JORNAL DI SFAVORE – EDIÇÃO ESPECIAL

Desfavor Convidado é a coluna onde os impopulares ganham voz aqui na República Impopular. Se você quiser também ter seu texto publicado por aqui, basta enviar para desfavor@desfavor.com.
O Somir se reserva ao direito de implicar com os textos e não publicá-los. Sally promete interceder por vocês.

JORNAL DI SFAVORE – EDIÇÃO ESPECIAL

Ano VIII – Edição DCLXVIII

Ganhador do Big Martir Judeia desaparece logo após o fim do programa

JERUSALÉM (Jornal Di Sfavore) – O ganhador do Big Martir Judeia (BMJ) desta temporada, Jesus de Nazaré, desapareceu nesta manhã depois de entrar em um rio na periferia de Jerusalém.

Jesus, 33, desapareceu enquanto fugia de uma delegacia romana, onde estava detido há pelo menos três dias depois de ser detido por motivos ainda não esclarecidos.

De acordo com testemunhas, mesmo com ferimentos nas mãos e nos pés e com tábuas de madeira pregadas ao corpo, Jesus correu para um rio atrás da delegacia e desapareceu na correnteza.

O delegado Pôncio Pilatus, responsável pela 3º DR da Judeia, onde Jesus estava detido, foi afastado do cargo. O Senado romano abriu uma sindicância para apurar indícios de tortura.

Vizinhos da delegacia relataram que, após Jesus chegar trazido por populares, foram encomendados martelos, pregos e várias tábuas de madeira. Pouco antes da fuga, ouviram os romanos mandarem Jesus assobiar, tocar piano ou fazer flexões enquanto ruídos de pregos sendo martelados ecoaram durante todo o dia.

Foi em um dos intervalos em que os romanos teriam parado de martelar que Jesus aproveitou para escapar dos guardas romanos e entrar no rio.

Até o final dessa edição, o corpo não foi localizado.

O sumiço de Jesus encerrou um período conturbado que iniciou após o carpinteiro ter sido declarado vencedor do BMJ. “O dia da vitória foi a última vez em que nós os vimos”, declararam Salle e Somirus, criadores e produtores do programa.

Porém, há boatos de que Jesus estaria vivo e teria fugido com Pedro, um de seus amigos, para fundar uma igreja em Roma. Maria Madalena O teria encontrado antes da suposta fuga (ver entrevista abaixo).

O Jornal Di Sfavore traz um relato dos últimos dias de Jesus de Nazaré, iniciado após Jesus deixar o estúdio da Sodoma, empresa da paterfamilia Robertus Marinus, para encontrar-se com seus doze amigos, carinhosamente apelidados de “apóstolos”. E Maria Madalena.


Quarta-feira, 29 de março de 30 A.C.

Os últimos dias de Jesus começaram no pôr do sol. Para comemorar a vitória no BMJ, Jesus saiu do estúdio em Jerusalém para encontrar-se com seus doze amigos na cidade de Jericó. De lá, viajaram para o sítio dos pais de Lázaro, na cidade de Betânia. Ao chegar lá no começo da noite, de acordo com quem estava com Ele, filaram uma boia (João 12:1 – 2). Depois da ceia, Maria, irmã de Lázaro, passou Baru-El nos pés de Jesus para amenizar o mau cheiro. Judas, que era responsável por administrar a grana da vaquinha juntada para a viagem, reclamou que, com o que a Maria tinha gastado com Baru-El, eles poderiam ter comprado duas ânforas de vinho. Na realidade, o motivo por trás da reclamação de Judas é que havia combinado com Jesus que um ficaria com metade da premiação de outro, caso um deles chegasse à final, porém Ele havia se feito de desentendido desde que deixara os estúdios do BMJ. Os outros amigos teriam cobrado dEle outras promessas feitas a eles. Com isso, Jesus se desentendeu com todos e deixou o sítio.


Quinta-feira, 30 de março de 30 A.C.

Pela manhã, ao sair de Betânia sem tomar café, Jesus chegou faminto a Jerusalém, onde parou em um mercado na entrada da cidade, no qual foi reconhecido e tirou selfies com os empregados. A fim de receber mais confete, saiu do mercado e passeou pela cidade, onde os moradores pediram autógrafos, tiraram selfies, carregaram-nO pelos braços e começaram a gritar o Seu nome (Marcos 11:9 – 10).

Alguns crentes invejosos, incomodados com o barulho, pediram a Ele que calasse a multidão. Jesus disse que o jeito de acabar com o incômodo era pedir para a multidão para tacar pedras para se ver livre dos incomodados. (Mateus 21:1 – 11, Marcos 11:1 – 10, Lucas 19:29 – 40, João 12:12 – 19).


Sexta-feira, 31 de março de 30 A.C.

Jesus finalmente chegou em casa e, sem tomar banho, foi para a igreja encontrar mais gente para massagear o ego. Chegando lá, descobre que havia dezenas de camelôs com barracas que comercializavam tudo que era produto em cima da imagem Dele, inclusive produtos piratas da BMJ. Revoltado, começa a destruir as barracas e os produtos. A dona de uma das barracas, chamada Rosana, é xingada por Jesus e, empurrada por Ele, desmaia ao bater a cabeça no meio-fio (Mateus 21:15). O pastor da sua igreja fica furioso com os prejuízos causados por Ele, e sai para chamar os guardas romanos. Jesus foge.


Sábado, 01 de abril de 30 A.C.

Não há relatos confiáveis do que tenha ocorrido nesta data.


Domingo, 02 de abril de 30 A.C.

Escondido no Morro das Oliveiras, na comunidade do Hebreu-Hebreuzinho, Jesus é avisado que membros da sua igreja fizeram boletim de ocorrência na delegacia romana pelo que havia ocorrido com a camelô Rosana, como vingança dEle ter destruído uma das principais fontes de renda da igreja. Conformado com o que O espera lá embaixo, Jesus faz um churrasco de despedida para a comunidade (Mateus 24:3 – 26:2, Marcos 13:3 – 7, Lucas 21:7 – 38). Porém, Judas não fica para a festa. Parte antes de todos, alegando que trabalharia na segunda.


Segunda, 03 de abril de 30 A.C.

Judas se encontra cos membros da igreja e por 30 denari (R$ 10 mil reais, em valores atuais), aceita testemunhar contra Jesus, que poderá ser indiciado por conta da Lex Maria Scopuli pela agressão contra a camelô e por incitação à violência ao sugerir o apedrejamento de crentes (Mateus 26:14 – 16, Marcos 14:10 – 11, Lucas 22:3 – 6).


Terça, 04 de abril de 30 A.C.

Jesus desce o morro, acompanhado dos discípulos que saem às compras para a Páscoa (Matthew 26:14 – 16, Mark 14:10 – 11, Luke 22:3 – 6), esperançosos que Ele desse algum dinheiro do seu prêmio para os presentes. Mas presente mesmo, Ele só comprou para Maria Madalena. Ainda assim, Ele banca o jantar dos discípulos e se despede de todos para ir à delegacia, após receber uma mensagem de D.E.U.S. de que O encontraria lá na manhã seguinte. Não sem antes tomar várias taças de vinho para espantar o medo de encontrar o delegado (Mateus 26: 36 – 44, Marcos 14:32 – 40, Lucas 22:39 – 46, João 17). O cálice com o qual Jesus encheu a cara foi guardado por um dos discípulos para tentar vendê-la como souvenir do ganhador do BMJ.


Quarta-feira, 05 de abril de 30 A.C.

Desacostumado a beber tanto, Jesus não conseguia andar e, assim, alguns discípulos o acompanharam pela rua durante a madrugada, carregando-o para tomar um banho na casa dos pais para limpar o vômito e trocar as calças sujas. Contudo, o grupo é surpreendido por uma ronda de soldados romanos, mandados pelo delegado Pilatos para conduzi-lo à delegacia.

Ao chegarem na delegacia ainda no escuro, Pilatos pede a Judas que aponte quem é Jesus no meio daquela turba de homens barbados e sujos. Estranhamente, Judas cumprimenta Jesus com um beijo no rosto (Mateus 26:45 – 49, Marcos 14:41 – 45, Lucas 22:47 – 48, João 18:1 – 8).

Com isso, Pilatos começa a tomar depoimentos (Mateus 27:1 – 2, Marcos 15:1, Lucas 22:66 – 23:1, João 18:28) dos camelôs cujas barracas Jesus destruiu, dos crentes que Ele ameaçou mandar apedrejar e do ex-amigo Judas, que testemunhou que Jesus empurrara a camelô Rosana de uma altura de cinco metros. “Nunca vou me esquecer daquela imagem da Rosana nas alturas”, testemunhou o traidor.

Indignado com os testemunhos, Jesus começa a gritar que é filho de D.E.U.S. e que, quando ele chegasse, todos iriam se arrepender (Mateus 26:62 – 63). Irritado, Pilatos ameaça Jesus de também indiciá-lo por tentativa de homicídio.

A situação de Jesus se complica quando os apóstolos tiram o corpo fora em seus depoimentos. Pedro confirma as três acusações contra Ele (Mateus 26:69 – 75, Marcos 14:66 – 72, Lucas 22:56 – 62, João 18:17, 25 – 27).

Do lado de fora, populares e membros da igreja exigiam a morte Dele (Mateus 26:59 – 68, Marcos 14:55 – 65, Lucas 22:63 – 65) e ameaçaram invadir a delegacia. Centuriões foram chamados para dispersar a multidão, e o comércio nem pôde abrir as portas, o que criou mais antipatia com os donos das lojinhas.

Depois de indagar as testemunhas, Pilatos questiona Jesus (Mateus 27:11 – 14, Marcos 15:2 – 5, Lucas 23:2 – 4, João 18:29 – 30). Pilatos descobre que Ele é da Galileia e, para se livrar do problema pois sairia de férias em algum resort no Mediterrâneo, levou Jesus ao delegado da região, Herodes Antipas, que havia anteriormente matado João Batista, o pastor que havia trazido Jesus para a igreja, após este ter reagido à prisão. Herodes, porém, O devolveu para Pilatos (Lucas 23:5 – 12).

Por volta das oito da manhã, Pilatos diz ao público fora da delegacia que não havia elementos para indiciar Jesus nos três crimes, e, com isso, pretendia libertá-lO (Lucas 23:13 – 15, João 18:31 – 38). Em resposta, alguns crentes disseram que Jesus pretendia usar o dinheiro do BMJ e o prestígio alcançado por essa vitória para alavancar uma carreira política na região e, diante dessa possibilidade, caso Ele fosse libertado, ameaçaram pedir ao Imperador que transferissem Pilatus para algum buraco gelado do Império.

Diante dessa ameaça e usando o prêmio do BMJ como incentivo para os soldados, Pilatos teria levado Jesus para dentro da delegacia e começado a comandar sessões de tortura para que ele confessasse ter cometido os crimes.


Sexta-feira, 06 de abril de 30 A.C.

De acordo com um dos soldados, quando Jesus desmaiou pela terceira vez, Pilatos pensou que Ele havia morrido e mandou trazerem pregos e madeira para fazer o caixão. Contudo, como ironicamente só Jesus ali era carpinteiro, os romanos mostraram inépcia ao montar o caixão em volta do corpo de Jesus e, nisso, alguns pregos vararam as mãos e pés dEle. Jesus começou a gritar que eles não sabiam o que estavam fazendo, antes de perder mais uma vez a consciência (Mateus 27:35 – 36, Marcos 15:24 – 25, Lucas 23:34, João 19:23 – 24)

Desta vez convencido de que Jesus estava mesmo morto, Pilatus permitiu que os amigos de Jesus pudessem entrar para preparar o corpo para o enterro e, assim, afastar o mau cheiro. Maria Madalena chegou a entrar também, mas vomitou na entrada da delegacia, e foi mandada para casa. Uma colega de Maria Madalena, a trans Salomé, trouxe sal marinho para passar nas feridas de Jesus (Marcos 16:1, Lucas 23:56).

Foi nesse momento em que testemunhas ouviram gritos de dentro da delegacia e, de repente, viram Jesus sair correndo de lá, com tábuas presas nas costas. Uma na horizontal e outra na vertical. Não se sabe o que fez Jesus acordar repentinamente: a dor do sal esfregado em suas feridas, ou a sensação de ser auscultado por um traveco.

Nisso, teria entrado no rio correndo para se livrar do sal e dos seus perseguidores. Porém, logo afundou e sumiu na correnteza. Pilatos também desapareceu naquele mesmo dia.


Domingo, 08 de abril de A.C.

Jesus teria aparecido na casa de Maria Madalena. Sem o presente de páscoa.

Teria dito a ela para não tocá-LO pois estava magoado com a descrença dela e que também iria encontrar-se com D.E.U.S. (Marcos 16:9 – 11, João 20:11 – 18). De lá, teria fugido com Pedro para Roma.


Entrevista com Maria Madalena: “Era um homem bem contemporâneo”

Após a notícia de que Jesus teria se encontrado com Maria Madalena após fugir da delegacia, a prostituta deixou Jerusalém para escapar da acusação de obstrução à Justiça. O jornal Di Sfavore encontrou-se com Madalena em um local perto da cidade de Belém.

Jornal Di Sfavore: Como você e Jesus se conheceram? Foi naquela estória dos sete demônios?

MM: Sim. Estava precisando de grana e topei um gang bang com uns alunos de oratória, que estavam comemorando sua formatura. Mas tinha topado fazer o programa só com três. Mas sabe como são estudantes, né? Sempre duros. Combinei um preço com três, e aí apareceram sete.

Quando me recusei a ir com todo mundo, eles me levaram para um quarto dentro do prostíbulo, me espancaram, arrancaram minhas roupas e quando temia o pior, Jesus apareceu do nada e chutou tudo mundo pra fora.

JDS: E daí um romance começou…

MM: olha tentei até engatar com Ele. Mas não dava. Para alguém que dizia curar leprosos, era descuidado com a própria higiene. Se não fosse circuncidado, com certeza teria fimose. E você esperava alguém com 33, mas só tinha 12..

JDS: 33? Tudo isso? 33 anos, você quer dizer…

MM: Anos. ANOS (risos). Fosse outra coisa, meu ânus não agüentaria (risadas). Mas ficávamos indo e voltando…indo e voltando…indo e voltando.

JDS: Tirando isso, no que Ele e você discordavam?

MM: Ambição. Falava para ele aprender latim, se alistar no exército, sair desse buraco quente, irmos juntos pra Roma ganhar a vida. Afinal, muitos judeus da vila, alguns primos dele, já estavam lá trabalhando no mercado financeiro. Ele foi? Não foi, né. Preferiu continuar carpinteiro.

JDS: Mas o fato é que Ele não permaneceu carpinteiro.

MM: Ele sempre teve um grande carisma. Tão grande quanto sua preguiça para trabalhar. Preferia pregar, virar pastor para, quem sabe um dia, ter sua própria igreja.

JDS: É verdade também que você não se dava bem com a família Dele?

MM: com a mãe Dele. Ela dizia que eu não servia para Jesus porque era uma prostituta, isso e aquilo. Até aí, tudo bem, está no papel de mãe. Essa porra eu engulo (sic). Agora, o que dizer de uma mulher que se casa com um carpinteiro bem mais velho para sair da miséria, e diz que engravidou do “Espírito Santo”, deixando o marido com o pau na mão? Pra mim, o tal do espírito santo era um dos sacerdotes do templo romano que ficava perto da casa dela. Enquanto o marido trabalhava a tora na oficina, ela talhava outra na cozinha. E aí a puta dessa estória toda sou eu? ME DIGA VOCÊ.

Até porque o Jesus me sai loiro, alto, de olhos azuis e cabelos lisos e nariz afilado. Traços bem típicos dos moradores daqui (risadas).

JDS: É verdade que você foi a primeira pessoa que Ele procurou quando fugiu da cadeia?

MM: Sempre que Ele aprontava alguma, me procurava.

JDS: Qual foi a desculpa que Ele deu para aparecer daquele jeito depois de três dias?

MM: Disse que tinha saído para me comprar uma lembrancinha da Páscoa e que os romanos o haviam prendido.

JDS: Você acreditou nEle?

MM: PÁSCOA MEU OVO!!!! Ele saiu para farrear com aqueles doze amigos perdedores dele, os “Apóstolos” (tom jocoso), de quem não se desgrudava nem para cagar (sic). Quando viu que os amigos esperavam que Ele bancasse toda aquela farra com o prêmio do programa, aquele pão-duro, como um bom judeu, abandonou o grupo após terem feito uma ceia e voltou para Jerusalém.Falaram que foi bêbado armar um barraco na igreja dele, achando que era mais importante do que qualquer um lá dentro por ter ganhado o programa, agrediu uma mulher…e nisso foi preso. E nada de lembrar da trouxa aqui, ou pelo menos mandar qualquer um daqueles idiotas amigos Dele me avisar. Até fui na delegacia, mas não me deixaram falar com Ele.

Se ponha na minha posição: Jesus some por três dias, sem dar qualquer satisfação. Mas você sabe por outros que Ele foi comemorar. Com todo mundo menos você. E, do nada, aparece, todo sujo, espancado e com buracos nas mãos e nos pés. Falando que tinha derrotado a morte, nascido de novo, todas aquelas baboseiras que ouvimos há milhares de anos. Você acreditaria numa mentira dessas?

JDS: Por falar em mentiras, o que você acha que motivou Judas a se virar contra Ele? É verdade que haviam combinado dividir o prêmio do BMJ entre eles, caso um deles ganhasse?

MM: é verdade. Mas Judas também tinha mágoa de Jesus, pois Ele pensava que o Seu carisma, a ascendência sobre os outros, o dom da palavra é que seria o caminho para conseguir uma posição na vida. Judas não. Ele queria ser alguém na vida por meio do estudo. O sonho dele era ser cabeleireiro em Roma, e qualquer prêmio que viesse do BMJ o ajudaria nisso. Só que Jesus ganhou o BMJ, levou o prêmio. E ficou por isso mesmo.

JDS: E Judas acabou se enforcando…

MM: se eu fosse ele, também me mataria. Perder a única chance de sair desse cu de mundo (sic). E em Belém só tem gente feia, e os arredores não prometem muita coisa também.

JDS: E o que você pensou quando O viu? O que disse a Ele?

MM: Disse que achava que Ele era masoquista, mas não esperava que fosse um sadomasoquista.

JDS: Mas e os buracos nas mãos e nos pés?

MM: Quer saber? Estava tão puta (sic) com Ele que nem reparei

JDS: O que você acha que aconteceu com Ele quando fugiu?

MM: Achou que poderia fugir dos guardas romanos flutuando na água, como sempre fez. Só que Ele se esqueceu que deixaram buracos enormes nos pés dEle. Ele deve ter afundado por causa daqueles buracos (risadas). Mas o fato dele ter afundado ajudou, pois desistiram de procurá-Lo.

JDS: Agora que ele partiu, desta vez de vez, que lembrança você terá dEle?

MM: Ele tinha cabelo comprido e barba, ainda vivia com seus pais com trinta e tantos anos e se fazia alguma coisa de útil, era um milagre. Era um homem bem contemporâneo (risos).

Por: Suellen

Se você encontrou algum erro na postagem, selecione o pedaço e digite Ctrl+Enter para nos avisar.

O que você achou?

Loading spinner

Etiquetas: ,

Comments (7)

Deixe um comentário para DSVS Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Relatório de erros de ortografia

O texto a seguir será enviado para nossos editores: