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	Comentários sobre: Ragebait e os muambeiros culturais.	</title>
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	<description>REPÚBLICA IMPOPULAR</description>
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		<title>
		Por: UABO		</title>
		<link>https://www.desfavor.com/blog/2023/11/ragebait-e-os-muambeiros-culturais/comment-page-1/#comment-365112</link>

		<dc:creator><![CDATA[UABO]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 Jan 2025 19:17:31 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Em resposta a &lt;a href=&quot;https://www.desfavor.com/blog/2023/11/ragebait-e-os-muambeiros-culturais/comment-page-1/#comment-355454&quot;&gt;W.O.J.&lt;/a&gt;.

&quot;&lt;i&gt;Não é de hoje que o Brasil tem o infeliz costume de imitar, mal e porcamente, e com atraso, o que há de pior na cultura americana&quot;&lt;/i&gt;. É &quot;Complexo de Inferioridade&quot; que. chama...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em resposta a <a href="https://www.desfavor.com/blog/2023/11/ragebait-e-os-muambeiros-culturais/comment-page-1/#comment-355454">W.O.J.</a>.</p>
<p>&#8220;<i>Não é de hoje que o Brasil tem o infeliz costume de imitar, mal e porcamente, e com atraso, o que há de pior na cultura americana&#8221;</i>. É &#8220;Complexo de Inferioridade&#8221; que. chama&#8230;</p>
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		<title>
		Por: Camelale		</title>
		<link>https://www.desfavor.com/blog/2023/11/ragebait-e-os-muambeiros-culturais/comment-page-1/#comment-365108</link>

		<dc:creator><![CDATA[Camelale]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 Jan 2025 02:02:20 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Texto muito bom, temas super interessantes. As pessoas deveriam ter a oportunidade de aprender mais sobre o assunto, pois perdem muito tempo caindo nessas iscas, e alguns até reproduzem na &quot;vida real&quot;.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Texto muito bom, temas super interessantes. As pessoas deveriam ter a oportunidade de aprender mais sobre o assunto, pois perdem muito tempo caindo nessas iscas, e alguns até reproduzem na &#8220;vida real&#8221;.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
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		<title>
		Por: Anônimo		</title>
		<link>https://www.desfavor.com/blog/2023/11/ragebait-e-os-muambeiros-culturais/comment-page-1/#comment-355458</link>

		<dc:creator><![CDATA[Anônimo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Nov 2023 23:26:28 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Esse texto foi tão instrutivo quanto o último especial do South Park. Não apenas pelas linhas como pelas entrelinhas.
Infelizmente o ragebait é uma realidade já há bastante tempo por aqui, sendo que aquele viral do &quot;Cotas: Essa conversa não é sobre você&quot; é um clássico exemplo de ragebait.
Olavo de Carvalho era quase que o equivalente tupiniquim do Alan Jones e foi um dos mais profílicos desses muambeiros culturais, sendo responsável direto por importar grande parte do conspiracionismo e dos conceitos da turma do Tea Party pro país, ainda que combinados a seus próprios conspiracionismos que tomaram de assalto principalmente a revista Veja. Do outro lado, a esquerda hipster metida a inclusiva trás conceitos importados de lá dos EUA também sem o menor filtro ou pior, tentando adaptar a nossa realidade de uma forma pra lá de tosca.
Enquanto para o &quot;não binário&quot; pós moderno yankee usa o They/Them em substituição ao He/Him ou ao She/Her como pronome pra se vender uma falsa &quot;pluralidade&quot; e &quot;impessoalidade&quot;, aqui temos o Elu/Delu, o Ile/Dile e outras variações de gente querendo reinventar a roda se achando a última bolacha do pacote.
E sim, nós já temos a nossa Stacy que parece uma versão do Nando Moura só que com vestido feminino, que conhecemos pelo nome de Brigitte Lúcia.
Além disso, é notável em plataformas pornográficas o abuso de uma linguagem apelativa na tentativa de forçar engajamento que não era uma realidade há coisa de uns cinco anos atrás. Tentam forçar polêmica com &quot;taboos&quot; ainda que tudo não passe de uma série de taboos de Taubaté, ou seja, uma série de clickbaits plantados com vistas a tentar turbinar (ainda que de forma suja) as visualizações.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Esse texto foi tão instrutivo quanto o último especial do South Park. Não apenas pelas linhas como pelas entrelinhas.<br />
Infelizmente o ragebait é uma realidade já há bastante tempo por aqui, sendo que aquele viral do &#8220;Cotas: Essa conversa não é sobre você&#8221; é um clássico exemplo de ragebait.<br />
Olavo de Carvalho era quase que o equivalente tupiniquim do Alan Jones e foi um dos mais profílicos desses muambeiros culturais, sendo responsável direto por importar grande parte do conspiracionismo e dos conceitos da turma do Tea Party pro país, ainda que combinados a seus próprios conspiracionismos que tomaram de assalto principalmente a revista Veja. Do outro lado, a esquerda hipster metida a inclusiva trás conceitos importados de lá dos EUA também sem o menor filtro ou pior, tentando adaptar a nossa realidade de uma forma pra lá de tosca.<br />
Enquanto para o &#8220;não binário&#8221; pós moderno yankee usa o They/Them em substituição ao He/Him ou ao She/Her como pronome pra se vender uma falsa &#8220;pluralidade&#8221; e &#8220;impessoalidade&#8221;, aqui temos o Elu/Delu, o Ile/Dile e outras variações de gente querendo reinventar a roda se achando a última bolacha do pacote.<br />
E sim, nós já temos a nossa Stacy que parece uma versão do Nando Moura só que com vestido feminino, que conhecemos pelo nome de Brigitte Lúcia.<br />
Além disso, é notável em plataformas pornográficas o abuso de uma linguagem apelativa na tentativa de forçar engajamento que não era uma realidade há coisa de uns cinco anos atrás. Tentam forçar polêmica com &#8220;taboos&#8221; ainda que tudo não passe de uma série de taboos de Taubaté, ou seja, uma série de clickbaits plantados com vistas a tentar turbinar (ainda que de forma suja) as visualizações.</p>
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		<title>
		Por: W.O.J.		</title>
		<link>https://www.desfavor.com/blog/2023/11/ragebait-e-os-muambeiros-culturais/comment-page-1/#comment-355454</link>

		<dc:creator><![CDATA[W.O.J.]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Nov 2023 18:12:12 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">https://www.desfavor.com/blog/?p=22303#comment-355454</guid>

					<description><![CDATA[Ótimo texto, Somir. Já espalhei o link daqui para diversas pessoas que eu acho que precisam ler e depois, quem, sabe, também começarem a refletir e tomarem mais cuidado com as &quot;informações&quot; que recebem. Não é de hoje que o Brasil tem o infeliz costume de imitar, mal e porcamente, e com atraso, o que há de pior na cultura americana. Mas, de uns tempos para cá, isso está piorando. Eu já disse antes, mas não custa repetir: o que não falta neste mundo é gente fazendo péssimo uso da internet. Temos mentiras se tornando verdades e verdades sendo postas em dúvida como se fossem mentiras. Vivemos um tempo em que, gostemos ou não, temos que desconfiar sempre de tudo o que lemos,/ouvimos/vemos porque nada, ao que parece, chega a nós sem estar imbuído de ideologia e/ou &quot;segundas inteções&quot;. E quanto ao que você disse no fim: &lt;i&gt;&quot;(...) Ou mesmo para dizer que pelo menos é barato&quot;&lt;/i&gt;. À primeira vista, pode até ser. Mas esse é um barato que, no final das contas, acaba saindo caro. Muito caro mesmo...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ótimo texto, Somir. Já espalhei o link daqui para diversas pessoas que eu acho que precisam ler e depois, quem, sabe, também começarem a refletir e tomarem mais cuidado com as &#8220;informações&#8221; que recebem. Não é de hoje que o Brasil tem o infeliz costume de imitar, mal e porcamente, e com atraso, o que há de pior na cultura americana. Mas, de uns tempos para cá, isso está piorando. Eu já disse antes, mas não custa repetir: o que não falta neste mundo é gente fazendo péssimo uso da internet. Temos mentiras se tornando verdades e verdades sendo postas em dúvida como se fossem mentiras. Vivemos um tempo em que, gostemos ou não, temos que desconfiar sempre de tudo o que lemos,/ouvimos/vemos porque nada, ao que parece, chega a nós sem estar imbuído de ideologia e/ou &#8220;segundas inteções&#8221;. E quanto ao que você disse no fim: <i>&#8220;(&#8230;) Ou mesmo para dizer que pelo menos é barato&#8221;</i>. À primeira vista, pode até ser. Mas esse é um barato que, no final das contas, acaba saindo caro. Muito caro mesmo&#8230;</p>
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