Eu tenho a teoria de que boa parte das pessoas não fala sobre o que realmente quer falar. E nem estou falando só sobre repressão, vergonha ou mesmo confusão sobre os próprios sentimentos, é mais sobre o caminho que uma ideia faz no cérebro até se transformar em palavras. A gente pensa muito mais rápido e em muito mais coisas do que consegue verbalizar.

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O YouTube lançou até uma página própria para comemorar: os vídeos sobre o jogo Minecraft alcançaram um trilhão de visualizações. Se considerarmos uma média de 5 minutos de atenção por cada uma dessas visualizações, o ser humano já passou quase 10 bilhões de anos vendo esse tipo de conteúdo. O que explica essa popularidade absurda?

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Muitos de nós pensamos sobre quão gigantesco o universo pode ser. Quanta coisa tem além da parte observável? Será que é só um pouco maior ou será que é absurdamente maior? Será que tem algum limite de tamanho que a realidade pode alcançar? São todas perguntas sem resposta. Mas pensar em distâncias imensas e bilhões de anos-luz não é a única forma de se perder na ideia de escala da realidade. Quem disse que tem limite de quão pequenas as coisas podem ser?

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Eu pincelei o tema no Desfavor da Semana, mas agora eu quero desenvolvê-lo melhor: existe uma espécie de armadilha lógica no desenvolvimento intelectual de uma pessoa. Um ponto médio entre ignorância e conhecimento aprofundado que pode fazer com que qualquer um de nós tenha ideias absolutamente bizarras sobre a realidade. Como você já viu pelo título, eu a chamo de armadilha da mediocridade.

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Errar é humano. A frase é um clichê, mas não o é à toa: descreve muito bem como é impossível passar pela vida sem cometer erros. Sejam erros que você consegue perceber logo após o acontecido, sejam erros que demoram décadas para registrar como tal. De uma forma ou de outra todo mundo sabe disso, mas na hora de lidar com o erro, quase todo mundo… erra de novo.

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