Elon Musk comprou o Twitter.

Ontem foi oficializada a compra do Twitter por Elon Musk e as reações, principalmente vindas do Brasil, foram, digamos, curiosas.

Estou até agora tentando entender o motivo dessas reações exacerbadas. Talvez o Somir saiba, talvez ele escreva um texto sobre isso também, com um olhar mais técnico. Olhando do ponto de vista humano, o que eu vejo são crianças esperneando no chão do shopping.

Antes de entrar no assunto em si, é importante estabelecer uma coisa: o Twitter não é uma rede social de modismos, onde se entre para biscoitar, conseguir elogios ou ter o ego afagado. O Twitter é composto, em sua maioria, da turma do fundão da sala de aula. Não importa a orientação política, religiosa ou classe social, quem está lá, está pela zoeira e para não levar nada a sério.

Não é espaço de militância, não é espaço de foto para receber elogio, não é espaço para lacrar, não é espaço para trabalhar. Tem quem use para essa finalidade? Tem, mas o retorno que se recebe disso por ali é infinitamente menor do que no Facebook, no Instagram, no LinkedIn e outras redes. Twitter é lugar de fazer piada com tudo, mostrar suas derrotas e fazer Memes.

Além disso, o Twitter é “a la carte”, ou seja, você escuta apenas as pessoas que você decide seguir. Então, se você quer seguir apenas humoristas, vai ler humor o dia inteiro. Você monta um cardápio do que quer ler, pois por lá não existe essa obrigação social de seguir quem você não quer e, pasmem, parente chato não tem Twitter. Tia do zap não tem Twitter. Seu patrão, provavelmente não tem Twitter. Não é lugar de pose e social, lá é todo mundo com foda-se ligado, sem educação ou compostura.

Além disso é um lugar de muita interação. Você pode falar com quem você quiser. Você pode mandar uma mensagem para o Papa, para Joe Biden ou para o Rafinha Bastos e, acredite, é muito comum receber uma resposta e nem sempre é de assessoria. Tem muita gente famosa que acessa seu próprio Twitter e responde a interações. Então, é mais um meio para passar uma mensagem a alguém do que para se promover.

E, o mais importante: o Twitter pode ser usado como uma ferramenta para se atualizar em tempo real (se você seguir jornalismo sério), pois é atualizado a cada segundo. É uma forma fácil e rápida de ter dupla informação: oficial e extraoficial também. Não raro acontece algo que é noticiado pela mídia e twiteiros que estão no lugar filmam, gravam, tiram fotos e postam em tempo real mostrando outro ângulo ou informações que a própria mídia deixou passar.

Então, temos um lugar onde não se leva nada a sério, onde não se usa para fins profissionais, de biscoito, de lacre, de flerte ou de networking. É diversão e informação, se você souber filtrar. Esse lugar foi vendido a um milionário excêntrico (quando você tem muito dinheiro você deixa de ser um maluco do caralho e passa a ser excêntrico). Só eu acho isso divertido de se ver? Estou curiosa para saber o que vai acontecer.

Mas o brazuca médio não. Ele está desesperado, ele está chorando, ele está dizendo “Devolve meu Twitter Elon Musk”. MEU? Vocês comem bosta? Você pagou 44 bilhões de dólares? Então ele não é seu. Se o Twitter é importante para você a ponto de se abalar ou se importar com uma mudança de política de uso, você deveria pensar menos no Elon Musk e mais na sua saúde mental e ir fazer terapia.

“Mas vai acontecer isso, vai acontecer aquilo”. Foda-se? Se ficar ruim você sai e vai para outra rede social, ou melhor, sai e vai viver sua vida ao vivo e a cores, que na real, é a melhor opção. Sofrer por causa de rede social? O povo tá assim de ruim da cabeça? Pior: sofrer por antecipação, achando que o malvado Elão vai arruinar suas vidas. Se Elon Musk arruinar sua vida, é por você ser um imbecil que permite isso por se apegar a uma rede social.

Se fosse algo como o LinkedIn, que a pessoa pode de fato precisar como instrumento de trabalho, eu até entenderia a apreensão. Mas não. É o fuckin´ Twitter, que, como eu fiz questão de contextualizar, não serve para nada nessa vida além de zoeira. Se você fazia algo além de zoeira no Twitter, eu te asseguro que tem rede social melhor para fazer, o que quer que seja.

“Ain mas ele vai trazer de volta os perfis banidos”. Beleza, silencia ou bloqueia quem você não quer escutar ou não quer que te encontre e segue tua vida. Não. Não basta o Twitter ser gratuito, tem que ser do jeito que a pessoa quer. Não basta que ela possa silenciar alguém, ela quer que essa pessoa não possa falar para nenhuma outra pessoa do mundo. Os mesmos que chamam Bolsonaro de antidemocrático.

“É o fim de uma era…”. Oi? Comeu bosta? O Twitter vai continuar, só por não continuar como você queria é o fim de uma era? Que era seria essa? “A Era em que Fulaninho Gostava do Twitter?”. Você não é tão importante, ok? E fazer disso um drama, um motivo de preocupação ou uma pauta que seja é simplesmente ridículo. Certamente tem coisa mais importante para ser olhada na sua vida, na sua família, nos seus filhos, no seu bairro.

“O Twitter vai virar uma empresa privada”. Era pública? O pessoal anda com uma ideia muito errada de redes sociais, achando que essas porras são de domínio público, pertencem ao povo ou aos usuários. Você pode postar o dia inteiro, ainda assim, aquilo não é seu. Todas são empresas privadas que buscam lucro e vão fazer o que quiserem e o que for preciso para isso. Nenhuma delas pensa ou pensará no seu bem-estar, diversão ou no que você quer, o objetivo é claro: lucro, muito lucro, cada vez mais lucro.

E estão erradas? Óbvio que não. Se tem gente disposta a usar, tem mais é que monetizar mesmo. Não são malvadas por quererem lucro. Elas estão dando alguma coisa em troca: a possibilidade de se comunicar de forma rápida e gratuita com um menu de pessoas que você escolhe. Acha exploração, acha desonesto, acha nocivo? Olha que fácil: não participe!

Mas não, a pessoa não pode se retirar ou se abster. Aquilo tem que ser do jeito que ela quer, que ela acha correto. Faz assim: trabalha pra caralho, junta 44 bilhões de dólares e compra sua rede social. Eu hein, que povo sem noção da realidade e de como as coisas funcionam!

E ainda tem os dementes que vem falar de “acúmulo de capital”, mas consomem outras grandes empresas (inclusive dando dinheiro a elas, coisa que o Twitter não te pede). A Apple é uma organização sem fins lucrativos, né? A Samsung também. Ninguém fica berrando sobre acúmulo de capital quando diz respeito a algum bem que quer consumir. Então, a menos que você seja Amish, enfia seu discurso de acúmulo de capital no cu.

Tem ainda os que se acham super importantes e ameaçam: “Se Elon Musk comprar, EU saio do Twitter”. Jura? Jocleverson, professor de artes plásticas, mora em M´Boi Mirim, conta no vermelho, brigado com metade da família, se acha no direito de ameaçar Elon Musk com sua ausência! Minha Nossa Senhora da Bicicletinha, que vergonha! O tanto de gente que não sabe administrar a própria vida, mas se acha no direito de afirmar como deve ser administrada uma empresa que vale bilhões de dólares!

Foda-se que você vai sair do Twitter, você não é importante, você é irrelevante. Sai com graça, silêncio e dignidade e vai para onde quiser, de preferência para a puta que pariu. Mas não, o brasileiro tem essa alma de Maria do Bairro, ele tem que fazer um drama e anunciar sua saída como se fosse algo que interesse a alguém. Praticamente em tom de ameaça, como se uma rede social com mais de 200 milhões de usuários fosse sofrer um grande baque com a ausência de uma pessoa com 120 seguidores e que não sabe a diferença entre mau/mal. Mas olha, vai bem tomar no cu.

Tem os dementes que estão politizando: “chora esquerda, agora vocês vão ver”. Hã? Se eu fosse de direita, eu comemoraria horrores cada vez que uma pessoa de direita é impedida de falar. Um dia em que um direitista é calado é um dia em que a direita fica um pouco menos queimada. E vale para a esquerda também, por sinal. Não tem esquerda ou direita, quando você gasta 44 bilhões de dólares é por ter visto uma oportunidade comercial boa, e você não lucra se excluir algum dos lados da polaridade.

E outra: a turma que está comemorando a “liberdade de expressão” não vai demorar nem seis meses para faniquitar também. O brasileiro não gosta de liberdade de expressão, o brasileiro gosta que o seu lado possa falar a merda que quiser e que o outro não. Por algum motivo acham que Elão vai permitir tudo à direita e negar tudo à esquerda, o que não seria um bom negócio financeiramente falando. O primeiro bot bloqueado, a primeira medida que desagrade, virá aquele faniquito neurótico em que o brasileiro é especialista.

“Vão parar de censurar tal coisa, vão trazer fulano de volta, vão ajudar a eleger o Bolsonaro”. Não. Não vão. Vão fazer o que dê lucro pro Elão. Se, e eu disse SE, no momento, estiver alinhado com o que você queria, beleza, você tem algum benefício. Mas não demora para que não esteja, não demora para que uma medida dele “decepcione”. Aí vem as viuvinhas arrependidas, quase, eu diria, magoadas com Elon Musk, pois a decisão dele não lhes agradou. Será que o intestino dessas pessoas desemboca na cabeça?

Que doença é essa de criar uma expectativa de que tudo vai ser do jeito que você quer só por achar que a pessoa que está assumindo a frente de algo é ideologicamente alinhada com você? Adivinha só: as coisas só serão do jeito que você quer quando VOCÊ fizer. Enquanto você usar as coisas dos outros, elas sempre serão do jeito que os outros querem, que nunca será idêntico ao que você quer. Mas imagina, arregaçar as mangas e fazer dá muito trabalho, melhor continuar focado no que os outros fazem, mas sempre reclamando, sempre criticando, sempre dizendo que pode fazer melhor. Então faz, porra!

E tem ainda os mais lunáticos de todos, que ligam Elon Musk a conspirações sobre chips cerebrais, roubo de dados e até de pensamentos… Meu querido, por qual motivo Elon Musk espionaria ou roubaria os dados ou os pensamentos de um fodido como você? E por qual motivo você ainda acha que tem privacidade? Se fosse para roubar, já estariam armazenados em algum lugar.

Vejo muita gente repetir nos comentários aqui que nós “somos contra redes sociais”, então, acho bem importante deixar uma coisa clara, antes que saiam com esse discurso: sim, houve uma época em que nós acreditávamos que era mais valioso preservar nossa privacidade, nossa intimidade e nosso anonimato do que ter uma rede social. Mas, não sei se você reparou, há muitos anos que nós afirmamos que já não há privacidade alguma, mesmo sem ter redes sociais. Se você acha que Elon Musk vai roubar ou espionar alguma coisa de você, saiba que tudo seu é público – e faz tempo. Agora tanto faz ter redes sociais ou não.

Desde o microfone do seu celular, que capta o que quiser mesmo com aparelho desligado, até seu e-mail, onde há internet, há sua vida arrombada, escancarada e arquivada. Não precisa sair do Twitter por medo de perder sua privacidade, desde o começo dos anos 2000 mais ninguém tem privacidade, a menos que não possua um aparelho de celular, um computador ou qualquer coisa online na sua casa. Relaxa, toma uma maracujina, que sua privacidade já era há tempos, não vai ser o Elão malvado a acabar com ela. Esse trem já partiu.

É aviltante ver gente se aborrecendo com compra de rede social por Elon Musk quando, com certeza, tem coisa mais grave, urgente ou importante acontecendo em sua vida pessoal. É impressionante com as pessoas pegam qualquer coisa, qualquer evento do momento, para fazer disso algo sobre elas, onde ou elas ou são as fodas que estão vendo e propagando a verdade ou são vítimas e merecem todos os afagos de quem está lendo. Cuidar da própria vida nem pensar, né?

Vida pessoal um lixo, família desmoronando, saúde na lama, não cuida do corpo, não cuida da mente, não dá a atenção que deveria aos filhos, relacionamento infeliz, não consegue se manter em um relacionamento saudável, filho com problema na escola, filho drogado, vida toda bagunçada, conta bancária no vermelho, infeliz no trabalho, checkup de saúde pendente desde 2019, milhões de questões para serem resolvidas, infeliz com a própria vida, toma tarja preta, bate na mulher, inventa merda para prejudicar o ex-marido, não consegue esquecer ex, stalkeia até antigos colegas do primário, mas… o foco está na compra de uma rede social por Elon Musk! O brasileiro se agarra em notícias do momento como uma tábua de salvação para não olhar para as bostas que precisam ser resolvidas na própria vida.

O brasileiro precisa ser o sábio, o espertão, o perspicaz ou a vítima, o oprimido, o exemplo de superação. Mas que saco. QUE SACO. Mesmo morando fora do país o brasileiro médio é chato para um caralho, mesmo à distância. Vai todo mundo trabalhar, resolver seus problemas, dar atenção a seus filhos, a seus parceiros e a seus pais. Porra nenhuma vai mudar com Elon Musk, e se mudar você sai do Twitter e pronto, porra nenhuma vai mudar na sua vida. E se sair do Twitter muda sua vida, sinal de que sua vida precisava mudar mesmo, pois era uma vida de merda baseada em rede social.

O Twitter é um hospício online, sério mesmo que alguém acha que dá para estragar o que já é estragado? Eu acho deveras interessante tanto o hospício em si quanto ter o Maluco Mor comandando o hospício. Quando você não leva a sério o que não tem que ser levado a sério, a vida fica muito mais leve e divertida. É insano levar rede social a sério! Tenham noção do ridículo, viuvinhas de Twitter!

“Ain mas as fake news…”. Não se preocupem, as tias do zap não chegam nem perto do Twitter, elas não aguentam a velocidade e o volume de informação, a dinâmica do lugar. Quem já está lá é maluco de pedra, vai fazer zero estrago notícia falsa. Ninguém que está lá muda de opinião, só fica berrando insanidades no seu quadrado. E ninguém que está lá acredita em ninguém que está lá, pois é um hospício. Twitter é à prova de fake news.

Esse escândalo todo é puro apego. Apego pelas coisas como são, pelas coisas conhecidas, pela segurança. Gente assim vai sofrer horrores em um mundo regido pela impermanência. Se você tem Twitter e está apreensivo com a compra pelo tio Elão, abrace o espírito do Twitter e faça disso uma experiência antropológica: qualquer coisa que aumente o grau de insanidade no lugar é muito, mas muito legal. Se você queria sanidade e foi ao Twitter, bem, você estava no lugar errado.

Para dizer que se dependesse de você o Theo Becker comprava o Facebook, para aplaudir Elão de pé e odiar ele na semana seguinte assim que ele fizer algo que sai da sua cartilha ou ainda para continuar acreditando que você tem privacidade (não tem, ninguém tem): sally@desfavor.com

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Comments (26)

  • Adoro quando Elão faz polêmicas, não consigo deixar de achá-lo muito engraçado. O cara parece um meme vivo!
    Estou pensando em começar a usar o twitter só pra colocar mais lenha nessa pseudo-treta hahaha

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    • Elão postou que agora vai comprar a Coca-Cola e voltar a colocar cocaína nela e o povo conservador que antes estava “Elão Micto” agora está indignado!

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  • Claro que é um absurdo, Sally! 44 bi no Twitter? Reddit é muito mais legal!

    E não, não vai mudar nada no Twitter. Lembro como se fosse hoje quando elegeram Pocket… Os grupos que escreviam fanfic gay (yaoi) no Facebook surtaram, paranóicos com repressão, censura, tinha quem jurasse que ia rolar até prisão por escrever agasalhamento de croquete…

    Jovem brasileiro médio se acha importante demais…

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    • Como é emocionado o jovem, não? Me cansa só de olhar o overeacting deles a tudo. Deve ser um inferno a vida dessas pessoas, eu estaria exausta se vivesse nessa montanha-russa de emoções intensas…

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  • Lembro que na época do Trump, uma webcomic chama XKCD fez uma tirinha bem ao estilo textão direcionada aos apoiadores do Homem Laranja Mau que, em resumo, era o clássico “é uma empresa particular, eles fazem o que quiserem”. Agora os apoiadores do Trump estão respostando essa tirinha, com a cara do Elon editada no lugar da cara do boneco original, quando topam com algum lacrador dando piti por causa da compra, lol

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    • As pessoas se apegam a algo que não lhes pertence (outras pessoas, redes sociais, etc). Uma imbecilidade dessas só pode gerar sofrimento.

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  • Ele não parece o Kiko? O que acontece com as bochechas dele?

    Twitter? Bom pra ver figurinha, mas pra mais nada. Não me afeta.

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  • Twitter pra mim é pra acompanhar notícias em tempo real e ofender gratuitamente pessoas desconhecidas falando merda. Colocar adolescentes alienados em seus lugares e mandar lacradores se fuderem. EU acho o paraíso na terra. Tomara que não mude

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  • A única coisa que me chamou a atenção nesse Elon é que, dependendo do ângulo que se olhe pra ele (tipo na foto ilustrativa desta postagem), ele lembra o Freddie Mercury. De resto……..

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  • Toda rede social pode ser boa ou ruim, depende de como se usa.
    Opinião impopular: Instagram é injustiçado pra caralho, é um bom lugar pra divulgar seus trabalhos, principalmente se você for ilustrador, sua loja, seu salão etc. Experiência própria, consegui vários clientes novos através dele.
    90% do povo que problematiza Instagram é gente insegura que paga de low-profile pra encobrir baixa autoestima e fobia social, aí quando vê tantas pessoas que tem autoestima pra postar selfies ou vivem uma vida legal apesar dos problemas, acusa essas pessoas de serem “vazias” simplesmente por apertarem um botão e tirarem uma foto. “Eu me odeio então quero que você se odeie também”. É uma lógica parecida com quem reclama de “degeneração” e “sexualização”, só é contra porque não participa.

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    • O chato do Instagram é a quantidade de conhecido biscoitando. É insuportável. É inevitável perder o respeito pela maior parte das pessoas que se conhece quando se entra lá. Ta aí uma rede social que seria minha última opção (meu trabalho são textos, não teria nada para mostrar).

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    • Também acho que Instagram tem um lado bom. É a única rede que tenho (até tenho conta no Twitter, mas não uso – dependendo do que tio Elão movimentar, é capaz de dar uma passada por lá). Voltando ao Instagram, uso uma conta fechada e com poucos seguidores para postar algumas produções fotográficas bem humildes. Sim, tem um monte de contatos dos quais às vezes eu sinto uma certa vergonha alheia, mas às vezes a gente tem que levar os outros (e se levar também) na brincadeira. Gosto de ver onde as pessoas estão quando postam, pois conheci um monte de lugares, passeios, restaurantes e bares dessa forma. É um saco a quantidade de postagens de propaganda e tem uma quantidade gigante de porcaria, mas eu tento fazer uma curadoria de conteúdo do que me interessa.

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      • Instagram me rendeu um novo hobby recentemente e por isso virou minha rede favorita. Comecei a seguir uma página a respeito do assunto por curiosidade e quando vi, já estava fazendo cursos e aplicando na vida. Tem sido um bom jeito de passar as horas vagas, talvez renda dinheiro se eu investir o suficiente.

        De resto, uso para ver memes e conversar com alguns amigos. Até a biscoitagem ajuda a desopilar um pouco às vezes hahaha

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        • Tudo depende do uso que a pessoa dá às redes sociais. Dano um uso construtivo, dá para aprender muita coisa e se aprimorar!

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  • Eu já cagava e andava pro Twitter e seus usuários antes e continuo cagando e andando agora. Nunca usei e nem faço questão porque não me serve pra nada. É uma puta idiotice achar que o mundo vai acabar porque um ricaço comprou uma rede social e agora supostamente teria poder pra determinar pras pessoas o que pode e o que não pode ser dito.

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    • Não vai fazer diferença na vida de ninguém, o que faz o Twitter são as pessoas que você escolhe seguir, não o dono.

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