{"id":713,"date":"2010-12-20T06:00:00","date_gmt":"2010-12-20T08:00:00","guid":{"rendered":"http:\/\/www.desfavor.com\/blog\/?p=713"},"modified":"2025-12-08T12:27:06","modified_gmt":"2025-12-08T15:27:06","slug":"ele-disse-ela-disse-criando-problemas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.desfavor.com\/blog\/2010\/12\/ele-disse-ela-disse-criando-problemas\/","title":{"rendered":"Ele disse, ela disse: Criando problemas."},"content":{"rendered":"<p><img decoding=\"async\" class=\"titleimg\" src=\"http:\/\/i363.photobucket.com\/albums\/oo74\/desfavor\/img\/eded_criandoprob.jpg\" alt=\"Sem pedigree.\" \/>Baixou a Supernanny mais uma vez aqui no desfavor. Em mais uma discuss\u00e3o sobre cria\u00e7\u00e3o de filhos por duas pessoas sem filhos, Sally e Somir discordam sobre qual g\u00eanero d\u00e1 mais dor de cabe\u00e7a para os pais enquanto se desenvolve.<\/p>\n<p>Como sempre, voc\u00ea pode criar caso nos coment\u00e1rios.<\/p>\n<p>Tema de hoje: Quais os filhos que d\u00e3o mais trabalho, meninos ou meninas?<\/p>\n<h1>SOMIR<\/h1>\n<p>Ponto para as meeeeniiiinaaaas! Mulher \u00e9 um bicho mais complicado, para o bem e para o mal. E esse admir\u00e1vel mundo novo de equipara\u00e7\u00e3o social entre homens e mulheres, se justo por um lado, por outro s\u00f3 faz mais complexa a vida feminina.<\/p>\n<p>E n\u00e3o podemos nos esquecer que criam-se filhos para o mundo.<\/p>\n<p>Criar uma menina no passado era uma &#8220;receita de bolo&#8221;: Preparava-se a garota para desempenhar o papel de esposa e m\u00e3e e estava tudo certo. Talvez n\u00e3o para elas em espec\u00edfico, mas para o mundo que as aguardava&#8230; Grande parte do trabalho era &#8220;limitar&#8221; o desenvolvimento intelectual dela no limite do poss\u00edvel para que aceitassem seu papel sem reclama\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>J\u00e1 um garoto tinha que aprender a se virar sozinho e ser capaz de prover para sua esposa e filhos. Cria\u00e7\u00e3o baseada em estabilidade e busca de poder.<\/p>\n<p>Naqueles tempos, um menino deveria se espalhar pelos campos feito uma erva daninha, uma menina deveria ser podada cuidadosamente como uma bela flor.<\/p>\n<p>Mas esses tempos de analogias viadinhas est\u00e1 no passado! Sejam bem-vindos ao s\u00e9culo XXI. Mais precisamente, \u00e0 Era da Comunica\u00e7\u00e3o. Hoje em dia, numa compara\u00e7\u00e3o bem menos po\u00e9tica que a anterior, um menino \u00e9 um foguete e uma menina \u00e9 um ca\u00e7a super-s\u00f4nico. Ambos conseguem alcan\u00e7ar velocidades impressionantes, mas \u00e9 mais &#8220;simples&#8221; lan\u00e7ar um foguete. Um foguete dispara e segue sua trajet\u00f3ria enquanto aguentar, um ca\u00e7a j\u00e1 precisa de manuten\u00e7\u00e3o e principalmente de um bom piloto, mas pode tra\u00e7ar caminhos menos \u00f3bvios.<\/p>\n<p>N\u00e3o se amarra mais uma menina ao p\u00e9-da-cama at\u00e9 ela desistir de seus objetivos. As pessoas falam, os exemplos de mulheres vitoriosas proliferam; textos, imagens e sons inundam a mente de qualquer um que cres\u00e7a nesses tempos, criando uma esp\u00e9cie de poder paralelo ao dos pais dessa crian\u00e7a.<\/p>\n<p>E isso, caros desfavores, faz toda a diferen\u00e7a. A cria\u00e7\u00e3o masculina lida com situa\u00e7\u00f5es parecidas h\u00e1 s\u00e9culos, a feminina virou de ponta-cabe\u00e7a.<\/p>\n<p>Tudo bem que n\u00e3o temos mais tantos homens sendo criados para depender de uma &#8220;mulher-empregada&#8221;, tudo bem que ser frescurento e emotivo \u00e9 visto como qualidade, mas n\u00e3o \u00e9 como se tivessem mudado muito a l\u00f3gica das coisas: &#8220;Aprenda a se virar depois de fazer merda, porque voc\u00ea VAI precisar.&#8221;<\/p>\n<p>Cuidar de um menino \u00e9 basicamente controlar seus impulsos destrutivos (tudo bem que esses impulsos s\u00e3o o motivo da evolu\u00e7\u00e3o tecnol\u00f3gica humana, mas&#8230;) e botar um pouco de ordem no caos. Reconhe\u00e7o que um homem vai se arriscar muito mais por natureza, mas o risco de acidentes n\u00e3o \u00e9 resultado direto de quanto trabalho se teve criando-o, e sim um reflexo natural da mente masculina. Nem uma cria\u00e7\u00e3o PERFEITA vai fazer com que ele evite tanto as situa\u00e7\u00f5es de risco como uma mulher.<\/p>\n<p>E, pasmem, s\u00e3o essas situa\u00e7\u00f5es de risco e comportamento ca\u00f3tico que FACILITAM a cria\u00e7\u00e3o de um menino. Seus problemas s\u00e3o vis\u00edveis, t\u00e1teis. O que \u00e9 mais simples: Lidar com um moleque que brigou at\u00e9 ficar com o olho roxo na escola (&#8220;s\u00f3 ganha sorvete se tiver batido mais que apanhado&#8221;) ou com uma menina em crise existencial porque &#8220;suas amigas s\u00e3o muito falsas&#8221;? (wat)<\/p>\n<p>A complexidade dos problemas femininos \u00e9 diretamente proporcional \u00e0 complexidade de suas intera\u00e7\u00f5es sociais. E o mundo que as recolhia \u00e0 insignific\u00e2ncia de n\u00e3o ter escolhas ficou para tr\u00e1s. S\u00f3 \u00e9 mais f\u00e1cil criar uma menina se voc\u00ea n\u00e3o estiver nem a\u00ed para o resultado.<\/p>\n<p>Pode-se criar um homem apenas reagindo. O mesmo n\u00e3o \u00e9 verdade para a mulher. Mesmo aqueles pais vagabundos que deixam a m\u00eddia de massa criar os filhos encontram vantagens em ter filhos homens: A pol\u00edtica do correto s\u00f3 ataca os instintos masculinos. \u00c9 crime ser homem hoje em dia.<\/p>\n<p>J\u00e1 para as mulheres, por causa de um complexo de culpa retroativa masculino e do desservi\u00e7o que o feminismo &#8220;quero que o Estado seja meu papai&#8221; prestou, as mulheres podem ser incentivadas livremente a serem vadias burras como se isso fosse o \u00e1pice da justi\u00e7a entre os sexos. Ningu\u00e9m mais pode enfiar o dedo na cara de uma mulher e dizer que ela est\u00e1 sendo rid\u00edcula e barata.<\/p>\n<p>Mas estamos considerando que pelo menos um m\u00ednimo de bom senso os pais te\u00f3ricos deste texto tem. N\u00e3o prende no p\u00e9 da cama, n\u00e3o deixa para o mundo criar&#8230; S\u00f3 que mesmo assim&#8230;<\/p>\n<p>\u00c9 muito mais f\u00e1cil &#8220;perder&#8221; a conex\u00e3o com uma filha mulher. \u00c9 a velha hist\u00f3ria de que o filho mais bagunceiro ganha mais aten\u00e7\u00e3o que o mais ordeiro. Aposto que tem muita gente aqui que j\u00e1 viveu isso na pele: A puni\u00e7\u00e3o pelo bom comportamento.<\/p>\n<p>Uma garota, tendendo a ser mais pacata, pode desencadear esse processo de afastamento. \u00c9 mais dif\u00edcil reconhecer e tratar os problemas de quem parece n\u00e3o ter nenhum. Pode ser que algo s\u00e9rio passe debaixo do nariz dos pais, mesmo considerando que mulheres s\u00e3o mais emotivas. A sensibilidade de reconhecer o que \u00e9 chilique feminino t\u00edpico e o que \u00e9 problema real n\u00e3o \u00e9 algo comum nem mesmo entre as pr\u00f3prias mulheres.<\/p>\n<p>E pior ainda, essa menina pode procurar modos de conseguir a aten\u00e7\u00e3o na marra, fazendo merda atr\u00e1s de merda. Numa dessas pode aparecer gr\u00e1vida em casa. Risco inerente \u00e0 condi\u00e7\u00e3o feminina. E por mais que vivamos numa \u00e9poca onde manter uma gravidez n\u00e3o \u00e9 obrigat\u00f3rio, ainda \u00e9 LUXO fazer um aborto em condi\u00e7\u00f5es m\u00ednimas de seguran\u00e7a. (Obrigado por nada, Igreja!)<\/p>\n<p>E gravidez \u00e9 leve se comparada a um v\u00edcio em drogas. Lembrando que mulher (sem dinheiro) pode se manter nas drogas de forma muito mais &#8220;pac\u00edfica&#8221; que um homem. Basta abrir as pernas para as pessoas certas (e por &#8220;certas&#8221; eu quero dizer &#8220;erradas&#8221;). Eu sei que \u00e9 horr\u00edvel, mas vamos comparar de novo: \u00c9 mais f\u00e1cil reconhecer um v\u00edcio quando as merdas s\u00e3o mais vis\u00edveis.<\/p>\n<p>\u00c9 mais f\u00e1cil manter uma filha mulher viva, mas n\u00e3o \u00e9 mais f\u00e1cil cri\u00e1-la direito. N\u00e3o se pode medir a cria\u00e7\u00e3o de um SER HUMANO apenas pela taxa de sobreviv\u00eancia.<\/p>\n<h3>Para escrever alguma bobagem que denuncie que depreender significados do que l\u00ea n\u00e3o \u00e9 o seu forte, para se fixar doentiamente na \u00fanica frase que entendeu do texto, ou mesmo para dizer que depois de ler os dois textos vai criar mesmo \u00e9 uma samambaia: <a href=\"mailto:somir@desfavor.com\">somir@desfavor.com<\/a><\/h3>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h1>SALLY<\/h1>\n<p>O que d\u00e1 mais trabalho: criar meninos ou criar meninas? Sem d\u00favidas, criar MENINOS.<\/p>\n<p>Meninas costumam ser mais calmas, mais tranq\u00fcilas e mais d\u00f3ceis. Suas brincadeiras costumam ser mais pacatas, menos barulhentas e menos propensas a acidentes. Quem ser\u00e1 que se machuca mais, uma menina sentadinha penteando sua boneca ou um menino jogando futebol? Quem ser\u00e1 que faz mais barulho? Quem ser\u00e1 o mais agressivo? Pode n\u00e3o ser uma regra absoluta, mas com certeza \u00e9 uma tend\u00eancia.<\/p>\n<p>Meninas tamb\u00e9m costumam ser mais obedientes, n\u00e3o costumam medir poder, al\u00e9m de serem mais estudiosas e at\u00e9 mesmo mais higi\u00eanicas. Quem nunca ouviu ou viu alguma hist\u00f3ria de um menino que se recusa a tomar banho ou que se recusa a fazer seus deveres? Meninos s\u00e3o mais inquietos e mais inconseq\u00fcentes, sem contar que amadurecem mais devagar, o que acaba por premiar seus pais com mais anos de infantilidades e pirra\u00e7a.<\/p>\n<p>Mesmo no aspecto social, criar meninos d\u00e1 mais trabalho. O comportamento que se espera de uma menina \u00e9 f\u00e1cil, quase que estereotipado, universal. J\u00e1 um menino&#8230; bem, se uma m\u00e3e cria seu filho do jeito que ela gostaria que ele fosse, \u00e9 bem prov\u00e1vel que ele seja chamado de \u201cviadinho\u201d para baixo no col\u00e9gio. Meninos batem um nos outros frequentemente, se xingam e fazem coisas que n\u00e3o fariam dentro de casa. E se n\u00e3o o fazem, s\u00e3o segregados.<\/p>\n<p>Meninos costumam ser mais desorganizados, mais desatentos e mais abusados. \u00c9 muito mais prov\u00e1vel voc\u00ea ver um menino berrando um palavr\u00e3o dentro de casa ou quebrando alguma coisa do que uma menina. O excesso de energia acarreta conseq\u00fc\u00eancias tr\u00e1gicas como perda de horas de sono dos pais, necessidade de pagar professor particular ou ainda v\u00e1rias entradas no pronto-socorro.<\/p>\n<p>E se voc\u00ea est\u00e1 pensando que quando eles crescem um pouco mais, a menina d\u00e1 mais trabalho porque vai ter um bando de rapazes cercando a sua filha, pense duas vezes. Primeiro que meninas costumam ser mais respons\u00e1veis que meninos e segundo que voc\u00ea pode ajudar a sua filha a se resguardar e n\u00e3o ser ludibriada por pessoas mal intencionadas.<\/p>\n<p>Muito mais f\u00e1cil do que convencer um menino adolescente cheio de testosterona a usar camisinha sempre que for fazer sexo com algu\u00e9m. Sim, eu sei que tanto meninos como meninas sempre deveriam usar camisinha, mas vamos trabalhar com o mundo real, e n\u00e3o com o mundo ideal.<\/p>\n<p>E supondo que uma gesta\u00e7\u00e3o acidental aconte\u00e7a: \u00e9 a menina (e\/ou os pais da menina) que vai decidir se vai ter o filho ou n\u00e3o. O poder de decis\u00e3o \u00e9 tudo nessas horas. Se o seu filhote engravida uma mo\u00e7a e ela bate o p\u00e9 que quer ter o filho, lamento mas ser\u00e3o Vov\u00f3 e Vov\u00f4 a pagar a pens\u00e3o caso o filho n\u00e3o tenha fonte de renda.<\/p>\n<p>Na adolesc\u00eancia tamb\u00e9m \u00e9 muito mais comum ver meninos metidos em encrenca. Desde beber e bater com o carro, ou simplesmente beber, ou simplesmente bater com o carro, at\u00e9 brigas e outros probleminhas hardcore. Tudo bem, tamb\u00e9m acontecem com meninas, mas em uma escala menor. Por amadurecer mais cedo, elas chegam \u00e0 adolesc\u00eancia mais maduras e tamb\u00e9m s\u00e3o menos propensas a essa coisa autodestrutiva e inconseq\u00fcente.<\/p>\n<p>Al\u00e9m disso, colocar limites em um adolescente menino tamb\u00e9m \u00e9 muito mais dif\u00edcil. Tudo bem se uma menina n\u00e3o pode fazer certas coisas como viajar sozinha ou dormir fora de casa, mas esta proibi\u00e7\u00e3o tem um peso social diferente em meninos. Grandes chances do seu filho ser ridicularizado e socialmente exclu\u00eddo se voc\u00ea o superproteger. J\u00e1 com meninas, bem, muitos pais as superprotegem, ent\u00e3o, a press\u00e3o \u00e9 menor.<\/p>\n<p>Meninas n\u00e3o tem a obriga\u00e7\u00e3o social de sair na porrada com quem xingue suas m\u00e3es ou passe a m\u00e3o na bunda de seus namorados. Dando uma boa educa\u00e7\u00e3o e ensinando algumas precau\u00e7\u00f5es b\u00e1sicas, ela pode sair e voltar inteira. J\u00e1 o menino&#8230; bem, nunca se sabe.<\/p>\n<p>Existem certas situa\u00e7\u00f5es que, a meu ver, at\u00e9 mesmo o pai cobraria se ele n\u00e3o ca\u00edsse na porrada. Al\u00e9m disso tem a hostilidade institucionalizada, que raramente \u00e9 voltada para meninas. Por exemplo, observem o tratamento de policiais em uma blitz no caso de um carro cheio de adolescentes meninos e em outro cheio de adolescentes meninas.<\/p>\n<p>Meninas costumam gerar um sentimento de prote\u00e7\u00e3o, at\u00e9 mesmo em estranhos, pelo simples fato de serem meninas. Se uma menina come\u00e7ar a apanhar de um homem no meio da rua, grandes chances de algum estranho se meter para defender. Mas se um adolescente homem brigar no meio da rua, as chances de algu\u00e9m se meter diminuem muito.<\/p>\n<p>Tamb\u00e9m tem ela, a respons\u00e1vel por grande parte das cagadas que esses imbecis fazem na vida: TESTOSTERONA. Ela deixa os adolescentes cegos e agressivos, com aquela sensa\u00e7\u00e3o de onipresen\u00e7a e imortalidade que acaba no primeiro poste em que eles enfiam o carro ou na primeira vadia gr\u00e1vida que os obriga a pagar 30% do seu sal\u00e1rio a ela pelos pr\u00f3ximos 18 anos.<\/p>\n<p>Se a testosterona j\u00e1 faz muito estrago em adulto, imaginem seus efeitos em um adolescente, uma criaturinha arrogante, imatura e despreparada para a vida! Boa sorte ao tentar controlar um adolescente cheio de testosterona, isso \u00e9 muito mais dif\u00edcil do que preservar sua filha.<\/p>\n<p>Sem contar que os problemas com higiene muitas vezes continuam na adolesc\u00eancia. E voc\u00ea nem ao menos pode dar um safan\u00e3o naquele seu filho abusado, porque agora ele \u00e9 maior e mais forte que voc\u00ea e pode te segurar. E para piorar ainda mais, o risco de se meter com bebida e drogas \u00e9 muito maior no caso de meninos. A taxa de criminalidade tamb\u00e9m.<\/p>\n<p>A coluna de hoje \u00e9 fruto de machismo. No fundo, no fundo, a Madame aqui de cima deve achar que tirar um filho da delegacia n\u00e3o \u00e9 t\u00e3o grave quanto ver sua filha gr\u00e1vida de um Z\u00e9 Ruela qualquer. Lamento, na contagem geral, meninos d\u00e3o muito mais trabalho do que meninas. Perguntem a professoras de escolas. Perguntem a psic\u00f3logos. Pensem nos filhos dos seus amigos ou at\u00e9 mesmo nos pr\u00f3prios filhos. D\u00e1 mais trabalho criar meninos do que criar meninas.<\/p>\n<h3>Para dizer que a gente n\u00e3o deveria falar sobre aquilo que n\u00e3o sabe, para dizer que crian\u00e7a \u00e9 uma praga do inferno e d\u00e1 trabalho sendo menino, menina ou hermafrodita ou ainda para dizer que o tema de hoje foi chato e ver Somir escrevendo sobre este tema pelos pr\u00f3ximos cinco dias: <a href=\"mailto:sally@desfavor.com\">sally@desfavor.com<\/a><\/h3>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Baixou a Supernanny mais uma vez aqui no desfavor. Em mais uma discuss\u00e3o sobre cria\u00e7\u00e3o de filhos por duas pessoas sem filhos, Sally e Somir discordam sobre qual g\u00eanero d\u00e1 mais dor de cabe\u00e7a para os pais enquanto se desenvolve. Como sempre, voc\u00ea pode criar caso nos coment\u00e1rios. Tema de hoje: Quais os filhos que [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":4,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[22],"tags":[],"class_list":["post-713","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-ele-disse-ela-disse"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.desfavor.com\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/713","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.desfavor.com\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.desfavor.com\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.desfavor.com\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/users\/4"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.desfavor.com\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=713"}],"version-history":[{"count":2,"href":"https:\/\/www.desfavor.com\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/713\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":39860,"href":"https:\/\/www.desfavor.com\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/713\/revisions\/39860"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.desfavor.com\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=713"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.desfavor.com\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=713"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.desfavor.com\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=713"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}