Autor: Somir

Lauro tinha muitas contas para pagar. Tantas que achou um jeito de monetizar até mesmo o próprio sono: o emprego de vigia noturno numa construção abandonada era a solução perfeita para uma renda extra fora do horário comercial. A fama de local assombrado garantia que nem mesmo mendigos e viciados tentassem invadir o local. Então, entre uma ronda e outra, aproveitava para cochilar em sua cadeira.

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Como acontece de tempos em tempos, astrônomos detectaram mais um sinal “estranho” vindo do espaço. ASKAP J173608.2-321635, porque aparentemente é crime dar nome simples para essas coisas, é um sinal sem explicação óbvia vindo do centro da nossa galáxia. Veio de um lugar aparentemente vazio, ficou muito intenso em alguns pulsos e desapareceu.

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Como vocês já devem ter percebido, Sally gosta das pesquisas temáticas, mas eu gosto mesmo é de ver o que o brasileiro médio (basicamente um acéfalo eternamente no cio) está pesquisando na internet. E gostando ou não, vocês vem junto nessa análise antropológica, e por que não, misantrópica?

prostitutas que so fazem programas com clientes deficientes
Você não quis dizer prostitutas?

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Com a pane que deu no Facebook, WhatsApp e Instagram nessa segunda feira, eu lembrei das várias vezes que li mensagens de trabalhadores de T.I. falando sobre como na maioria das empresas toda a estrutura de computação é colada com cuspe. A gente sempre presume que pelo menos em empresas grandes as coisas são mais organizadas, mas como de costume, é tudo muito mais complicado que parece…

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Com a Era da Informação, surgiram várias palavras novas no vocabulário do cidadão médio. Clickbait é uma delas. Eu defino como um incentivo (honesto ou não) para que uma pessoa clique num link da internet. Se bem que… talvez o termo já não caiba mais apenas na rede mundial de computadores.

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