{"id":2372,"date":"2012-04-30T04:57:05","date_gmt":"2012-04-30T07:57:05","guid":{"rendered":"http:\/\/www.desfavor.com\/blog\/?p=2372"},"modified":"2025-12-01T18:01:58","modified_gmt":"2025-12-01T21:01:58","slug":"ele-disse-ela-disse-meu-bem-meus-bens","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.desfavor.com\/blog\/2012\/04\/ele-disse-ela-disse-meu-bem-meus-bens\/","title":{"rendered":"Ele disse, ela disse: Meu bem, meus bens."},"content":{"rendered":"<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-2373\" title=\"eded_separacaobens\" src=\"https:\/\/www.desfavor.com\/blog\/wp-content\/uploads\/2012\/04\/eded_separacaobens.jpg\" alt=\"\" width=\"600\" height=\"300\" srcset=\"https:\/\/www.desfavor.com\/blog\/wp-content\/uploads\/2012\/04\/eded_separacaobens.jpg 600w, https:\/\/www.desfavor.com\/blog\/wp-content\/uploads\/2012\/04\/eded_separacaobens-300x150.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 600px) 100vw, 600px\" \/><\/p>\n<p>Com o n\u00famero de div\u00f3rcios crescendo a cada dia que passa, uma &#8220;estrat\u00e9gia de sa\u00edda&#8221; passa a ser mais e mais valiosa para qualquer casal planejando juntar seus trapos. Sally e Somir demonstram sua sintonia matrimonial conseguindo discordar at\u00e9 mesmo sobre o regime de divis\u00e3o de bens. Ele defende a separa\u00e7\u00e3o total, ela a parcial.<\/p>\n<p><strong><span style=\"color: #cc0000;\">Tem de hoje:<\/span> Qual \u00e9 o regime de separa\u00e7\u00e3o de bens mais justo?<!--more--><\/strong><\/p>\n<h1>SOMIR<\/h1>\n<p>Total. Tenho horror a esse lance &#8220;Brangelina&#8221; de tratar casal como uma am\u00e1lgama de duas pessoas. Claro que um casamento presume uni\u00e3o, mas n\u00e3o se pode esquecer que s\u00e3o duas pessoas diferentes. S\u00e3o duas vidas que se encontraram em certo ponto, e nada garante que n\u00e3o v\u00e3o se separar num ponto futuro.<\/p>\n<p>No regime de separa\u00e7\u00e3o total de bens, n\u00e3o existe bem do casal. Ou \u00e9 de um, ou \u00e9 de outro, sem dividir s\u00f3 porque a pessoa estava casada quando comprou. Se n\u00e3o tascou o nome na certid\u00e3o ou recibo, azar. \u00c9 um modelo que pune quem entrega todo o poder para a outra parte ao mesmo tempo que recompensa quem entende que a vida n\u00e3o para e nada \u00e9 para sempre.<\/p>\n<p>Eu sei, parece e \u00e9 meio &#8220;lei da selva&#8221;, mas \u00e9 o sistema mais justo porque n\u00e3o limpa a bunda de quem n\u00e3o aprendeu a se manter limpo. Antes mesmo de falar de exemplos de como comunh\u00e3o comunista&#8230; opa, parcial&#8230; de bens pode gerar injusti\u00e7as das grandes, j\u00e1 d\u00e1 para trabalhar s\u00f3 com o lado ideol\u00f3gico de fazer as pessoas prestarem aten\u00e7\u00e3o no patrim\u00f4nio que est\u00e3o adquirindo e aprenderem a proteger seus interesses.<\/p>\n<p>Casamentos, casamentos, neg\u00f3cios \u00e0 parte. Um casal pode viver um relacionamento muito saud\u00e1vel sem essas chatices de contas conjuntas e &#8220;tudo o que \u00e9 seu \u00e9 meu&#8221;. Casamento s\u00f3 \u00e9 neg\u00f3cio MESMO se voc\u00ea precisa de um apoio externo para fazer sua pr\u00f3pria vida, \u00e0 l\u00e1 &#8220;sai da casa do papai para a casa do marido&#8221;. Gente capaz que escolhe n\u00e3o casar acaba chegando num patamar de vida maior que os casados, at\u00e9 porque a chance de filhos diminui. O casamento tem seus benef\u00edcios financeiros, mas n\u00e3o \u00e9 garantia de melhora de vida por si s\u00f3. SPOILER: Ela gasta muito mais que voc\u00ea para viver num padr\u00e3o de vida aparentemente id\u00eantico.<\/p>\n<p>Se quando chega a hora do div\u00f3rcio o casal demonstra que tomou conta das finan\u00e7as e garantiu o patrim\u00f4nio de cada um, cada um pega o seu bon\u00e9 e problema resolvido. \u00c9 mais justo confirmar no div\u00f3rcio o modo como o casal geriu seu patrim\u00f4nio.<\/p>\n<p>Comunh\u00e3o parcial pega a situa\u00e7\u00e3o que um casal desenvolveu por anos e reduz tudo a um &#8220;metade pra c\u00e1, metade pra l\u00e1&#8221;. Meritocracia zero! Se estiv\u00e9ssemos falando de algumas d\u00e9cadas atr\u00e1s, seria mais razo\u00e1vel considerar que uma esposa, mesmo querendo participar da posse do patrim\u00f4nio, havia sido impedida pelo marido e\/ou sociedade. Mas o tempo passa&#8230; Se nos dias atuais levar uma volta dessas e acabar sem nada no seu nome depois de anos de casamento, \u00e9 porque n\u00e3o se importou ou efetivamente n\u00e3o contribuiu tanto assim.<\/p>\n<p>\u00c9 bonitinho falar que a abnega\u00e7\u00e3o dom\u00e9stica de uma Am\u00e9lia da vida contribui para o sucesso do marido, mas porra, sejamos realistas: Quanto recebe uma empregada? Dom\u00e9sticas s\u00e3o contratadas para gerenciar grandes empresas? N\u00e3o \u00e9 fazer pouco do trabalho da pessoa, \u00e9 perceber que vivemos numa sociedade onde a remunera\u00e7\u00e3o financeira do trabalho dom\u00e9stico n\u00e3o \u00e9 nem um pouco impressionante.<\/p>\n<p>Uma pessoa que abdica de trabalhar por conta pr\u00f3pria (nem sempre \u00e9 devo\u00e7\u00e3o ao companheiro, \u00e0s vezes \u00e9 acomoda\u00e7\u00e3o ou &#8220;diproma&#8221; mesmo&#8230;) para ser a &#8220;grande mulher por tr\u00e1s de um homem&#8221; e se resume a funcionar como uma empregada que faz sexo com o patr\u00e3o poderia ser substitu\u00edda por um modelo mais novo sem impactar na capacidade de ac\u00famulo de riquezas do marido.<\/p>\n<p>Atribuir ao relacionamento o patrim\u00f4nio alcan\u00e7ado \u00e9 superestimar o impacto financeiro de uma fun\u00e7\u00e3o que efetivamente n\u00e3o gera essa riqueza. Mas n\u00e3o fiquemos neste exemplo de mil novecentos e guaran\u00e1 de rolha, vamos considerar um casal moderno, onde ambos trabalham.<\/p>\n<p>Alguns trabalhos rendem mais, outros s\u00e3o mais requisitados. Se o marido era CEO de uma grande empresa e a esposa vendia cosm\u00e9ticos no condom\u00ednio uma vez por semana, n\u00e3o \u00e9 razo\u00e1vel dizer que a mans\u00e3o do casal n\u00e3o existiria se fosse s\u00f3 o trabalho dela? Dividir meio a meio seria beneficiar quem menos trabalhou e menos se preparou para ter esse patrim\u00f4nio. Isso \u00e9 justo como? Em troca do padr\u00e3o de vida, o relacionamento. Mas se o relacionamento acaba&#8230;<\/p>\n<p>A vida n\u00e3o \u00e9 t\u00e3o simples como &#8220;casamento \u00e9 meio a meio&#8221;. Tem gente que investe mais emocionalmente, tem gente que investe mais tempo, tem gente que investe mais dinheiro. E tem quem torre dinheiro com bobagens, investimentos errados e todo o tipo de coisa que n\u00e3o deixa patrim\u00f4nio (ou que perde muito valor com o tempo). A composi\u00e7\u00e3o dos bens conjuntos pode ser basicamente o que um dos dois conseguiu salvar das garras do outro. \u00c9 justo dividir ainda mais isso?<\/p>\n<p>E n\u00e3o vamos nos esquecer de gente que simplesmente resolve se separar para pegar metade do dinheiro do c\u00f4njuge e torrar com amantes interesseiros. Imagina algu\u00e9m levar chifre, perder a pessoa que julgava ser seu par&#8230; e ainda por cima ver seu trabalho pilhado no processo?<\/p>\n<p>E como definir se o bem comprado durante o casamento foi realmente um esfor\u00e7o coletivo? Uma composi\u00e7\u00e3o REAL de 100% de dinheiro de um, que j\u00e1 estava guardado, vira 50% s\u00f3 por causa do casamento. E quem se prepara a vida toda para uma oportunidade e calha de alcan\u00e7\u00e1-la depois de casado? Como garantir que o matrim\u00f4nio influenciou?<\/p>\n<p>A quest\u00e3o aqui \u00e9 que comunh\u00e3o parcial ignora as in\u00fameras possibilidade da composi\u00e7\u00e3o do patrim\u00f4nio a ser dividido. E pode premiar quem nunca sequer se interessou por contribuir nesse sentido. Apoio emocional e dedica\u00e7\u00e3o pessoal contam? Claro. Mas isso n\u00e3o \u00e9 nenhuma garantia de fazer dinheiro. Muita gente feliz e bem casada passa apertada no final do m\u00eas&#8230;<\/p>\n<p>As pessoas tem que ser incentivadas a prestar aten\u00e7\u00e3o na pr\u00f3pria vida e compreender o valor de suas contribui\u00e7\u00f5es. Isso \u00e9 bem mais justo.<\/p>\n<h3>Para perguntar quem fica com os leitores se eu e Sally nos separarmos, para se ofender por eu dizer que lavar lou\u00e7a n\u00e3o compra mans\u00f5es, para dizer que o texto da Sally \u00e9 do ba\u00fa!: <a href=\"mailto:somir@desfavor.com\">somir@desfavor.com<\/a><\/h3>\n<h1>SALLY<\/h1>\n<p>Aten\u00e7\u00e3o para a pergunta: qual \u00e9 o regime de bens mais justo? N\u00e3o perguntei qual \u00e9 o que voc\u00ea mais gosta, qual foi o que voc\u00ea escolheu ou qual \u00e9 o que voc\u00ea queria ter escolhido. Vamos parar com essa merda de EU, EU, EU&#8230; Aqui falamos de uma hip\u00f3tese em abstrato. Em um casamento decente, com pessoas que se gostam e se respeitam, qual seria o regime jur\u00eddico mais justo? Comunh\u00e3o parcial de bens!<\/p>\n<p>Na comunh\u00e3o parcial de bens, os bens que cada um tinha antes do relacionamento continuam sendo de cada um, mas os bens adquiridos depois s\u00e3o de ambos, n\u00e3o importa no nome de quem estejam. Isto porque se presume que duas pessoas casadas se empenham em conjunto para obter um bem. N\u00e3o que necessariamente ambos contribuam em dinheiro, mas contribuem como podem. Cada vez que uma mulher cozinha uma marmita e d\u00e1 para o marido levar para o trabalho, para que este n\u00e3o gaste dinheiro com almo\u00e7o na rua, ela est\u00e1 contribuindo para que no final do m\u00eas ele possa pagar a presta\u00e7\u00e3o do apartamento. Conta o esfor\u00e7o, n\u00e3o apenas o sal\u00e1rio de cada um.<\/p>\n<p>\u201cMas Sally, tem mulher que n\u00e3o faz nada, s\u00f3 gasta o dinheiro do marido e no final quer ficar com metade de tudo!\u201d. Sim, Meu Querido, tem de tudo no mundo. Tem gente que come coc\u00f4, tem gente que vota no Tiririca e tem gente que \u00e9 acomodada e interesseira. No caso, o ideal seria n\u00e3o casar com essa mulher que n\u00e3o faz nada e s\u00f3 gasta.<\/p>\n<p>A regra geral \u00e9: em um casamento h\u00e1 m\u00fatua assist\u00eancia, ambos se ajudam, se n\u00e3o com dinheiro, com apoio, conselhos e cumplicidade. A regra geral \u00e9 essa, se houver uma exce\u00e7\u00e3o, busca-se uma solu\u00e7\u00e3o excepcional. Se a pessoa casou com uma mulher que n\u00e3o a ajuda em nada, sinceramente, foda-se. Quem mandou escolher mal e continuar casado com uma pessoa assim? N\u00e3o \u00e9 por isso que vamos cometer uma injusti\u00e7a com todas as outras mulheres do mundo, n\u00e9?<\/p>\n<p>Cada vez que um homem chega em casa de cabe\u00e7a quente dizendo que vai dar uma porrada no seu chefe e uma mulher escuta seu desabafo, o acalma e o aconselha sobre como conduzir a situa\u00e7\u00e3o, ela est\u00e1 contribuindo com as finan\u00e7as do casal. Cada vez que uma mulher arruma uma casa, lava roupa, cozinha e etc, ela est\u00e1 contribuindo com as finan\u00e7as do casal, j\u00e1 que se ela n\u00e3o o fizesse seria necess\u00e1rio pagar para que algu\u00e9m o fa\u00e7a. Cada vez que uma mulher d\u00e1 uma ideia ou uma sugest\u00e3o profissional ao seu marido ela contribui para a aquisi\u00e7\u00e3o de bens.<\/p>\n<p>N\u00e3o me entendam mal, eu sou f\u00e3 da separa\u00e7\u00e3o total de bens. Facilita as coisas: o que \u00e9 de cada um \u00e9 de cada um, n\u00e3o tem pol\u00eamica, n\u00e3o tem disputa, n\u00e3o tem barraco no div\u00f3rcio. Mas n\u00e3o \u00e9 o meio mais justo, \u00e9 apenas o meio mais pr\u00e1tico. A grande injusti\u00e7a da separa\u00e7\u00e3o total de bens \u00e9 que quase nunca o propriet\u00e1rio oficial adquiriu aquele bem sem aux\u00edlio do parceiro, s\u00f3 \u00e9 justo em situa\u00e7\u00f5es excepcionais de pessoas muito ricas. N\u00f3s, reles mortais somos injusti\u00e7ados.<\/p>\n<p>Um exemplo: muitas vezes o parceiro chegou at\u00e9 a contribuir com dinheiro, ainda que indiretamente: Esposa paga sozinha as contas da casa que normalmente s\u00e3o divididas porque naqueles meses o marido teve poucos clientes e n\u00e3o conseguiu arcar com o financiamento do carro e as contas, ou seja, ela contribuiu financeiramente para que fosse vi\u00e1vel adquirir aquele bem, mas no fim das contas o carro fica s\u00f3 no nome dele.<\/p>\n<p>Ao casar com separa\u00e7\u00e3o total de bens se despreza todo esse esfor\u00e7o em conjunto, todo o apoio financeiro e moral recebido por anos e todos os malabarismos feitos para que a aquisi\u00e7\u00e3o daquele bem fosse poss\u00edvel. \u00c9 uma propriedade falsa, que n\u00e3o retrata a realidade da aquisi\u00e7\u00e3o daquele bem e certamente n\u00e3o faz justi\u00e7a. Foda-se se o marido s\u00f3 comprou o apartamento porque o sogro emprestou o dinheiro e a mulher fez marmita para ele durante 15 anos, se ele quiser pode dar um chute na mulher e colocar a secret\u00e1ria, 30 anos mais nova, neste mesmo apartamento que o pai dela ajudou a pagar.<\/p>\n<p>\u00c9 uma vis\u00e3o muito limitada: \u00e9 propriet\u00e1rio aquele que consta na documenta\u00e7\u00e3o. N\u00e3o! Tem que atentar para como o bem foi adquirido. Muitas vezes a outra pessoa tamb\u00e9m pagou por ele, de forma direta ou indireta. E se no meio do caminho o marido perdeu o emprego e a mulher ficou um ano bancando todas as despesas da casa e pagando a presta\u00e7\u00e3o do carro at\u00e9 ele arrumar um novo emprego, \u00e9 justo que no final das contas ele seja o propriet\u00e1rio? N\u00e3o me parece justo. Me parece pr\u00e1tico, me parece eficiente e eu at\u00e9 casaria em separa\u00e7\u00e3o total de bens dependendo do caso, mas justo n\u00e3o \u00e9.<\/p>\n<p>E falo em favor da mulher porque geralmente s\u00e3o elas que saem prejudicadas, mas o inverso tamb\u00e9m \u00e9 admiss\u00edvel. Vale tanto para homens como para mulheres. Geralmente as pessoas s\u00e3o mais fortes (no sentido amplo) quando est\u00e3o em casal, em um relacionamento bem sucedido. Todos se beneficiam. O investimento m\u00fatuo \u00e9 tanto que o dinheiro passa a ser do casal, e n\u00e3o de um ou de outro. N\u00e3o \u00e9 a toa que hoje em dia esse \u00e9 o regime considerado como regra pela lei. Se as pessoas n\u00e3o estipulam o contr\u00e1rio, o casamento \u00e9 celebrado em comunh\u00e3o parcial de bens.<\/p>\n<p>Essa coisa de contar at\u00e9 a \u00faltima moedinha e ficar de mesquinharia com \u201cIsto \u00e9 MEU porque est\u00e1 em MEU nome\u201d \u00e9 coisa de gente babaca. At\u00e9 porque, vamos combinar, hoje em dia poucas pessoas podem comprar um bem de grande porte sozinhas, geralmente despesas grandes s\u00f3 se tornam vi\u00e1veis (ou ao menos se tornam mais f\u00e1ceis) quando feitas em casal. Eu n\u00e3o esperava outra postura do Somir, ego\u00edsta\/individualista\/egoc\u00eantrico master, mas de voc\u00eas eu espero.<\/p>\n<h3>Para cagar pela boca e dizer que eu sou interesseira, para dizer que o regime ideal \u00e9 comunh\u00e3o para os bens do seu parceiro e separa\u00e7\u00e3o para os seus bens ou ainda para dizer que bom mesmo \u00e9 n\u00e3o casar: <a href=\"mailto:sally@desfavor.com\">sally@desfavor.com<\/a><\/h3>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Com o n\u00famero de div\u00f3rcios crescendo a cada dia que passa, uma &#8220;estrat\u00e9gia de sa\u00edda&#8221; passa a ser mais e mais valiosa para qualquer casal planejando juntar seus trapos. 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