Tag: morte

Lilith encomendou um texto sobre Eutanásia, e disse que tinha que vir dentro de uma coluna Flertando com o Desastre. O tema já passeou pelas nossas páginas algumas vezes e eu sempre deixei minha posição clara. Mas, talvez não com o carinho necessário… vamos estabelecer o ponto central do texto de hoje: eutanásia é uma prática humanitária que defende a vida acima de tudo. Não deveria ser polêmica, nem um pouco.

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O texto de hoje é desagradável, porém, necessário. Entendo se você não quiser ler hoje, apenas saiba que ele está aqui, para quando você precisar. Já é suficientemente ruim ter que lidar com a dor da morte de uma pessoa querida, ninguém merece ainda ter que correr atrás de saber tudo que deve ser providenciado com sua morte. Tá tudo aqui, em um único lugar. Desfavor Explica: burocracia pós morte.

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Tudo que é vivo, morre. E como morre! Estima-se que já passaram por este planeta algo em torno de 5 bilhões de espécies diferentes de seres vivos. Microorganismos, plantas, insetos, animais e afins. Mas, mais de 99% deles não estão mais aqui para dividir o planeta conosco. Ainda bem, até porque sem essa morte toda, nossa vida não teria sido possível. Então, vamos entender a agradecer às extinções em massa. Morrei por nós!

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Dilema hipotético: você e um desconhecido estão presos, cada um em um quarto, e não há possibilidade de fuga. Vocês não conseguem se ver nem estabelecer comunicação. Você não sabe quem é a outra pessoa presa no outro quarto. Tudo que você sabe é que existe um botão em cada quarto que, se pressionado, mata a pessoa que está no próprio quarto mais libera a outra ilesa. Se, em uma hora, nenhum botão for pressionado, ambos morrem.

Tema de hoje: Você aperta o botão?

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Valdir estava muito atrasado. Era apenas o segundo encontro com aquela bela morena e os vinte minutos além do combinado não ajudariam com suas pretensões de esticar o jantar para um motel. Celular sem bateria, para variar. E para ajudar, o caminhão à sua frente parecia se arrastar pela estradinha. Belo atalho esse… não havia tempo a perder: subida, curva e tudo mais, lá se foi Valdir pisar fundo no acelerador para fazer a ultrapassagem. No sentido oposto, outro caminhão. Sem chance alguma de desviar, ouviu o estrondo, sentiu o corpo flutuando no ar… e depois, mais nada.

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