Sugestões?

Você tem alguma ideia de tema que quer sugerir para nós? Aqui é o lugar. É muito difícil acompanhar as sugestões que vocês fazem na nossa rotina diária de posts, e com tudo centralizado aqui queremos simplificar o processo de vez. Vale sugerir qualquer tema, vamos analisar cada uma das suas ideias, e se for possível (vulgo soubermos falar disso de forma decente), pode apostar que vamos escrever sobre o assunto e te mencionar no post. Se quiser dar ideias sobre CONTEÚDO, este é o lugar. Vamos lá?

Comments (836)

  • Sugiro um texto – ou, quem sabe, até uma série – explicando o que realmente querem dizer certas palavras que exprimem altos ideais e valores nobres, mas que há tempos vem tendo seus verdadeiros significados “esvaziados” por repetido uso errôneo em chavões e discursos que visam mais impressionar pela forma do que convencer pelo conteúdo.

  • Acabei de me deparar com uma notícia de 2015 do UOL sobre um jogo de cartas tipo “Super Trunfo” em que, em vez de dados técnicos de veículos, o que se compara são as “folhas corridas” de tiranos. Ali tem FDPs de todos os tipos: Hitler, Mao, Saddam Hussein e até Getúlio Vargas! Vendo isso, pensei se não daria para vocês escreverem algo sobre produtos – e não precisa ser só jogos ou brinquedos – inusitados. E com “inusitados”, eu quero dizer “bizarros”, “esquisitos”, “kitsch”, “de mau gosto”, “fora do comum”, etc.

    O link da matéria do UOL a que me refiro é este aqui: https://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/bbc/2015/09/01/em-super-trunfo-de-tiranos-vargas-disputa-com-hitler-e-saddam.htm

  • Acho que o Somir vai gostar desta sugestão: escrever sobre grandes abusrdos cometidos quando ideologias se sobrepuseram ao conhecimento científico. Estou falando das maluquices feitas por vários governos e em diversas épocas para tentar inutilmente fazer a ciência “caber” em torpes visões de mundo ideologizadas. Tais imbecilidades atrasaram países em décadas, suscitaram polêmicas e perseguições, causaram indignação, foram alvo de escárnio e posteriormente, claro, caíram no ridículo. Alguns dos muitos exemplos que poderiam figurar nessa coleção de bobagens são o extermínio de pardais na China na época do “Grande Salto Adiante” de Mao, o Lysenkoísmo da União Soviética dos anos 30 e a adoção no Brasil da Cloroquina e da Ozonioterapia como métodos de combate ao Coronavírus durante a pandemia.

  • Vocês poderiam escrever algo desmistificando grandes cascateiros. Do cinema, mais especificamente do de ação, eu posso lhes citar dois de bate-pronto: Steven Seagal e Frank Dux. O primeiro tem um rabo de cavalo ridículo, é um ególatra sem um pingo de noção, engordou a ponto de usar dublês até para as cenas mais simples e já foi acusado inúmeras vezes de assédio sexual e de lavar dinheiro para a máfia através de sua produtora. O outro, por sua vez, teve as suas lorotas transformadas no roteiro do filme “O Grande Dragão Branco”, foi desmentido por um jornal de Los Angeles que expôs até o recibo de compra de um troféu que alegava ter ganhado em um “torneio mortal de artes marciais na Ásia”, diz que ensinou Jean-Claude Van Damme a lutar e que o derrotou espetacularmente. E tem mais: ambos contam histórias fantásticas que ou jamais realmente ocorreram ou que aconteceram com outras pessoas mas assumiram como suas, posam de fodões sempre que podem e exageram suas façanhas a níveis sobre-humanos como se as proezas absurdas e exageradas mostradas nos filmes em que se envovlem fossem possíveis na vida real. Em inglês existe até uma palavra específica associada a essa espécie de cascateiro das artes marciais: “Bullshido”, um trocadilho entre “Bullshit” (besteira, conversa fiada) e “Bushido” (código de honra dos antigos samurais do Japão feudal).

    • É um excelente tema.

      Já fiz vários cursos de Libras (apenas a nível básico e intermediário, não tenho tido disponibilidade para fazer um curso avançado), e sou deficiente auditivo, mas por falta de prática não internalizei tanta coisa, infelizmente.

      Quem sabe, com tempo suficiente, eu não escreva sobre esse assunto, de uma maneira bem introdutória em um Desfavor Convidado.

  • Acabei de ver este vídeo do Wuant, um youtuber português: https://youtu.be/tcG_S8NCXZU?si=lbpKbEQMoyzhH1u2 e pensei se o Somir, como publicitário, não poderia também fazer críticas a logotipos de governos nacionais, regionais e municipais, do Brasil e de outras partes do mundo, lembrando ainda que esses logotipos mudam toda vez que um governo troca de mãos.

  • Sugestão para um dia de temas mais leves: grandes rivaldiades entre marcas: Nescau x Toddy, Nike x Adidas, Coca x Pepsi, Lacta x Garoto, Lego x Playmobil, McDonald’s x Burger King, Playstaion x X-Box, Windows x Mac, etc.

    • É um ótimo tema.
      Meu conselho de imediato: para, respira se dá uns dias para se recuperar do choque.
      Depois, atualiza o currículo, mostra disponibilidade nas ruas redes sociais (principalmente nas profissionais) e publica amostras do seu trabalho nelas, se isso for possível. Tem sempre alguém que pode nos ajudar olhando.

  • Aparentemente, o Luva de Pedreiro já está a caminho do ostracismo porque até o brasileiro médio já cansou do seu “talento” e ele cometeu o pecado capital de ser “desumilde”, assim que ele terminar de se afundar eu adoraria ver o casal desfavor fazer uma análise minuciosa sobre esse espécime peculiar da cultura bostileira.

  • Badalhocas Perdidas

    No mesmo espírito das postagens sobre capas de discos, vocês poderiam comentar sobre nomes de marcas famosas “adaptados” em falsificações toscas.

  • Desfavor Explica: genialidade. Afinal, o que é mesmo “genialidade”? É mensurável ou quantificável? Há genialidades específicas dentro de cada campo de atividade humana? O que faz alguém ser, de fato, um gênio? A genialidade é sempre inata ou pode ser “cultivada”? Se existem “gênios de nascença”, haveria talvez alguma confluência genética advinda da união de pais que já sejam de alto QI? E, se genialidade puder ser “cultivada”, isso se daria submetendo uma pessoa aos “estímulos corretos” já desde antes do nascimento, ainda no ventre materno? Na opinião de vocês, a palavra “genial” vem sendo banalizada ou tendo seu siginficado “esvaziado” ao longo do tempo por ser empregada incorretamente?

  • Cuidados para se tomar quando se vive sozinho ou a maior parte do tempo sozinho (especialmente se você é mulher ou tem alguma debilidade).

  • SUGESTÃO: exercício físico em casa por meio de aplicativo tipo queima diária realmente funciona ou é furada? Realmente emagrece, ou é cilada, Bino?

  • Em homenagem ao QI médio brasileiro, sugiro um Desfavor Explica: QI. Falem sobre as limitações que são observadas em diferentes níveis de QI.

  • Puta do SUS diretamente do SUS

    Sallyta (eu forçando intimidade), você poderia fazer um texto ensinando a gente a lidar com comportamento de manada de um grupo? Eu percebo, que em algumas situações, um grupo se acha dominante e age conforme as regras tiradas do próprio cu. Como lidar com essas pessoas?

  • Vocês poderiam fazer um texto sobre currículos e entrevista de emprego, do ponto de vista do empregador? Eu lembro que vocês mencionaram algumas vezes que já receberam currículos e fizeram entrevistas e tal.

  • Entenedo chongas de publicidade e de produção gráfica, mas acho que um dos fatores a serem considerarados quando se cria um logotipo é verificar se há a possibilidade de, quando visto em outra posição que não a normal, este der a entender outras coisas, completamente diferentes dos valores e princípios da empresa e que, às vezes, são até constrangedoras. Um exemplo é o desta tal de OGC, que não tenho idéia de onde é e do que faz, mas cujo logotipo, quando observado de outro ângulo, se torna bem embaraçoso para a instituição. Veja:

    https://www.fastprint.co.uk/.admin/public/Image.aspx?i=2149-2004-ogc.jpg&h=0&w=620

  • Sugestão para o Somir: análise de melhores e piores logotipos, além de uma explicação sobre o que elvar em conta na hora de criar um e o que faz com que uma marca seja distinta das concorrentes e imediatamente reconhecível pelo cosnumidor.

  • Reviravolta do caso Marcius Melhem, cobertura do Ricardo Feltrin do caso, e possibilidade real de ele ser inocentado pela Justiça pelas falsas acusações feitas pelas assediadas de Taubaté

  • Vendo essa onda de mulheres piradas ostentando suas crianças e até bebês “trans”, sugiro um Desfavor Explica: Síndrome de Munchausen por Procuração.

  • Acabei de ver:
    “NÃO TEM GAME FALANDO DE AMOR. É GAME ENSINANDO A MOLECADA A MATAR”, DIZ LULA EM REUNIÃO NO PALÁCIO DO PLANALTO COM MINSTROS, GOVERNADORES E CHEFES DO LEGISLATIVO E DO JUDICIÁRIO:

    https://olhardigital.com.br/2023/04/18/games-e-consoles/lula-nao-tem-game-falando-de-amor-tem-game-ensinando-a-matar/

    Acontecimento candidato a Desfavor da Semana, não? Atenção para o trecho: “Quando meu filho tem 4 anos e ele chora, o que eu faço para ele? Dou logo um tablet para ele brincar. Ensino logo um joguinho. Não tem jogo, não tem game falando de amor. Não tem game falando de educação. É game ensinando a molecada a matar. É cada vez muito mais mortos do que na Segunda Guerra Mundial. É só pegar o jogo da molecada, o meu filho, o filho de cada um de vocês. O meu neto, o neto de cada um de vocês (…) Eu duvido que tenha um moleque de 8, 9, 10,12 anos, que não esteja habituado a passar grande parte do tempo jogando essas porcarias.”

    Gostaria muito de saber o que o que o Somir e a Sally têm a dizer sobre isso…

  • borderline e esquizofrenia. Particularidades, explicações e caracterísitcas que não encontramos facilmente no google.

  • Já faz um tempinho que não comento aqui, mas não deixei de ir lendo as postagens. Minha sugestão (pedido?) é um Desfavor Explica de como sobreviver a tiroteios ou ataques em massa em escolas, hospitais, locais públicos, com dicas que a gente possa usar, já que essa merda está virando moda aqui no Brasil.

  • Não é bem uma sugestão, tá mais pra um pedido pro Somir mesmo… Explicar o porquê das escolhas das empresas em mudarem os designs das coisas, dos produtos, das interfaces etc.

    O que me intriga e o que eu queria entender é: o que motiva uma empresa, como a Apple, por exemplo, a usar quase sempre esse design branquinho limpinho leite condensado em seus produtos? Aliás, há algumas pequenas mudanças, eu lembro na época das antigas, lá do mac os x tiger, que a barra da parte de cima do sistema era branca. Aí com o os x leopard ficou cinza, depois ficou roxo, rosinha, sempre com algumas nuances, mas o interior das janelas sempre foi esse branquinho leite condensado que também está presente nos ipadas e no iphone. As únicas coisas que mais mudaram mesmo foram os ícones que foram de algo cheio de relevo e contornos evidentes (imagino que deva dar trabalho pra fazer um PNG daqueles no illustrator) para algo opaco, sem contorno, apenas quadrado com cantos arredondados e sem relevo.

    Já no windows, sempre foi um show de horrores, a começar pelo windows xp com aqueles botões enormes na janela, depois veio o carnaval de cores do windows vista e 7 (a única coisa que gostava era aquele visual aero, com transparências nas telas, lembrando algo meio vidro, que ficava bem bacana), pra depois vir o win 8 com aquele “material design” tudo plano, sem contornos, supostamente minimalista, mas cafona. O win 10 melhora um pouco nesse quesito, mas mantém tudo plano, e agora no win 11 muda de leve novamente com algumas transparências aplicadas, ícones centralizados, enfim.

    Na google, sempre foi também um carnaval de cores e tudo grande com bolas e contornos (eu sinceramente acho o design do gmail horrível, tenho até um mini surto quando entro na caixinha). Mas houve mudanças significativas se a gente pegar o android antigo (4, 5), com aqueles ícones quadrados enormes, pra depois virar aqueles ícones branquinhos bonitinhos no android 6 e 7, depois vir um design mais minimalista sem contornos e relevos no android 8, sem transparências e agora no android 12e 13 voltar com as transparências e ícones com bolas, enfim…

    Fica a pergunta: pra quê toda essa mudança? Porque não deixam só um design pra sempre e pronto? Porque tem que ficar sempre mudando e agradar a gregos e desagradar a troianos? O que motiva a pessoa que tá lá dentro da empresa a querer mudar? No que eles pensam (se é que pensam) em relação ao consumidor final? O que move a escolha deles, dos designers lá dentro, pra que hajam essas modificações? Existem questões econômicas envolvidas, eu imagino? Mas e na questão de afetar o consumidor final e, supostamente, melhorar ou não a vida dele ou a experiência de uso do produto?

  • A Páscoa já tá quase aí e eu tenho uma sugestão pra Sally, que não gosta nem de religião nem de criança: comentar fotos e vídeos de pirralhos aos prantos, apavorados com pessoas usando aquelas fantasias de coelhinho bem toscas e mal feitas. Sempre racho o bico com isso.

  • A Sally já escreveu há algum tempo sobre o visual escroto dos políticos brasileiros. Mas que tal agora um semelhante sobre as presepadas que as MULHERES da política também cometem no que diz respeito ao visual?

  • Sugestão de ele disse, ela disse:

    “Você encontrou finalmente ao vivo o crush online. Só que na hora sexo vc percebeu que o corpo é diferente daquele mostrado/prometido nas fotos. Ou as fotos são antigas e a pessoa não é mais gostosa ou está gorda ou havia muito filtro/Photoshop/edição e na hora vc perde o interesse. Você esculhamba a pessoa por propaganda enganosa?”

    • Acho que não vai ter discordância nessa: nem eu nem Somir esculhambaríamos, mas certamente não chegaríamos às vias de fato (antes de tirar a roupa de alguém você percebe que tipo de corpo a pessoa tem). Nem é pelo corpo em si, que francamente, cada vez me importa menos, e sim pela mentira. Tô fora de gente insegura que precisa mentir a respeito de si mesma e, se mentiu sobre o corpo… sobre o que mais pode ter mentido?

  • Que tal um texto sobre mentiras em currículos? Só para citar algumas: tem gente que diz que tem inglês fluente, mas mal sabe o verbo to be e passa vergonha em uma entrevista, há os que mencionam um monte de cursos de formação que jamais concluíram e tem quem adultere as datas de entrada e saída de trabalhos anteriores com receio de que o fato de estarem fora de uma área há muito tempo ou que uma série de breves passagens por diversas empresas seja desfavorável em um processo seletivo.

  • Dias atrás, navegando na internet, me deparei com a seguinte frase motivacional:

    “Uma pessoa nunca está “pronta” antes de começar algo. Ela fica pronta durante o processo.”

    Gostaria de saber se vocês concordam e o que mais teriam a dizer a esse respeito. Achei que, apesar de soar como fala de coach, essa era uma boa frase para se ter em mente naqueles momentos em que estamos prestes a dar um grande passo na vida mas ainda com receio (mudança de carreira/cidade/estado/país, sair da casa dos pais, compra de imóvel, casar, ter filhos, começar um negócio, etc.).

  • Desfavor Explica: Panela de Pressão, como usar corretamente, como perder o medo dela e quais os cuidados a serem tomados pra evitar uma tragédia em casa.

  • Desfavor explica: Hérnia de disco. Sério, esse negócio é coisa do capeta quando ataca. Eu tenho cervical e lombar, mas com práticas corretas consigo viver bem. Só que na época que estava na pior crise conheci tanta gente que sofria demais e nem fazia ideia do que fazer.

  • Tornamos a aceitar uma narrativa a medida em que lemos,vemos ou ouvimos relatos que a reforçam e infelizmente muitas pessoas(como eu) ao conheçerem relatos que reforçam a narrativa da hipergamia feminina propagada pelo pessoal do mgtown/redpill,acabam por se convençer de que eles estão certos sem nenhum contraponto a suas idéias;peço a vocês se poderiam colaborar neste contraponto eu poderia até sugerir canais redpill se quiserem ter uma base para começarem a pesquisar;agradeço se aceitarem a proposta.

  • Já que estamos em época de Copa do Mundo e lembrando que nas ainda recentes eleições presidenciais a presença de símbolos pátrios em manifestações políticas foi tema de discussões, pensei se vocês não poderiam escrever alguma coisa sobre vexilologia. Para quem não sabe, “vexilologia” é o estudo de bandeiras, estandartes e insígnias, bem como de suas simbologias e convenções de uso. Vocês podem listar curiosidades, explicar como e porque foram inventadas, contar histórias sobre as mudanças de cores e desenhos feitas por alguns países, etc. Também pode ser feito um ranking informal das mais bonitas/significativas e das mais feias/significados escrotos.

  • Olá, Sally e Somir!
    Descobri o reddit uma coisa chamada mewing. Gostaria de saber como isso funciona, se funciona mesmo ou é tudo enganação. Fiquei surpresa com algumas mudanças.

  • Um texto sobre “no contact ex”.

    Tirando relacionamentos tóxicos que realmente não deve haver contato mesmo, porque as pessoas alimentam tanto ódio do ex e qualquer conversa que seja com a pessoa é “migalhas” e deve-se bloqueá-la como se lidassem com o próprio diabo?

    Não pode ser que a pessoa queira reatar ou genuinamente tenha consideração, e não sabe como se aproximar, então envia um assunto qualquer para posteriormente abordar o que deve?

    Até entendo que tem que haver um espaço e silêncio após o término, mas, porra, vilanizar a pessoa e excluir todas as chances de amizade ou mesmo reatar quando acredita que ela te acrescenta de alguma forma?

    Sei lá, tô achando que a finalidade disso tá virando desculpa pra viver ressentido.

  • esta semana tem aniversario guanabara, seria pedir d+ uma postagem reagindo ao povão brigando por leite condensado?

    • Eu preferia ver a reação deles dos vídeos dos protestos, eu vi um vídeo dos bolsonaristas cantando o hino nacional pro pneu rsrs

  • Análise de letras toscas de músicas escrotas, tipo a do Tchan, da boquinha da garrafa, Evidências, Festa no Apê…

  • Não acho justo a Sally se sacrificar sozinha, quero ver o Somir envolvido com os políticos de nome cagado:
    – escrever sobre a origem dos nomes
    – fazer uma postagem sobre os piores comentarios que deixaram no desfavor sobre os textos
    – fazer meme com os candidatos de nome cagado
    – fazer um Ei Voce com o tema
    – Ajudar a Sally a escrever a coluna com candidatos de outros estados

  • “Esse lentíssimo Senhor Doutor Juiz de Direito…”

    https://www.ahnegao.com.br/wp-content/uploads/2022/09/lentissimo.jpg

    A imagem desse link aí em cima me deu uma idéia. Eu sei que a Sally largou o Direito e hoje em dia nem quer mais saber da área, mas ainda assim seria interessante ler algo a respeito das maiores barbaridades jurídicas que ela viu em seus tempos de advogada. Falo de coisas como processos abertos por motivos cretinos, erros grosseiros de grafia nos autos, argumentações estapafúrdias, trapalhadas cometidas em tribunais, demonstrações de ignorância de quem gosta de se dizer “dotô”, sumiços inexplicáveis de documentos, provas forjadas, exigências burocráticas descabidas que complicam desnecessariamente o que deveria ser simples, decisões judiciais em que se agiu mais com a emoção do que com a razão, etc..

  • Uso de termos em inglês no ambiente profissional tais como “Headhunter”, “Deadline”, “Checklist”, “Brainstorm” e outros: é mesmo necessário por falta de termos com equivalência precisa em português ou trata-se de mero pedantismo de quem vive pagando pau para gringo?

    • Critica-se muito o uso excessivo de expressões em inglês, mas eu também já vi muitos estrangeirismos em artigos publicados no caderno “Ilustrada”, da Folha de S. Paulo, empregando vocábulos emprestados do alemão, tais como “Zeitgeist” (“‘espírito’ da época”) e “Schadenfreude” (“alegria proveniente da desgraça alheia”). Palavras como essas apareciam em textos mais densos, reflexivos e filosóficos, mas será que não seria possível tratar desses assuntos só com termos em português mesmo?

  • DIU: qual é o melhor, quais as novidades mais modernas, realmente é mais eficaz do que a laqueadura? Vantagens, desvantagens.

  • Sugestão para Sally que parece já ter viajado bastante: roubadas turísticas, ou o lado ruim dos lugares turisticos, seria um texto para contar o que ninguém tem coragem de falar sobre alguns lugares que a gente só vê fotos bem tiradas num dia de sol espetacular.

    Eu tive essa ideia porque no momento estou em Arraial do Cabo, me sentindo muito iludida. Só mostram as fotos das praias né… ninguém fala que a cidade é extremamente popular. “Ain, mas isso é elitismo com os pobres”. A cidade é caótica, desordenada, cheia de animal solto pelas ruas, quiosques caros na orla que nem um banheiro decente tem, crianças brincam envolta de montanhas de lixo. Se querer andar na calçada sem se preocupar se vai atolar o pé num monte de coco de cachorro largado de rua é ser elitista, então eu não ligo de ser elitista. O turista é financeiramente esfolado e não tem retorno, tudo é precário, exemplo: na entrada da cidade tem placa de velocidade: 80. Meio quilômetro depois tem uma lombada enorme, sem nenhuma sinalização, num lugar mal iluminado, a tinta amarela da lombada já foi embora faz tempo. Você só percebe a lombada quando o carro decola.
    O ponto é: o mundo está politicamente correto demais, ninguem tem coragem de abrir a boca pra falar que a cidade é um favelão.

    Outras roubadas que eu conheci: Angra dos Reis, eu comentei que ia passar por Angra e a pessoa falou “a cidade é meio bagunçada”. Bagunçada?? HAHAHAHA é outro favelão isso sim, mas ninguém fala. Ja vi pessoa que reservou pousada lá na cidade (sem ser nas ilhas) e chegando lá desistiu de ficar. Puerto Iguazu: não seincomo foi a experiência da Sally, caso tenha ido, mas pra mim só valeu pelo Free Shop (mas pra chegar,
    é quase 2 horas de transito), na cidade só tem restaurante ruim pega turista. Blumenau: talvez ir na época de October fest (quando fui não era, não sei se vale a pena), em tempos normais é uma cidadezinha feinha e sem graça.
    Não fui, mas pelo que vi e ouvi são muito de nicho e roubada para a maioria: Bonito: nadar na agua gelada, com peixes do seu tamanho, alguns com bigodes enormes, tanto peixe junto que um conhecido presenciou um peixe mordendo o mamilo do turista, a ponto de sangrar. Tem um lugar que as pessoas fazem flutuação chamado Rio Sucuri, porque será? Rs. Noronha: grande concentração de lagartos, lagartixas, tubarão ataca criança e tem uma parte que nem repelente a pessoa pode usar… boa sorte sendo almoço de pernilongo.

    Sally é mais viajada que eu, deve ter um repertório muito maior pra contar.
    Seria um texto pra arrumar briga com metade do Brasil, mas acho que vocês não ligam.

  • Sugestão para a Sally, para um dia de assuntos mais leves ou para uma data especial, como um próximo aniversário do Pilha: Polegar – Discografia Comentada.

  • Já que a Sally aprendeu a mexer no photoshop, podia ter postagem de vocês sacanenando o outro com memes. Somir faz 3 memes sacaneando a Sally e depois a Sally faz 3 memes sacaneando o Somir…

  • Já que nesta semana se falou tanto em robôs e em inteligência artificial, sugiro uma postagem sobre personagens famosos da ficção – científica ou não – que são uma coisa ou outra, quando não ambas. Pode-se comentar o que têm de comum e de diferente entre si, qual é mais plausível e/ou verossímil, qual já se tornou realidade ou está em vias de, etc. Falo de criações como “Maria” (a “Maschinenmensch” ginóide do filme “Metrópolis”, de Fritz Lang), do Monstro (forma de vida artificial feita de pedaços de cadáveres ressuscitados com a energia dos raios de uma tempestade em”Frankenstein”), HAL9000 (o supercomputador com inteligência artificial do filme “2001: Uma Odisséia No Espaço”), T-800 (o frio assassino ciborgue quase imparável de esqueleto mecânico coberto de tecido humano vivo de “Exterminador do Futuro”), R2-D2 e C-3PO (os dróides que aparecem em todos os filmes da saga “Star Wars”). O que acham?

  • Já que vocês tem falado bastante sobre inteligências artificiais ultimamente, que tal escreverem alguma coisa sobre DALL-E?

  • Meu Deus. As eleições estão chegando e a compra de voto está forte. Sally, eu imploro, ensina a gente a investigar vida de político, entender a politicagem e os trambiques dessa gente. Só tem pilantra.

  • Como tanto o Somir com a Sally são pessoas bastante viajadas, eu penso que seria interessante eles escreverem algo expondo os podres/desmistificando certas concepções que muita gente tem sobre alguns lugares – para onde geralmente nunca foi – e certos povos ditos civilizados. Pelo que andei lendo/ouvindo recentemente, parece que os refinados franceses não são mesmo lá muito chegados em banho, os elegantes italianos falam alto entre si como se estivessem sempre brigando, os circunspectos japoneses adormecem capotando desavergonhadamente em locais públicos quando embriagados, etc.

    • Dá licença! Deixa comigo que falar mal daquele povo é comigo mesma. Vamos falar sobre o francês médio e não sobre o parisiense estiloso que aparece nos filmes e séries. Esquece Emily em Paris. Aquilo é só glamour de Paris, o resto da França é bem diferente. O francês médio, gilets jaunes, tem uma noção de higiene bem prejudicada. Se a prática do banho diário não é uma tradição por lá, imagina escovar os dentes?? É por isso que a maior parte dos adultos não tem os molares, é um sorriso sempre desfalcado. Até aí, tudo bem, você não é obrigado a beijar os franceses, mas aguentar o CC é triste. A maioria não usa desodorante. Eles acham que é tóxico e que não vale a pena usar já que eles vão transpirar e ter que usar e novo no dia seguinte. A maioria não fede, mas aquele que fede, fede destoando. É uma catinga que adentra aos pulmões e entorpece o cérebro. É insalubre, pior que o metrô da Carioca em direção à Pavuna às 18h. Muito pior. O brasileiro conseguiu ser mais civilizado nesse aspecto que o francês.
      Além disso existe a falta de higiene para preparar os alimentos. Uma coisa que me deu muito nojo foi ver um chefe experimentado a comida com uma colher e rodando essa mesma colher que foi na boca, na panela. Não que isso não possa acontecer no Brasil, mas esperava bem mais que tempero de baba em um país que ostenta uma culinária tão sofisticada.
      O francês médio também se alimenta mal. O peso é controlado com muito cigarro e café. Enquanto que o bate-entope do brasileiro é o feijão com arroz, o do francês é a baguete. É por isso que o pão está em todas as refeições, porque a comida deles por si só, não preenche nem o buchinho deles, muito menos o meu que mistura vários carboidratos no self service. O café da manhã é bem açucarado. O pão com queijo e presunto é substituído por croissant doce, pão doce e o que mais puder ser produzido com açúcar. Voltamos ao ponto principal: o que esperar de uma gente que não escova dentes e ainda come um quilo de açúcar?
      Fora isso, o francês não parisiense é um emocionado quando vê um estrangeiro falando francês.
      Se o meu teclado não estivesse tão ruim, falaria mais, mas ele tá tão emperrado que os meus dedos estão cansados de digitar.

  • Que tal um Ela disse ele disse sobre um tema fútil: Tem que torcer pra um time de futebol do seu estado ou pode torcer pra de outro?

  • Mais uma sugestão para o Somir relacionada a publicidade: como trabalhar com produtos e serviços “difíceis” sem cair no clichê ou no mau gosto. E por “difíceis” eu quero dizer coisas que tenham a ver com aqueles assuntos de foro íntimo sobre os quais é um tanto quanto constrangedor falar publicamente, tais como:
    – anunciar clínicas para tratamento de impotência sexual
    – veicular propagandas de remédios para prisão de ventre, gases e hemorroidas
    – promover campanhas de prevenção de câncer de próstata via exame de toque
    – divulgar cremes fixadores de dentaduras, fraldas geriátricas e demais artigos semelhantes de cuidados com idosos

  • Telegonia – nunca tinha ouvido falar disso até pouco tempo, mas aparentemente a turma MGTOW/Incels são crentes ardorosos da teoria.

  • Gostaria de um desfavor sobre a rebelião/protesto das mães em apoio à mãe que foi impedida de entrar em um bar com uma criança de 5 anos.
    Vamos agitar esse site e ver a lacrolandia se manifestar.

  • Com as chaves da próxima Copa do Mundo já definidas pelo sorteio desta semana, vai ter postagem a respeito das chances da selecinha? Nas últimas duas copas teve, mas eu vou entender se desta vez vocês não fizerem por falta de tempo – e de clima – para se falar nesse assunto com tanta coisa bem mais séria acontecendo… Ah, e o mascote da edição deste ano, no Qatar, já foi revelado. Chama-se La’eeb, uma figura inspirada naqueles grandes lenços com os quais os habitantes do país-sede cobrem suas cabeças, que mais parece um fantasminha e foi considerado “fofinho” por algumas pessoas. De acordo com o que aparece no informe do site da FIFA, esse nome, em árabe, significa “jogador super habilidoso”. E um tweet de ontem de um brasileiro já fez gozação com uma cena do vídeo de apresentação desse novo mascote, relembrando o Fuleco e o 7 x 1 de 2014:

    https://twitter.com/TiagoBa45792963/status/1509925355624321026/photo/1

    No vídeo, o La’eeb, através de um portal dimensional, transporta um apresentador humano para o “Mascoteverseo”, um lugar habitado pelos bonecos presentes nas edições anteriores dos mundiais – que aparecem zanzando para lá e para cá ao fundo – e, em uma das cenas, o Fuleco aparece sentado em uma calçada, recostado em uma parede, olhando para o nada, assemelhando-se a um mendigo. A cena aparece aos 1:45 deste vídeo no YouTube:

    https://www.youtube.com/watch?v=OC3PXKuFgLA

    E, zueiras com o Fuleco à parte, eu achei o vídeo bem interessante e mais significativo que qualquer coisa de divulgação que se tenha feito para uma Copa em muitos anos.

  • queria ver um reescrevendo o texto do outro com as suas palavras: somir reescrevendo um texto da sally ou a sally reescrevendo um texto do somir

  • Poderiam falar sobre redes sociais, como instagram e facebook.
    Nós, leitores do desfavor, sabemos bem que vocês não usam e abominam essas redes, então seria muito legal (e engraçado) ler suas opiniões e experiências com essas coisas ! Só pra mudar um pouco o tema, descontrair…

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