Tag: direitos

No meu tempo, a sigla que identificava as pessoas com sexualidade “diferente” era GLS. Gays, Lésbicas e Simpatizantes. Esse tempo já passou, atualmente a sigla é escrita como LGBTQIA+, mas não parece estar terminada: de tempos em tempos adiciona-se mais e mais letras, para de alguma forma representar o máximo de pessoas possíveis. Eu entendo a lógica da representatividade, mas gostaria de argumentar sobre o que a sigla antiga tinha de valioso…

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Espero que vocês não sejam tão masoquistas como eu, mas sempre dou um jeito de ver um pedaço da CPI da Covid na TV. Tem muito papo furado, tem chilique, tem bate-boca, e ultimamente, tem muito convocado dizendo que vai usar seu direito de ficar calado. O que me fez pensar: por que diabos existe esse direito?

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Semana passada, a nova Ministra da Cidadania do governo Bolsonaro viralizou por causa de um canto emocionado sobre as cores que cada criança deveria vestir de acordo com seu sexo. É uma imbecilidade achar que isso ajuda de alguma forma a sociedade? É. Mas entre num campo de tamanha obviedade que por si só nem valeria um texto. Hoje eu quero tratar de outro ponto: como diabos acabamos com uma pessoa assim no governo?

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A organização internacional Human Rights Watch (HRW), de defesa dos direitos humanos, afirmou que “monitorará de perto” o governo do presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL). (…) A ONG sublinhou que o capitão reformado venceu eleições marcadas por violência de cunho político. “Muitas vítimas eram pessoas lésbicas, gays, bissexuais e transgêneros (LGBT), mulheres e negros”, diz a nota sobre o governo de Bolsonaro. LINK


Concordamos muito em monitorar a defesa dos direitos humanos no Brasil. Mas beira ao ridículo insinuar que os abusos são uma ameaça só agora. Desfavor da semana.

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Nascido em 9 de maio de 2016, o bebê vive desde seu sétimo mês em uma unidade de terapia intensiva (UTI) da ala neonatal do hospital infantil Alder Hey, em Liverpool, no Reino Unido. Vítima de uma doença neurodegenerativa que está destruindo seu cérebro, ele sobrevive por meio de respiração e alimentação por aparelhos. Seu caso também ganhou destaque da mídia internacional. A iminente morte da criança, que sofre de uma doença incurável e precisa de aparelhos para se manter vivo, está sendo discutida em todo o mundo – até o papa entrou no assunto. LINK


ATUALIZAÇÃO 28/04: O bebê britânico Alfie Evans, de 23 meses, que sofria uma doença degenerativa, cujos pais travaram uma batalha judicial em seu país para levá-lo até a Itália e que fosse tratado lá, morreu, informou neste sábado (28) seu pai, Tom Evans. LINK


A polêmica tomou conta da semana, todo mundo cagou regras, mas faltou pensar nas pessoas envolvidas. Desfavor da semana.

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