FAQ: Coronavírus – 45

Hoje eu sou uma pessoa com uma missão: te mostrar que é preciso vacinar as crianças.

Sabemos que o Governo está incutindo uma série de dúvidas na cabeça das pessoas sobre vacinação infantil. Nada de novo, fizeram o mesmo com as vacinas de adultos, inclusive com o mesmo discurso mentiroso de ser uma vacina “muito experimental” (mentira, vem sendo desenvolvida há mais de dez anos, contra outros coronavírus).

Pense comigo: eles levantaram desconfiança contra as vacinas comuns e as vacinas se mostraram muito, mas muito seguras. Todas as notícias sensacionalistas e mentirosas que atribuem a morte de centenas de pessoas a vacinas já foram desmentidas. Além de não te fazerem mal, já ficou provado que vacinas salvam vidas, vide a queda no número de mortes e internações. Pois é, o mesmo vai acontecer com as crianças: vacina não vai matar, vai salvar vidas.

Esse papo de “muito experimental” não cola. Vocês acham que os EUA, que a Europa, estariam aplicando algo “experimental” em crianças? São lugares que tem muito mais critério do que o Brasil. O Brasil é uma zona, o Brasil usa agrotóxico cancerígeno. Por qual motivo o Governo está tão receoso com vacinas? Por questões políticas, é claro. Essa é a bandeira do Bolsonaro: militar contra as vacinas.

Pense na vacina como um carro, um meio de transporte. O que muda é o passageiro: algumas vacinas colocam como “passageiro” um vírus inativado, outros colocam um vetor viral para levar um pedacinho do coronavírus, etc. Já explicamos os diferentes tipos de vacina em colunas anteriores, por isso, não vou me estender.

O fato é que o carro continua o mesmo. O carro, essa vacina, vem sendo estudado e desenvolvido há mais de dez anos. Uma vez que você passa dez anos desenvolvendo um carro seguro, eficaz e funcional, pouco importa o passageiro que você coloque dentro, ele vai transportar da mesma forma, com total segurança.

Então, a vacina que está sendo aplicada nas crianças não é “algo novo” que tiraram da manga de um mês para o outro. É algo que existe faz décadas. A única diferença é uma pequena adaptação: assim como crianças precisam de uma cadeirinha para andar no carro em segurança, esta vacina possuí alguns ajustes quando comparada à de adultos, para se adaptar ao organismo infantil.

Vacinas para crianças são seguras. “Mas Sally eu vi que deram vacina de covid em um bebê por engano e ele estava internado em um hospital!”. Sim, deram uma vacina DE ADULTO em uma criança, isso de fato não é indicado. Justamente por isso se faz uma vacina com o mesmo princípio, a mesma tecnologia, mas alguns componentes mais indicados para crianças.

Não precisa acreditar em mim. Meu país está vacinando crianças livremente desde outubro e não houve um único caso de morte ou doença vinculada a vacina. Os EUA estão vacinando crianças, Europa está vacinando crianças, países asiáticos estão vacinando crianças. Quem pode, está vacinando crianças. Até Costa Rica, Colômbia, República Dominicana, Equador, El Salvador, Honduras, Panamá e Peru estão vacinando crianças. Só a porra do Brasil não está vacinando as crianças.

São milhões de crianças vacinadas. Milhões. Vocês realmente acham que se estivessem morrendo centenas de crianças pelo mundo como dizem as notícias falsas, conseguiriam esconder isso? O mundo todo acobertaria isso? E continuariam dando vacinas matando suas crianças? Uma dica que a gente sempre dá: quando, para que sua teoria seja verdadeira, é necessário que o mundo todo esteja mentindo ou enganado, é sinal de que sua teoria é falsa.

VACINAS. Algo que já era unanimidade, algo que os brasileiros estão mais do que acostumados a fazer. Que porra é essa, gente? Todo mundo vacina os filhos desde sempre! Olha o índice de mortalidade infantil antes das vacinas e olha depois! Vacina salva vidas, por favor, não vamos esquecer de princípios básicos. É preciso aprovar a vacina para crianças o quanto antes, pois só depois da aprovação é que o Governo vai fazer a compra e, neste momento, o mundo todo está desesperado comprando vacinas para crianças. Se demorar muito, o Brasil fica no fim da fila e demora a receber.

“Fascistas, não passarão. Não podem me obrigar a vacinar meu filho”. Primeiro que fascismo não tem nada a ver com isso. Segundo que as vacinas para crianças no Brasil são obrigatórias sim: pai que não vacina o filho pode até perder o direito de criar a criança, pois é considerada uma negligência grave para a saúde. Criança não vacinada não entra em creche, em escola e muitos outros lugares. Passaporte de vacina é só um novo nome para algo que já existe há décadas. Então, pode ser que o país não possa te obrigar, mas certamente há mecanismos legais para tirar seu filho de você por um comportamento que coloca sua vida em risco.

Repitam comigo: VACINAS SALVAM VIDAS. O ser humano demorou séculos para desenvolver a ciência e medicina que temos hoje, foram séculos de evolução para conseguir a proteção das vacinas e reduzir a mortalidade infantil drasticamente. Sério que vão jogar fora séculos de evolução? Uma das poucas certezas que o brasileiro tinha nessa vida é que tinha que vacinar e que vacinas salvam vidas. Por favor, não percam isso.

Eu não me lembro de ninguém pesquisando a marca de vacina contra a pólio que o filho toma. Não me lembro de pais querendo “pesquisar mais” antes de dar vacina contra a paralisia infantil. Spoiler: se você não é da área, não adianta pesquisar, você não tem ferramentas para compreender e julgar o que vai ler. Que porra é essa de “pesquisar melhor”, meu senhor, minha senhora? Tão malucos? Acham que com uma pesquisa no Google vão estar aptos para opinar o que cientistas demoram 20 anos para estudar e aprender?

Antes de comprar uma casa você diz que quer “pesquisar melhor” engenharia, para ver se o cimento usado foi adequado, se os pilares de sustentação estão corretos? Não, né? Você sabe que você não vai aprender tudo que um engenheiro demorou pelo menos cinco anos em uma faculdade para aprender. Antes de um médico fazer uma cirurgia no seu cérebro você “pesquisa melhor” para decidir se o método dele é o mais indicado para o seu tumor? Claro que não, você sabe que você não vai aprender tudo que um cirurgião demorou pelo menos dez anos para saber.

Então por qual motivo as pessoas se sentem no direito de “pesquisar melhor” sobre vacinas? Menos, gente, menos. Sua pesquisa não adianta de nada, pois você não vai nem conseguir filtrar o que é informação falsa de verdadeira. Você não vai entender os termos, a complexidade científica, a dinâmica do que está pesquisando. Não existe “pesquisar melhor” sem bagagem para entender o que está pesquisando.

Aceitem: quando entramos em um assunto que não entendemos, não podemos decidir sozinhos o que é melhor. Tudo que podemos fazer é ouvir os melhores profissionais que encontramos, e isso sim pode ser pesquisado. Procure a opinião de quem tenha trabalhos publicados em revistas científicas sérias, revisado pelos pares, exposto ao mundo e não contestado. Quando se publica um trabalho, o mundo todo tem acesso, se tiver uma mentira ou um erro, alguém vai perceber e apontar. Escutem o que profissionais sérios estão dizendo.

E, muito importante: eu sei que no Brasil muitos pediatras estão recomendando não aplicar a vacina em crianças, com argumentos pavorosos. Não é por ser o pediatra do seu filho que esse profissional é dono da verdade. Ele pode ser uma pessoa simpática, um médico ok, mas pode não ser atualizado, pode ter parado no tempo em que cursou a faculdade ou pode até estar deixando que fatores ideológicos influenciem sua decisão. Então, o bom profissional não é necessariamente o pediatra do seu filho, é aquele renomado, que centenas de vezes deu orientações acertadas.

No dia em que um Drauzio Varella falar que não é seguro, aí sim eu abaixo a cabeça e acato. Mas todos os médicos sérios, com uma história de acertos públicos e cuidados com os pacientes estão recomendando vacinar as crianças. Digo mais: se o pediatra do meu filho recomendasse não aplicar a vacina, no mesmo minuto ele deixaria de ser o pediatra do meu filho, pois já existem provas definitivas de que a vacina não faz mal, ela salva vidas.

“Mas Sally, eu não vacinei meus filhos contra nada e eles estão bem”. E se eu te falar que eu bebi e dirigi e estou bem, você vai avalizar que se beba e se dirija? E se eu te falar que saí só de calcinha e sutiã em um beco barra pesada e não fui estuprada, você vai afirmar que é seguro sair assim nesse lugar? E se eu te falar que fiz uma roleta-russa na minha cabeça com 4 balas no tambor e não morri, você vai me dizer que é seguro fazer roleta-russa?

“Mas Sally, crianças não pegam covid” ou “Mas Sally, crianças não transmitem covid”. Pegam sim. Transmitem sim. E tudo que você sabia sobre o covidão raiz precisa ser repensado, com a Ômicron é outra conversa. Supor que se seu filho pegar covid não vai acontecer nada, não vai precisar de internação hospitalar, não vai correr risco de vida e não vai ter sequelas é, com perdão do termo, uma imbecilidade irresponsável. No ranking mundial de mortes de crianças por covid, o Brasil está em segundo lugar, só perder para os EUA. E os EUA já estão vacinando as crianças. Sério que você quer correr esse risco?

“Mas Sally, eu li em um grupo de Facebook que tem um estudo provando que vacinas tem mercúrio e que mercúrio causa autismo”. Gente, a mão chega a tremer na hora de refutar uma coisa dessas. 99% das crianças brasileiras estão vacinadas contra alguma coisa. 99% das crianças brasileiras são autistas?

Esta grande besteira surgiu de uma interpretação errada de gente ainda mais errada da cabeça: antigamente, se usava mercúrio nas vacinas (um tipo chamado etil-mercúrio ou timerosal). Ele era usado para preservar a vacina, ou seja, impedir que cresçam fungos bactérias ou qualquer coisa que estrague a vacina. Só que esse mercúrio está combinado com moléculas que permitem que nosso corpo consiga expelir a substância na urina, ou seja, assim como entra, ele sai.

O mercúrio que pode fazer mal é aquele que se acumula no nosso corpo (e ele não causa autismo, ele causa problemas neurológicos). O mercúrio que se acumula no nosso corpo é outro (o metil-mercúrio), outro tipo de molécula que o corpo não consegue expelir. Seria como dizer que beber uma caipirinha vai te matar pois uma pessoa bebeu álcool da boca de uma bomba de posto de gasolina e morreu. São duas coisas com o mesmo nome, mas completamente diferentes.

Isso mostra a grande lambança que dá quando um leigo se mete a “pesquisar melhor”. Vê um trabalho científico dizendo que mercúrio se acumula no organismo e causa danos à saúde e vê outro dizendo que as vacinas contêm mercúrio e presume que, por terem o mesmo nome, são a mesma coisa. NÃO. VACINA NÃO FAZ MAL. VACINA NÃO CAUSA AUTISMO, VACINA SALVA VIDAS.

E, justamente por conta dessa informação equivocada, que causou muita confusão e notícias falsas, se abandonou o uso de mercúrio nas vacinas. Não por fazer mal como dizem alguns, nunca fez mal, mas por conta do pavor e histeria que isso gerou. Então, mesmo que você tenha a convicção íntima de que vacina tem um mercúrio que faz mal, pode esquecer esse argumento, pois não temos quase nenhuma vacina com mercúrio no mundo. A que ainda pode ter mercúrio é a da gripe que, pasmem, todo mundo toma de boa.

Há muitos estudos com vacinas com mercúrio, com uma grande população (mais de um milhão de crianças pelo mundo) com zero aumento de caso de doenças, de autismo ou de qualquer problema. Repito: vacinas com mercúrio são seguras, mas mesmo que você não queira acreditar nem em mim nem nas centenas de estudos publicados, a vacina contra covid-19 não tem mercúrio.

Preocupem-se com o mercúrio na comida, esse tipo sim mata, envenena, intoxica. Preocupem-se com os peixes da costa do Brasil, que estão cheios de mercúrio e vocês ficam comendo e se achando super saudáveis por estarem comendo peixe. Preocupem-se com garimpo que joga mercúrio nos rios e contamina os peixes, com a bênção do Exmo. Presidente da República.

“Mas Sally, então de onde veio essa ligação de vacina com autismo?”. De um estudo feito na década de 80 por um zé cu chamando Andrew Wakerfield, que publicou um artigo em uma revista científica importante (The Lancet), dizendo que encontrou um vínculo entre autismo e vacina tríplice (caxumba, rubéola e sarampo).

Só que esse artigo é mentiroso, o próprio autor acabou confessando que mentiu por dois motivos: 1) recebia financiamento de uma associação de advogados que estava tentando processar o governo pelos danos causados pela vacina e 2) ele estava tentando ganhar dinheiro com o registro da patente de outra vacina diferente e queria que a sua vacina passasse a ser aplicada, por isso desacreditou a anterior.

“Mas Sally, você disse que era para confiar em quem tivesse publicação em revista científica séria!”. SIM. Essa é a magia de publicar para o mundo todo ver: cientistas do mundo todo revisaram e perceberam que os dados estavam incorretos, distorcidos, manipulados e mentirosos. Se o cara tivesse publicado isso no jornal tralalá, não teria sido refutado até hoje.

Ao ser pressionado pela comunidade científica, ele admitiu a fraude. Perdeu a licença médica, não pode mais atuar como médico. Porém infelizmente muita gente escuta a informação pela metade e acha que há algum fundamento para vincular vacina com autismo. NÃO TEM. Se tivesse, todas as crianças no Brasil seriam autistas.

“Mas Sally, quero esperar mais crianças tomarem para ter certeza de que é seguro”. MAIS? O mundo todo tá aplicando a porcaria da vacina! Milhões de crianças já forma vacinadas? Não tá bom para você não? A nova variante Ômicron foi classificada esta semana como o vírus mais contagioso com o qual o ser humano tem contato atualmente e você quer esperar mais? Você acha que vai ter vacina para todos, de forma rápida, diante da demora do Brasil em aprovar? Garanta a vacina do seu filho quando ela estiver disponível!

O Brasil (e quase nenhum país) tem muitas UTIs pediátricas, por motivos óbvios: não é comum uma criança precisar de UTI. Mas quem tem covid e não está protegido tem chances reais de precisar de um leito de UTI. Façam as contas. “Mas Sally, não pode usar o leito de adultos?”. Não. Os materiais são diferentes. Para intubar uma criança, por exemplo, se precisa de instrumentos muito menores. Não tem como usar o leito de adultos. Tomara, mas tomara muito que não, mas esse risco que o Brasil está correndo pode dar muito errado.

“Mas Sally, você fez esse texto para me assustar, estragar meu Natal e meu ano novo?”. NÃO. Eu fiz esse texto pois fiquei sabendo que o Ministro da Saúde vai fazer uma consulta à população em janeiro para saber se querem ou não aplicar a vacina em crianças e, como o brasileiro não tem o histórico de votar bem, achei que este texto poderia ajudar a que a melhor decisão seja tomada. Repitam comigo: VACINAS SALVAM VIDAS, o que adoece e mata é não se vacinar.

É um verdadeiro absurdo deixar uma decisão técnica nas mãos de um leigo. Um oncologista pergunta ao paciente se ele prefere tomar o medicamento X ou Y na quimioterapia? Não, pois o paciente não tem o conhecimento técnico para saber o que é melhor para ele. Por isso eu peço: por favor, não tentem “pesquisar melhor” para decidir sobre vacinação infantil, acreditem no que estão vendo e no que já viram: VACINAS SALVAM VIDAS.

“Ain mas a ANVISA…”. Não, não tem “a ANVISA”, essa vacina contra covid para crianças foi aprovada, por unanimidade por diversas entidades: Associação Brasileira de Saúde Coletiva, Sociedades Brasileiras de Pneumologia e Tisiologia, de de Infectologia, de de Imunologia, de Pediatria, e de Imunizações. Além disso foi aprovada por órgãos de controle internacionais de países europeus, dos EUA e de muitos outros. Estão TODOS errados? Você leigo, tem condições de afirmar que estão todos errados?

Fim de ano, festas, turismo, Natal, réveillon, carnaval + Ômicron + crianças não vacinadas voltando às aulas. Sério, gente, por favor, por favorzinho, vacinem seus filhos. Doença, morte e sequelas: criança não merece isso. “Mas Sally, adulto merece?”. Não, ninguém merece, mas o adulto tem a escolha, a criança precisa de alguém racional que a proteja e faça a escolha certa por elas.

Estamos há mais de dez FAQs alertando para o risco de crianças não vacinadas, agora o perigo ficou mais próximo, não dá para falar do assunto de forma superficial. Desculpa se o texto aborreceu ou angustiou alguém, a intenção é evitar que essa história tenha um desfecho triste.

Para dizer que com a melhor das intenções eu estraguei seu dia, para dizer que precisa “pesquisar melhor” ou ainda para dizer que quem não tem filhos não pode opinar sobre vacinação infantil: sally@desfavor.com

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Comments (6)

  • Eu acho que essas crianças são os maiores vetores de vírus, eles não tem a noção de usar álcool em gel, andam correndo e gritando cuspindo em geral. O termo catarrento nunca foi tão bem empregado, tem mais é que vacinar esses pirralhos.

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    • Se nem adulto consegue usar a porra da máscara direito, imagina se uma criança vai usar. Vocês são loucos de não suspender as aulas!

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  • Vídeo publicitário estatal em animação de 1977 com o personagem Sujismundo sobre o que são as vacinas e o porquê de serem tão importantes:

    https://www.youtube.com/watch?v=koGSTTPuUiw

    Triste ver que se regrediu tanto de lá para cá. E também é curioso notar que essa campanha sobre vacinação OBRIGATÓRIA no Brasil era obra do regime militar, cuja memória o próprio Jair Bolsonaro tanto acalenta.

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  • Esse negócio de querer “pesquisar melhor” antes de aceitar vacina é de cair o cu da bunda! Ah, a velha mania do brasileiro de, mesmo sendo leigo, ainda querer discutir sobre qualquer assunto técnico de igual para igual com especialistas que passaram anos estudando… E sabe quais são as fontes consultadas para esse “pesquisar melhor”? As piores possíveis: mensagens de Whatsapp, postagens alarmistas de Facebook, disse-me-disse da cunhada do vizinho de um primo de um amigo, noticiosos sensacionalistas, políticos de estimação, pastores… Enfim, qualquer bobajada que apenas corrobore o que o pobre-diabo do BM já “pensa” sobre a questão e que não tenha “termos muio difíceis”.

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    • Pois é, quando a pessoa lê algo que ela não gosta, presume que é mentira. Quando lê algo que gosta, presume que é verdade. Isso não é pesquisar.

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