Sugestões?

Você tem alguma ideia de tema que quer sugerir para nós? Aqui é o lugar. É muito difícil acompanhar as sugestões que vocês fazem na nossa rotina diária de posts, e com tudo centralizado aqui queremos simplificar o processo de vez. Vale sugerir qualquer tema, vamos analisar cada uma das suas ideias, e se for possível (vulgo soubermos falar disso de forma decente), pode apostar que vamos escrever sobre o assunto e te mencionar no post. Se quiser dar ideias sobre CONTEÚDO, este é o lugar. Vamos lá?

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Comments (740)

  • Não acho justo a Sally se sacrificar sozinha, quero ver o Somir envolvido com os políticos de nome cagado:
    – escrever sobre a origem dos nomes
    – fazer uma postagem sobre os piores comentarios que deixaram no desfavor sobre os textos
    – fazer meme com os candidatos de nome cagado
    – fazer um Ei Voce com o tema
    – Ajudar a Sally a escrever a coluna com candidatos de outros estados

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  • “Esse lentíssimo Senhor Doutor Juiz de Direito…”

    https://www.ahnegao.com.br/wp-content/uploads/2022/09/lentissimo.jpg

    A imagem desse link aí em cima me deu uma idéia. Eu sei que a Sally largou o Direito e hoje em dia nem quer mais saber da área, mas ainda assim seria interessante ler algo a respeito das maiores barbaridades jurídicas que ela viu em seus tempos de advogada. Falo de coisas como processos abertos por motivos cretinos, erros grosseiros de grafia nos autos, argumentações estapafúrdias, trapalhadas cometidas em tribunais, demonstrações de ignorância de quem gosta de se dizer “dotô”, sumiços inexplicáveis de documentos, provas forjadas, exigências burocráticas descabidas que complicam desnecessariamente o que deveria ser simples, decisões judiciais em que se agiu mais com a emoção do que com a razão, etc..

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  • Gostaria muito de ler algo de vocês sobre a série Severance (Ruptura, no PT-BR), da Apple TV+. Interessantíssima.

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  • Uso de termos em inglês no ambiente profissional tais como “Headhunter”, “Deadline”, “Checklist”, “Brainstorm” e outros: é mesmo necessário por falta de termos com equivalência precisa em português ou trata-se de mero pedantismo de quem vive pagando pau para gringo?

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    • Critica-se muito o uso excessivo de expressões em inglês, mas eu também já vi muitos estrangeirismos em artigos publicados no caderno “Ilustrada”, da Folha de S. Paulo, empregando vocábulos emprestados do alemão, tais como “Zeitgeist” (“‘espírito’ da época”) e “Schadenfreude” (“alegria proveniente da desgraça alheia”). Palavras como essas apareciam em textos mais densos, reflexivos e filosóficos, mas será que não seria possível tratar desses assuntos só com termos em português mesmo?

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  • DIU: qual é o melhor, quais as novidades mais modernas, realmente é mais eficaz do que a laqueadura? Vantagens, desvantagens.

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  • Sugestão para Sally que parece já ter viajado bastante: roubadas turísticas, ou o lado ruim dos lugares turisticos, seria um texto para contar o que ninguém tem coragem de falar sobre alguns lugares que a gente só vê fotos bem tiradas num dia de sol espetacular.

    Eu tive essa ideia porque no momento estou em Arraial do Cabo, me sentindo muito iludida. Só mostram as fotos das praias né… ninguém fala que a cidade é extremamente popular. “Ain, mas isso é elitismo com os pobres”. A cidade é caótica, desordenada, cheia de animal solto pelas ruas, quiosques caros na orla que nem um banheiro decente tem, crianças brincam envolta de montanhas de lixo. Se querer andar na calçada sem se preocupar se vai atolar o pé num monte de coco de cachorro largado de rua é ser elitista, então eu não ligo de ser elitista. O turista é financeiramente esfolado e não tem retorno, tudo é precário, exemplo: na entrada da cidade tem placa de velocidade: 80. Meio quilômetro depois tem uma lombada enorme, sem nenhuma sinalização, num lugar mal iluminado, a tinta amarela da lombada já foi embora faz tempo. Você só percebe a lombada quando o carro decola.
    O ponto é: o mundo está politicamente correto demais, ninguem tem coragem de abrir a boca pra falar que a cidade é um favelão.

    Outras roubadas que eu conheci: Angra dos Reis, eu comentei que ia passar por Angra e a pessoa falou “a cidade é meio bagunçada”. Bagunçada?? HAHAHAHA é outro favelão isso sim, mas ninguém fala. Ja vi pessoa que reservou pousada lá na cidade (sem ser nas ilhas) e chegando lá desistiu de ficar. Puerto Iguazu: não seincomo foi a experiência da Sally, caso tenha ido, mas pra mim só valeu pelo Free Shop (mas pra chegar,
    é quase 2 horas de transito), na cidade só tem restaurante ruim pega turista. Blumenau: talvez ir na época de October fest (quando fui não era, não sei se vale a pena), em tempos normais é uma cidadezinha feinha e sem graça.
    Não fui, mas pelo que vi e ouvi são muito de nicho e roubada para a maioria: Bonito: nadar na agua gelada, com peixes do seu tamanho, alguns com bigodes enormes, tanto peixe junto que um conhecido presenciou um peixe mordendo o mamilo do turista, a ponto de sangrar. Tem um lugar que as pessoas fazem flutuação chamado Rio Sucuri, porque será? Rs. Noronha: grande concentração de lagartos, lagartixas, tubarão ataca criança e tem uma parte que nem repelente a pessoa pode usar… boa sorte sendo almoço de pernilongo.

    Sally é mais viajada que eu, deve ter um repertório muito maior pra contar.
    Seria um texto pra arrumar briga com metade do Brasil, mas acho que vocês não ligam.

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  • Sugestão para a Sally, para um dia de assuntos mais leves ou para uma data especial, como um próximo aniversário do Pilha: Polegar – Discografia Comentada.

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  • Já que a Sally aprendeu a mexer no photoshop, podia ter postagem de vocês sacanenando o outro com memes. Somir faz 3 memes sacaneando a Sally e depois a Sally faz 3 memes sacaneando o Somir…

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  • Já que nesta semana se falou tanto em robôs e em inteligência artificial, sugiro uma postagem sobre personagens famosos da ficção – científica ou não – que são uma coisa ou outra, quando não ambas. Pode-se comentar o que têm de comum e de diferente entre si, qual é mais plausível e/ou verossímil, qual já se tornou realidade ou está em vias de, etc. Falo de criações como “Maria” (a “Maschinenmensch” ginóide do filme “Metrópolis”, de Fritz Lang), do Monstro (forma de vida artificial feita de pedaços de cadáveres ressuscitados com a energia dos raios de uma tempestade em”Frankenstein”), HAL9000 (o supercomputador com inteligência artificial do filme “2001: Uma Odisséia No Espaço”), T-800 (o frio assassino ciborgue quase imparável de esqueleto mecânico coberto de tecido humano vivo de “Exterminador do Futuro”), R2-D2 e C-3PO (os dróides que aparecem em todos os filmes da saga “Star Wars”). O que acham?

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  • Já que vocês tem falado bastante sobre inteligências artificiais ultimamente, que tal escreverem alguma coisa sobre DALL-E?

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  • Gostaria que o Processa Eu fosse ressuscitado, ia ser linda uma reestreia com Shakira Shakira.

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  • Meu Deus. As eleições estão chegando e a compra de voto está forte. Sally, eu imploro, ensina a gente a investigar vida de político, entender a politicagem e os trambiques dessa gente. Só tem pilantra.

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  • Como tanto o Somir com a Sally são pessoas bastante viajadas, eu penso que seria interessante eles escreverem algo expondo os podres/desmistificando certas concepções que muita gente tem sobre alguns lugares – para onde geralmente nunca foi – e certos povos ditos civilizados. Pelo que andei lendo/ouvindo recentemente, parece que os refinados franceses não são mesmo lá muito chegados em banho, os elegantes italianos falam alto entre si como se estivessem sempre brigando, os circunspectos japoneses adormecem capotando desavergonhadamente em locais públicos quando embriagados, etc.

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    • Dá licença! Deixa comigo que falar mal daquele povo é comigo mesma. Vamos falar sobre o francês médio e não sobre o parisiense estiloso que aparece nos filmes e séries. Esquece Emily em Paris. Aquilo é só glamour de Paris, o resto da França é bem diferente. O francês médio, gilets jaunes, tem uma noção de higiene bem prejudicada. Se a prática do banho diário não é uma tradição por lá, imagina escovar os dentes?? É por isso que a maior parte dos adultos não tem os molares, é um sorriso sempre desfalcado. Até aí, tudo bem, você não é obrigado a beijar os franceses, mas aguentar o CC é triste. A maioria não usa desodorante. Eles acham que é tóxico e que não vale a pena usar já que eles vão transpirar e ter que usar e novo no dia seguinte. A maioria não fede, mas aquele que fede, fede destoando. É uma catinga que adentra aos pulmões e entorpece o cérebro. É insalubre, pior que o metrô da Carioca em direção à Pavuna às 18h. Muito pior. O brasileiro conseguiu ser mais civilizado nesse aspecto que o francês.
      Além disso existe a falta de higiene para preparar os alimentos. Uma coisa que me deu muito nojo foi ver um chefe experimentado a comida com uma colher e rodando essa mesma colher que foi na boca, na panela. Não que isso não possa acontecer no Brasil, mas esperava bem mais que tempero de baba em um país que ostenta uma culinária tão sofisticada.
      O francês médio também se alimenta mal. O peso é controlado com muito cigarro e café. Enquanto que o bate-entope do brasileiro é o feijão com arroz, o do francês é a baguete. É por isso que o pão está em todas as refeições, porque a comida deles por si só, não preenche nem o buchinho deles, muito menos o meu que mistura vários carboidratos no self service. O café da manhã é bem açucarado. O pão com queijo e presunto é substituído por croissant doce, pão doce e o que mais puder ser produzido com açúcar. Voltamos ao ponto principal: o que esperar de uma gente que não escova dentes e ainda come um quilo de açúcar?
      Fora isso, o francês não parisiense é um emocionado quando vê um estrangeiro falando francês.
      Se o meu teclado não estivesse tão ruim, falaria mais, mas ele tá tão emperrado que os meus dedos estão cansados de digitar.

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  • Que tal um Ela disse ele disse sobre um tema fútil: Tem que torcer pra um time de futebol do seu estado ou pode torcer pra de outro?

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    • É que nesse caso nós não discordamos: ambos achamos que não tem que torcer para quem a pessoa quiser

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  • Mais uma sugestão para o Somir relacionada a publicidade: como trabalhar com produtos e serviços “difíceis” sem cair no clichê ou no mau gosto. E por “difíceis” eu quero dizer coisas que tenham a ver com aqueles assuntos de foro íntimo sobre os quais é um tanto quanto constrangedor falar publicamente, tais como:
    – anunciar clínicas para tratamento de impotência sexual
    – veicular propagandas de remédios para prisão de ventre, gases e hemorroidas
    – promover campanhas de prevenção de câncer de próstata via exame de toque
    – divulgar cremes fixadores de dentaduras, fraldas geriátricas e demais artigos semelhantes de cuidados com idosos

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  • Telegonia – nunca tinha ouvido falar disso até pouco tempo, mas aparentemente a turma MGTOW/Incels são crentes ardorosos da teoria.

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  • Gostaria de um desfavor sobre a rebelião/protesto das mães em apoio à mãe que foi impedida de entrar em um bar com uma criança de 5 anos.
    Vamos agitar esse site e ver a lacrolandia se manifestar.

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  • Com as chaves da próxima Copa do Mundo já definidas pelo sorteio desta semana, vai ter postagem a respeito das chances da selecinha? Nas últimas duas copas teve, mas eu vou entender se desta vez vocês não fizerem por falta de tempo – e de clima – para se falar nesse assunto com tanta coisa bem mais séria acontecendo… Ah, e o mascote da edição deste ano, no Qatar, já foi revelado. Chama-se La’eeb, uma figura inspirada naqueles grandes lenços com os quais os habitantes do país-sede cobrem suas cabeças, que mais parece um fantasminha e foi considerado “fofinho” por algumas pessoas. De acordo com o que aparece no informe do site da FIFA, esse nome, em árabe, significa “jogador super habilidoso”. E um tweet de ontem de um brasileiro já fez gozação com uma cena do vídeo de apresentação desse novo mascote, relembrando o Fuleco e o 7 x 1 de 2014:

    https://twitter.com/TiagoBa45792963/status/1509925355624321026/photo/1

    No vídeo, o La’eeb, através de um portal dimensional, transporta um apresentador humano para o “Mascoteverseo”, um lugar habitado pelos bonecos presentes nas edições anteriores dos mundiais – que aparecem zanzando para lá e para cá ao fundo – e, em uma das cenas, o Fuleco aparece sentado em uma calçada, recostado em uma parede, olhando para o nada, assemelhando-se a um mendigo. A cena aparece aos 1:45 deste vídeo no YouTube:

    https://www.youtube.com/watch?v=OC3PXKuFgLA

    E, zueiras com o Fuleco à parte, eu achei o vídeo bem interessante e mais significativo que qualquer coisa de divulgação que se tenha feito para uma Copa em muitos anos.

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  • queria ver um reescrevendo o texto do outro com as suas palavras: somir reescrevendo um texto da sally ou a sally reescrevendo um texto do somir

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  • Poderiam falar sobre redes sociais, como instagram e facebook.
    Nós, leitores do desfavor, sabemos bem que vocês não usam e abominam essas redes, então seria muito legal (e engraçado) ler suas opiniões e experiências com essas coisas ! Só pra mudar um pouco o tema, descontrair…

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