{"id":7675,"date":"2014-12-26T06:00:12","date_gmt":"2014-12-26T08:00:12","guid":{"rendered":"http:\/\/www.desfavor.com\/blog\/?p=7675"},"modified":"2014-12-26T04:25:17","modified_gmt":"2014-12-26T06:25:17","slug":"ninfomundo-parte-2-de-2","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.desfavor.com\/blog\/2014\/12\/ninfomundo-parte-2-de-2\/","title":{"rendered":"Ninfomundo \u2013 Parte 2 de 2."},"content":{"rendered":"<p><a href=\"https:\/\/www.desfavor.com\/blog\/2014\/12\/ninfomundo-parte-1-de-2\/\" target=\"_blank\">CAP\u00cdTULO ANTERIOR<\/a><\/p>\n<p>Imediatamente corri na dire\u00e7\u00e3o do som. Seus gritos ficavam cada vez mais aterrorizados. Com a vis\u00e3o dificultada pelas barracas abandonadas no corredor, foi apenas com um vulto que pude me localizar. Primeiro um borr\u00e3o pequeno e vermelho, a cor do vestido da menina. Logo ap\u00f3s, um bem maior.<!--more--><\/p>\n<p>Fui na dire\u00e7\u00e3o deles e pude perceber um homem de quase dois metros de altura usando fraldas perseguindo a pobre garota. Ela serpenteava pelas g\u00f4ndolas das lojas, evitando ser abordada. Mas n\u00e3o conseguia ganhar dist\u00e2ncia. Nunca fui muito atl\u00e9tico, mas a adrenalina me permitiu uma aproxima\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Primeiro tentei dar um encontr\u00e3o no gigante. Sem sucesso. Ele me olhou por uma fra\u00e7\u00e3o de segundo e resumiu sua persegui\u00e7\u00e3o. Paula estava perdendo seu f\u00f4lego e ficando cada vez mais lenta. Eu parei para pegar uma barra de metal das barracas, o tempo suficiente do homem de fraldas finalmente agarrar a menina. Com um chute, ele a desequilibrou. A menina caiu e come\u00e7ou a chorar.<\/p>\n<p>Ele n\u00e3o perdeu tempo: agarrou-a pela borda do vestido e come\u00e7ou a rasg\u00e1-lo. N\u00e3o teve nem tempo de reagir ao meu golpe. Usei toda minha for\u00e7a para acert\u00e1-lo pelas costas. A pancada n\u00e3o pareceu incomod\u00e1-lo demais, mas pelo menos mudou sua aten\u00e7\u00e3o para mim. Tentei um segundo golpe, mas ele foi mais r\u00e1pido. Com um r\u00e1pido movimento, me desarmou e arremessou a barra para longe.<\/p>\n<p>Suas m\u00e3os vieram de encontro ao meu pesco\u00e7o. Ele era muito forte. Enquanto a consci\u00eancia abandonava meu corpo, lembrei-me de algo que ainda tinha em minha posse: a calcinha da loira an\u00f4nima. Segurei-a contra seu rosto, e logo senti sua for\u00e7a minguar. Pelo o que eu entendo, quando as pessoas est\u00e3o nessa situa\u00e7\u00e3o, embora rendam-se \u00e0s piores pervers\u00f5es imagin\u00e1veis, ainda mant\u00e9m uma certa ordem de prefer\u00eancia em seus parceiros sexuais. Entre eu, a garota e a calcinha, o grand\u00e3o preferiu a pe\u00e7a de roupa. Tivesse ele qualquer outra inclina\u00e7\u00e3o sexual, n\u00e3o estaria aqui para contar a hist\u00f3ria.<\/p>\n<p>Enquanto ele se refestelava com o cheiro do sexo alheio, pude acudir Paula. Ela estava com o rosto inchado e avermelhado pelas l\u00e1grimas, mas n\u00e3o parecia muito machucada. A garota reclamou de uma dor na perna, achei melhor carreg\u00e1-la para longe dali, n\u00e3o sabia por quanto tempo aquela calcinha manteria o homem entretido.<\/p>\n<p>Tive que acelerar o passo ao ouvir o estrondo de estruturas de metal desabando. Minha barreira havia sido transposta. A rua na qual sa\u00edmos dava diretamente para a pra\u00e7a, e haviam v\u00e1rias viaturas policiais paradas ali. Nenhum policial \u00e0 vista, embora muitos de seus uniformes estivessem arremessados ao asfalto. Numa das fardas abandonadas, encontrei um rev\u00f3lver.38. Embora n\u00e3o soubesse atirar, achei melhor me prevenir.<\/p>\n<p>Paula j\u00e1 podia andar, faltavam apenas dois quarteir\u00f5es at\u00e9 o pr\u00e9dio onde a empresa de sua m\u00e3e ficava. Se pelo menos a garota soubesse me dizer o celular da m\u00e3e&#8230; Os arredores da pra\u00e7a, por incr\u00edvel que pare\u00e7a, eram o lugar mais seguro da regi\u00e3o. Mesmo quando avistados, n\u00e3o fomos perseguidos. Entre uma multid\u00e3o desejosa e dois fuj\u00f5es, \u00e9ramos a pior escolha.<\/p>\n<p>Quando finalmente chegamos na entrada do edif\u00edcio, demos de frente com portas trancadas diante de uma rua deserta. Bati na porta de vidro, cada vez com mais for\u00e7a. Menos de um minuto depois, um homem idoso se aproximou cautelosamente. O vidro era escuro, o som n\u00e3o passava direito, era muito dif\u00edcil entender o que ele dizia de l\u00e1 de dentro. Implorei por passagem, ele se negava com a cabe\u00e7a. Agarrei a menina e a ergui diante dele.<\/p>\n<p>A porta se abriu. O homem era o porteiro do pr\u00e9dio e tinha instru\u00e7\u00f5es de manter a porta fechada. Contei a hist\u00f3ria da menina e disse que tinha que lev\u00e1-la at\u00e9 a m\u00e3e. O senhor me indicou o quinto andar. Ele fez um carinho na cabe\u00e7a da garota, ela se encolheu, disse para ele que ela passara por maus bocados e ele pareceu entender.<\/p>\n<p>Pegamos o elevador e chegamos at\u00e9 a entrada da empresa. Paula reconheceu o lugar e come\u00e7ou a me perguntar sem parar sobre a m\u00e3e. Bati na porta e fui recebido por dois homens assustados, segurando extintores de inc\u00eandios nas m\u00e3os. Expliquei a hist\u00f3ria, e minha postura articulada pareceu acalm\u00e1-los. Paula perguntou sobre sua m\u00e3e.<\/p>\n<p>Uma mulher arregalou os olhos do fundo da sala. Berrou o nome da crian\u00e7a e disparou em sua dire\u00e7\u00e3o. Coloquei a m\u00e3o na arma por instinto, mas era realmente sua m\u00e3e. Paula me soltou imediatamente e correu para abra\u00e7\u00e1-la. Finalmente! Fui convidado a entrar enquanto a m\u00e3e lambia a cria. Os rapazes que me receberam contaram sobre o que estava acontecendo.<\/p>\n<p>A cidade inteira parecia afetada, e novos focos come\u00e7avam a ser descobertos na vizinhan\u00e7a. Os acometidos dessa condi\u00e7\u00e3o ficavam completamente malucos por sexo, ao ponto de cometerem viol\u00eancias inconfess\u00e1veis para consegui-lo. O simples toque era capaz de transmitir de uma pessoa para outra. A instru\u00e7\u00e3o era para se manter em casa com as portas fechadas.<\/p>\n<p>Estava no refeit\u00f3rio da empresa vendo as not\u00edcias na TV com os dois rapazes quando come\u00e7amos a ouvir barulhos estranhos na sala principal. Um gemido feminino me fez entender meu erro: a garota. A garota estava infectada. E eu a trouxe para dentro.<\/p>\n<p>Ao observar o sal\u00e3o principal, uma orgia. Roupas rasgadas e m\u00f3veis tomados por casais de todos os tipos. Procurei por Paula, ela estava agarrada ao bra\u00e7o da m\u00e3e, que entretinha um jovem engravatado. A menina n\u00e3o parecia ser a prioridade de nenhum dos desejos dali, mas mesmo assim fui resgat\u00e1-la. Uma senhora tentou me agarrar, mas consegui me desvencilhar.<\/p>\n<p>Os dois jovens que me acompanhavam no refeit\u00f3rio tomaram decis\u00f5es distintas. Um deles fugiu pela porta da frente, o outro arrancou suas roupas e abra\u00e7ou uma bela morena. Algumas pessoas enxergam essa epidemia como uma oportunidade&#8230; n\u00e3o deixa de ser o fim da rejei\u00e7\u00e3o. Mas n\u00e3o tive tempo de ponderar sobre a natureza humana: sentia-me obrigado a proteger Paula.<\/p>\n<p>Embrenhei-me na selva de corpos nus e segurei seu bra\u00e7o. A menina protestou, mas nem sinal da m\u00e3e mudar seu foco de aten\u00e7\u00e3o. Arrastei-a de l\u00e1 aos berros, seguindo o caminho de volta ao elevador. Bastaram alguns segundos longe da m\u00e3e para a menina voltar ao seu comportamento d\u00f3cil habitual. O elevador n\u00e3o chegava&#8230; imaginei que o rapaz que fugiu tenha o prendido no primeiro andar. Eu faria o mesmo.<\/p>\n<p>Fomos pelas escadas. N\u00e3o demorou muito para voltar para o sagu\u00e3o. Ele estava vazio, a porta da frente escancarada. O elevador preso por um vaso impedindo a porta de fechar, como imaginei. Vacilei por alguns momentos, sem saber qual seria o caminho mais seguro&#8230; n\u00e3o podia lev\u00e1-la para perto de ningu\u00e9m que ainda n\u00e3o estivesse contaminado, e muito menos para perto de quem estivesse.<\/p>\n<p>Mas a minha indecis\u00e3o n\u00e3o demorou muito. Uma gritaria veio da rua. Pedi para a menina esperar enquanto fui observar: h\u00e1 poucos metros dali, no meio da pra\u00e7a central, a orgia tornara-se em guerra. Pelo o que eu pude entender, algumas pessoas mais atraentes compeliam mais os infectados. Com o desespero inicial por sexo saciado, muitos come\u00e7aram a ficar mais seletivos. Um grupo de jovens se concentrou no centro da pra\u00e7a e come\u00e7ou a afastar violentamente dali os que julgavam menos interessantes.<\/p>\n<p>A propor\u00e7\u00e3o de homens e mulheres desse grupo central pendia pesadamente para as mulheres. Com isso, centenas dos rejeitados come\u00e7aram a vagar pelos arredores. Uma massa de homens e algumas mulheres come\u00e7aram a se espalhar pela vizinhan\u00e7a. Um grande grupo vinha em nossa dire\u00e7\u00e3o. Fechei as portas e levei Paula para uma pequena sala de seguran\u00e7a. De l\u00e1 podia ver as c\u00e2meras de todo o pr\u00e9dio, inclusive as apontadas para a rua.<\/p>\n<p>Alguns come\u00e7aram a se aglomerar nas portas. A maioria olhava para cima, acredito que algumas mulheres infectadas nos andares superiores estavam dando um show nas janelas. O n\u00famero come\u00e7ou a aumentar rapidamente. Em menos de quinze minutos j\u00e1 n\u00e3o conseguia ver o fim do mar de homens e mulheres for\u00e7ando as portas. Por sorte elas eram muito resistentes.<\/p>\n<p>Por azar, n\u00e3o est\u00e1vamos sozinhos no sagu\u00e3o. O porteiro apareceu numa das c\u00e2meras, ele estava nu e se esfregava na porta tentando alcan\u00e7ar as pessoas l\u00e1 fora. Ele havia tocado a garota. Temi que ele pudesse abrir as portas, por isso peguei minha arma e pedi para Paula me esperar. Sa\u00ed dali ainda me perguntando se queria mesmo chegar nesse ponto.<\/p>\n<p>A porta n\u00e3o podia se abrir. Eu tinha que fazer aquilo. Fui at\u00e9 o sagu\u00e3o novamente, arma em punho. O porteiro me notou, e sem nenhuma cerim\u00f4nia se lan\u00e7ou na minha dire\u00e7\u00e3o. Dei o primeiro tiro. Errei por muito. Segundo tiro. Um pouco mais pr\u00f3ximo. Terceiro tiro. Ele j\u00e1 estava perto demais. Com um encontr\u00e3o, ele me jogou ao ch\u00e3o, e eu derrubei a arma. Tentei lutar por alguns momentos, mas depois entendi que n\u00e3o era uma briga que ele queria. Parei de resistir e fui me arrastando at\u00e9 o rev\u00f3lver. Ele tentava tirar minhas cal\u00e7as.<\/p>\n<p>Quarto tiro. No ombro dele. O velho berrou, mas n\u00e3o mudou de ideia. Percebi que n\u00e3o precisava mat\u00e1-lo. Mirei no outro ombro para deix\u00e1-lo sem condi\u00e7\u00f5es de me atacar ou de abrir a porta. Ele se mexeu bem na hora. Quinto tiro. Na cabe\u00e7a. Seu corpo desabou por cima do meu, mas n\u00e3o tive nem tempo de contemplar o que havia feito. Escutei o som do vidro estilha\u00e7ando. Havia atirado na porta.<\/p>\n<p>A multid\u00e3o invadiu o pr\u00e9dio. Tirei o corpo do porteiro de cima de mim e corri desesperadamente de volta para a sala da seguran\u00e7a. Paula berrou de onde estava&#8230; ela estava vendo tudo pelos monitores. Fui perseguido, mas consegui entrar e fechar a porta a tempo. Paula me esperava l\u00e1 dentro, olhos \u00e1vidos pela minha presen\u00e7a como de costume. Ela me abra\u00e7ou novamente.<\/p>\n<p>Comecei a ouvir os estrondos na porta. Essa n\u00e3o era t\u00e3o resistente como a frontal. Ela gritava horrorizada. Em pouco tempo a madeira come\u00e7ou a ceder em rachaduras. A fechadura n\u00e3o resistiria. Olhei para Paula uma \u00faltima vez.<\/p>\n<p>Sexto tiro.<\/p>\n<p>Se tivesse mais uma bala no tambor, n\u00e3o teria visto o que aconteceu logo depois. A porta foi arrebentada e pelo menos uns dez homens invadiram a sala. O primeiro berrou &#8220;virgem!&#8221;, e todos os outros come\u00e7aram a imit\u00e1-lo. Passaram-se seis horas at\u00e9 tudo acabar. O corpo da menina ali do meu lado, e eu incapaz de reagir. Com o corpo e a mente destru\u00eddos, arrastei-me para longe deles.<\/p>\n<p>J\u00e1 s\u00e3o seis meses desde aquele dia. A ajuda nunca chegou. N\u00e3o h\u00e1 mais \u00e1gua, luz, TV ou internet. Escondi-me em casas e apartamentos abandonados, tomei todos os antibi\u00f3ticos que encontrei. N\u00e3o sei se \u00e9 sorte estar vivo at\u00e9 agora, mas com certeza \u00e9 mais do que a maioria deles tem: eles n\u00e3o se cuidam. As in\u00fameras gr\u00e1vidas morrem por complica\u00e7\u00f5es. Est\u00e3o desnutridos, doentes e enfraquecidos.<\/p>\n<p>Finalmente aprendi a usar armas. E eu a cada dia tenho um ex\u00e9rcito maior de crian\u00e7as. Ser o \u00fanico adulto respons\u00e1vel em quil\u00f4metros me faz um im\u00e3 delas, sedentas por algu\u00e9m que lhes d\u00ea ordens. Elas tamb\u00e9m j\u00e1 est\u00e3o aprendendo a usar armas. A cada dia que passa eliminamos mais dos infectados. N\u00e3o sei como as coisas v\u00e3o se desenrolar, at\u00e9 porque temo pelo o que vai acontecer quando meus soldados chegarem na puberdade.<\/p>\n<p>N\u00e3o sei por que eu sou imune, s\u00f3 sei que eu vou ser a cura.<\/p>\n<h3>Para dizer que agora quer uma continua\u00e7\u00e3o com o ex\u00e9rcito de crian\u00e7as, para dizer que o final n\u00e3o foi foda, ou mesmo para insistir naquele tratamento: <a href=\"mailto:somir@desfavor.com\">somir@desfavor.com<\/a><\/h3>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>CAP\u00cdTULO ANTERIOR Imediatamente corri na dire\u00e7\u00e3o do som. Seus gritos ficavam cada vez mais aterrorizados. Com a vis\u00e3o dificultada pelas barracas abandonadas no corredor, foi apenas com um vulto que pude me localizar. Primeiro um borr\u00e3o pequeno e vermelho, a cor do vestido da menina. Logo ap\u00f3s, um bem maior.<\/p>\n","protected":false},"author":3,"featured_media":7649,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[39],"tags":[],"class_list":["post-7675","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-des-contos"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.desfavor.com\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/7675","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.desfavor.com\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.desfavor.com\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.desfavor.com\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/users\/3"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.desfavor.com\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=7675"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.desfavor.com\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/7675\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.desfavor.com\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media\/7649"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.desfavor.com\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=7675"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.desfavor.com\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=7675"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.desfavor.com\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=7675"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}