Semana passada saiu a notícia que um dos engenheiros do Google afirmou que um programa de chat deles tinha adquirido consciência, e logo foi afastado pela empresa. Isso me deu muito o que pensar… não sobre a afirmação, porque a chance de ser verdade é zero, mas sobre como fazer uma inteligência artificial ter realmente uma consciência.

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Muitas das nossas histórias sobre como imaginamos o futuro passa por alguma forma de homogeneização da humanidade: mesma língua, mesma moeda, mesmo sistema de crenças… alguns fazem isso pelo ângulo utópico, com todos nós muito felizes e harmônicos; outros focam no ângulo distópico, numa sociedade extremamente opressora ou mesmo sem lei. Mas, é isso o que o futuro nos espera?

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A americana Sephanie Matto ficou famosa na internet quando divulgou seu lucrativo negócio de vender peidos engarrafados. Segundo apuração do jornal Extra, ganhou mais de 800.000 reais com isso. Teve que parar por problemas de saúde. Boa empreendedora, ela logo achou uma nova solução: vender o suor dos seus seios. E segundo ela, a demanda continua em alta. O que me leva a perguntar o seguinte: o homem tem que acabar?

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Um dos argumentos mais razoáveis que eu escuto de pessoas religiosas sobre a possível existência de um criador é o baseado nas possibilidades: como é possível que tudo no universo conspire tão bem para a existência de uma forma de vida inteligente como a nossa? Quais eram as chances? Se você se aprofundar no conhecimento científico vigente, começa a perceber que a coisa é ainda mais impressionante do que a maioria das pessoas conhece.

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Vamos imaginar que por algum motivo bizarro, todos os seres humanos do planeta desapareçam ao mesmo tempo. Num passe de mágica, a Terra seria herdada por todos os outros seres vivos que não o homo sapiens sapiens. Por quanto tempo algum observador externo poderia reconhecer que estivemos aqui um dia?

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