Ele disse, ela disse: Dificuldade familiar.
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De um lado ou de outro da questão, a maioria de nós já enfrentou as dificuldades da relação entre irmãos de idades distintas. Claro que nem tudo são espinhos, mas o desfavor tem essa tendência de ver o lado problemático das coisas.
Depois de discussão nada fraterna, Sally e Somir decidiram estender o assunto até vocês, irmãos e irmãs. (Eu ouvi um aleluia?)
Tema de hoje: O que é mais difícil, ser irmão mais velho ou irmão mais novo?
SOMIR
Irmão mais novo. Apesar de ser esse o meu lado da história, não entendam o texto como um concurso de vitimização. Não tenho nenhum trauma dessa relação. Por isso eu vou considerar que tanto irmão (ou irmã, vai ser um saco ficar o texto todo fazendo essa separação, considerem ambos os sexos) mais novo quanto o mais velho vivem numa família sem grandes problemas.
(Estou falando de uma distância de pelo menos uns três anos, para que os irmãos não vivam as mesmas fases da vida ao mesmo tempo.)
E com um campo de análise equilibrado, começa a pesar para o irmão mais novo o fardo de ser o elemento mais baixo na hierarquia familiar. Tudo bem que pouca gente tem essa alergia à hierarquia como eu tenho, mas não é como se esse prazer “canino” em acatar ordens seja tão natural assim para seres complexos como nós.
A não ser que o irmão mais velho já seja quase um adulto quando você vem ao mundo, é quase certeza que sua rebeldia seja dirigida a ele. O irmão mais velho peita mais os pais, o irmão mais novo peita mais o mais velho. E isso gera uma série de problemas, já que o alvo da sua sanha revolucionária não vai pensar duas vezes antes de revidar. Seja apelando para sua ignorância sobre a vida, seja enfiando a porrada.
EM TESE, os pais deveriam ser muito mais preparados para lidar com uma criança ou adolescente querendo atenção da forma errada do que uma outra criança ou adolescente com apenas alguns anos de vantagem. Queiram o não, o irmão mais novo tem um intermediário nessa relação. Você se contentaria com o parecer médico da recepcionista da clínica? Irmão mais velho não substitui os pais e tende a fazer merda quando cai nessa situação. Não é por mal, não era obrigação mesmo do mais velho, mas acontece.
E o intermediário explica comportamentos comuns do irmão mais novo. Normalmente vira imitação com irmãos do mesmo sexo e antagonismo se forem opostos. E em ambos os casos a relação é mais vantajosa para o irmão mais velho.
O moleque que tenta imitar o mais velho a todo custo vira presa fácil para manipulação e acaba com algumas dúvidas sobre a própria personalidade que tendem a fazer estrago na adolescência (adolescente só faz merda, adolescente querendo se diferenciar faz o dobro). O irmão mais velho vai ter um reforço no ego por ter um fã incondicional (mesmo que não admita).
O moleque que vive brigando com a irmã mais velha vai enfrentar alguém bem mais ardiloso, maduro (até porque tem essa diferença séria entre os sexos) e dependendo da distância de idade, bem mais forte. Mulher tem carta branca para bater em homem. Resumindo: Vai ser um massacre.
Todo mundo gosta de dizer que sofre mais. Mas podem ter certeza que ninguém escolheria ter desvantagens intelectuais E físicas numa competição. E porra, não sejamos falsos, existe uma competição NATURAL entre irmãos. Principalmente em idades onde nosso senso de justiça ainda é subordinado ao nosso instinto de aprovação.
E é nessa competição que o terror da criança carente e mimada surge. Grandes chances do filho “estragado” ser o mais novo, e isso não é à toa: Tentando compensar as vantagens naturais do filho mais velho, os pais toleram comportamentos mais egoístas do mais novo. E ainda existe uma espécie de sentimento de culpa que permeia essa relação. O primeiro filho recebeu cuidados muitas vezes exagerados, enquanto o segundo já foi tratado de forma mais controlada. Os pais se lembram disso.
Eles sabem que o filho mais velho foi a estrela da família e o ralo da conta bancária por alguns anos, eles sabem que o mais novo não foi tão pajeado assim. Muitas coisas de segunda mão, reaproveitadas… Numa sociedade de consumo como a nossa, comprar coisas tende a gerar na mente das pessoas uma sensação maior de carinho e cuidado. Tudo bem que isso é uma bobagem enfiada goela abaixo das pessoas pela publicidade, mas não se pode ignorar o poder do inconsciente nas atitudes diárias.
E se você está ficando confuso sobre esse ponto de tratar tendência de ser mais mimado como algo negativo, pense em quão bem pessoas carentes e mimadas se dão na vida. Pense nas merdas de relacionamentos que elas acabam formando. É muito mais difícil ter uma vida emocional saudável com essa propensão a ser estragado vindo no pacote da sua criação.
O irmão mais velho dificilmente se enxerga com o valor que tem para o irmão mais novo. Ele acha que a relação entre o mais novo é exatamente a mesma que ele tem com os pais, o que não é verdade. Para o mais velho, a família ganhou um cachorro que falava, para o mais novo, a família tem uma pessoa a mais desde… sempre. Pior, alguém que vence boa parte dos primeiros desafios da vida antes de você. A comparação é absolutamente inevitável.
O mais novo vai se enxergar modificado pela lente do mais velho. Isso influi em cada passo da vida dele. Imagino que Sally vá escrever um texto expondo situações onde o irmão mais novo é um “incidente” a ser resolvido, o cachorro falante da família. Por mais que possa ser um incômodo, passa longe de ser uma questão existencial. São campos de importância completamente distintos.
Até imagino que algumas pessoas vão ligar “questão existencial” com a noção de dramaticidade, mas não é como se esse tipo de pessoa conseguisse ler mais do meio parágrafo, não? A frase está segura aqui.
Ser filho mais novo só não é mais difícil do que não se fazer de vítima. *esperando os comentários*
Para dizer que eu acabei de explicar como me tornei intransigente (discordo), para reclamar que a comparação de irmão mais novo com cachorro falante é ofensiva para os cães, ou mesmo para dizer que quer ouvir a opinião da Somira sobre o assunto: somir@desfavor.com
SALLY
O que é mais difícil, ser irmão mais velho ou irmão mais novo? Com certeza ser irmão mais velho.
Um pequeno parágrafo sobre outra coisa: quando defendemos uma posição aqui falamos da REGRA GERAL, sabemos que não se aplica a 100% dos casos, mas, tendências existem e as exceções apenas confirmam a regra geral.
Para começo de conversa, o irmão mais velho é a cobaia dos pais. Quando ele nasce seus pais aprendem um bocado sobre o que fazer e o que não fazer na prática, na tentativa e erro. Ele sofre os erros dos pais, erros estes que muitas vezes não se repetirão com o filho seguinte caso os progenitores tenham o dom do aprendizado. Tudo é novidade e para abrir cada porta, para conquistar cada liberdade ou direito é um desafio. Quando o irmão mais novo chegar muitas portas já estarão abertas. Ao criar o primeiro filho os pais tendem a ser mais exigentes, mais rígidos, mais inseguros. Do segundo em diante parecem estar mais relaxados.
O primeiro filho, além de arcar com os erros dos pais de primeira viagem, ainda crescem com a responsabilidade de ser “o irmão mais velho”. Se algo acontecer com os pais, é ele quem vai assumir o comando da casa. Mesmo que nada aconteça, ele uma espécie de exemplo, de espelho para o irmão mais novo. Não raro o irmão mais novo é “empurrado” para ele, obrigando-o a se responsabilizar (“Só vai se levar o seu irmãozinho”). E mesmo quando os pais não obrigam, os irmãos mais novos costumam perseguir voluntariamente seu irmão mais velho. E ai dele se fizer o irmão chorar.
Não importa se o irmão mais novo quebrou alguma coisa ou fez merda, nem pensar em encostar um dedo nele ou repreende-lo verbalmente, porque se ele chorar isso pode virar rapidamente um “O QUE VOCÊ FEZ COM SEU IRMÃO?”. O irmão mais novo, por ser mais novo, passa uma falsa aura de desprotegido e inofensivo. É alvo principal de preocupações e cuidados. E muitas vezes se vale desta falsa fragilidade para se dar bem. Acredito que pais prefiram errar para o excesso de zelo buscando evitar uma covardia do mais velho para com o mais novo.
Pais estão mais experientes quando já tiveram um filho. Já sabem que aquele choro incessante pode ser refluxo ou cólica e não ficam semanas esperando para ver se passa. Já sabem um bom colégio para colocar seus filhos e não os matriculam em lugares duvidosos para só depois descobrir e transferir seus filhos. Além de mais experientes, são também menos rígidos. Já sabem que ninguém morre se comer uma coisa que caiu no chão ou então se abraçar o cachorro. Eles sabem pelo que vale a pena se estressar. Não se estressam mais por qualquer merda. E em um ambiente sem estresse é, sem dúvidas, mais fácil de se existir.
Mesmo quando os filhos crescem um pouquinho mais, um irmão mais velho é um facilitador que abre muitas portas. Existem lugares que o irmão mais novo jamais iria se não fosse o irmão mais velho, que recebe a função de levá-lo consigo. O irmão mais novo tem acesso a uma série de informações através do irmão mais velho: músicas, filmes e dicas de todos os tipos sobre as mais variadas informações que talvez nunca descobrisse sozinho ou que tivesse que ralar muito para isso. Vem tudo pronto, o atalho mastigadinho pelo irmão mais velho.
Quando um irmão mais novo faz merda, muitas vezes ele pode recorrer ao irmão mais velhos para ajudá-lo ou salvá-lo, se poupando de ter que encarar os pais e levar um esporro. Um irmão mais novo tem sempre um backup, uma tábua de salvação. Até mesmo para fazer perguntas que não teria coragem de fazer para os pais ou pedir favores que não teria coragem de pedir para os pais. Além disso, se forma um time: quando você tem um irmão e discute com seus pais, você tem uma chance de que ele fique do seu lado dando mais peso à sua argumentação, quando não tem irmão, são dois contra um.
Alguém tem coragem de negar que é mais fácil crescer com pais experientes, mais seguros, com um irmão mais velho para te ajudar e te ensinar coisas novas e até mesmo salvar seu rabo e com várias portas já abertas por esse irmão? É muita vantagem para pouco atrito.
Ser irmão mais velho é ter passado parte da vida em uma casa só com adultos, sozinho. Isso pode ser muito difícil para uma criança. O irmão mais novo já vem ao mundo tendo outra criança (ainda que com uma certa diferença de idade) para brincar. O irmão mais novo já nasce com um cúmplice. E se estivermos falando de um irmão mais velho e uma irmã mais nova, quando a adolescência chegar ela vai ter acesso a vários amigos dele, de onde pode sair um belo namoro. Se for ao contrário, quando a adolescência chegar, o irmão mais novo pode pegar dicas valiosas com a irmã mais velha sobre mulheres.
Em qualquer idade, mas principalmente em idade escolar, o irmão mais novo tem a quem recorrer se estiver sendo alvo de algum tipo de valentão, chacota ou bullying. Chamar o irmão mais velho para cobrir de cacete quem te ameaçou é não te queima, chamar seus pais para resolver sim. Por sua vez, o irmão mais velho teve que se virar sozinho.
Eu poderia ficar páginas e páginas enumerando quão mais fácil é a vida de um irmão mais novo, mas provavelmente não adiantaria. As pessoas tem uma tendência Universo Umbigo a achar que o que elas passaram é sempre o mais difícil. Aposto que quem é irmão mais novo vai defender irmão mais novo e quem é irmão mais velho vai defender irmão mais velho.
Do ponto de vista de uma filha única, só o fato de ter irmão(s) já me parece uma bosta. Vejo pais comparando seus filhos abertamente (ainda mais se os filhos são do mesmo sexo) irmãos se bulinando, disputando… Mesmo que não seja o caso e que os irmãos se amem e se ajudem, me parece que sempre há uma “disputa implícita”.
E se o teu irmão tira notas mais altas? Ou é mais bonito? Ou mais sociável? Ou mais bem sucedido? Ou atende mais as expectativas dos pais? Será que há autoestima o bastante pra tacar o foda-se?
P.S.: já tem pesquisas afirmando que filhos únicos serem sempre mimados ou menos sociáveis é mito, isso só depende da criação dos pais.
Apesar de ser irmã mais nova, a diferença de idade é ínfima, o que compromete minha opinião sobre o assunto – como bem apontado pelo Somir. Só posso dizer que gosto ser a mais nova, nada tenho a reclamar.
O consenso geral parece apontar que ruim mesmo é ser irmão do meio: por ser menos notado, não ter os privilégios e independência do irmão mais velho e perder os “mimos” e atenção despejada ao filho mais novo, quando da chegada desse(s).
Agora, particularmente, acredito que ser filho único deve ser o PIOR cenário. Posto que solitário e, apesar de algumas vantagens (como financeira), ser depositário de TODA atenção, TODA esperança, TODA pressão dos pais etc. Ter um irmão pra dividir essas coisas e mais as angústias inerentes à idade ajuda e muito!
Eu sou a mais nova e com toda certeza do mundo é pior ser o do meio.
Mas, entre ser o mais velho e o mais novo é pior ser o mais velho.
Nossa nem o Ellàn Quero Comer a Sally gostou da discussão…
Ta tenso mesmo…
Gente, já passou a época que o primogênito herdava a maior parte das terras… agora no testamento é tudo a mesma bosta, tá? Tem vantagem nenhuma não…
Nunca concordei tanto com o Somir. Sou irmã mais velha, amo meu irmão até depois da morte, mas eu sei que é desse jeito mesmo, o irmão mais novo encontra tudo "mastigado" e de segunda mão, até a atenção da família.
Não tenho opinião formada sobre o assunto, pois sou filha única e não consigo me colocar na situação de uma irmã mais velha ou mais nova.
O fato é: não ter irmão é um saco!
Eu acho que quem se ferra é sempre o do meio,porque o primogenito é sempre mais paparicado e o caçulinha tambem.
Digo isso por experiencia propria eu sou o do meio entre um menino e uma menina, sou sempre o que leva ferro.Sempre morri de ciumes dos dois,embora minha mãe diga sempre que ama todos iguais.Ela sempre fala que tem 10 dedos, se cortar um doi se cortar um outro doi da mesma forma e por ai vai.
Mas ser filho unico tambem deve ser ruim.
Heh, eu estou em todas. :D
Sou filho único por parte de mãe, irmão do meio por parte de pai, fui mais novo por 6 anos por parte de pai, e posso afirmar categoricamente:
É tudo a mesma merda.
O que você ganha em experiência paterna, perde em mimos, pra citar um exemplo simples. No fim das contas, equilibra. Ganhar carona é mais legal do que dar carona, mas isso é só um mimo. Se você DÁ CARONA pro seu irmão mais novo, significa que você conquistou algo sem existir uma cobrança pra chegar ali, afinal, VOCÊ é o mais velho. O mais novo tem muito mais mimos… Até chegar no ponto em que começam as comparações e cobranças.
Some-se a isso o fato de que cada pessoa é diferente, que é impossível ter uma análise precisa. É tudo a mesma merda. Ser irmão do meio, na real, é ver e viver os dois lados, com muitas coisas boas e ruins de cada um deles, mas sem ser melhor nem pior.
Essa discussão é quase tão estúpida e improdutiva quanto discutir se é melhor ser homem ou mulher. Não é pra existir diferença significativa que pese para um dos lados, e se existir é sinal de que tem algo MUITO errado no mundo.
"Quem se ferra é o primeiro a chegar, daí pra frente tudo fica mais fácil."
Cada um tem suas vantagens, mas é absolutamente inegável que ser irmão mais velho é uma experiência mais complicada. Pioneiro tem a vida mais ou menos fácil que a do que vem depois? É uma questão puramente lógica e simples. Por mais que você tente distorcer a lógica, se você quisesse menos trabalho e pudesse escolher, você escolheria vir depois que a barra tá mais segura.
Não mintam.
Irmãos do meio: não possuem as vantagens de ser mais velho, nem as mamatas de ser mais novo.
Não sei, não tive irmãos. Teria uma gêmea comigo mas não sobreviveu. Minha mãe era a irmã do meio e no final das contas se considerava filha única, porque os outros dois realmente eram loucos. Família é uma merda no geral. Considero mais meus amigos do que parentes.
Sally:
Aí é que está o ponto de que vários filhos do meio se queixam. A passagem do bastão de irmão caçula.
Por que tem um pontinho onde o Somir acertou, que é aquele lance do irmão mais novo ser meio que inimputável, café-com-leite ou, como vocês dizem, "intocável".
Aí como você muito bem apontou, o irmão do meio começa como caçula, com essa "intocabilidade", só que de repente chega um novo irmão mais novo e essa mamata de ser café-com-leite acaba.
Isso não contrabalançaria negativamente (pelo menos em parte) a vantagem de já ter caminhos abertos?
Pergunto por pura curiosidade teórica, por que eu comecei como irmão mais velho e virei filho único aos 21 anos de idade, então não tenho o mais mínimo interesse prático nessas minhas perguntelhas.
Inclusive concordo contigo na parte do mais velho levar muita fritada por conta dos pais serem cabaços na criação de filhos. E acrescento que filho único junta essa torração (torrar o saco de Fulano = romper las pelotas a alguien) a mais duas, a saber:
1. Por falta de comparativo, os pais acabam exagerando em tudo que fazem, seja para menos ou para mais.
2. Por falta de outra válvula de escape, TODAS as cobranças e expectativas dos pais caem na cabeça da gente. Chaaatoo…!!!
Forte abraço!
Seu Zé Nando, vale para o filho do meio o mesmo que para o irmão mais novo: quando ele nasce os pais estão mais experientes, muitas portas já estão abertas e ele tem um cúmplice, seu irmão mais velho.
Quem se ferra é o primeiro a chegar, daí pra frente tudo fica mais fácil.
Sem contar que, por um período de tempo, enquanto não nasce outro irmão, o irmão do meio é o irmão mais novo!
Que nada. Vida dua é a do irmão do meio. Ha ha ha
Sally:
Não vou comprar a tua tentativa de intimidação no quadro cinza de fim de texto, vou lançar sim senhora a pergunta de um milhão de dólares para você E para o Somir segurarem a bucha. Lá vai:
"E o irmão do meio, onde é que ele fica nessa história toda?"
O mais difícil é ser o 13º filho. Toda essa história de que o povo gosta do 13º, é tudo balela.
O fato é que ninguém trata bem o 13º. Ele chega como salvador da pátria, mas depois de 12, o povo nem sabe direito o que fazer com o 13º. Quem faz um planejamento adequado a ponto de, quando chegar o 13º, ele dar os frutos esperados? Ninguém. Acaba que o 13º vira um tampão, e vai ter de viver o resto da vida com isso.
Triste :'(