C.U.radoria de Conteúdo: a ciência do cu.

Saudações anais.

Hoje me despeço da Sally neste ciclo didático de textos anais de 2021. Agradeço a parceria e o empenho por tentar tornar temas desagradáveis em algo que um ser humano possa ler. Para encerrar nossa parceria deixo a Sally freestyle, na área onde ela melhor escreve: ciência. Desejo um texto de viés científico, com o enfoque que ela quiser, sobre cu. Sem mais.

JigCu


Minha obrigação de hoje é escrever um tema com “viés científico” sobre cu. A boa notícia é que este é o último texto no qual sou obrigada a me sujeitar ao tema escolhido por um leitor. A má notícia é que hoje vocês recebem quatro páginas falando sobre cu. Minhas mais sinceras desculpas.

O termo científico para “cu” é “ânus”, que vem do latim: anus, em latim significa círculo, aro, anel. Se quisermos ser ainda mais específicos, o cu pode ser descrito como “orifício anal”, que seria o buraco propriamente dito. O que nos leva a uma questão filosófica interessante: o que é o cu? O conjunto da pele que compõe a saída do sistema digestivo, o buraco em si ou ambos? Debatam nos comentários.

Não foi fácil escrever este texto, primeiro pelos danos que ele fez no cache do meu computador (o armazenamento das informações que você procura). Para quem não sabe, suas buscas podem acabar norteando as publicidades que você recebe. Pois é. Tenho recebido publicidades de coisas que fariam Calígula corar. Mas isso não vem ao caso, estou me desviando do tema.

Não foi fácil escrever o texto por não existirem muito estudos científicos sobre cu. Não sei se existem e não são publicados ou se as pessoas têm o bom-gosto de apenas escolher outras partes do corpo como objeto de estudo, o fato é que achei pouco material sério sobre cu. Assim, não foi possível me basear em um único estudo, tive que pesquisar vários e pegar as informações mais interessantes de cada.

Pode não parecer, mas o cu é um fator muito importante para a classificação dos seres vivos. Ele é usado inclusive para catalogar espécies e separá-las em grupos: chupa coluna vertebral, você não é a única! A regra é clara: quanto mais evoluído o cu, melhor é o sistema digestivo/excretor, portanto, melhor aquele animal pode se alimentar (mais variedade de alimentos), portanto, maior e mais bem-sucedido ele é. Sim, o cu é indicativo de vitória na escala evolutiva.

O que nos leva à fascinante pergunta: existem animais sem cu? Sim, veja que dia glorioso, hoje você aprendeu que existem animais sem cu. A esponja do mar, por exemplo, não tem cu. “Mas Sally, se ela peidar ela explode?”. Não, querido leitor. Ela não tem a capacidade de peidar pois não tem um sistema digestivo que lhe permita isso. Sorte a da estrela do mar, que não precisa prender peido na casa do namorado, não é mesmo?

O cu também serve para dividir os animais em grupos e estabelecer ancestrais em comum. Seres mais evoluídos possuem um canal alimentar com duas aberturas (a de entrada da comida e a da saída). Seres menos evoluídos apresentam uma única abertura, por onde entra e sai. Como diria Rogerio Skylab: “cu e boca, é tudo a mesma coisa”. Em alguns casos, o cu também pode ser nariz. Sim, alguns animais usam o cu até para respirar. Os pepinos do mar, por exemplo, respiram pelo cu e a frase mais dita por eles deve ser “tá um cheiro de merda aqui, né?”.

Obviamente é muito melhor ter duas aberturas no corpo, uma para entrar e outra para sair. Abstraindo o bafo de merda que devem ter os animais com uma única abertura, ter dois buracos gera um benefício enorme: poder se alimentar novamente antes de expelir a refeição anterior. Além disso, um organismo que tem boca e ânus pode segmentar a digestão, desenvolvendo trechos com funções específicas de digestão, absorção e excreção.

Quando maior o trajeto que o alimento faz da boca ao cu, mais tempo e chances de ser absorvido ele tem. Nos humanos, por exemplo, da boca ao cu temos em média 9 metros, o que garante que tenhamos não apenas oportunidade, mas também estrutura para absorver quase tudo que nos é útil. Cada trecho do seu intestino é especialista em certos nutrientes e o trajeto é longo e demorado, pois é cheio de curvas. Um alimento pode demorar até 80 horas do momento em que entra pela boca até a hora em que sai pelo cu.

Como se forma o cu? O cu é tão importante que existem dois genes específicos que, ao longo da evolução, se dedicaram a desenvolver e aprimorar o furico de todos nós: Brachyury e ParaHox, são os genes engenheiros de merda responsáveis pela formação dos tecidos que compõe o cu.

O cu, pasmem, está relacionado até com a atividade reprodutiva (não vale usar esse argumento para o mal, ok?). Em animais como aves, anfíbios, répteis, alguns peixes e mamíferos que põe ovos, o cu pode se misturar ou até se fundir ao aparelho genital e urinário. Isso significa um buraco multifunção: saem urina e fezes, entra o bilau do macho e saem ovos. Lavem bem qualquer ovo antes de quebrar a casca e fritar, é provável que tenha merda para tudo quanto é lado. Chupa Bolsonaro, aparelho excretor pode reproduzir sim.

Normalmente, o cu com o qual você nasce é o mesmo cu com o qual você morre. Mas, existem exceções. Alguns animais parecem ter um “cu temporário” chamado de “ânus transitório”. Isso foi detectado em alguns tipos de minhocas: abre um cuzinho novo em um lugar que era fechado, expele algumas coisas e depois o pequeno ânus se fecha. Eu já pedi desculpas pelo texto de hoje? Reitero: desculpa.

Existem animais com vários cus. É o caso dos Platelmintos, os vermes com formato achatado, onde alguns possuem um único cu enquanto outros tem diversos. São os chamados “ânus múltiplos”. Ao que tudo indica, os Platelmintos com um cu não discriminam os Platelmintos com vários cus e vice-versa. Platelmintos são mais inclusivos do que o ser humano.

Sabe aquela expressão “é de fazer cair o cu da bunda”? Pois é, ela pode ser verdadeira. Existe um escorpião chamado Ananteris Balzani que pode fazer seu cu cair da bunda. Quando é atacado por um predador, o escorpião pode liberar parte de sua cauda para servir de isca para o predador enquanto ele foge. O problema é: o cu do escorpião fica na ponta de sua cauda, coladinho ao ferrão. Na real, nem deveríamos dizer picada se escorpião e sim cuzada de escorpião, mas, enfim, quando ele solta a cauda do corpo o cu se vai junto.

Como a cauda do escorpião não se regenera, o bichinho fica, literalmente, sem cu. À medida que o escorpião vai comendo, o alimento que não é absorvido vai se acumulando em seu abdômen, até que a dilatação é tanta que provoca rachaduras, abrindo um novo cu, desta vez na barriga. O funcionamento do organismo não é mais tão eficiente, mas o escorpião pode sobreviver por meses (o máximo documentado foram oito meses) depois do surgimento desse novo cu improvisado. Considerando que a vida de um escorpião é de poucos anos, oito meses é muito, é como se a gente passasse uns 20 anos sem cu.

A contrário do que muitos pensam, o tamanho do cu não é proporcional ao tamanho do animal nem ao tamanho da sua boca. A baleia azul, por exemplo, que é o maior mamífero da Terra e que tem uma boca onde caberiam 400 pessoas, tem um cuzinho de apenas 20cm. Como ela come animais muito pequenos, ela não precisa de um cu muito grande para expelir os dejetos não digeridos. O tamanho está diretamente relacionado à necessidade.

Para encerrar este texto maravilhoso, este conteúdo de qualidade, esta despedida do C.U., vamos entender como, aos olhos da ciência, você pode cuidar melhor do seu cu.

Tudo começa na posição na qual você escolhe cagar. “Mas Sally, todo mundo caga na mesma posição”. Queria eu, caro leitor, viver em um mundo onde todo ser humano sabe usar uma privada. Tem gente que caga com os pés na tábua, acocorada como uma coruja, tem gente que caga sentada de frente para a caixa que armazena a água da privada, eu não duvido que alguém cague plantando bananeira… tem de tudo nessa vida.

Mas, a dica da posição não está relacionada ao lado para o qual você se senta e sim a como estão as suas pernas. Originalmente, o corpo humano foi criado para cagar agachado no meio do mato e, estudos indicam que esta continua sendo a melhor posição, pois promove o completo relaxamento do cu e esvaziamento do intestino.

Por isso, o ideal é sentar no vaso com as pernas dobradas e joelhos acima da linha da cintura, fazendo com que seu tronco e suas pernas formem um ângulo de 35°. Existem inclusive apoios para os pés desenhados com essa finalidade: deixar seu corpo na melhor posição para cagar (se quiser pesquise por “Squatty Potty” no Google).

Ao cagar nessa posição você exige menos do seu cu, aumentando sua durabilidade e consegue um completo esvaziamento do intestino. Além disso atenua problemas como prisão de ventre, cólicas e previne o surgimento de outros contratempos anais que podem surgir com o tempo, como hemorroidas ou até incontinência.

Em alguns países de fato se ensina as pessoas a cagarem assim desde pequenas, como é o caso do Irã, e de fato onde se caga nesta posição há menos relatos de problemas anais, portanto, tudo indica que está é a melhor posição. Qualquer apoio para os pés ajustado na altura certa (tem muitas imagens online para você se basear) ajuda a cagar melhor.

Outra dica importante: a partir do momento em que você se senta no vaso para cagar, você tem cinco minutos para concluir a tarefa sem causar danos ao seu organismo. A abertura anal gerada ao sentar no vaso desloca o ânus para baixo e exerce enorme pressão. Há relatos médicos de pessoas que passaram muito tempo sentadas ao vaso (muito tempo = meia hora) cujo reto saiu pelo ânus, ou seja, o cu caiu da bunda. Geralmente isso acontece com quem já tinha algum problema preexistente, mas, mesmo assim, não faz bem ao seu cu ficar muito tempo sentado no vaso sanitário.

Quanto mais tempo sentado no vaso você fica, mais frouxo se cu se tornará, podendo gerar problemas como hemorroidas ou coisa pior. Então, nada de ler sentado ao vaso. Senta, faz o seu trabalho e vai ler no sofá, onde seu cu não está sendo pressionado. Em cinco minutos dá para finalizar a tarefa e, se não dá, é sinal de que você precisa consultar um médico.

Vamos conversar sobre a limpeza. Nos primórdios o ser humano se limpava com folhas, grama, pedras, espigas de milho, pele de animais, neve e até com conchas! Não admira que a média de vida fosse inferior aos 30 anos, metade da população provavelmente morria de laceração anal. Hoje não há mais necessidade de agredir seu cu dessa forma. Cuide bem dele, pois, ao contrário do escorpião, é o único que você vai ter a vida toda.

Papel higiênico não é a melhor opção para limpar seu cu. Eu sei, eu sei, todo mundo usa, é o normal blá, blá, blá, mas o certo mesmo é limpar com água e sabão (e secar muito bem depois, com uma toalha, sem usar muita força). Não sendo possível usar água e sabão, o indicado é usar aqueles lencinhos umedecidos para limpar bumbum de bebê e lavar com água e sabão quando chegar em casa. “Mas Sally, eu não tenho bidê”. Instala um chuveirinho ao lado do vaso. Ou então faz o combo “uma cagada, um banho”.

Por fim, um conselho básico: cague quando tiver vontade de cagar, se isso for possível. Prender o cocô de vez em quando não vai fazer mal, mas se isso se tornar um hábito, você pode sim ter sérios problemas no futuro. Além do corpo suportar a pressão de algo que quer sair, quando cagamos estando com vontade de cagar, as fezes saem de forma mais fácil, pois há contrações e uma série de mecanismos do organismo que auxiliam o processo.

E, se você for forçado à degradante experiência de cagar fora de casa em um ambiente insalubre, tenha em mente que, apesar de todo mundo temer a tampa do vaso, a maior parte das infecções e problemas vem dá água do vaso. Por isso, previna-se e, além de todas as medidas que já toma, coloque papel higiênico dentro do vaso antes de cagar, assim, quando a bosta bate na água, a água não bate na bunda/cu, te infectando com todo tipo de praga que esteja naquela água.

Sorriam, é o fim da era do C.U. no desfavor. Só falta o texto do Somir em dezembro e encerramos esse ciclo.

Para dizer que não quer o C.U. se vá, para dizer que tem muita gente com cu maior que o da baleia azul ou ainda para dizer que preferia não ter lido nada disso: sally@desfavor.com

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Comments (28)

  • “Tem gente que caga com os pés na tábua, acocorada como uma coruja”. Ninguém deveria fazer isso. É muito perigoso! A porcelana do vaso não foi feita para suportar a totalidade do peso de uma pessoa agachada em cima e pode estourar. E os estilhaços, por causa da forma como as louças sanitárias são fabricadas, acabam sendo tão ou mais cortantes do que cacos de vidro. Há casos de lacerações tão profundas que por pouco não resultaram em amputações de pernas. Sugiro que nem procurem por imagens no Google, porque são muito fortes. Sem falar que pedaços de uma privada quebrada, claro, estão cheios de coliformes fecais e de todo tipo de bactéria. Em situações mais infelizes, pessoas chegam até a morrer! Ou de tanto sangrar ou devido a uma posterior infecção.

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  • Como aumentar a durabilidade do seu cu é a melhor parte. Nunca pensei nisso… “Então, como está sua quilometragem anal? Faça seu check-up anuaanal!”

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  • Eu gostaria de ter cus temporários, assim quando um gastasse era só pegar outro novo na gaveta.

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  • Ainda bem que está acabando essa era, ufa!

    Na parte de como se forma o cu, achei que tu fosse detalhar que ia genes agem assim assado formando células tal e tal no embrião, e na fase de morula acontece isso, na gastrula acontece aquilo, é formado primeiro o aparelho digestivo tal tal tal, estômago, intestino e por fim o cu, com X semanas de gestação…

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  • Sally, até onde eu sei, quem disse que “aparelho excretor não reproduz” não foi o Bolsonaro, mas o figuraça do Levi Fidelix. O falecido “Homem do Aerotrem” – morreu em abril deste ano – e ex-candidato a presidente pelo nanico PRTB soltou essa em um debate com a Luciana Genro. Tem vídeo no YouTube e tudo. Olha aí:

    https://www.youtube.com/watch?v=HGow4ACp3eQ

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  • “Nos primórdios o ser humano se limpava com folhas, grama, pedras, espigas de milho, pele de animais, neve e até com conchas! “

    Nos banheiros públicos do Império Romano, as pessoas se limpavam utilizando um galho com uma esponja-do-mar amarrada em uma ponta e que, entre uma cagada e outra, permanecia mergulhada em um balde de madeira cheio d’ água à disposição do próximo usuário. Isso mesmo! Essa esponja encharcada e esmerdeada era passada de bunda em bunda! De vez em quando, a esponja se desprendia e um romando mais distraído acabava só percebendo depois de, literalmente, enfiar o galho dentro. Sem falar que não havia nenhum tipo de separação entre as muitas latrinas que ficavam uma ao lado da outra e que esses lugares eram até ponto de encontro para conversar.

    Banheiro público romano preservado em um sítio arqueológico:
    https://2.bp.blogspot.com/-3FileLcJVlw/UtAp2xmCF2I/AAAAAAAALEE/oAbd1d-aAm0/s1600/VANESSA+(4385).JPG

    Galho com esponja-do-mar amarrada na ponta:
    https://hypescience.com/wp-content/uploads/2016/08/roma-antiga-9.jpg

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    • Wellington Alves

      Existe um registro dessa esponja na Bíblia. Como se já não bastasse toda humilhação a qual Jesus foi submetido até a sua crucificação, no seus últimos minutos de vida lhe fizeram isso:
      Mais tarde, sabendo então que tudo estava concluído, para que a Escritura se cumprisse, Jesus disse: “Tenho sede”.
      Estava ali uma vasilha cheia de vinagre. Então embeberam uma esponja nela, colocaram a esponja na ponta de um galho de hissopo e a ergueram até os lábios de Jesus.
      Tendo-o provado, Jesus disse: “Está consumado!” Com isso, curvou a cabeça e entregou o espírito. (João 19:28-30)

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  • O chuveirinho ao lado do vaso se chama “ducha higiênica”. Pela rápida pesquisa que fiz, há pelo menos três tipos:

    – Instalado dentro da própria privada (tem um bracinho de articulação que fica do lado de fora para fazer essa duchinha “sair do caminho” do jato de urina quando um homem for usar o vaso para fazer o “número 1”):
    https://a-static.mlcdn.com.br/618×463/duchinha-bide-ducha-higienica-biducha-lado-esquerdo-mao-p-vaso-sanitario-chuveirinho/biduchahidraulicaeacessorios/3p/78d0f9eaa3c2606a9b1523f11d7b0881.jpg

    – Instalado com um registro próximo ao duto de água que abastece a caixa acoplada da descarga e uma mangueira (parece ser o tipo mais comum):
    https://a-static.mlcdn.com.br/1500×1500/ducha-higienica-confort-luxo-com-registro-de-derivacao-blukit/ndfornecimento/ndmh0003/f14c70fb39db225acb4a4f5afd6fca73.jpg

    – Instalado com um registro na parede, também próximo à caixa acoplada, mas que parece requerer uma saída de água independente (esse da foto é sofisticado, tem até controle de intensidade da saída de água):
    https://www.casasbahia-imagens.com.br/Control/ArquivoExibir.aspx?IdArquivo=1670024854

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  • Amei o texto.
    Simplesmente ilustrativo (não vou mais ler no vaso!)
    Na verdade, eu li enquanto almoçava, em um momento deu nojinho, mas continuei firme e forte,
    valeu, até com nojinho.
    Bjo

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  • Não consigo ir além de: “chupa coluna vertebral” (hábito de ler imaginando a cena)
    Falta uma vírgula aí.
    Deve ser: “chupa, coluna vertebral”
    Vou continuar a leitura.
    (*_*)

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  • Sim, cada um caga de um jeito. Uma vez li uma frase num banheiro público assim: KH em pé é 1/2 difícil. Eu fico imaginando o sofrimento do cagante pra chegar ao ponto de registrar isso!
    Vamos ter #C.U.2022!

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      • Ué, mas não vai ter o Dia do C.U. todo ânus, todo ano? O Cu é tipo um mascote do Desfavor. Ele trouxe coisas boas de volta tipo Siago Tomir e o Alicate fazendo alicatices.

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  • Não dá pra entender esse povo que fica usando o celular ou lendo revista enquanto caga. É perfeitamente possível cagar e depois fazer essas atividades, sem ficar sentindo cheiro de merda.

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    • Eu pensava assim, até um amigo com filhos pequenos me dizer que os únicos minutos de paz que ele tem no dia é quando está trancado no banheiro.

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      • O cara preferir aguentar cheiro de merda do que os próprios filhos é sinal de que alguma coisa está errada…

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        • Não sei dizer. Acho que por mais que você ame absurdamente seus filhos e por mais educados que eles sejam, criança gera um grau de demanda tão monstruoso que às vezes vale mais cheirar merda para ter um minuto de paz. Deixo a questão para aqueles que tem filhos: vale a troca?

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