{"id":9193,"date":"2015-12-04T06:00:10","date_gmt":"2015-12-04T08:00:10","guid":{"rendered":"http:\/\/www.desfavor.com\/blog\/?p=9193"},"modified":"2025-12-15T13:50:52","modified_gmt":"2025-12-15T16:50:52","slug":"vai-la-e-faz","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.desfavor.com\/blog\/2015\/12\/vai-la-e-faz\/","title":{"rendered":"Vai l\u00e1 e faz."},"content":{"rendered":"<p>Tem tanta coisa horrenda acontecendo no pa\u00eds e no mundo que me peguei selecionando a desgra\u00e7a que eu julgava mais importante para o tema do texto de hoje. Isso me incomodou, n\u00e3o parecia certo. Escurid\u00e3o se combate com luz. Por isso hoje vou falar de um grande e belo holofote de luz que tive o privil\u00e9gio de conhecer e merece ser divulgado: Vai l\u00e1 e faz.<!--more--><\/p>\n<p>\u201cVai l\u00e1 e faz\u201d \u00e9 o t\u00edtulo de um livro muito diferente de tudo que voc\u00ea j\u00e1 viu, escrito por uma pessoa igualmente muito diferente. Em uma simplifica\u00e7\u00e3o bem grosseira, \u00e9 um livro sobre empreendedorismo, questionando o modelo atual e trazendo ideias inovadoras que j\u00e1 s\u00e3o bem sucedidas em algumas partes do mundo, voltadas para qualidade de vida, bem estar pessoal e mundial. Em muitos pontos tem um discurso rigorosamente igual o que n\u00f3s defendemos aqui, principalmente no que diz respeito \u00e0 import\u00e2ncia do bem estar da coletividade. Se voc\u00ea gosta de Desfavor, voc\u00ea vai amar \u201cVai l\u00e1 e faz\u201d.<\/p>\n<p>O autor do livro se chama Tiago Mattos. Tiago \u00e9 um dos fundadores da Perestroika (que de t\u00e3o not\u00e1vel, vai ganhar texto pr\u00f3prio). N\u00e3o conhece? Calma, mais para frente eu vou falar sobre. Thiago se formou pela Singularity University, que n\u00e3o \u00e9 uma institui\u00e7\u00e3o qualquer e sim um curso idealizado pela NASA e pelo Google com uma proposta moderna e inovadora (<a href=\"https:\/\/www.desfavor.com\/blog\/2015\/01\/murilo-gun\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">a mesma cursada pelo Murilo Gun, lembram?<\/a>). Mais: para ser aceito voc\u00ea passa por uma sele\u00e7\u00e3o rigorosa onde entram apenas 80 pessoas do mundo todo. O requisito? Ter a capacidade de impactar um bilh\u00e3o de pessoas em at\u00e9 dez anos. Esta \u00e9 s\u00f3 um exemplo. Thiago participou de dezenas de iniciativas inovadoras, criativas e de dif\u00edcil processo seletivos.<\/p>\n<p>N\u00e3o d\u00e1 para resumir o livro. Quer dizer, at\u00e9 d\u00e1, mas dentro do subjetivismo: um livro que vai te mostrar novos pontos de vista, abrir horizontes, ajudar a pensar de forma mais clara e organizada, promover autoconhecimento, mas, acima de tudo, te ajudar a ser uma pessoa melhor. O \u201cVai l\u00e1 e faz\u201d me tornou uma pessoa melhor. N\u00e3o uma empres\u00e1ria melhor, n\u00e3o uma chefe melhor, n\u00e3o uma funcion\u00e1ria melhor. Uma PESSOA melhor. E quando voc\u00ea vira uma pessoa melhor, isso ilumina todos os campos da sua vida, inclusive o profissional.<\/p>\n<p>Justamente por ser um livro dif\u00edcil de resumir no que diz respeito ao conte\u00fado, daqueles que voc\u00ea diz \u201cvoc\u00ea tem que ler para entender\u201d, vou dar algumas pinceladas em trechos que considero serem emblem\u00e1ticos ou fios condutores, na esperan\u00e7a de criar verdadeiros teasers e fazer com que voc\u00eas se interessem por ele. Portanto, o objetivo n\u00e3o \u00e9 recontar o livro e sim trazer a voc\u00eas algo de sua ess\u00eancia, para, caso de identifiquem, possam comprar e ler. Eu recomendo. E, voc\u00eas sabem, eu n\u00e3o recomendo quase nada.<\/p>\n<p>Um dos fios condutores do livro \u00e9 esmiu\u00e7ar a evolu\u00e7\u00e3o do empreendedorismo ao longo dos tempos. Ele tra\u00e7a um paralelo entre as necessidades sociais e os modelos de empreender e como isso afeta a coletividade mais do que pensamos. Um exemplo: nos tempos da revolu\u00e7\u00e3o industrial, t\u00ednhamos f\u00e1bricas com centenas de oper\u00e1rios em linhas de montagem, fazendo fun\u00e7\u00f5es repetitivas. O pensamento industrial era linear (as etapas da produ\u00e7\u00e3o eram sucessivas), era repetitivo (cada um era especialista em uma tarefa), segmentado (cada tarefa era feita por um grupo de pessoas que s\u00f3 sabiam fazer aquilo) e previs\u00edvel (sabe-se exatamente o que entra e como sai). Como isso te afeta? O modelo de educa\u00e7\u00e3o seguiu essa mesma linha.<\/p>\n<p>Provavelmente a maioria de voc\u00eas passou por um modelo de educa\u00e7\u00e3o que dissemina esse modus operandi: escolas tem uniformes, como f\u00e1bricas. Tem hor\u00e1rio de entrada e sa\u00edda, tem tarefas sistem\u00e1ticas e repetitivas. Tem pessoas agrupadas por salas, com linearidade previs\u00edvel, s\u00e9rie ap\u00f3s s\u00e9rie e tem comportamento controlado por uma voz de comando. Tudo igual a uma f\u00e1brica. Escola, nesse modelo, \u00e9 na verdade um criadouro de pessoas para trabalhar em f\u00e1bricas. Para se tornarem especialistas em fazer uma \u00fanica coisa na vida.<\/p>\n<p>Por\u00e9m o mundo mudou. Antigamente, uma pessoa apta a realizar com precis\u00e3o tarefas lineares, repetitivas, segmentadas e previs\u00edveis seria um bom profissional. E n\u00e3o me refiro apenas a oper\u00e1rios. O ortopedista especialista em tendinite de ded\u00e3o da m\u00e3o direita, que n\u00e3o sabe mais nada al\u00e9m disso, era considerado um sujeito foda: focado, especializado.<\/p>\n<p>Hoje vivemos em tempos de pensamento digital. O pensamento digital \u00e9 n\u00e3o-linear, multidisciplinar, conectado e exponencialmente imprevis\u00edvel. Ou seja, totalmente diferente do modelo citado no par\u00e1grafo anterior. Da\u00ed temos o seguinte problema: evoluiu a sociedade, mas a educa\u00e7\u00e3o ainda est\u00e1 baseada no modelo antigo, criando uma incompatibilidade, uma inadequa\u00e7\u00e3o que respinga em todos n\u00f3s. Escolas desinteressantes, que n\u00e3o exploram as capacidades de seus alunos. Modelos de profiss\u00e3o que n\u00e3o se adaptam mais \u00e0 din\u00e2mica social atual.<\/p>\n<p>Nas palavras do pr\u00f3prio Thiago, \u00e9 hora de reaprender e as escolas deveriam nos ensinar a desaprender e reaprender novamente, afinal, os analfabetos do s\u00e9culo XXI n\u00e3o ser\u00e3o aqueles que n\u00e3o souberem ler e escrever e sim os que n\u00e3o souberem aprender e desaprender, para, ent\u00e3o, reaprender. E foi pensando nisso, em como o sistema educacional moderno n\u00e3o atende \u00e0s demandas nem explora o que os alunos tem de melhor, que Thiago ajudou a fundar uma Escola de Atividades Criativas chamada Perestroika, que \u00e9 algo diferente de tudo que voc\u00ea j\u00e1 viu. Uma nova din\u00e2mica de ensino, de questionamento, de pontos de vista. \u00c9 infinitamente superior a qualquer mestrado, doutorado e MBA. Se voc\u00ea quer se aprimorar com um diferencial, a Perestroika \u00e9 o seu lugar.<\/p>\n<p>N\u00e3o tenho palavras para expressar meu amor pela Perestroika, s\u00f3 vivenciando para entender do que se trata. Voc\u00ea pode tentar dar uma espiada no site deles, mas dificilmente vai ter uma dimens\u00e3o do tanto que esta experi\u00eancia pode te enriquecer. Al\u00e9m das aulas nos mais diferentes e atraentes m\u00f3dulos na escola (spoiler: tem cerveja liberada durante as aulas), eles tamb\u00e9m levam seus cursos para onde forem contratados. N\u00e3o \u00e9 despesa, \u00e9 investimento. \u00c9 um novo olhar, um novo ponto de vista, que pode contribuir absurdamente para voc\u00ea ou para a sua empresa. Mas chega da Perestroika, eu vou fazer um texto s\u00f3 sobre ela!<\/p>\n<p>Voltando ao livro \u201cVai l\u00e1 e faz\u201d, ele tem esse t\u00edtulo para inspirar as pessoas a&#8230; irem l\u00e1 e fazerem! Em \u00faltima inst\u00e2ncia, acredito eu, no meu modesto julgamento, \u00e9 o jeito dele de dizer que medo j\u00e1 matou mais sonhos do que o fracasso e que se voc\u00ea ficar esperando estar preparado e ser o momento certo para come\u00e7ar um neg\u00f3cio, n\u00e3o come\u00e7a nunca. O importante \u00e9 come\u00e7ar, mesmo que voc\u00ea ainda n\u00e3o saiba muito bem para onde est\u00e1 indo. O importante (e enriquecedor) n\u00e3o \u00e9 o destino onde de quer chegar e sim a jornada que voc\u00ea vai fazer. Como ele explica muito bem, n\u00e3o h\u00e1 crescimento na zona de conforto e n\u00e3o h\u00e1 conforto na zona de crescimento.<\/p>\n<p>Mas calma, n\u00e3o \u00e9 um convite a um salto totalmente no escuro. Ele d\u00e1 dicas valiosas sobre como fazer suas pr\u00f3prias escolhas. Isso mesmo, ele n\u00e3o escolhe por voc\u00ea. N\u00e3o espere aquelas f\u00f3rmulas de bolo que vem em livros de auto-ajuda. \u00c9 um livro de auto-questionamento que se prop\u00f5e a te devolver para o mundo com mais incertezas do que com certezas. Eu acho \u00f3timo, nada melhor que questionar, rever, repensar.<\/p>\n<p>Extremamente did\u00e1tico, ele cita muitos exemplos de empresas que deram certo com uma nova vis\u00e3o mais focada no bem estar dos funcion\u00e1rios e da coletividade. Iniciativas inovadoras, diferentes. Eu podia sentir meus neur\u00f4nios oxigenando enquanto lia o livro. Para completar, at\u00e9 a parte gr\u00e1fica \u00e9 diferente do padr\u00e3o: p\u00e1ginas com uma frase inteira escrita enorme em letras roxas, p\u00e1ginas com escrita na horizontal (que me tiraram da minha zona de conforto, inclusive fisicamente falando), e uma s\u00e9rie de est\u00edmulos diferentes complementam a linguagem moderna e bem humorada do livro.<\/p>\n<p>Aos poucos ele desmonta aqueles modelos com os quais estamos acostumados e muitas vezes nem mesmo cogitamos que possam ser diferentes. Ele cita, por exemplo, que o bom profissional do futuro n\u00e3o vai ser aquele que tem um conhecimento espec\u00edfico setorizado e sim aquele que tem conhecimento amplo e muitas compet\u00eancias. Aquele que at\u00e9 faz pouco tempo era taxado de \u201csem foco\u201d ou de \u201cn\u00e3o sabe o que quer\u201d. O ortopedista que s\u00f3 trata tendinite no ded\u00e3o da m\u00e3o direita n\u00e3o se encaixa no novo modelo que est\u00e1 despontando.<\/p>\n<p>Com a din\u00e2mica de transforma\u00e7\u00f5es que o mundo vive hoje, o famoso crescimento exponencial (cada vez avan\u00e7os maiores, em saltos, imprevis\u00edveis), uma empresa linear n\u00e3o produz o tanto que poderia. Planos se tornam obsoletos no meio do caminho, reuni\u00f5es s\u00e3o improdutivas. Isso acontece por partirem para um fim determinado, um ponto concreto a ser alcan\u00e7ado. Fazer isso em um sistema din\u00e2mico em constante transforma\u00e7\u00e3o \u00e9 suic\u00eddio.<\/p>\n<p>O empreendedor moderno sabe o caminho pelo qual deseja ir, mas n\u00e3o necessariamente se engessa em um ponto de chegada predeterminado. O importante n\u00e3o \u00e9 chegar ao ponto X e sim dar o primeiro passo e estar atento ao entorno para saber a melhor dire\u00e7\u00e3o do segundo passo. Se tiver que mudar de dire\u00e7\u00e3o no meio do caminho, ok, faz parte do jogo. \u00c9 assim que se vai longe hoje em dia. Tudo \u00e9 fluido, o engessado n\u00e3o tem mais vez. Dif\u00edcil de assimilar? Talvez na minha simplifica\u00e7\u00e3o tosca sim, nas palavras dele \u00e9 lindo de chorar, meu povo.<\/p>\n<p>A chefia n\u00e3o ser\u00e1 mais o prop\u00f3sito no novo modelo de empresa que est\u00e1 nascendo. O objetivo n\u00e3o \u00e9 ser chefe, a chefia \u00e9 mais um meio para alcan\u00e7ar o objetivo. Uma proposta extremamente interessante de empresas horizontalizadas, onde n\u00e3o existir\u00e3o chefes permanentes e sim diferentes projetos e, conforme as compet\u00eancias de cada pessoa, alternar\u00e3o a chefia durante cada projeto (novamente, s\u00f3 lendo para entender). \u00c9 tanta novidade bacana que faz rever todos os conceitos de vida.<\/p>\n<p>O ponto de partida tamb\u00e9m \u00e9 importante. Empresas de sucesso partem do POR QUE, de uma motiva\u00e7\u00e3o que as fez iniciar seus neg\u00f3cios. S\u00f3 depois de estabelecer o POR QUE, elas pensam no COMO (como alcan\u00e7ar aquele por que) e s\u00f3 depois de determinar o COMO \u00e9 que definem O QUE v\u00e3o fazer. Empresas vazias, que tendem ao fracasso nos tempos modernos, come\u00e7am com O QUE: \u201cquero montar uma empresa que venda cachorro quente\u201d. O POR QUE \u00e9 o que gera uma base s\u00f3lida e o ideal \u00e9 que esse POR QUE esteja alinhado com o seu prop\u00f3sito de vida (sua miss\u00e3o como ser humano), o COMO alinhado com suas paix\u00f5es e O QUE com as oportunidades.<\/p>\n<p>Muito abstrato? Eu sei. Vamos trazer para o plano do concreto usando um exemplo que todos conhecemos bem: o Desfavor. O Desfavor nasceu do POR QUE. Se algu\u00e9m me perguntar por qual motivo decidimos come\u00e7ar a escrever o Desfavor, eu n\u00e3o vou responder que eu queria ser blogueira ou estava em busca de patrocinador ou permuta. O motivo, o POR QUE \u00e9: conhecer pessoas que pensem como n\u00f3s, que s\u00e3o uma minoria. N\u00e3o que n\u00f3s sejamos superiores nem nada, \u00e9 simplesmente dif\u00edcil encontrar quem n\u00e3o se feche em uma caixinha, tome &#8220;lados&#8221;, se torne um estereotipo. Quer\u00edamos reunir gente bacana alinhada com nossas ideias para debate-las. Essa \u00e9 a ess\u00eancia, n\u00e3o o blog em si.<\/p>\n<p>O COMO, atende a uma das minhas grandes paix\u00f5es na vida: escrever.\u00a0 Por isso escolhemos um COMO que \u00e9 uma paix\u00e3o para propagar um POR QUE que \u00e9 nosso prop\u00f3sito nesse mundo: reunir pessoas com as quais tenhamos afinidade. A OPORTUNIDADE que vimos de fazer isso foi olhando \u00e0 volta e percebendo que o meio que mais atrairia essas pessoas seria um blog, j\u00e1 que quase ningu\u00e9m quer ler muitas p\u00e1ginas por dia&#8230; s\u00f3 quem pensa como a gente.<\/p>\n<p>Percebem a diferen\u00e7a de algo s\u00f3lido? Percebem a diferen\u00e7a entre o Desfavor e algu\u00e9m que acordou e disse \u201ceu quero escrever um blog para ganhar permuta\u201d. Blog \u00e9 meio para a gente, n\u00e3o um fim em si mesmo. E \u00e9 essa base s\u00f3lida que faz toda a diferen\u00e7a na cria\u00e7\u00e3o de uma empresa de sucesso, que n\u00e3o \u00e9 o caso do Desfavor, eternamente ot\u00e1rios sem fins lucrativos.<\/p>\n<p>O livro fala de muitos, mas muitos outros assuntos interessantes interconectados. Ensina a desenvolver compet\u00eancias e prop\u00f5e novas formas de funcionamento de empresas que at\u00e9 bem pouco tempo seriam impens\u00e1veis. Mas, acima de tudo, te estimula a pensar e te ajuda a criar novidades tamb\u00e9m. \u201cVai l\u00e1 e faz\u201d te d\u00e1 asas para voar. Vale mais de uma leitura. A primeira \u00e9 um choque e demora a ser assimilada, a segunda \u00e9 degusta\u00e7\u00e3o e a terceira \u00e9 consolida\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Quem diz que odeia empresas e empreendedorismo na verdade odeia um modelo arcaico, antigo, ultrapassado, que n\u00e3o atende mais \u00e0 realidade social. N\u00e3o tem como n\u00e3o amar o que est\u00e1 descrito no \u201cVai l\u00e1 e faz\u201d. N\u00e3o tem como n\u00e3o amar os cursos, palestras e workshops da Perestroika. N\u00e3o tem como n\u00e3o amar Thiago Mattos e todos que fazem parte desse projeto. S\u00e3o pessoas que fazem a diferen\u00e7a e impulsionam o mundo para ser um lugar melhor.<\/p>\n<p>Chega de Cunha, chega de Dilma, chega de Zika Virus, chega de terrorismo. Luz. Desfavor joga um pouco de luz nessa semana tenebrosa e te convida a passar essa luz adiante. \u201cVai l\u00e1 e faz\u201d \u00e9 leitura obrigat\u00f3ria.<\/p>\n<h3>Para agradecer pela luz e pedir tamb\u00e9m um pouco de \u00e1gua, para mandar a gente ir l\u00e1 e fazer a empresa Desfavor ou ainda para me sugerir escrever um livro chamado \u201cVai l\u00e1 e faz merda\u201d: <a href=\"mailto:sally@desfavor.com\">sally@desfavor.com<\/a><\/h3>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Tem tanta coisa horrenda acontecendo no pa\u00eds e no mundo que me peguei selecionando a desgra\u00e7a que eu julgava mais importante para o tema do texto de hoje. Isso me incomodou, n\u00e3o parecia certo. Escurid\u00e3o se combate com luz. 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