursos contra racismo e etc, ele só faltava procurar um buraco pra se esconder.
        Ou seja, muitas vezes essa patrulha exacerbada contra o racismo envergonha os próprios negros, pois talvez se sintam mesmo inferiores ao serem tão insistentemente defendidos. Negros são seres humanos normais sim, então por que os tratam como se fossem coitadinhos, como se fossem realmente inferiores?

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        • Sim, eu conheço alguns que se sentem extremamente envergonhados e discriminados por essa exigência politicamente correta. Essa semana um amigo meu me disse uma frase engraçada: “eu queria que pessoas pudessem piada envolvendo a cor da minha pele. Não que fizessem, mas que pudessem fazer. Não querer fazer é correto, mas não poder fazer é pena”

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      • O pior é que nem sendo monossilábica vocês está livre de ter dor de cabeça ou, de pelo menos, se meter em confusão por causa de um mal-entendido. Você toma cuidado com o que vai falar, responde com monossílabos pra não se comprometer, mas ainda assim pode dar uma falsa impressão pra alguém que entende tudo errado e acabar sendo chamada de racista porque teria “se recusado a dirigir a palavra a um negro”, mesmo que nem de longe fosse esse realmente o caso. É foda…

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    • Isso que eu digo. Qq coisa pra ADBM é racismo. Ate se dá bom dia vão dizer que tu é racista. VSF!

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  • Caramba, eu pagaria para estar nessa sala, e como bom negro ( afrodescendente é o KCT ) que sou teria mandado a negada toda tomar naquele lugar e ainda botar o cérebro para funcionar um pouco. E perguntar onde estava o racismo ali. E se eles entendem o que é racismo no seu mais puro significado.

    A mesma negrada que fica ofendida, é a mesma que sacaneia qualquer estrangeiro, mas….

    O problema é que está sendo criada uma raça de ofendidos, que não sabem mais o que é racismo e o que não é. Sinto pena destas pessoas.

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  • Marcela Ribeiro da Silva

    Amei mostrei isso pra minha pretinha. Vivo falando isso pra ela pra parar de fazer essas pretisses porque tudo ta no mesmo barco.

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  • Sally, em faculdades públicas é pior. Ainda que a pessoa seja branca e de olhos azuis, vê racismo em tudo. Piadas? Só contra o “opressor”

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  • Pegue seu texto e substitua a palavra racismo por homossexualismo e ele também estará pertinente. Não se pode olhar para uma pessoa do terceiro sexo que já é acusada de homofobia.

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    • Mari, eu não sinto tanta histeria com relação à homossexualidade, até porque eles não tem o respaldo governamental que os negros tem: não tem cotas, não tem crime específico contra eles, etc

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      • Até porque se tivesse cota o que ia ter de nego “virando” viado….Desculpa, afrodescendente.

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        • Sem dúvidas! Para “se dar bem”, para pegar atalho, gente vitimizada faz qualquer negócio. O bonito é ser espertão, favorecido e não conseguir as coisas por seu próprio mérito!

          Em 20 anos teremos cotas para brancos heterossexuais por conta da segregação profissional que estão fazendo com a gente

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  • Essa merda de processo de favelização que tomou conta do país. E sabe o que é mais engraçado? Com essa pencha de se fazer de vítima diante de tudo e todos, essas minorias acabam aumentando ainda mais a trincheira da segregação. Acabam gerando raiva e desprezo, porque ninguém, NINGUÉM gosta de ficar perto de quem se faz de coitado, justamente porque SEMPRE tem uma dramatização, uma falsidade por trás dessa atitude.

    Eu tenho um tio, hoje na casa dos seus sessenta e tantos anos, que sempre foi majestosamente racista. Metia o pau mesmo, falava na cara. Até uns oito anos atrás eu achava ele idiota e preconceituoso.

    Dois anos atrás, ele, já com a sapude um pouco debilitada, nos visitou no natal. Uma hora eu cheguei pra ele e falei – “tio, eu sempre achei que essa sua raiva de preto era ignorância. Hoje estou começando a entender”.

    Porra, os caras acham que tem direito de fazer tudo, mandar pro inferno as regras da boa convivência, tudo por causa da tal “dívida social”, mas basta eles ACHAREM que você SUGERIU alguma coisa MINIMAMENTE racista, e soltam a franga.

    E lendo um comentário da Sally, eu, que trabalhei no Censo faz uns seis anos, posso confirmar que um monte de gente que se encaixa na definição de negra se considera parda, enquanto os pardos se consideram brancos.

    Mas vai ver se na hora das cotas é assim. Se é pra abocanhar uma teta, o cara, que parece o Miguel Falabella, vai trazer a árvore genealógica e meia duzia de análises de DNA que provam que ele tem X% de genes afro-descendentes e é legalmente negro.

    Fiquem vendo onde essa onde de vitimização e favelização vai dar. Opa, favelização não, que agora é “comunidade”.

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    • É preciso diferenciar a ideia (essa sim racista) de que negros são inferiores a brancos de forma inata, de que nascem inferiores, menos inteligentes, menos capazes. Não são. São tão capazes quanto. O ponto que eu recrimino é o comportamental. O comportamento deles está sendo repulsivo, inadequado, vergonhoso.

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  • Refletindo sobre, e não fazendo parte de nenhuma das classes vitimizadas, penso que é díficil generalizar, nem todos plantaram merda para que recebem merda de mim já de saída. Porém no momento em que houver essa manifestação por parte do vitimizado, que se dane o filme social queimado, o jeito é falar o que se pensa, doa a quem doer.

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    • Não são todos que se vitimizam, mas é uma maioria. Então, me reservo o direito de não me arriscar a passar por esse show pela milésima vez e simplesmente manter uma distância desses grupos.

      O problema de falar o que se pensa, doa a quem doer, é que dependemos de uma imagem social para muitas coisas, como por exemplo para manter um emprego, ganhar dinheiro, sermos aceitos na vizinhança etc. Só pode peitar a sociedade quem é herdeiro, que não é meu caso. Não posso me dar ao luxo de comprar briga com quem eu quiser, infelizmente. Sendo assim, cheguei à conclusão que o mais saudável para mim é me afastar.

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      • Será que temos como nos afastar integralmente, você deixaria de fazer esse curso que pode ser muito interessante, para não conviver com as pessoas referidas?

        Entendo o que tu quer dizer com isso, mas me questiono se não seria melhor abrir mão dessa imagem social, talvez esse emprego, esse dinheiro, essa convivência não valham a pena, não nos sentiríamos melhor sendo acolhidos pelo que somos, nesse caso, onde quer que seja? Sem que soa utópico, mas ando pensando que a sinceridade é o melhor caminho.

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        • Deixar de fazer um curso não, porque eu não vou me prejudicar por causa de gente escrota. Mas evitar falar, evitar me aproximar, evitar me relacionar, certamente

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  • Rorschach, el Pistolero

    Nessas situações me lembro do texto do Somir sobre “desconstrução da opinião”, sobre entender logicamente porque temos tais opiniões. As pessoas PRECISAM urgentemente começar a fazer isso , precisam entender o que é racismo – com toda a força histórica que o termo “macaco” tem, ainda é injúria e não racismo (estou certo, Sally?).

    Além disso, é extremamente importante que as pessoas aprendam a respeitar a opinião alheia. Não importa qual seja a opinião do outro, o que se vê por aí é uma tempestade ofensiva contra qualquer opinião que as pessoas possuem. Se eu digo “sou a favor do rolezinho”, ouço que sou “petralha, comunista, chupa rola do Che Guevara”; se digo que o Che Guevara era nojento, sou “reacionário, tucano, chupa rola do Tio Sam”; se dou risada do trocadilho bobo da propaganda desse post, sou “racista, escravagista, reacionário, chupa rola de branco”; aí eu digo que a escravidão foi errada e que sentimos o seu impacto na sociedade ainda hoje, e viro “histérico, bolsista, chupa rola do Zumbi”.

    No fim, fico com a impressão que ando chupando muitas rolas, mesmo não curtindo – mas não posso recusar o boquete, porque daí serei “homofóbico, nazista, chupa rola do Bolsonaro”.

    Nós vivemos na era do ad hominem, onde as pessoas estão se fechando em clubinhos e masturbando umas às outras (“credo, que insistência com as metáforas sexuais, Rorschach! Seu pervertido, ninfomaníaco, chupa-rola”) com os mesmos conceitos e ideias e atacando quem não faz parte do próprio grupo. E é uma coisa que a gente vê até aqui na RID (não com o texto de hoje da Sally). Eu mesmo já li comentários aqui que não concordava e pensei “Olha o Desfavor começando a lotar de BM” – aí parei e vi que estava sendo um imbecil tremendo.

    As pessoas não conseguem entender logicamente os próprios pensamentos, reagem com violência quando alguém discorda e ainda ficam ofendidas de serem chamadas de “macacos” – brancos ou negros, que fique claro.

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    • Está certíssimo. Crime de racismo implica em um ato restritivo, basta ler a lei para ver: impedir de entrar no elevador social, impedir de matricular o filho em um colégio, etc. Xingar, de qualquer coisa que seja, vai ser no máximo injúria, que por sinal nem cadeia dá.

      É aquilo que a gente sempre fala: democracia não é poder dizer o que você quer, democracia é ter que ouvir opiniões diferentes e respeitar. O brasileiro não é e nunca foi um povo democrático. Ser contrariado ofende. Não sabem lidar e conviver com quem pense diferente, insistem até te convencer.

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    • Rorschach, mas entender o próprio pensamento é tarefa árdua! É aquela coisa “pensar dói” né? E por mais que as pessoas tentem, não começa assim da noite pro dia!
      Bom, apesar disso, concordo com teu comentário! A ideia de “desconstrução” (beijo pro Derrida, Pecheux, Foucaut) é realmente necessária hoje nesse mar de ad hominems!

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  • Perfeito esse texto, é tudo o que eu gostaria de falar se as palavras saíssem. O pior, Sally, é que isso não acontece só aqui no Brasil. Não sei se alguém conhece o tumblr, mas lá é o paraíso dos intocáveis de maneira geral. Ontem mesmo vi uma garota postando uma mensagem que falava sobre as constantes piadas dos negros ou, nesse caso, ela usou o termo “pessoas de cor”, sobre os brancos. Pode fazer piada com determinados ‘grupos’, com outros não. As pessoas caíram matando em cima dela, a chamando de racista porque ela falou a verdade. Você também não pode criticar a parada gay, a cultura gay ou gays afeminados porque você é automaticamente chamado de homofóbico. Falo isso porque eu, que vejo mil filmes com essa temática e gosto, fui chamada de homofóbica porque disse que não gostava da cultura gay. É muito drama, muitas vítimas usando seus argumentos(cor da pele, sexualidade, repressão no passado etc) de bosta em benefício próprio. Pouco discernimento e bom senso… Esse mundo que vivemos tá ficando pior a cada dia que passa.

    Sally, você lê o blog do Rodrigo Constantino? Vi uma vez você citando ele por aqui, aí fiquei curiosa…

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    • Me acolhe a alma ver que tem mais gente do que eu imaginava compartilhando da mesma opinião do que eu!

      Via de regra eu nao leio o blog do Constantino não, mas o texto dele sobre a novela da globo eu recebi por email com os dizeres “parece ter sido escrito por voce”

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    • Realmente, vejo que na “comunidade gay” há preconceitos com eles mesmos. Isso tudo porque tem-se a visão – um tanto estereotipada, claro! – daquele gay masculinizado moldado no modelo heteronormativo. Tão logo se o cara é afeminado, veste roupas de mulher e coisa e tal, já é massacrado pelos outros gays que “não dão pinta”. Bahh… ridículo isso também!

      Vejo em sentido amplo que hoje, chegamos a tal ponto que nosso ego se exige por tão inflado que qualquer ataquesinho à ele, já caímos por terra. Quero dizer: é a ideia da Sally de “intocáveis”: “eu sou um “eu” de tal maneira que sou tão especial que não é permitido críticas nem alfinetadas nem nada…” Difícil desconstruir essa ideia hoje viu? Pensando em sentido extremo da coisa, se bobear, futuramente teremos uma sociedade em que ninguém mais pode fazer nada, todos trancados em suas próprias prisões e amarras do nojo.

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  • Qualquer ser humano que se posicione de forma dodóizinha cria repulsa dos outros, isso serve para mim, vc, qualquer pessoa. Só é vc observar mulheres ou homens (por exemplo, um colega meu loiro) que são extremamente carentes, ultra sensíveis às reações dos outros, ninguém aguenta. Ninguém aguenta sempre ficar pisando em ovos, sempre ter que ficar discutindo a relação, sempre ter que ficar se justificando do porque falou e fez aquilo.

    Uma reflexão que faço disso, é que isso também é uma forma de dependência emocional dos outros. Pessoas dependentes emocionais, são dodoizinhas, controladoras, não se responsabilizam por elas mesmas, o problema sempre está nos outros, ah! E escolhem levar tuuuuuuuuudo pro lado pessoal.

    Tenho uma amiga que teve um problema sério de saúde que deu à ela o direito de fazer provas em salas especiais, estacionamento privativo na faculdade. trabalho… Ela se beneficia disso? NÃO! Não por que ela quer ser igual a todo mundo, a justificativa dela é: “eu não quero me beneficiar de algo em detrimento dos outros só pq adoeci, eu não preciso me vitimizar para receber regalias”.

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    • Justamente, quem quer realmente igualdade não aceita esse tipo de medida protetiva ou, ao menos, não tira proveito dela. No Brasil ainda impera aquela coisa de se dar bem na base da vitimização. Clamam por igualdade mas quando o tratamento desigual os beneficia, esquecem completamente dela.

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    • É foda esse negócio da pessoa levar tudo pro lado pessoal viu? Conheço um de perto que, qualquer coisinha que eu falo (e eu costumo lá ser um tanto direto e reto, sabe?) ele já se ofende e fica magoado tudo porque interpretou errado o que eu falei! Vez por outra já fiz aquele exercício barato de paráfrase pra tentar explicar e me justificar mas… poxa, isso cansa viu? muito! Não vale a pena!

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      • É justamente isso que eu estou pensando no momento. CANSA. NÃO TENHO MAIS PACIÊNCIA. Por isso não vou mais me colocar em situações onde haja o risco disso acontecer. Agora só dialogo, só me aproximo, só convivo e só faço amizade com quem não faniquitar, do resto eu vou me afastar.

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  • Sally, te entendo.
    Sempre ficava na dúvida quando eu ia descrever uma pessoa negra. Porque não pode dizer “aquele rapaz negro”, tem que minimizar, tem que descrevê-lo com rapaz moreno… Parei de fazer isso. Agora é o rapaz negro… Qual a cor dele? Não é preta?
    Aff, mundo fresco!

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    • Não pode fazer QUALQUER referência à cor de pele, porque ofende. É muito cansativo. Melhor se afastar mesmo, quem não quer contato agora sou eu.

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      • Mas chamar ruiva de galega pode… A vontade que tenho é de mandar todo mundo que me chama de loirinha ou galega para um lugar obscuro.
        Sou ruiva! Um cabelo vermelho desse e ninguém vê? Povo racista! Hahahaha ;)

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        • Não, não. Para configurar racismo seu bisavô tem que ter sido amarrado a um tronco e chicoteado. Se não não é. E foda-se se esse critério soa absurdo, pague pelo que fizeram há cem anos atrás ouvindo desaforo calada.

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        • Lembra um encontro de ruivos que teve ano passado em SP? Foram logo taxados de racistas e supremacistas. É aquela história, um cara com uma camisa escrita 100% negro todo mundo acha lindo, mas vai colocar uma camisa 100% branco pra vc ver!

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          • 100% branco é nazista, 100% negro é bacana

            Porque? Porque eles foram escravizados e segregados décadas atrás. Sensacional

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            • E sobre os albinos na ARlinda África??? Se vocês acham que aqui existe ignorância é porque ainda não dera uma passada pela Tanzânia.

              Bem, não sei se você lembra de mim, mas eu me expulsei antes de ter sido expulso deste blog, faz alguns anos, EXATAMENTE pelo tema, ”racismo”.

              Não pretendo voltar ao tema daquele período, mas se você se lembrar quem eu (fui) aqui, por favor, aceite o meu comentário.

              Bem, o que posso falar
              Vou ser aquele chato que diz
              BEM FEITOR, BEM FEITOR!!!!
              kkkkkkkkkk

              Sim, eu fiz, mas me perdoe por isso, não pude resistir.
              O termo ”racista” foi cunhado há muito pouco tempo e se não foi a intenção inicial do criador (um judeu homossexual de sobrenome Hirschfeld) terminou por se tornar uma das maiores armas verbais contra a liberdade de expressão. A primeira coisa interessante a se notar no termo é sua enorme e obscura plasticidade contextual e interpretativa, isto quer dizer, qualquer coisa pode ser ”sinal” de ”racismo”. Não pense que ”eles’ erraram neste pormenor, não, está tudo bem pensado para ser exatamente assim. A segunda e pseudo-paradoxal questão a se perceber é que, enquanto o conceito do termo é extremamente subjetivo, a sua aplicação é direta e objetiva, inculcar ainda mais culpa branca para as classe médias e trabalhadoras eurodescendentes e ESPECIALMENTE pra eles. Estas denominações moral-acusativas servem para que aceitem o seu ‘destino’, a de serem exterminadas por imigração em massa, envelhecimento demográfico e miscigenação e não estou falando de Brasil, país onde já se esperava que o terceiro fator reduzisse os brancos a uma minoria, estou falando de Europa, de Helsinki, de Estocolmo, de Liubliana na Eslovênia, nações pouco conhecidas, que jamais escravizaram alguém de cor e que mesmo assim são OBRIGADAS por suas classes políticas psicopáticas a aceitarem anjinhos na Terra como os ciganos Roma, para conviverem alegremente com seus filhos.
              O mais engraçado é que até os meus 11 anos realmente achava e tinha vergonha ”dos brancos” e ”do seu passado”. Porém, uma série de questões começaram a se mostrar diante de mim que me levaram ao ”niilismo”.
              Primeiro, não sou branco, sou mestiço, ok, eu pareço completamente branco mas não sou, sou como os lapões
              Segundo, nunca tive escravos, nunca fiz mal a ninguém, nem a filas indianas de formigas, portanto, EU NÃO TENHO CULPA DE PORRA NENHUMA
              Terceiro, a ideia de ”OS BRANCOS FORAM RESPONSÁVEIS PELA ESCRAVIDÃO” está completamente errada, afinal de contas, que branco cara pálida?
              SE todos os brancos europeus tivessem invadido a A´freaka e levado um escravo para cada família (miserável, diga-se) no velho continente, eu não discutiria isso.
              O que li faz algum tempo atrás?
              Somente 4% dos brancos americanos tinham escravos durante a era da escravidão nos ”states”.
              Eu não sou meu tatatataravô que por ventura pudesse ter sido um escravocrata, mas periga de eu ter mais ancestrais escravos do que qualquer coisa, KKK, me acuse de qualquer coisa e eu re-acusou de ”racismo”,kkkkkkkkkkkkkk, portanto, não tenho e nunca tive culpa, nasci no final da década de 80 quando o Michael cantava Black and White.
              Terceiro, milhões de brancos foram escravizados no passado, das mais diversas formas, é só ver a época da revolução industrial, milhões de famílias BEM BRANCAS, como sabemos bem como são os ingleses, levadas de suas casinhas, de suas parcas terras e jogadas em bairros industriais extremamente poluídos. Duas guerras mundiais que ceifaram a as vidas de milhões de civis. Milhões de brancaleônicos irlandeses eram escravizados por aristocratas ingleses, enfim… a história humana inclusive nos dias de hoje tem uma semelhança cronologicamente inquebrantável, escravidão. árabes levaram mais de 10 milhões de escravos africanos para o oriente médio, assim como milhões de europeus. Enfim, eu poderia ficar aqui falando de TODOS os fatos que os livros marxistas de estória escondem dos candidios alunos brasileiros, só que, primeiro, não seria permitido e segundo, não teria mais espaço.
              Lute contra o politicamente correto, que na verdade nada mais é do que a novilíngua, a destruição do vocabulário para acabar com o pensamento divergente e a imposição de artefatos verbais para calar aqueles que pensam.
              Sim, é errado tratar uma pessoa mal imediatamente que botar os olhos em sua face, acima de qualquer fator biológico, cultural, de classe… existe o caráter, pessoas realmente boas infelizmente são raras. No entanto, o termo racismo não pode calar as mentes investigativas, não deve e não vai, porque ao fazê-lo estará dando o primeiro passo para o extermínio da própria identidade humana, somente com a verdade é poderemos acabar com todas as chagas que incendeiam nossa percepção.

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              • NUNCA expulsei ninguém por racismo. Caso paire alguma dúvida, sugiro uma rápida olhada na Semana Temática do Descobrimento do Brasil, onde atualmente tem um racista pregando a superioridade branca em detrimento de índios e negros. Ele está postando esse tipo de coisa faz meses, e vai continuar, porque por mais que a gente não concorde, a gente não censura.

                Provavelmente você foi expulso porque é chato, prolixo e rebatedor compulsivo. Só é expulso quem tumultua e enche o saco.

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                • Se bem me lembro e se não me engano, eu ME expulsei daqui porque as minhas trollagens recheadas de verdades indesejadas que mesmo aqui na Suíssa não são toleradas (doses homeopáticas de politicamente correto, diga o que quiser mas será ”linchado” depois) já haviam dado o que havia que dar. Cansei de tentar pedir objetividade para os donos do blog, ou seja, responder aquilo que lhes foi perguntado, sem rodeios, mas não.
                  Bem, vc pode entender que um grande comentário possa ser entendido como prolixo, mas e aquele papinho de ”pessoas que lêem textos de até 4 linhas não merecem respeito”?? Decida.
                  Chato é relativo, geralmente as pessoas mais inteligentes são concebidas como estorvos ambulantes por grande parte do gado, se me entende, são super críticas, super perfeccionistas e contextualmente são consideradas como chatas, mas querer a perfeição não é ser chato. Eu poderia se quisesse, reduzir meus comentários para menos de 4 linhas, mas talvez, o fosse acusado do contrário.
                  Eu não fui um rebatedor compulsivo, simplesmente respondi no mesmo nível todos os comentários recheados de insultos E O MAIS ENGRAÇADO
                  justamente o que vc está reclamando agora, foi exatamente o que fez, vc e o resto, um coitadismo incapaz de responder com sabedoria e racionalidade aquilo que havia proposto.
                  Eu não entendi o porquê da raiva de agora, mas quer saber, MUITO DO BEM FEITO pra você. Passar mal.
                  :)

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                  • Não são toleradas? Se não fossem toleradas, você teria sido expulso. Se continuou aqui, é porque sim, estava sendo tolerado. Tolerar é bem diferente de gostar ou aplaudir. Pode falar o que quiser, mas se for ficar choramingando porque estão te descendo o sarrafo, melhor sair mesmo.

                    Um texto com quatro páginas necessárias é uma coisa, um comentário que poderia ter sido dito em cinco linhas mas foi recheado de firula desnecessária é outra. Não diz respeito ao numero de linhas ou páginas e sim à necessidade delas. E sim, você é uma pessoa chata, muito chata.

                    Raiva? Não, não. Você nunca me viu com raiva. É bem diferente disso.

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  • No futebol é um show de incoerência a parte. E não é só no Brasil. Na Premier League Luís Súarez foi ” xingado” de sulamericano por Evra, um francês negro. Ele então chamou de preto ou macaco ou algo do tipo. Resultado: Súarez tomou um bom gancho, com Evra não aconteceu nada fora a comoção ao seu “drama”. No Brasil fazem uma histeria desgraçada quando há racismo, mas gritos homofóbicos falam que é da cultura do futebol. Eu acho os dois casos errados e dignos de punição, não sou tolerante a discriminação, pelo menos tenho essa noção de coerência que falta em muitos.

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    • Francamente, ofensa em campo é outra coisa. É o mesmo que a mãe de um jogador processar o outro por ter sido chamada de prostituta. Tá na cara que quem xinga quer apenas desabafar, xingar o outro de filho da puta, e não acusar a mãe do cara de se prostituir. Sejamos coerentes…

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  • O mundo tá a cada dia mais chato! São afro-coitadistas, feminazis, gaystapo, ecochatos, veganos, bolivarianos, esquerdóides guarani-kaiowa, etc. O politicamente correto definitivamente acabou com a graça no mundo. Sem falar no estrago que Paulo Freire e sua ‘pedagogia do oprimido’ fizeram à educação.

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    • É como a gente sempre fala: o movimento histórico é pendular. Hoje o pêndulo está tendendo para essas chatices, mas é questão de tempo para que ele se desloque para o outro lado. E quando isso acontecer, vai ser bem para o outro lado, em resposta. O que eu puder fazer para acelerar esse pêndulo eu vou fazer!

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  • Vitimização é foda, tudo é racismo, bullying e qualquer outra frescura, cada vez menos se analisa o mérito do que se diz e em contrapartida se ganha mais discussões no grito

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  • Algumas considerações. Tenho a curiosidade de saber qual era a ocasião do episódio, se era um congresso ou uma mesa de bar, por exemplo. Me choca e surpreende as relações que os afrodescendentes têm feito ultimamente de modo à cavar por racismo em qualquer coisa que deixe brechas, é um pouco preocupante ficar se policiando sobre tudo que se diz ou pensa. Acho que não cabe discutir cotas, uma vez que o povo brasileiro é encardido quando se trata de direitos adquiridos, prefiro pelo menos sonhar que as cotas são uma medida paliativa porca pra resolução de um problema, mas claro, duvido que um dia elas deixem de existir, ou que se expandam, indo pras esferas de mestrado/doutorado, afins.
    Outra coisa bem curiosa é a extrema reação dos afrodescendentes quando se discute o passado escravocrata e suas consequências no Brasil, o qual, se comparado com outras colônias, podemos dizer que aqui a escravidão era menos pior. Não digo que ela foi boa em qualquer sentido e eu condeno veementemente a existência de escravidão, porém, existem documentos no arquivo público de Valsador que trazem regras e diretrizes pelo controle da violência dos senhores de escravos, um pacto social firmado entre a Igreja e a Coroa para os escravocratas. Por exemplo, os domingos eram obrigatoriamente folgas, para que o escravo convertido vá à igreja, os batismos de crianças nascidas no Brasil era obrigatório, de responsabilidade do dono dos escravos, o que conferia cidadania, era vetada a morte aos escravos, e existiam denúncias formais sobre maus-tratos, sejam nas punições físicas, ou alimentação pobre, ou epidemias dentro da senzala. Lembrando que era permitido escravos terem escravos como posse, e que cerca de 0,5-1% de toda população escrava era alforriada anualmente. Após a Lei áurea não foram feitas medidas de reinclusão social, pelo contrário, houve um projeto de “embranquecimento” no Brasil, e MESMO ASSIM não houve apartheid. Então fico bem dividido sobre o real peso da escravatura no Brasil, mas ainda pesa o argumento que em certos lugares não se consegue emprego simplesmente por ser negro.
    Enfim, gostei do texto.

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    • Era um ambiente formal, de ensino, com pessoas que não se conheciam entre si, que estavam se vendo pela primeira vez na vida.

      Estou muito feliz em perceber que quem é leitor do Desfavor compreendeu o texto. Muito feliz mesmo.

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  • Sally, concordo com você. Uma gente sem estima tende a criar teorias de perseguições estúpidas. O Desfavorecido usou a expressão “mundo viadinho.”, um prato cheio para os militontos gays. One está a agressão, a violência nesse termo que ele usou? Vai depender muito do quão vítima eu queira ser. Faço questão de usar o termo viado para referir-se à minha sexualidade, que não concordo em nada com essa mania de os gays sentirem-se intocáveis. ser humano está perdendo a capacidade de rir de si mesmo, levar tudo a sério e fica projetando essa rigidez no outro, criando um modus vivendi absolutamente enfadonho, obtuso e preconceituoso também, como se todos tivessem que gostar do estilo gay. Sou viado, mas não curto os viadinhos estereotipados e quando eu disse isso na ONG em que eu militava quase fui linchado, então optei por ser militante sem cnpj, que não tenho paciência para ser gado e pensar uniforme. Sou negro, crioulo e baixinho, um prato cheio para posar de vítima-mor encaixada nesses discursos politicamente corretos. Fujo disso!! Estamos vivendo numa sociedade que só faz retroalimentar o preconceito, porque não admite-se que a diversidade de pensamento e opiniões exista, recuso-me a viver assim. Chamo favelado de favelado mesmo, preto de preto, viado de viado e por aí vai, que não sou obrigado a viver numa prisão ideológica. Se não querem ser chamados de pretos, pintem-se de cal.E uma gente servil mesmo, porque querem receber do outro uma estima que somente eles próprios pode construir, por isso vivem nessa merda de vida, às custas de bolsas e cotas, povinho que adora um messias, num ideal de vida onde o paternalismo é a regra, afinal é mais fácil receber do que conquistar. O problema não está no outro,caramba!

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  • Sério que começou um barraco só por isso? Achei a peça criativa. Nada a ver dizer que pensariam em negros.
    As pessoas não tem se mancol não? Para mim não é normal se meter em conversas alheias, se teu amigo não se incomodou de ser chamado de negão não tem porque uma desconhecida vir defendê-lo. Da próxima vez canta para ele aquela música “lá vem o negão, cheio de paixão” para ver se alguém reclama. O que eu acho errado é uma pessoa sem intimidade com a outra chegar chamando de negão.
    Eu vi essa notícia da Gloria Maria, lembrei de você na hora. Também não entendi porque ela reclamou, óbvio que a garota podia não ter dito nada, afinal quem não tem nada de bom para dizer deve ficar quieto. Mas a verdade é que a maquiagem não ficou legal.
    Antes quando tinha censo do IBGE a maioria se declarava branco. Depois que começou essa história de cotas todo mundo virou afrodescendente. Engraçado como a consciência vem com a conveniência…
    Outra coisa que não entendo é por que o dia da consciência negra (20/11) é feriado mas o dia do índio (19/04) não.

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    • Gloria Maria deveria saber que quem se expõe em rede social está sujeito a críticas. Se quer se preservar, não se exponha. Ela quer se expor e só ouvir coisa boa!

      Nunca tinha parado para pensar nessa questão do feriado. Pelo visto índio vale menos que negro…

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  • Entendo perfeitamente o que você está dizendo Sally. Sinto a mesma coisa em relação a pessoas que você sabe que tem potencial, são inteligentes, mas preferem recorrer sempre ao recurso da ENVEJA e do RECALQUE a cada infortúnio da vida.
    Me afastei, não tento mais aconselhar ou orientar. Em poucas palavras: fodam-se.

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    • Esse se afastar não deixa de ser uma forma de racismo, pois muitas vezes a pessoa apenas pertence a um grupo que se vitimiza, mas ela em si nunca fez nada. Eu não pago mais para ver, se é uma pessoa que eu não conheço, nem ao menos tento começar uma amizade, porque não tenho mais paciência para isso.

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      • Uma outra coisa que eu também não suporto e já percebi com mais força aqui no Sul: pessoas se referirem a negros como “escurinho” ou “moreninho”. Caralho, a pessoa é NEGRA! Quando você a chama desses adjetivos, é como se estivesse com medo de dizer simplesmente a verdade!
        Como você disse no texto, chamo meus amigos negros de negão, crioulo, preto, assim como eles me chamam de nareba, tampinha, mentirinha (sou baixinha e nariguda), sem problema algum. Não é ofensa, é simplesmente apelidar pela verdade.
        Isso também te irrita?

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        • Não pode falar nem “preto” e mais recentemente “negro”. Não pode falar NADA. Eu acho feio essa coisa de “moreninho”, mas é que as pessoas tem MEDO, já não sabem mais como se referir. Outro dia levei um esporro por dizer “deficiente físico” porque a falavra “deficiente” seria supostamente pejorativa e me ordenaram (esse foi o tom) dizer “pessoa portadora de necessidades especiais”. É foda, a gente não sabe mais o que pode e o que não pode falar.

          Mas na hora de brincar com outros atributos que não cor de pele, pode tudo. É de uma incoerência terrível. Anos de injustiça, preconceito ou escravidão não avalizam isso, desculpa.

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          • É a novilingua. As pessoas buscam se utilizar da linguagem para contornar termos eventualmente depreciativos. O problema é que isso vira uma corrida estúpida.

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              • E o apredejamento do Monteiro Lobato pela forma como ele falava da Ta Nastácia? E as censuras que querem modificar o passado ou clássicos da literatura feitos em outras épocas e contextos? Ou nem isso: li na infância uma história em que o auto descrevia um dos personagens como tendo “pele mais escura que café forte”. Se fosse hoje, imagina a grita que não daria…

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          • palhaçada reclamarem do termo “deficiente físico”.
            Lembrei de uma coisa agora, e a nova globeleza? Acho que todo mundo já viu que ela é feia, será que se disser que ela não serve para o posto por isso será considerado racismo?

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            • O google autocompleta com o termo feia quando se coloca “nova globeleza”. Serio, achei ela uma magrela de feições bem estranhas.

              É pouco busto, pouco quadril (olhando na foto de divulgação da “globeleza”, a bunda dela parece bunda de homem) e o rosto grande acaba por estragar o conjunto.

              Fica aceitável com uma roupa razoável, mas colocá-la seminua nas chamadas de carnaval da Globo foi de lascar.

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              • Ela é horrenda de rosto, parece o Zé Pequeno do filme Cidade de Deus. E consegue a proeza de ter peito pequeno e caído!

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  • Innen Wahrheit

    Oi Sally.

    A impressão que tive ao ler o texto é que se trocarmos a palavra “afrodescendente” por qualquer outra que represente alguma minoria, ele continuará fazendo sentido.

    Deve ser por causa do modismo em torno da idéia do “respeito à diversidade”… mas penso que em um mundo onde se valoriza tanto o direito de ser, agir e pensar diferente, em algum momento deverá ser complicado encontrar alguém com algo em comum…

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    • No momento, eu me sinto mais pressionada por esse grupo. Se você conversa com um judeu e diz palavras como “forno” e “cinzeiro” eles automaticamente não se ofendem.

      Respeito à diversidade é ótimo, é fundamental para uma vida em sociedade, mas não poder criticar um negro sem ser acusado de racismo, nem mesmo dizer que sua maquiagem está feia, é demais. Eu não aguento.

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    • E essas minorias, além de tudo, são seletivas ao extremo. Não vejo nenhuma minoria exaltando Condoleeza Rice (mulher e negra, ocupando altos escalões do governo norte-americano ANTES do Obama), por que será?

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  • Ainda tô tentando entender como essa campanha gerou reação de racismo. Enfim, minha pergunta é em relação a essas pessoas que se revoltaram, esse tipo afrodescendente médio: ele são realmente burros a ponto de linkar uma campanha inofensiva ao racismo ou são oportunistas, vítimas profissionais que sabem que não tem racismo algum mas CIENTES disso ainda se revoltam (visando o que eu não sei)?

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    • Da mesma forma que um comentário “Que susto!” sobre uma maquiagem feia fez a Gloria Maria dar aquela lição de moral racial: o racismo está DENTRO da cabeça do negro e ele projeta em você o tempo todo, seja por baixa autoestima, seja para se dar bem e conseguir algo (sua concordância, seu silêncio, seu constrangimento) na base do grito.

      São burros, isso vai acabar mal para eles.

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    • No caso da Gloria Maria, acredito que seja menos doloroso para ela pensar que um comentário negativo se funda em um preconceito do que de fato admitir que ela estava horrenda e seria horrenda com aquela maquiagem mesmo que fosse branca, amarela ou azul feito um Avatar

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      • O dito pela Gloria Maria foi o seguinte:
        “Querida, você tomou susto por quê? Nunca viu uma negra na sua vida? Negros te assustam? A mim, assustam o racismo, a falta de respeito e a falta de educação. Querida, gosto não se discute, mas é preciso entender a diversidade. Principalmente no espaço dos outros”.

        Mas com tecla SAP é o seguinte:

        “Querida, você vem aqui de paraquedas querendo pegar carona na minha fama dizendo que ficou assustadinha, né? Uh, dó! Achou que ia me zoar, mas se fode ai, sua babaquinha! Vou transformar a sua tentativa de criticar a minha maquiagem em um cacoete pra você se danar e o feitiço virar contra o feiticeiro. Vou jogar que você fez um comentário RACISTA e que você veio me ofender pela minha cor de ébano, até porque sei muito bem que oportunistas virtuais feito você querem é tirar uma casquinha as custas dos outros. Se morra de inveja até porque benhê, eu sou famosa e se você tá contra mim, tô de olho. Se lascou, panaca. MWAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA!”

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  • Esta porra de país não tem mais jeito, o negócio é pegar a meia dúzia que se salva, ocupar o Suriname e bombardear o resto sem possibilidades de começar do zero, não se perde nada.

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        • Mas assim, vitimizados, só no Brasil.

          E mais: quando a gente invadir o Suriname, os nativos locais serão deportados para o Brasil, independente da cor da pele.

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        • Pode e deve.

          Apesar de que, ultimamente ele não tem feito muito por merecer. A Sonia Abrão estragou ele.

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  • Eu, como você, Sally, sinto muito por viver em um mundo tão viadinho.
    Já entrei no modo automático para não me envolver com essas coisas.
    Mas, há de ser ter que usar toda essa massa que fica confinada (algumas à contragosto) entre as orelhas.
    As viadagens recentes no futebol me encantam de forma peculiar.
    Como voce bem disse, racismo, parece, por convenção, vir de pessoas brancas, de classe alta, etc.
    Mas, pqp, num jogo de futebol, um jogador que ignoro o nome (mas parece um Klingon), ser chamado de macaco ou preto (não sei e não me importo), e um juiz de futebol ser xingado num jogo e hostilizado (Caralho, juiz. Bem vindo ao mundo verdadeiro! Voce nao devia ter aceitado pílula que te tirou da Matrix), ficarem CHORANDO (vira homem, porra! um negão desses chorando nao pega bem!)…
    Será que ninguem pensou, que em um jogo de futebol, no Brasil, a aquibancada está cheia, mas CHEIA PRA CARALHO, de pessoas negras? E que, no calor daquela merda, ele farão de tudo pra desestabilizar o alvo/jogador/juiz?
    Porra! Pq nao pega as imagens e tenta achar o negão que chamou o juiz de negão, e processa o negão por racismo contra o outro negão?
    Não tem histeria? Não tem viadagem? Não é aquela porra de “Racismo não?” Então! Pega as filmagens da torcida, bota um cara pra ler lábios, e processa os FDP racistas! Mas tem que ser todos! Não só os brancos!
    E, só pra constar.
    Sou branco.
    Minha esposa, é negra.
    Beijo.

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    • Chamar jogador argentino de “argentino filho da puta” é tão “crime” quanto. Vê se alguém alguma vez foi para a delegacia por causa disso? Ahhhh… me poupe, em campo todo mundo se xinga mesmo, essa geração que cresceu com falta de bullying se ofende por tudo, são insuportáveis!

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  • Não será um movimento reativo apenas focado na raça, será contra todos os intocáveis. Igualdade é algo muito difícil, o poder é muito sedutor. Quem prova, não quer largar. As minorias oprimidas, quando têm oportunidade, geralmente viram opressoras. NO fim das contas, isso é uma merda, porque se não fossem a histeria e a velhacaria embutidas no politicamente correto, o racismo que né de fato racismo poderia ser bastante diminuído, talvez até eliminado. Mas é como eu disse, não se para na justiça, tem que ter vingança.

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    • Acho que é bem por aí mesmo: essa histeria racial dá poder aos negros e eles não estão sabendo lidar com isso em sua maioria. Como todo mundo que abusa do poder, seu futuro é… NEGRO

      ME PROCESSEM, EU REALMENTE NÃO ME IMPORTO

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      • Dúvida jurídica: se declarar racista, como você disse no texto, dá mesmo margem pra processo?

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        • O CRIME de racismo, tratado em lei específica, não tem nada a ver com opinião. CRIME DE RACISMO é sempre um ato: impedir de usar o elevador social, impedir de matricular um filho na escola, etc. Criminalmente não há nada que se possa fazer contra meu texto.

          Mas sempre tem ofendidos que podem pedir alguma indenização na área cível. O feto da Wanessa Camargo não ganhou 50 mil do Rafinha quando ele fez a piada, mesmo sem poder ver nem ouvir o que estava sendo dito? O Judiciário é uma piada, não duvido que algum ofendido ganhasse uma causa contra mim.

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            • O que eu diria é que o texto não tem qualquer intenção de ofender, que os negros não foram em momento algum tratados de forma pejorativa como raça, grupo ou conjunto e que a crítica é apenas a uma atitude. Mas não adiantaria. A imprensa pinçaria frases pela metade, fora do contexto, estamparia manchetes que me fizessem parecer uma filha da puta, a opinião pública me hostilizaria e eu já entraria derrotada.

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  • Processa_Eu_Dotô_Leôncio_Bigodón.

    O afrodescendente médio é a maioria. A histeria coletiva, fortemente influenciada e incentivada pelo PT do “politicamente correto” (engraçado que politicamente correto pra esses putos não engloba não-roubar ou fuder as instituições democráticas), ainda vai perdurar durante muito tempo. Salve-se quem puder. O pensamento crítico, independente e argumentativo virou uma nova espécie de crime contra a “humanidade” e tem sido perseguido mais que bruxa na idade média. Hide ya girls, hide ya wifes, e corram para as montanhas…

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    • Maioria na hora de se inscrever para concurso público ou para o vestibular, porque na hora do Censo é todo mundo branquinho!

      Acabo de descobrir que o Google não autocompleta a busca “negros são”. Até ele está com medo.

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