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	Comentários sobre: Escravo meu.	</title>
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	<description>REPÚBLICA IMPOPULAR</description>
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		<title>
		Por: Anônimo		</title>
		<link>https://www.desfavor.com/blog/2023/03/escravo-meu/comment-page-1/#comment-350294</link>

		<dc:creator><![CDATA[Anônimo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 26 Mar 2023 17:10:18 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Em resposta a &lt;a href=&quot;https://www.desfavor.com/blog/2023/03/escravo-meu/comment-page-1/#comment-349907&quot;&gt;Suellen&lt;/a&gt;.

E quem vai e paga um salário mínimo por uma entrada no Loolapalooza também não tem a menor moral pra ficar reclamando, até porque eles foram pegos DE NOVO com gente subcontratada trabalhando em condições análogas a escravidão.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em resposta a <a href="https://www.desfavor.com/blog/2023/03/escravo-meu/comment-page-1/#comment-349907">Suellen</a>.</p>
<p>E quem vai e paga um salário mínimo por uma entrada no Loolapalooza também não tem a menor moral pra ficar reclamando, até porque eles foram pegos DE NOVO com gente subcontratada trabalhando em condições análogas a escravidão.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Sally		</title>
		<link>https://www.desfavor.com/blog/2023/03/escravo-meu/comment-page-1/#comment-349917</link>

		<dc:creator><![CDATA[Sally]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Mar 2023 15:12:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Em resposta a &lt;a href=&quot;https://www.desfavor.com/blog/2023/03/escravo-meu/comment-page-1/#comment-349907&quot;&gt;Suellen&lt;/a&gt;.

Verdade. Todo mundo que contribuí, de qualquer forma, perde a moral para criticar com tom de superioridade.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em resposta a <a href="https://www.desfavor.com/blog/2023/03/escravo-meu/comment-page-1/#comment-349907">Suellen</a>.</p>
<p>Verdade. Todo mundo que contribuí, de qualquer forma, perde a moral para criticar com tom de superioridade.</p>
]]></content:encoded>
		
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		<title>
		Por: Suellen		</title>
		<link>https://www.desfavor.com/blog/2023/03/escravo-meu/comment-page-1/#comment-349907</link>

		<dc:creator><![CDATA[Suellen]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Mar 2023 12:51:16 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[&quot;Tudo bem que escravizar alguém é mais reprovável do que comprar coisa fruto de trabalho escravo, mas quem compra está longe de poder dar lição de moral no tom em que estão dando&quot;.

Não só quem compra, mas também quem investe nessas empresas diretamente adquirindo debêntures, ações, ou indiretamente por meio de fundos de investimento. Antes achava essa questão de sustentabilidade tão power flower, mas hoje em dia...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Tudo bem que escravizar alguém é mais reprovável do que comprar coisa fruto de trabalho escravo, mas quem compra está longe de poder dar lição de moral no tom em que estão dando&#8221;.</p>
<p>Não só quem compra, mas também quem investe nessas empresas diretamente adquirindo debêntures, ações, ou indiretamente por meio de fundos de investimento. Antes achava essa questão de sustentabilidade tão power flower, mas hoje em dia&#8230;</p>
]]></content:encoded>
		
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		<title>
		Por: Anônimo		</title>
		<link>https://www.desfavor.com/blog/2023/03/escravo-meu/comment-page-1/#comment-349843</link>

		<dc:creator><![CDATA[Anônimo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Mar 2023 17:24:58 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Em resposta a &lt;a href=&quot;https://www.desfavor.com/blog/2023/03/escravo-meu/comment-page-1/#comment-349818&quot;&gt;W.O.J.&lt;/a&gt;.

Se você olha pro retrospecto, bem... Não é lá tão lisonjeiro não.
O tráfico negreiro deixou de ser uma coisa da realidade cotidiana já em meados do século XIX e isso porque os britânicos ameaçaram com tiro, porrada e bomba caso interceptassem embarcações provenientes do Brasil apressando negros para trabalhar como escravos e ao contrário do que um livro didático típico dizia, isso não se deveu a interesses humanitários para com os negros e sim por interesses (neo)colonialistas por parte dos britânicos.
Isso jogou o preço dos negros para a faixa do conto de réis (o que naquela época era muito dinheiro), tornando isso um bem ao qual só os mais abastados tinham acesso e mesmo assim, manter a produção no velho modelo escravista começou a se tornar inviável já naquela época.
A solução? Bem, foi recorrer a imigrantes com promessas de riqueza e de uma vida melhor, com muitos indo trabalhar como &quot;meeiros&quot; nos cafezais aqui de São Paulo, sendo que por conta da questão do contrato que permitiu a imigração, os mesmos tinham obrigação de ficar por um tempo trabalhando para o dono das terras, que arrendava e ficava com sua parte garantida, deixando os imigrantes com a responsabilidade pela produção e inclusive com o ônus pela vinda para o país, em contratos que os prendiam a terra por períodos que chegavam a alguns anos.
Alguns vieram em condições financeiras melhores e tiveram condições para prosperar mais e na média o grupo dos imigrantes prosperou, mas grande parte da população negra que subsistia passou a ficar às margens dessa prosperidade.
A abolição em fases foi trazida por costuras parlamentares, sendo que aquela que denominam a Lei do Ventre Livre (1871) também estabelecia a &quot;alforria&quot; dos escravos que estavam a serviço da coroa e aquela que denominam como Lei dos Sexagenários (1885) tinha como meta o fim da escravidão em 1900, com a libertação dos mesmos e o pagamento de valores quase que simbólicos para os senhores escravagistas, mas a lei de 1885 conseguiu irritar tanto os abolucionistas quanto os escravagistas, ainda que por motivos diferentes, sendo que a partir daí se teve toda uma política no sentido de se precipitar a abolição da escravatura, com os agentes se negando a recapturar os eventuais fugidos, que passaram a se virar a própria sorte.
Logo depois da lacônica &quot;Lei Áurea&quot; se passou a ter pressão por parte dos senhores escravagistas no sentido de angariar vultosas indenizações por parte da coroa pelos libertos. A família imperial fez vistas grossas quanto a isso e a situação foi contida até o baile da ilha fiscal, sendo que isso foi a gota d&#039;água para a armação do ardiloso golpe que culminou naquilo que chamamos de Proclamação da República.
A pressão por indenizações se manteve durante a República até que Rui Barbosa mandou incendiar os registros que tratavam das negociações de escravos no Rio de Janeiro (então capital do país) e a despeito da declaração pretensamente humanista de querer apagar da história o passado escravista, a intenção na verdade era a de frustrar as constantes pressões por parte dos senhores de escravos em torno de indenizações pelos libertos. De qualquer forma, o &quot;encilhamento&quot; ajudou a dissuadir essas pressões que se faziam presentes no final do Império e no início da República brasileira.
O ciclo da população inflada pelos imigrantes europeus, que tomaram o rumo de São Paulo e também da região sul do país, prosseguiu até a época da Segunda Guerra Mundial, sendo que o &quot;baby boom&quot; que se seguiria a isso no país foi inclusive mais considerável em níveis proporcionais no Brasil do que foi nos EUA.
Por volta da década de 1950, começam a ganhar força os ciclos migratórios vindos do nordeste do país em direção a São Paulo. Também nessa época, muitos migrantes de tal região tomaram o rumo de Brasília, contribuindo na construção da cidade principalmente no trabalho braçal, sendo esses os populares Candangos. Essa mão de obra também foi importante nas grandes obras do período militar. Na década de 1970, ganha força os fluxos de pessoas provenientes do sul do país em direção a região centro-oeste e mesmo ao norte do país.
De qualquer forma, se manteve no decorrer desse tempo muita gente trabalhando em condições muito precárias e em parte importante dos casos bem além do que era estabelecido na lei.
Hoje o trabalho análogo a escravidão geralmente é combinado com a arregimentação de pessoas em bolsões de pobreza, salvo quando se trata de tráfico internacional de pessoas para fins de prostituição, onde o foco é principalmente em mulheres de classe média a baixa, que muitas vezes ficam vislumbradas com a possibilidade de uma vida melhor no exterior.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em resposta a <a href="https://www.desfavor.com/blog/2023/03/escravo-meu/comment-page-1/#comment-349818">W.O.J.</a>.</p>
<p>Se você olha pro retrospecto, bem&#8230; Não é lá tão lisonjeiro não.<br />
O tráfico negreiro deixou de ser uma coisa da realidade cotidiana já em meados do século XIX e isso porque os britânicos ameaçaram com tiro, porrada e bomba caso interceptassem embarcações provenientes do Brasil apressando negros para trabalhar como escravos e ao contrário do que um livro didático típico dizia, isso não se deveu a interesses humanitários para com os negros e sim por interesses (neo)colonialistas por parte dos britânicos.<br />
Isso jogou o preço dos negros para a faixa do conto de réis (o que naquela época era muito dinheiro), tornando isso um bem ao qual só os mais abastados tinham acesso e mesmo assim, manter a produção no velho modelo escravista começou a se tornar inviável já naquela época.<br />
A solução? Bem, foi recorrer a imigrantes com promessas de riqueza e de uma vida melhor, com muitos indo trabalhar como &#8220;meeiros&#8221; nos cafezais aqui de São Paulo, sendo que por conta da questão do contrato que permitiu a imigração, os mesmos tinham obrigação de ficar por um tempo trabalhando para o dono das terras, que arrendava e ficava com sua parte garantida, deixando os imigrantes com a responsabilidade pela produção e inclusive com o ônus pela vinda para o país, em contratos que os prendiam a terra por períodos que chegavam a alguns anos.<br />
Alguns vieram em condições financeiras melhores e tiveram condições para prosperar mais e na média o grupo dos imigrantes prosperou, mas grande parte da população negra que subsistia passou a ficar às margens dessa prosperidade.<br />
A abolição em fases foi trazida por costuras parlamentares, sendo que aquela que denominam a Lei do Ventre Livre (1871) também estabelecia a &#8220;alforria&#8221; dos escravos que estavam a serviço da coroa e aquela que denominam como Lei dos Sexagenários (1885) tinha como meta o fim da escravidão em 1900, com a libertação dos mesmos e o pagamento de valores quase que simbólicos para os senhores escravagistas, mas a lei de 1885 conseguiu irritar tanto os abolucionistas quanto os escravagistas, ainda que por motivos diferentes, sendo que a partir daí se teve toda uma política no sentido de se precipitar a abolição da escravatura, com os agentes se negando a recapturar os eventuais fugidos, que passaram a se virar a própria sorte.<br />
Logo depois da lacônica &#8220;Lei Áurea&#8221; se passou a ter pressão por parte dos senhores escravagistas no sentido de angariar vultosas indenizações por parte da coroa pelos libertos. A família imperial fez vistas grossas quanto a isso e a situação foi contida até o baile da ilha fiscal, sendo que isso foi a gota d&#8217;água para a armação do ardiloso golpe que culminou naquilo que chamamos de Proclamação da República.<br />
A pressão por indenizações se manteve durante a República até que Rui Barbosa mandou incendiar os registros que tratavam das negociações de escravos no Rio de Janeiro (então capital do país) e a despeito da declaração pretensamente humanista de querer apagar da história o passado escravista, a intenção na verdade era a de frustrar as constantes pressões por parte dos senhores de escravos em torno de indenizações pelos libertos. De qualquer forma, o &#8220;encilhamento&#8221; ajudou a dissuadir essas pressões que se faziam presentes no final do Império e no início da República brasileira.<br />
O ciclo da população inflada pelos imigrantes europeus, que tomaram o rumo de São Paulo e também da região sul do país, prosseguiu até a época da Segunda Guerra Mundial, sendo que o &#8220;baby boom&#8221; que se seguiria a isso no país foi inclusive mais considerável em níveis proporcionais no Brasil do que foi nos EUA.<br />
Por volta da década de 1950, começam a ganhar força os ciclos migratórios vindos do nordeste do país em direção a São Paulo. Também nessa época, muitos migrantes de tal região tomaram o rumo de Brasília, contribuindo na construção da cidade principalmente no trabalho braçal, sendo esses os populares Candangos. Essa mão de obra também foi importante nas grandes obras do período militar. Na década de 1970, ganha força os fluxos de pessoas provenientes do sul do país em direção a região centro-oeste e mesmo ao norte do país.<br />
De qualquer forma, se manteve no decorrer desse tempo muita gente trabalhando em condições muito precárias e em parte importante dos casos bem além do que era estabelecido na lei.<br />
Hoje o trabalho análogo a escravidão geralmente é combinado com a arregimentação de pessoas em bolsões de pobreza, salvo quando se trata de tráfico internacional de pessoas para fins de prostituição, onde o foco é principalmente em mulheres de classe média a baixa, que muitas vezes ficam vislumbradas com a possibilidade de uma vida melhor no exterior.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>
		Por: CLT sempre, com CLT já eh encrenca.		</title>
		<link>https://www.desfavor.com/blog/2023/03/escravo-meu/comment-page-1/#comment-349834</link>

		<dc:creator><![CDATA[CLT sempre, com CLT já eh encrenca.]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Mar 2023 00:43:19 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Quem já teve um baiano CLT sabe como a banda toca.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quem já teve um baiano CLT sabe como a banda toca.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Sally		</title>
		<link>https://www.desfavor.com/blog/2023/03/escravo-meu/comment-page-1/#comment-349826</link>

		<dc:creator><![CDATA[Sally]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 05 Mar 2023 20:49:12 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Em resposta a &lt;a href=&quot;https://www.desfavor.com/blog/2023/03/escravo-meu/comment-page-1/#comment-349821&quot;&gt;t.&lt;/a&gt;.

Sim, e trabalhos domésticos é na melhor das hipóteses...
O brasileiro precisa ser ensinado sobre o básico do básico de direitos humanos, está faltando base.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em resposta a <a href="https://www.desfavor.com/blog/2023/03/escravo-meu/comment-page-1/#comment-349821">t.</a>.</p>
<p>Sim, e trabalhos domésticos é na melhor das hipóteses&#8230;<br />
O brasileiro precisa ser ensinado sobre o básico do básico de direitos humanos, está faltando base.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>
		Por: t.		</title>
		<link>https://www.desfavor.com/blog/2023/03/escravo-meu/comment-page-1/#comment-349821</link>

		<dc:creator><![CDATA[t.]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 05 Mar 2023 20:12:39 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Aqui na região Norte é bem comum pessoas &quot;adotarem&quot; crianças para fazê-las de escravas domésticas. Acho que alguém comentou aqui que isso é bem comum, sair e &quot;pegar criança&quot;. Conheci pessoas que fizeram isso, a criança não ia para a escola e fazia somente trabalhos de limpeza e cozinha. A meu ver, isso é uma (das inúmeras) forma de escravidão &quot;aceitas&quot; pela sociedade. Quem vai querer pagar uma empregada com férias e tudo? Revoltante.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Aqui na região Norte é bem comum pessoas &#8220;adotarem&#8221; crianças para fazê-las de escravas domésticas. Acho que alguém comentou aqui que isso é bem comum, sair e &#8220;pegar criança&#8221;. Conheci pessoas que fizeram isso, a criança não ia para a escola e fazia somente trabalhos de limpeza e cozinha. A meu ver, isso é uma (das inúmeras) forma de escravidão &#8220;aceitas&#8221; pela sociedade. Quem vai querer pagar uma empregada com férias e tudo? Revoltante.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: W.O.J.		</title>
		<link>https://www.desfavor.com/blog/2023/03/escravo-meu/comment-page-1/#comment-349819</link>

		<dc:creator><![CDATA[W.O.J.]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 05 Mar 2023 20:00:48 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Em resposta a &lt;a href=&quot;https://www.desfavor.com/blog/2023/03/escravo-meu/comment-page-1/#comment-349809&quot;&gt;Nanda&lt;/a&gt;.

Caramba, Nanda... Tenho até medo de pensar nas situações abjetas que você deve já ter presenciado. Às vezes, eu me pergunto se somos mesmo todos da mesma espécie, viu? Porque não dá para aceitar que seres humanos façam esse tipo de coisa a seus semelhantes...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em resposta a <a href="https://www.desfavor.com/blog/2023/03/escravo-meu/comment-page-1/#comment-349809">Nanda</a>.</p>
<p>Caramba, Nanda&#8230; Tenho até medo de pensar nas situações abjetas que você deve já ter presenciado. Às vezes, eu me pergunto se somos mesmo todos da mesma espécie, viu? Porque não dá para aceitar que seres humanos façam esse tipo de coisa a seus semelhantes&#8230;</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: W.O.J.		</title>
		<link>https://www.desfavor.com/blog/2023/03/escravo-meu/comment-page-1/#comment-349818</link>

		<dc:creator><![CDATA[W.O.J.]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 05 Mar 2023 19:57:05 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">https://www.desfavor.com/blog/?p=21228#comment-349818</guid>

					<description><![CDATA[Em resposta a &lt;a href=&quot;https://www.desfavor.com/blog/2023/03/escravo-meu/comment-page-1/#comment-349811&quot;&gt;Anônimo&lt;/a&gt;.

Feudo político dos Sarney há mais de meio século, o Maranhão é, de acordo com os dados do IBGE divulgados em 2022, o Estado mais pobre do Brasil, e abriga também o município mais pobre do país (Matões do Norte). Alguns inicadores sociais maranhenses são aberrantes, incluindo cidades cujo IDH é comparável ao de lugares miseráveis da África subsaariana. Por isso, não me admira que haja tanta gente de lá passando por esse tipo de situação, o que é muito triste. E também é preocupante que casos como o citado na postagem ainda aconteçam e que tão pouca gente se sensibilize com tamanho horror.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em resposta a <a href="https://www.desfavor.com/blog/2023/03/escravo-meu/comment-page-1/#comment-349811">Anônimo</a>.</p>
<p>Feudo político dos Sarney há mais de meio século, o Maranhão é, de acordo com os dados do IBGE divulgados em 2022, o Estado mais pobre do Brasil, e abriga também o município mais pobre do país (Matões do Norte). Alguns inicadores sociais maranhenses são aberrantes, incluindo cidades cujo IDH é comparável ao de lugares miseráveis da África subsaariana. Por isso, não me admira que haja tanta gente de lá passando por esse tipo de situação, o que é muito triste. E também é preocupante que casos como o citado na postagem ainda aconteçam e que tão pouca gente se sensibilize com tamanho horror.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: EDESS		</title>
		<link>https://www.desfavor.com/blog/2023/03/escravo-meu/comment-page-1/#comment-349812</link>

		<dc:creator><![CDATA[EDESS]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 05 Mar 2023 12:47:33 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">https://www.desfavor.com/blog/?p=21228#comment-349812</guid>

					<description><![CDATA[A reação do cidadão médio, insensível e escroto frente ao problema,  é  da maioria da sociedade que ainda é escravocrata na raiz e de berço ...the horror!!!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A reação do cidadão médio, insensível e escroto frente ao problema,  é  da maioria da sociedade que ainda é escravocrata na raiz e de berço &#8230;the horror!!!</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
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