{"id":10346,"date":"2016-07-21T22:00:31","date_gmt":"2016-07-22T01:00:31","guid":{"rendered":"http:\/\/www.desfavor.com\/blog\/?p=10346"},"modified":"2016-07-25T00:06:30","modified_gmt":"2016-07-25T03:06:30","slug":"popfashionblackhole-parte-2","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.desfavor.com\/blog\/2016\/07\/popfashionblackhole-parte-2\/","title":{"rendered":"PopFashionBlackHole &#8211; Parte 2"},"content":{"rendered":"<p>Em minha defesa, a Sally tamb\u00e9m j\u00e1 usou essa coluna uma ou duas vezes&#8230; vejam a seguir textos totalmente excelentes do meu&#8230; primeiro n\u00e3o porque tive mais uns 10 antes, o \u00fanico cujo eu ainda tenho material dispon\u00edvel, o PopFashionBlackHole. Sim, tem que escrever o nome assim. Parte 2!<!--more--><\/p>\n<p><strong>Razzor, o her\u00f3i do futuro. <\/strong><\/p>\n<p>No ano de 2554, a esta\u00e7\u00e3o espacial Wingellion XIII, situada no sistema solar D43H, \u00e9 a maior e mais populosa col\u00f4nia terrestre no espa\u00e7o. Com a superpopula\u00e7\u00e3o, o crime come\u00e7ou a proliferar de forma incontrol\u00e1vel, por isso, a pol\u00edcia espacial designou uma for\u00e7a tarefa para eliminar a amea\u00e7a de uma vez por todas. Liderando essa equipe, Razzor, o policial espacial mais condecorado de todos os tempos. Em poucos meses, os criminosos foram completamente erradicados das instala\u00e7\u00f5es da esta\u00e7\u00e3o. Por seus servi\u00e7os prestados, Razzor foi convidado para ser o chefe de pol\u00edcia vital\u00edcio do local, e agora, contarei suas hist\u00f3rias:<\/p>\n<p><em>Razzor, o her\u00f3i do futuro.<br \/>\nEpis\u00f3dio de hoje: A amea\u00e7a dos clones.<\/em><\/p>\n<p>O vapor d&#8217;\u00e1gua confunde a vis\u00e3o nos escuros corredores da instala\u00e7\u00e3o 9, a esc\u00f3ria da esc\u00f3ria se refugia nesse dep\u00f3sito desativado, confiantes de estar fora do alcance da justi\u00e7a. Razzor, acompanhado de apenas dois soldados rasos, vasculha a regi\u00e3o em busca de um mendigo, que segundo a pista que seguia, seria o respons\u00e1vel por vigiar a entrada de um galp\u00e3o secreto usado pela m\u00e1fia local.<\/p>\n<p>&#8220;Voc\u00eas s\u00e3o todos iguais, em busca de alguns trocados, se vendem para a m\u00e1fia, n\u00e3o percebendo que est\u00e3o piorando a situa\u00e7\u00e3o da esta\u00e7\u00e3o como um todo.&#8221; &#8211; Razzor, ao se deparar com seu objetivo, tenta enfraquecer as defesas psicol\u00f3gicas do suposto vigia.<\/p>\n<p>&#8220;A entrada \u00e9 ali.&#8221; &#8211; O maltrapilho responde sem sequer levantar os olhos.<\/p>\n<p>&#8220;Deve ser uma armadilha&#8230; Ele n\u00e3o entregaria assim t\u00e3o f\u00e1cil.&#8221; &#8211; Razzor come\u00e7a a se preparar para enfrentar o pior.<\/p>\n<p>&#8220;Vamos fazer assim, voc\u00ea vai chamar refor\u00e7os, e voc\u00ea fica aqui vigiando, vou entrar escondido e tentar descobrir o plano deles.&#8221; &#8211; Razzor explicava o plano para seus subordinados.<\/p>\n<p>Razzor, que conhecia muito bem o local, acha um duto de ar que o levaria direto ao galp\u00e3o que procurava. Sem fazer sequer um som, ele chega ao seu destino, observando pelas frestas de uma grade, Razzor observa dezenas de homens trabalhando com tubos de clonagem, naquele momento ele percebeu o que estava acontecendo. Os bandidos pretendiam utilizar os clones para derrubar o sistema policial de Razzor. Ele resolveu voltar e entrar com os refor\u00e7os. Infelizmente, a grade em que se apoiava caiu, se chocando contra o ch\u00e3o e fazendo um som comprometedor.<\/p>\n<p>&#8220;Ei, l\u00e1 em cima.&#8221; &#8211; Um dos seguran\u00e7as internos chama a aten\u00e7\u00e3o dos outros para o local de onde o som teria se originado.<\/p>\n<p>&#8220;\u00c9 o Razzor!!!&#8221; &#8211; Todos as pessoas dentro do galp\u00e3o olham para a face de Razzor, que agora estava completamente exposto.<\/p>\n<p>&#8220;Malditos, agora eu estou em grandes apuros, talvez se eu lan\u00e7ar uma granada s\u00f4nica e pular em cima de um daqueles tubos, eu tenha uma vantagem e consiga abater um dos seguran\u00e7as. Tomara que os refor\u00e7os estejam a\u00ed em frente me esperando.&#8221; &#8211; O plano de Razzor era ousado, mas era a \u00faltima chance de escapar da situa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>&#8220;N\u00f3s nos rendemos.&#8221; &#8211; O grito, em coro, vindo dos funcion\u00e1rios e seguran\u00e7as, supreendeu Razzor. Ele voltou para e entrada principal e prendeu todos. Logo ap\u00f3s as pris\u00f5es, o refor\u00e7o chegou.<\/p>\n<p>Razzor est\u00e1 cada vez mais entediado com sua fun\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<hr \/>\n<p><strong>Adhemar e a covardia intermitente.<\/strong><\/p>\n<p><em>&#8220;Pois bem. Eu deveria ter uma resposta mec\u00e2nica. Algo que me livraria das press\u00f5es tenebrosas da sociedade consumista. Acontece que eu sou muito mais que isso. Voc\u00ea \u00e9 um produto intr\u00ednseco da inseguran\u00e7a social, pontuada fortemente por ilus\u00f5es doentias de perfei\u00e7\u00e3o superior incutidas por seres pat\u00e9ticos que n\u00e3o podem, de forma alguma, apreciar o resultado de sua tirania. A minha opini\u00e3o nesse aspecto \u00e9 t\u00e3o in\u00fatil quanto necess\u00e1ria, seria eu capaz, de em um gesto de sinceridade ser capaz de reverter tamanha podrid\u00e3o psicossocial? N\u00e3o, creio que n\u00e3o.&#8221;<\/em><\/p>\n<p>Adhemar, eu t\u00f4 gorda ou n\u00e3o ? RESPONDE!!!<\/p>\n<hr \/>\n<p><strong>Adhemar e o absoluto inconceb\u00edvel.<\/strong><\/p>\n<p><em>&#8220;Posso responder a sua pergunta de duas formas distintas:<\/p>\n<p>Revelando meus mais secretos pensamentos sobre aspectos complexos de minha psique, meus desejos e minhas inseguran\u00e7as. Mostrando, de uma vez por todas, toda a dificuldade que tenho de conviver numa sociedade castradora e f\u00fatil, sendo incapaz de dar vaz\u00e3o aos meus inconceb\u00edveis pontos de vista, do meu desgosto pela ilus\u00e3o de felicidade instant\u00e2nea provocada por mentiras valiosas demais.<\/p>\n<p>Ou, expondo minha m\u00e1scara social, sorrindo e acenando para pessoas que de forma alguma me interessam. Abafando os gritos mais primais do meu ser, para, de uma forma absolutamente pretensiosa, manter minhas escassas chances de intera\u00e7\u00e3o com um mundo sujo e deprimente.&#8221;<\/em><\/p>\n<p>Porra, Adhemar! Eu s\u00f3 perguntei se estava tudo bem&#8230;<\/p>\n<hr \/>\n<p><strong>Adhemar e a ret\u00f3rica inigual\u00e1vel.<\/strong><\/p>\n<p><em>&#8220;Veja bem, minha cara, por algum motivo inconceb\u00edvel em minhas faculdades elucubrativas, delibera sobre a culpa de minha pessoa baseado apenas em suposi\u00e7\u00f5es insustent\u00e1veis em qualquer uma das faculdades psicol\u00f3gicas conhecidas, pela total e completa impossibilidade de responder \u00e0s quest\u00f5es primordiais da nossa pr\u00f3pria natureza. Pois bem, te digo que o simples ato de tentar destrinchar tamanha impropriedade \u00e9 condi\u00e7\u00e3o primordial para a nega\u00e7\u00e3o da alega\u00e7\u00e3o sobre criminalidade presum\u00edvel. Minha resposta depende ent\u00e3o de todas as respostas poss\u00edveis anteriormente, chegando ao absurdo de tentar trazer um pouco de luz \u00e0 uma quest\u00e3o obrigatoriamente obscura.&#8221;<\/em><\/p>\n<p>Adhemar, eu n\u00e3o entendi nada! A toalha em cima da cama \u00e9 sua ou n\u00e3o?<\/p>\n<hr \/>\n<p><strong>O melhor filme porn\u00f4 do mundo. <\/strong><\/p>\n<p>T\u00edtulo: Zumbis L\u00e9sbicas do Espa\u00e7o. (Or.: Space Zombie Lesbians)<br \/>\nSinopse: Estamos no ano de 2439, na esta\u00e7\u00e3o espacial X-881, orbitando o a Lua Europa, de J\u00fapiter. Capitaneando a tripula\u00e7\u00e3o est\u00e1 a Tenente Julie Marx, acompanhada de mais quatro cientistas numa miss\u00e3o altamente secreta. Todas as tripulantes s\u00e3o mulheres, e todas est\u00e3o sedentas por sexo. A divers\u00e3o corre solta at\u00e9 um acidente na c\u00e2mara de conten\u00e7\u00e3o bioqu\u00edmica, que prende todas, menos Julie, dentro de um ambiente de alto risco de contamina\u00e7\u00e3o. O que acontece a partir dali p\u00f5e em risco a seguran\u00e7a da humanidade como um todo. Julie tem que fazer alguma coisa para reverter a situa\u00e7\u00e3o, e vai usar as suas melhores armas.<br \/>\nDura\u00e7\u00e3o: 96 minutos<\/p>\n<hr \/>\n<p><strong>Sociabilidade.<\/strong><\/p>\n<p>Raul era uma rapaz adorado por todos. Realmente, vi poucas pessoas nessa vida que agradassem tanto quanto o rapaz. Vivia rodeado de amigos, nunca teve dificuldades em arranjar namoradas, costumava ser se n\u00e3o o melhor, um dos melhores em todas as atividades sociais que se prestava. Essa situa\u00e7\u00e3o era mais do que comum para Raul, na verdade, ele j\u00e1 havia aceitado de cora\u00e7\u00e3o sua habilidade no trato social. Era muit\u00edssimo bem tratado, nunca se envolveu em uma briga.<\/p>\n<p>Tudo isso come\u00e7a a mudar numa manh\u00e3 de segunda-feira. J\u00e1 n\u00e3o bastasse o stress comum derivado desse dia, Raul percebeu que as pessoas come\u00e7aram a trat\u00e1-lo de forma diferente. Claro, continuavam cordiais, mas ele sabia muito bem que isso era estranho. Quem se acostuma com &#8220;excepcional&#8221; n\u00e3o v\u00ea &#8220;bom&#8221; com os mesmos olhos de uma pessoa comum. Ele fica confuso, mas acredita que tenha sido apenas impress\u00e3o dele, ou um lapso geral. De qualquer forma, ele continua suas atividades sociais comuns. Trabalha, vai para a faculdade, emenda um barzinho&#8230; Um dia comum.<\/p>\n<p>No dia seguinte, Raul percebe que seus amigos est\u00e3o ainda mais frios que no dia anterior. N\u00e3o que isso seja excessivamente ruim, ele \u00e9 capaz de se tornar mais produtivo n\u00e3o sendo o centro das aten\u00e7\u00f5es, como sempre. Volta direto para casa dessa vez. Quarta-feira. Raul n\u00e3o conseguiu dormir muito bem, imaginando o que poderia ter acontecido. Mas ele sabe que sua atitude positiva tinha sido o que o colocara t\u00e3o bem aos olhos alheios, e por isso, ele sorri e segue para o trabalho. Chegando l\u00e1, ele encontra seus colegas conversando sobre como o happy-hour tinha sido divertido no dia anterior. Confuso, pois n\u00e3o havia participado, Raul pergunta o porqu\u00ea de n\u00e3o ter sido convidado. Depois de ouvir uma desculpa claramente esfarrapada envolvendo a dificuldade de entrar em contato com ele, resolve relevar e voltar para sua mesa. N\u00e3o diz uma palavra durante o dia.<\/p>\n<p>Vai para a faculdade, e seus amigos de l\u00e1 continuam o tratamento. Ele se sente isolado, pela primeira vez em sua vida. Volta pra casa e chora por algumas horas, sozinho. Na quinta-feira, Raul sai de casa com um sorriso estranho no rosto. Chega em seu emprego com uma hora de anteced\u00eancia, tranca-se no banheiro. L\u00e1, fica por algumas horas. Seu celular toca algumas vezes, e ele v\u00ea que o n\u00famero \u00e9 da secret\u00e1ria de seu chefe. Claro, para cobrar atrasos, querem falar com ele&#8230;<\/p>\n<p>Saindo do mict\u00f3rio, se depara com um dia comum de trabalho. As pessoas come\u00e7am a gritar, correr, os mais fracos s\u00e3o jogados ao ch\u00e3o e pisoteados. Alguns se ajoelham e come\u00e7am a rezar. V\u00edtimas f\u00e1ceis. Raul come\u00e7a a descarregar sua arma com uma f\u00faria impressionante. Ele conta mais de dez corpos ca\u00eddos no ch\u00e3o, e sabe que ainda tem mais tr\u00eas pentes de muni\u00e7\u00e3o. Os seguran\u00e7as se aproximam, mas s\u00e3o recha\u00e7ados pelos disparos constantes de sua arma. Ele sente o cheiro da p\u00f3lvora impregnando suas narinas, dilatadas pela descarga de adrenalina, que agora faz seu cora\u00e7\u00e3o pulsar como nunca. A sensa\u00e7\u00e3o \u00e9 incr\u00edvel. Para coroar um momento t\u00e3o especial, Raul aponta a pistola para a pr\u00f3pria testa, e se prepara para completar seu plano. Mas \u00e9 surpreendido por um grito em coro:<\/p>\n<p>&#8220;SUURRRPRESAAAAA!!!&#8221;<\/p>\n<p>Bexigas come\u00e7am a voar pela sala, pessoas vestidas com chap\u00e9us de festa riem e dan\u00e7am ao som de uma m\u00fasica que come\u00e7ara a tocar naquele momento. Raul fica est\u00e1tico. Todos que estavam ca\u00eddos no ch\u00e3o levantam e batem palmas. A faixa desenrolada pelos amigos continha a inscri\u00e7\u00e3o: &#8220;Voc\u00ea foi promovido!&#8221; Um de seus melhores amigos toca o ombro de Raul e diz que as balas eram de festim. E que tudo isso estava armado faz tempo pelo seu chefe. Eles tiveram at\u00e9 o cuidado de avisar os amigos de faculdade dele sobre a arma\u00e7\u00e3o. Um plano perfeito.<\/p>\n<p>Raul pergunta como eles sabiam que ele teria exatamente essa rea\u00e7\u00e3o. \u00c9 prontamente respondido pelo seu chefe de departamento, que acabara de se aproximar:<\/p>\n<p>&#8220;Simples, Raul, voc\u00ea \u00e9 um psicopata. A psic\u00f3loga da empresa j\u00e1 tinha me avisado faz tempo.&#8221;<\/p>\n<p>Ele n\u00e3o entende&#8230; pergunta por que ele estava sendo promovido ao inv\u00e9s de demitido. Novamente, recebe a resposta prontamente:<\/p>\n<p>&#8220;Promovido? Voc\u00ea vai ser preso! \u00c9 que eu n\u00e3o resisto \u00e0 uma piada&#8230; Seguran\u00e7a, pode levar!&#8221;<\/p>\n<p>Raul passou 16 anos na cadeia.<br \/>\nE foi o detento mais popular da cela.<\/p>\n<p>Moral da hist\u00f3ria: &#8220;Tudo pode ser uma festa!&#8221;<\/p>\n<hr \/>\n<p><strong>Assunto: Relat\u00f3rio Mensal<\/strong><\/p>\n<p>Boa tarde, Sr. Almeida.<\/p>\n<p>Venho por meio deste relat\u00f3rio informar que a filial est\u00e1 com \u00f3timos resultados esse m\u00eas. Decidimos mudar o neg\u00f3cio da empresa, pois percebemos que havia uma excelente oportunidade de lucros na nossa regi\u00e3o.<\/p>\n<p>Eu sei que somos uma livraria evang\u00e9lica, e que o nome &#8220;Paz Divina&#8221; pouco tem a ver com o mercado de pornografia bizarra. Mas \u00e9 justamente esse nome que deixa os clientes mais \u00e0 vontade para entrar nas depend\u00eancias da loja sem serem julgados por pessoas preconceituosas. Sem contar que enviar pacotes com essa logomarca nos ajudou a aumentar as vendas pela internet em 80% esse m\u00eas.<\/p>\n<p>Resolvemos fazer algumas altera\u00e7\u00f5es no uniforme dos funcion\u00e1rios, agora eles vestem roupas de l\u00e1tex, e com mais mobilidade, v\u00eam fazendo os clientes muito mais satisfeitos.<\/p>\n<p>Falando em funcion\u00e1rios, sua filha de 15 anos finalmente demonstrou interesse pelo trabalho, como o senhor nos pediu ao envi\u00e1-la aqui para aprender o valor do dinheiro. Mandamos ela para a Holanda anteontem, onde ela pode estrelar filmes adultos sem se preocupar com entraves legais. Se o senhor quiser, mandaremos uma c\u00f3pia de &#8220;Meu cachorro safado 3&#8221;, onde ela dever\u00e1 fazer uma ponta.<\/p>\n<p>Com esse dinheiro extra oriundo dos lucros, vamos lan\u00e7ar uma grande campanha publicit\u00e1ria na cidade. Pensamos em v\u00e1rios outdoors com fotos de nossos produtos e a frase: &#8220;Paz Divina: Libere seus dem\u00f4nios&#8221;.<\/p>\n<p>Espero que o senhor esteja fazendo uma boa viagem, e espero que quando volte, daqui a tr\u00eas meses, tenha tanto orgulho dessa empresa como n\u00f3s.<\/p>\n<p>Que voc\u00ea goze de muita f\u00e9.<br \/>\nMarcos &#8220;Fistfucking&#8221; da Silva.<\/p>\n<hr \/>\n<p class=\"uk-background-muted uk-padding\">Para dizer que est\u00e1 muito feliz pela Sally estar voltando: <a href=\"mailto:somir@desfavor.com\">somir@desfavor.com<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Em minha defesa, a Sally tamb\u00e9m j\u00e1 usou essa coluna uma ou duas vezes&#8230; vejam a seguir textos totalmente excelentes do meu&#8230; primeiro n\u00e3o porque tive mais uns 10 antes, o \u00fanico cujo eu ainda tenho material dispon\u00edvel, o PopFashionBlackHole. Sim, tem que escrever o nome assim. 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