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	Comentários sobre: Não me diga&#8230;	</title>
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	<description>REPÚBLICA IMPOPULAR</description>
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		<title>
		Por: Ivo		</title>
		<link>https://www.desfavor.com/blog/2017/05/nao-me-diga/comment-page-1/#comment-228441</link>

		<dc:creator><![CDATA[Ivo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 May 2017 01:14:08 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Em resposta a &lt;a href=&quot;https://www.desfavor.com/blog/2017/05/nao-me-diga/comment-page-1/#comment-228394&quot;&gt;Sally&lt;/a&gt;.

É. 
Neste caso, sim.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em resposta a <a href="https://www.desfavor.com/blog/2017/05/nao-me-diga/comment-page-1/#comment-228394">Sally</a>.</p>
<p>É.<br />
Neste caso, sim.</p>
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		<title>
		Por: Sally		</title>
		<link>https://www.desfavor.com/blog/2017/05/nao-me-diga/comment-page-1/#comment-228394</link>

		<dc:creator><![CDATA[Sally]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 28 May 2017 14:24:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Em resposta a &lt;a href=&quot;https://www.desfavor.com/blog/2017/05/nao-me-diga/comment-page-1/#comment-228387&quot;&gt;Ivo&lt;/a&gt;.

É que nem sempre o não falar quer dizer que tenha uma fogueira acesa. Muito pelo contrário, pode ser o fogo se apagando e se você esperar pode ser tarde demais...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em resposta a <a href="https://www.desfavor.com/blog/2017/05/nao-me-diga/comment-page-1/#comment-228387">Ivo</a>.</p>
<p>É que nem sempre o não falar quer dizer que tenha uma fogueira acesa. Muito pelo contrário, pode ser o fogo se apagando e se você esperar pode ser tarde demais&#8230;</p>
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			</item>
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		<title>
		Por: Ivo		</title>
		<link>https://www.desfavor.com/blog/2017/05/nao-me-diga/comment-page-1/#comment-228387</link>

		<dc:creator><![CDATA[Ivo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 28 May 2017 07:12:18 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Não creio que os problemas se resolvam sozinhos. Também não vejo utilidade alguma em esperar o sol nascer. 

Mas jogar mais combustível numa fogueira que já esta acesa...

Então eu aguardo os ânimos se acalmarem e volto a abordar o assunto.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Não creio que os problemas se resolvam sozinhos. Também não vejo utilidade alguma em esperar o sol nascer. </p>
<p>Mas jogar mais combustível numa fogueira que já esta acesa&#8230;</p>
<p>Então eu aguardo os ânimos se acalmarem e volto a abordar o assunto.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Bel		</title>
		<link>https://www.desfavor.com/blog/2017/05/nao-me-diga/comment-page-1/#comment-228260</link>

		<dc:creator><![CDATA[Bel]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 May 2017 12:14:58 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Costumo a tentar o diálogo uma única vez  Na verdade nem sei bem o que eu acho certo ou errado, penso que cada situação é bem diferente. Mas nesse caso concordo mais com o Somir.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Costumo a tentar o diálogo uma única vez  Na verdade nem sei bem o que eu acho certo ou errado, penso que cada situação é bem diferente. Mas nesse caso concordo mais com o Somir.</p>
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		<title>
		Por: Anônimo		</title>
		<link>https://www.desfavor.com/blog/2017/05/nao-me-diga/comment-page-1/#comment-228212</link>

		<dc:creator><![CDATA[Anônimo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 May 2017 19:55:17 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Difícil , mas eu tbm não consigo fingir que não estou vendo. Somir tem razão quanto a habilidade de dialogo c, oisa que não tenho e acabo perturbando a pessoa em questão. Paciência, mesmo assim eu falo. ,]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Difícil , mas eu tbm não consigo fingir que não estou vendo. Somir tem razão quanto a habilidade de dialogo c, oisa que não tenho e acabo perturbando a pessoa em questão. Paciência, mesmo assim eu falo. ,</p>
]]></content:encoded>
		
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		<title>
		Por: Nanda		</title>
		<link>https://www.desfavor.com/blog/2017/05/nao-me-diga/comment-page-1/#comment-228211</link>

		<dc:creator><![CDATA[Nanda]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 May 2017 16:30:48 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Se tem uma coisa que eu aprendi levando muita porrada é que problemas não se resolvem sozinhos!

Tô totalmente com a Sally! Aliás, por mais que eu não goste de falar de problemas, sentiria um certo &quot;descaso&quot; se pessoas próximas não se interessassem...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Se tem uma coisa que eu aprendi levando muita porrada é que problemas não se resolvem sozinhos!</p>
<p>Tô totalmente com a Sally! Aliás, por mais que eu não goste de falar de problemas, sentiria um certo &#8220;descaso&#8221; se pessoas próximas não se interessassem&#8230;</p>
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		<title>
		Por: Marco		</title>
		<link>https://www.desfavor.com/blog/2017/05/nao-me-diga/comment-page-1/#comment-228210</link>

		<dc:creator><![CDATA[Marco]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 May 2017 16:13:54 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Eu concordaría 100% com o Somir, mas por uma incrível coincidência eu acabo de sair de uma situação dessas. Portanto eu também concordo com a Sally.
No meu caso eu me afastei de uns amigos meus. Daqueles amigos que em um ano de conhecidos já eram de levar pra sempre. Em resumo, foi quando comecei a gostar de uma guria do grupo e falei de uma maneia não muito clara pra um amigo. No fim das contas, esse meu amigo e a guria ficaram juntos. Me senti &quot;traído&quot;. Até conversei com os dois sobre isso, mas então me afastei do convívio. Fiquei mais de um ano sem falar com ninguém, passava do lado e nem as horas dava. Nesse meio tempo eu sentia raiva deles, saudade, inveja, quando descobria que levavam esporro eu dava risada, via fotos deles em festa e dava risada lembrando das bobagens que falavamos. Até que aprendi a conviver com a falta deles e não &quot;sofria&quot; mais, entendi que merdei tudo por não me expressar bem, mas sem saber ainda tinha ressentimento. Era uma cicatriz que eu fechei e quando doía eu lembrava que tinha fechado e esquecia. Foi então que semana passada (no meu aniversário), o cara que namora a guria me deu um livro de presente e falou que se sentia mal por eu ignorar todo mundo. Então eu me peguei pensando tudo isso de novo e tive o que eu chamei de epifania: entendi que toda essa situação de merda fui eu que causei por que não tive coragem de dizer o que sentia pra uma guria incrível e tive inveja de um amigo que ficou com ela. Sally e Somir tem razão ao meu ver, segundo o meu caso. O silêncio e a distância me ajudaram por que eu pude entende o que sentia e me dei conta de como dava valor aos meus amigos, mas entendi a minha culpa quando tive um diálogo novamente. Como a Sally disse em outro texto: é mais fácil projetar a culpa no outro do que aceitar a culpa pra si. Eu pude aceitar realmente a minha culpa quando tive diálogo.

Obrigado pelo texto!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Eu concordaría 100% com o Somir, mas por uma incrível coincidência eu acabo de sair de uma situação dessas. Portanto eu também concordo com a Sally.<br />
No meu caso eu me afastei de uns amigos meus. Daqueles amigos que em um ano de conhecidos já eram de levar pra sempre. Em resumo, foi quando comecei a gostar de uma guria do grupo e falei de uma maneia não muito clara pra um amigo. No fim das contas, esse meu amigo e a guria ficaram juntos. Me senti &#8220;traído&#8221;. Até conversei com os dois sobre isso, mas então me afastei do convívio. Fiquei mais de um ano sem falar com ninguém, passava do lado e nem as horas dava. Nesse meio tempo eu sentia raiva deles, saudade, inveja, quando descobria que levavam esporro eu dava risada, via fotos deles em festa e dava risada lembrando das bobagens que falavamos. Até que aprendi a conviver com a falta deles e não &#8220;sofria&#8221; mais, entendi que merdei tudo por não me expressar bem, mas sem saber ainda tinha ressentimento. Era uma cicatriz que eu fechei e quando doía eu lembrava que tinha fechado e esquecia. Foi então que semana passada (no meu aniversário), o cara que namora a guria me deu um livro de presente e falou que se sentia mal por eu ignorar todo mundo. Então eu me peguei pensando tudo isso de novo e tive o que eu chamei de epifania: entendi que toda essa situação de merda fui eu que causei por que não tive coragem de dizer o que sentia pra uma guria incrível e tive inveja de um amigo que ficou com ela. Sally e Somir tem razão ao meu ver, segundo o meu caso. O silêncio e a distância me ajudaram por que eu pude entende o que sentia e me dei conta de como dava valor aos meus amigos, mas entendi a minha culpa quando tive um diálogo novamente. Como a Sally disse em outro texto: é mais fácil projetar a culpa no outro do que aceitar a culpa pra si. Eu pude aceitar realmente a minha culpa quando tive diálogo.</p>
<p>Obrigado pelo texto!</p>
]]></content:encoded>
		
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