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	Comentários sobre: Amigo doente.	</title>
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	<description>REPÚBLICA IMPOPULAR</description>
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		<title>
		Por: Sally		</title>
		<link>https://www.desfavor.com/blog/2021/09/amigo-doente/comment-page-1/#comment-334228</link>

		<dc:creator><![CDATA[Sally]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Sep 2021 23:18:20 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Em resposta a &lt;a href=&quot;https://www.desfavor.com/blog/2021/09/amigo-doente/comment-page-1/#comment-334224&quot;&gt;Suellen&lt;/a&gt;.

Já vi e ouvi vários relatos desse mesmo nível. E a maior parte das pessoas relativiza, &quot;dá um desconto&quot;, aceita.

Como o leitor me disse mais cedo, no Brasil somos pessoas que descartam uma amizade &quot;por um vacilo&quot;

UM VACILO. Matar a mãe de alguém é UM VACILO. 

Cada dia mais feliz por  ter saído do Brasil.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em resposta a <a href="https://www.desfavor.com/blog/2021/09/amigo-doente/comment-page-1/#comment-334224">Suellen</a>.</p>
<p>Já vi e ouvi vários relatos desse mesmo nível. E a maior parte das pessoas relativiza, &#8220;dá um desconto&#8221;, aceita.</p>
<p>Como o leitor me disse mais cedo, no Brasil somos pessoas que descartam uma amizade &#8220;por um vacilo&#8221;</p>
<p>UM VACILO. Matar a mãe de alguém é UM VACILO. </p>
<p>Cada dia mais feliz por  ter saído do Brasil.</p>
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		<title>
		Por: Sally		</title>
		<link>https://www.desfavor.com/blog/2021/09/amigo-doente/comment-page-1/#comment-334227</link>

		<dc:creator><![CDATA[Sally]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Sep 2021 23:14:11 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Em resposta a &lt;a href=&quot;https://www.desfavor.com/blog/2021/09/amigo-doente/comment-page-1/#comment-334226&quot;&gt;Anônimo&lt;/a&gt;.

Dica: quando um texto começar com &quot;vamos supor que&quot;, o autor está te convidando para um exercício de imaginação. Você deve se colocar mentalmente nessa situação e tentar prever como agiria se a realidade suposta se apresentasse.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em resposta a <a href="https://www.desfavor.com/blog/2021/09/amigo-doente/comment-page-1/#comment-334226">Anônimo</a>.</p>
<p>Dica: quando um texto começar com &#8220;vamos supor que&#8221;, o autor está te convidando para um exercício de imaginação. Você deve se colocar mentalmente nessa situação e tentar prever como agiria se a realidade suposta se apresentasse.</p>
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		<title>
		Por: Anônimo		</title>
		<link>https://www.desfavor.com/blog/2021/09/amigo-doente/comment-page-1/#comment-334226</link>

		<dc:creator><![CDATA[Anônimo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Sep 2021 22:51:50 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Denunciar pra quem? Pra polícia? Em país de 1 mundo ok, na Banânia hahahahaha Aconteceu coisa parecida esses dias, mas a pessoa não era minha amiga, só colega e ela não tinha certeza. Tava rolando um papo ela falou que já pegou covid umas 3X e o sintoma foi só diarreia e dor de garganta, ela falou que tava com isso e mes.o assim foi trabalhar no local fechado, no shopping.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Denunciar pra quem? Pra polícia? Em país de 1 mundo ok, na Banânia hahahahaha Aconteceu coisa parecida esses dias, mas a pessoa não era minha amiga, só colega e ela não tinha certeza. Tava rolando um papo ela falou que já pegou covid umas 3X e o sintoma foi só diarreia e dor de garganta, ela falou que tava com isso e mes.o assim foi trabalhar no local fechado, no shopping.</p>
]]></content:encoded>
		
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		<item>
		<title>
		Por: Suellen		</title>
		<link>https://www.desfavor.com/blog/2021/09/amigo-doente/comment-page-1/#comment-334224</link>

		<dc:creator><![CDATA[Suellen]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Sep 2021 19:59:43 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[“Compartimentação tem limites: sim, pessoas podem cometer erros e serem boas amigas, mas tem um grau em que não dá”.

Pois é, aqui a situação aconteceu de verdade, e envolveu parentes (um casal de médicos, infelizmente) que moram no mesmo prédio.

De início, informaram que estavam com Covid e que iriam fazer a quarentena em casa, devidamente licenciados do(s) hospital(is) público(s) em que trabalham. Ambos ficaram sintomáticos, com perda de paladar e dores pelo corpo, assim como os filhos adolescentes padeceram de febres e dores pelo corpo. 

Mesmo assim, a quarentena foi até a esquina. Mesmo tendo o zelador e eu mesma nos oferecido para fazer tudo que fosse necessário para que eles se mantivessem em casa, nem uma semana depois da licença flagro um dos parentes chegando no prédio carregando dois fardos pesados de água (sendo que eu havia acabado de voltar do mercado, de carro, tendo oferecido para comprar água antes para eles), chegando do mesmo mercado logo após de mim. Esbaforido pelo esforço inútil, mas achando que estava seguro por ter colocado duas máscaras de papel.

Daí, diante da minha incredulidade, da primeira mensagem honesta (“Ah, eu precisava espairecer”) passou rapidamente à racionalização (“Todo mundo vai precisar pegar essa doença mesmo”) e depois à arrogância (“Melhor você ir subindo porque eu não quero passar covid pra você”).  Fiquei em choque com as afirmações do parente (afinal trabalhava em um hospital público na linha de frente da pandemia), mas relevei, na crença de que talvez tenha saído por nervosismo, pelo constrangimento de ter sido pego em flagrante por alguém conhecido e, apenas, disse: “não faça mais isso, você tem o zelador e a mim para pedir qualquer coisa, você é médico, tenha consciência, pelo amor de Deus”. 

Ingenuidade minha. Algumas horas depois, o mesmo parente liga aqui em casa dizendo que haviam pedido comida no aplicativo duas vezes e que a encomenda extra viria daqui a alguns minutos. E que se eu não quisesse a encomenda, eles desceriam de novo para pegar a segunda encomenda e passariam aqui em casa para cuspir covid na minha cara para eu deixar de ser fresca...

Aí o sangue ferveu, já que quase perdi parentes e amigos para a Covid. Ainda assim, pelo bem da família, tentei fazer a estratégia descrita pelo Somir e, daqui, passou da racionalização (“E daí? Todo mundo corre o risco de pegar”, ao que respondi “uma coisa é risco, outra é certeza de ter tido contato com alguém contaminado”), justificação (“faço tudo que for necessário pela minha família” – ao que respondi: tal como espairecer e comprar comida pelo Rappi?”) e por fim, quando disse que aquilo era tão sério que era crime, respondeu “então, vai lá e me denuncia”, cortei toda a relação e disse que não deixaria ninguém mais de casa entrar em contato com eles. 

Já era a segunda vez que eles haviam se contaminado (na primeira, estava em trabalho remoto no interior). Lamentei não ter meios para denunciá-los ou mesmo para matá-los naquela hora (se o controle de doenças fosse permitido dessa forma por lei).

Depois gelei ao pensar no que poderia ter acontecido se não o tivesse flagrado entrando e saindo do prédio duas vezes, compartilhando os elevadores com alguém com covid. Estava fraquejando, tentada a passar na casa dos meus pais naquele dia só para deixar um presentinho de dia dos Pais (meu pai de quase 90 anos com enfisema e minha mãe em remissão). E, algumas semanas depois, o Tarcísio Meira morria de Covid, tendo enfisema. O zelador ficou ainda mais puto, pois usa os elevadores toda hora para fazer uma obra aqui e ali no prédio e dentro dos apartamentos, mediante um caixinha. Fizemos o PCR em casa e foi negativo para todos. Ainda assim, nos resguardamos.

Enfim, um casal de parentes médicos, servidores públicos, recebendo para ficar em casa e, ainda assim, zanzando por aí podendo fatalmente ter contaminado centenas de pessoas no mercado do nosso bairro ao carregar fardos pesados de água a pé de volta para casa (mercado sem janelas e apinhado de pessoas naquele horário). 

O resto da família se indignou e alguns vieram perguntar: mas, Suellen, se você baniu os parentes do seu convívio, como é que fica o Natal e o Ano Novo agora? Você não pensou nos seus sogros?”

Como disse, se houvesse um meio legal de realizar eu mesma o controle de doenças, eu nem me daria ao trabalho de denunciar.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>“Compartimentação tem limites: sim, pessoas podem cometer erros e serem boas amigas, mas tem um grau em que não dá”.</p>
<p>Pois é, aqui a situação aconteceu de verdade, e envolveu parentes (um casal de médicos, infelizmente) que moram no mesmo prédio.</p>
<p>De início, informaram que estavam com Covid e que iriam fazer a quarentena em casa, devidamente licenciados do(s) hospital(is) público(s) em que trabalham. Ambos ficaram sintomáticos, com perda de paladar e dores pelo corpo, assim como os filhos adolescentes padeceram de febres e dores pelo corpo. </p>
<p>Mesmo assim, a quarentena foi até a esquina. Mesmo tendo o zelador e eu mesma nos oferecido para fazer tudo que fosse necessário para que eles se mantivessem em casa, nem uma semana depois da licença flagro um dos parentes chegando no prédio carregando dois fardos pesados de água (sendo que eu havia acabado de voltar do mercado, de carro, tendo oferecido para comprar água antes para eles), chegando do mesmo mercado logo após de mim. Esbaforido pelo esforço inútil, mas achando que estava seguro por ter colocado duas máscaras de papel.</p>
<p>Daí, diante da minha incredulidade, da primeira mensagem honesta (“Ah, eu precisava espairecer”) passou rapidamente à racionalização (“Todo mundo vai precisar pegar essa doença mesmo”) e depois à arrogância (“Melhor você ir subindo porque eu não quero passar covid pra você”).  Fiquei em choque com as afirmações do parente (afinal trabalhava em um hospital público na linha de frente da pandemia), mas relevei, na crença de que talvez tenha saído por nervosismo, pelo constrangimento de ter sido pego em flagrante por alguém conhecido e, apenas, disse: “não faça mais isso, você tem o zelador e a mim para pedir qualquer coisa, você é médico, tenha consciência, pelo amor de Deus”. </p>
<p>Ingenuidade minha. Algumas horas depois, o mesmo parente liga aqui em casa dizendo que haviam pedido comida no aplicativo duas vezes e que a encomenda extra viria daqui a alguns minutos. E que se eu não quisesse a encomenda, eles desceriam de novo para pegar a segunda encomenda e passariam aqui em casa para cuspir covid na minha cara para eu deixar de ser fresca&#8230;</p>
<p>Aí o sangue ferveu, já que quase perdi parentes e amigos para a Covid. Ainda assim, pelo bem da família, tentei fazer a estratégia descrita pelo Somir e, daqui, passou da racionalização (“E daí? Todo mundo corre o risco de pegar”, ao que respondi “uma coisa é risco, outra é certeza de ter tido contato com alguém contaminado”), justificação (“faço tudo que for necessário pela minha família” – ao que respondi: tal como espairecer e comprar comida pelo Rappi?”) e por fim, quando disse que aquilo era tão sério que era crime, respondeu “então, vai lá e me denuncia”, cortei toda a relação e disse que não deixaria ninguém mais de casa entrar em contato com eles. </p>
<p>Já era a segunda vez que eles haviam se contaminado (na primeira, estava em trabalho remoto no interior). Lamentei não ter meios para denunciá-los ou mesmo para matá-los naquela hora (se o controle de doenças fosse permitido dessa forma por lei).</p>
<p>Depois gelei ao pensar no que poderia ter acontecido se não o tivesse flagrado entrando e saindo do prédio duas vezes, compartilhando os elevadores com alguém com covid. Estava fraquejando, tentada a passar na casa dos meus pais naquele dia só para deixar um presentinho de dia dos Pais (meu pai de quase 90 anos com enfisema e minha mãe em remissão). E, algumas semanas depois, o Tarcísio Meira morria de Covid, tendo enfisema. O zelador ficou ainda mais puto, pois usa os elevadores toda hora para fazer uma obra aqui e ali no prédio e dentro dos apartamentos, mediante um caixinha. Fizemos o PCR em casa e foi negativo para todos. Ainda assim, nos resguardamos.</p>
<p>Enfim, um casal de parentes médicos, servidores públicos, recebendo para ficar em casa e, ainda assim, zanzando por aí podendo fatalmente ter contaminado centenas de pessoas no mercado do nosso bairro ao carregar fardos pesados de água a pé de volta para casa (mercado sem janelas e apinhado de pessoas naquele horário). </p>
<p>O resto da família se indignou e alguns vieram perguntar: mas, Suellen, se você baniu os parentes do seu convívio, como é que fica o Natal e o Ano Novo agora? Você não pensou nos seus sogros?”</p>
<p>Como disse, se houvesse um meio legal de realizar eu mesma o controle de doenças, eu nem me daria ao trabalho de denunciar.</p>
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			</item>
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		<title>
		Por: Sally		</title>
		<link>https://www.desfavor.com/blog/2021/09/amigo-doente/comment-page-1/#comment-334221</link>

		<dc:creator><![CDATA[Sally]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Sep 2021 18:42:50 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Em resposta a &lt;a href=&quot;https://www.desfavor.com/blog/2021/09/amigo-doente/comment-page-1/#comment-334215&quot;&gt;Anônimo&lt;/a&gt;.

E eu achando que ninguém ia concordar comigo...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em resposta a <a href="https://www.desfavor.com/blog/2021/09/amigo-doente/comment-page-1/#comment-334215">Anônimo</a>.</p>
<p>E eu achando que ninguém ia concordar comigo&#8230;</p>
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		<item>
		<title>
		Por: Sally		</title>
		<link>https://www.desfavor.com/blog/2021/09/amigo-doente/comment-page-1/#comment-334220</link>

		<dc:creator><![CDATA[Sally]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Sep 2021 18:42:30 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Em resposta a &lt;a href=&quot;https://www.desfavor.com/blog/2021/09/amigo-doente/comment-page-1/#comment-334217&quot;&gt;Ana&lt;/a&gt;.

Justamente, não é pelo ato em si e sim por aquilo que ele diz sobre a pessoa. 
Pessoas assim não estão alinhadas comigo e não me interessam.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em resposta a <a href="https://www.desfavor.com/blog/2021/09/amigo-doente/comment-page-1/#comment-334217">Ana</a>.</p>
<p>Justamente, não é pelo ato em si e sim por aquilo que ele diz sobre a pessoa.<br />
Pessoas assim não estão alinhadas comigo e não me interessam.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Sally		</title>
		<link>https://www.desfavor.com/blog/2021/09/amigo-doente/comment-page-1/#comment-334219</link>

		<dc:creator><![CDATA[Sally]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Sep 2021 18:41:47 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Em resposta a &lt;a href=&quot;https://www.desfavor.com/blog/2021/09/amigo-doente/comment-page-1/#comment-334218&quot;&gt;Anônimo&lt;/a&gt;.

Tenho amigos sim, eu diria que até bastante para a média. Mas, brasileiros, são de fato poucos.

Não é &quot;se a pessoa vacila você corta sem conversar&quot;. Isso é uma generalização que induz a erro. 
O que eu corto sem conversar não é um &quot;vacilo&quot;, é uma pessoa colocando em risco a vida da outra por um motivo fútil, o que eu considero algo muito grave, e não &quot;um vacilo&quot;. No dia que você perder uma pessoa amada para um ato irresponsável de um terceiro, talvez você compreenda meu ponto.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em resposta a <a href="https://www.desfavor.com/blog/2021/09/amigo-doente/comment-page-1/#comment-334218">Anônimo</a>.</p>
<p>Tenho amigos sim, eu diria que até bastante para a média. Mas, brasileiros, são de fato poucos.</p>
<p>Não é &#8220;se a pessoa vacila você corta sem conversar&#8221;. Isso é uma generalização que induz a erro.<br />
O que eu corto sem conversar não é um &#8220;vacilo&#8221;, é uma pessoa colocando em risco a vida da outra por um motivo fútil, o que eu considero algo muito grave, e não &#8220;um vacilo&#8221;. No dia que você perder uma pessoa amada para um ato irresponsável de um terceiro, talvez você compreenda meu ponto.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Anônimo		</title>
		<link>https://www.desfavor.com/blog/2021/09/amigo-doente/comment-page-1/#comment-334218</link>

		<dc:creator><![CDATA[Anônimo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Sep 2021 18:08:31 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Sally, uma pergunta sem intenção de ofender, de ser hater, ou de contrariar, apenas uma curiosidade mesmo: você tem algum amigo? Parece que você exclui pessoas da sua vida por vários motivos que em geral a gente tende a perdoar, relevar, entender que o outro é diferente da gente, não só covid. Se a pessoa vacila, você já corta sem nem conversar antes, como argumentou o Somir. Sobra alguém na sua vida?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Sally, uma pergunta sem intenção de ofender, de ser hater, ou de contrariar, apenas uma curiosidade mesmo: você tem algum amigo? Parece que você exclui pessoas da sua vida por vários motivos que em geral a gente tende a perdoar, relevar, entender que o outro é diferente da gente, não só covid. Se a pessoa vacila, você já corta sem nem conversar antes, como argumentou o Somir. Sobra alguém na sua vida?</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Ana		</title>
		<link>https://www.desfavor.com/blog/2021/09/amigo-doente/comment-page-1/#comment-334217</link>

		<dc:creator><![CDATA[Ana]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Sep 2021 18:00:55 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.desfavor.com/blog/?p=18883#comment-334217</guid>

					<description><![CDATA[Engraçado que li esse texto fazendo as minhas próprias unhas, na frente do meu PC. Não é difícil, só exige manejo de ambas mãos (controlar o pincel do esmalte com a mão que você não domina escrita é uma desgraça no começo).

Eu cortei amizade com maioria dos amigos que furava isolamento social, e nem foi necessariamente pelo fator pandemia. O buraco é mais embaixo. E sim, tentei conversar, tentei mostrar porquê ficar saindo com &quot;todos os protocolos de segurança&quot; não funcionava. Enxerguei coisas ainda mais assombrosas nessas pessoas quando parei para prestar atenção: egoísmo, dissimulação, egolatria, carência, instabilidade emocional, etc.

Aliás, muita gente é bom amigo e confiança até brigar com ela. Aí que você conhecerá a pessoa de verdade.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Engraçado que li esse texto fazendo as minhas próprias unhas, na frente do meu PC. Não é difícil, só exige manejo de ambas mãos (controlar o pincel do esmalte com a mão que você não domina escrita é uma desgraça no começo).</p>
<p>Eu cortei amizade com maioria dos amigos que furava isolamento social, e nem foi necessariamente pelo fator pandemia. O buraco é mais embaixo. E sim, tentei conversar, tentei mostrar porquê ficar saindo com &#8220;todos os protocolos de segurança&#8221; não funcionava. Enxerguei coisas ainda mais assombrosas nessas pessoas quando parei para prestar atenção: egoísmo, dissimulação, egolatria, carência, instabilidade emocional, etc.</p>
<p>Aliás, muita gente é bom amigo e confiança até brigar com ela. Aí que você conhecerá a pessoa de verdade.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Anônimo		</title>
		<link>https://www.desfavor.com/blog/2021/09/amigo-doente/comment-page-1/#comment-334215</link>

		<dc:creator><![CDATA[Anônimo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Sep 2021 17:29:52 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.desfavor.com/blog/?p=18883#comment-334215</guid>

					<description><![CDATA[Denuncio mesmo. Gente que sai na rua sem motivo pra contaminar os outros numa pandemia não merece minha amizade.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Denuncio mesmo. Gente que sai na rua sem motivo pra contaminar os outros numa pandemia não merece minha amizade.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
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