Onde foi que eu errei?

Que o Brasil não anda bem das pernas não é novidade alguma, mas ao invés de culpar o governante da vez, Sally e Somir vão buscar explicações para esse país vindas de um passado bem mais distante. Os impopulares contam sua história.

Tema de hoje: onde começou o problema do Brasil?

SOMIR

Na Proclamação da Independência. É quando podemos dizer que nasce a identidade brasileira que vem se arrastando até aqui. Muito embora eu reconheça o mérito da teoria que a composição desse povo é parte integrante dos problemas que vivemos, tem um país de escravos, imigrantes e índios logo lá pra cima no continente que teve um resultado totalmente diferente do nosso…

Por isso, eu acredito que o Brasil virou Brasil mesmo quando nos separamos da Coroa Portuguesa. Porque de uma certa forma, ser colônia nos definia até ali. Para o padrão colonial, estávamos na média. Colônia de exploração, isso sim. O território só existia para tirar recursos e ninguém estava muito preocupado com a viabilidade de longo prazo. Até aí, só mais uma colônia de exploração dentre tantas.

Mas o Brasil se desvencilhou desse modelo. A partir da Independência, estávamos por conta própria. Claro, ainda exportando tudo o que podíamos, mas o objetivo estava modificado: manter alguma viabilidade do projeto de país para poder tirar os recursos daqui de forma consistente. E foi nesse projeto que o Brasil, de alguma forma, deu certo.

Porque sim, o país é minimamente viável para exportar minérios, madeira, soja e carne. A missão foi cumprida. Mas é claro, isso nos deixa como estamos: num país que não levanta um dedo para fazer qualquer coisa além disso. Enquanto a mentalidade da Independência estiver presente, continuaremos sendo esse país. Uma colônia de exploração disfarçada de país. Às vezes muito bem disfarçada, que pode chegar em pontos altos da lista de maiores economias mundiais, mas disfarçada do mesmo jeito.

E isso tem muito a ver com a forma como o Brasil conseguiu sua independência, de uma forma curiosamente pacífica. Não sou defensor de guerras, longe disso, mas tem algo em guerras de independência que ajuda a formar uma mentalidade mais sólida na população local. E nem precisa ser uma guerra longa e muito sangrenta, uma briga leve como os americanos fizeram com os ingleses já resolveria.

Desde que fique clara uma separação entre as partes. Nesse lance de colônia, não é uma boa coisa se separar “na boa”. Tem que ter um estresse, para que o país original e o novo entendam que não são mais um casal… no caso brasileiro, dissemos que éramos independentes, a monarquia portuguesa mandou um joinha e as coisas ficaram mais ou menos como antes.

O brasileiro ainda não era muito brasileiro. Era um ex-português que provavelmente passou um bom tempo sem ser informado disso. Aposto que no interior muita gente morreu acreditando que ainda estava numa colônia. E por mais que evitar mortes com uma guerra de separação seja positivo, o preço é a falta de uma identidade nacional.

Tanto que até hoje procuramos uma. País do samba? País do futebol? País do quê? Ser brasileiro é não ser nada muito específico. Mesmo a condição de latinos não combina muito com o Brasil. Todo mundo acha que falamos espanhol. A independência “limpa” brasileira nos tirou a identidade que poderia nos colocar num caminho mais próspero.

No final das contas, empurraram com a barriga o império até chegar à república, e empurraram com a barriga a república até o século XXI. Continuamos sendo minimamente viáveis para vender commodities a um preço ridículo, e isso foi bom o suficiente. A colônia com condições parecidas na América do Norte virou a maior economia do mundo, e por mais brega que possa parecer, tem a sua própria identidade. Sim, ajudou muito ser colônia de ingleses, mas não dá para achar que tudo no Brasil se explica pela inépcia portuguesa.

Porque assim como os EUA, eventualmente nos tornamos independentes. Mas aqui, o plano era não ter plano. Era ver no que daria. Deu nisso. Um país que parece não ligar muito para o que vai acontecer, se adaptando precariamente aos problemas que surgem. Um país que ignora cientista e vende feijão sagrado contra Covid. Porque… pra que se importar, né? As coisas vão acontecendo e o brasileiro vai se acostumando a desviar da bagunça ao invés de arrumá-la.

Dava para fazer diferente, mesmo com todos os abusos cometidos contra escravos e índios no passado. Mas com a cultura da acomodação se estabelecendo com força, com todo mundo acreditando que não precisava lutar para conseguir as coisas, até mesmo as classes mais sacaneadas da população entraram nessa de deixar rolar.

Porque aqui é Brasil, deitado eternamente em berço esplêndido. Muito país nasceu errado, mas tentou fazer alguma coisa. Esse aqui só ficou parado esperando dar sorte. A Independência é a marca perfeita dessa mentalidade. Pegou a oportunidade e dormiu em cima dela.

Para dizer que ama deixar o país, para dizer que uma hora esse antipatriotismo vai nos dar problema, ou mesmo para dizer que o erro foi você ter nascido aqui: somir@desfavor.com

SALLY

Quando foi que o problema do Brasil realmente começou, desdobrando nessa podridão que é o país hoje?

A origem de tudo que vemos hoje é o material humano que foi usado para construir o país. Não tinha como dar certo um país onde ninguém queria estar ali. A composição básica do povo brasileiro é: português + escravo + índio. Nenhum deles estava muito feliz com a situação e todos foram forçados a aturar o Brasil e uns aos outros.

Vamos começar pelos portugueses. A maior parte deles não queria estar aqui, vieram forçados ou enganados. A própria família real não veio por opção, veio fugida, para não morrer. O clima era desagradável para os europeus. As doenças tropicais e a precariedade incomodavam. Os hábitos culturais e sociais eram difíceis de manter. Eram pessoas forçadas a estar em um lugar com o qual não se identificavam e impedidas de voltar para seu país.

Sobre os escravos, nem se fala. Se os portugueses não queriam estar ali, imagina os escravos, trazidos e mantidos em condições degradantes, desumanas e cruéis. Basicamente, o grosso da força de trabalho brasileira teve como base a escravidão e isso deixa cicatrizes históricas que são sentidas até hoje.

Quando a força de trabalho vem de imigrantes, os europeus que vieram ganhar a vida na América sabiam que se não trabalhassem muito não pagavam as contas, não conseguiriam dar uma boa qualidade de vida para sua família. Então, eles vieram e se esforçaram ao máximo, para ganhar mais dinheiro, para construir uma vida melhor em outro país.

O escravo não tinha um trabalho remunerado, não tinha reconhecimento, não tinha possibilidade de subir na vida. Nascia escravo, morria escravo. Que incentivo essas pessoas tinham para fazer um trabalho de excelência? O escravo fazia apenas o necessário, afinal, se fizesse o melhor ou se fizesse mais ou menos o resultado seria o mesmo. Se pudesse, nem o necessário fazia. Embromava, enganava, por não ter qualquer incentivo de trabalhar para seu algoz.

Basta olhar para regiões brasileiras onde a força de trabalho veio de imigrantes e compará-las com regiões onde a força de trabalho veio dos escravos para sentir a diferença, que se estende até hoje, na prestação de serviço, na qualidade do trabalho, na dedicação e esforço por fazer o melhor.

A mentalidade permanece até hoje. Pessoas exploradas que não fazem qualquer questão de dar o seu melhor por saberem que não serão reconhecidas. Isso se enraizou em muitos lugares e persiste até hoje, gerando um círculo vicioso: não se paga bem pois a pessoa faz um trabalho medíocre e a pessoa continua fazendo um trabalho medíocre pois não pagam bem.

Por fim, temos os índios. Os índios queriam estar aqui, pois era sua terra, mas não nas condições às que foram submetidos. Homens brancos tentando catequizá-los, impor seus costumes e até escravizá-los. Os que resistiram, acabaram mortos. Os que se renderam, não estavam muito felizes.

Nesse cenário hostil, por uma questão de sobrevivência, os envolvidos faziam o que fosse preciso para se dar bem, para sobreviver, para tornar suas vidas menos miseráveis. O Brasil é um país construído em sangue, suor e lágrimas, por pessoas infelizes e forçadas a fazer parte dele.

O índio que não era morto era o que delatava os colegas, o que dizia onde estavam as outras tribos, o que era mantido vivo como informante, vulgo dedo-duro. O escravo, por razões óbvias, tinha raiva, ódio, ojeriza ao homem branco e quando podia o enganava, trapaceava, o prejudicava ou fugia e vivia em guetos bem longe dos brancos. Os portugueses insistiam em seus hábitos europeus em um cenário onde eles não eram mais possíveis, gerando uma infinidade de problemas, desde doenças até mortes.

Todos estavam insatisfeitos, frustrados e revoltados e todos tinham razões para se sentir assim. Foi nesse caldeirão de mágoas, revolta e ódio que se forjou o povo brasileiro, com uma mentalidade de não se esforçar, de que o outro sempre quer se dar bem portanto ele tem que fazer o for preciso para se dar bem também, com a ideia de que não há harmonia, o outro é sempre um filho da puta, um explorador, um inimigo.

Isso fez surgir um povo individualista, egoísta e sem senso de coletividade. Eu vejo um reflexo disso na pandemia: a pessoa pensa nela, apenas nela e não liga para mais nada que não seja atender às suas vontades. Na minha opinião, o brasileiro nem mesmo é um povo ou uma nação, é um aglomerado de pessoas que historicamente não confiam umas nas outras e, sempre que podem, passam a perna umas nas outras.

Zero união, zero noção de coletividade. E em uma pandemia, isso é um problema enorme, se o povo não estiver todo na mesma página, não cooperar, não agir pensando no bem-estar coletivo, acontece o que está acontecendo hoje no Brasil: o vírus fica sem controle, surgem novas variantes mais contagiosas e mais letais e as pessoas morrem como moscas por suas prioridades erradas.

Não tem como um país erguido por uma mistura de tanta gente infeliz ter um povo unido, harmônico e maduro, principalmente se pensarmos que o Brasil é um país muito jovem. Essas feridas demoram séculos para cicatrizar, para serem olhadas, compreendidas, transcendidas. Durante muitos séculos vai continuar sendo assim: gente que se comporta como bicho, que age com uma esperteza rudimentar buscando sua sobrevivência, que nutre mágoas e rixa por diferentes classes sociais ou raças.

Não haverá união no Brasil por muitos séculos, enquanto essas feridas não forem compreendidas e superadas. E é um verdadeiro inferno viver em um lugar onde o povo é desunido, onde o povo se faz mal, passa a perna, age incorretamente contra o próprio povo. O brasileiro é o lobo do brasileiro. O brasileiro é seu pior inimigo. O principal problema do Brasil é seu povo e a raiz dos problemas desse povo é a forma, a dinâmica, o modo como eles se juntaram para construir um país.

O brasileiro se gaba de sua “diversidade”, mas a real é que ela só gerou um povo desunido, ressentido e vitimizado. Repito: não é uma nação, é um aglomerado de pessoas tentando se dar bem, defendeu o seu, sobreviver, mesmo que para isso tenha que pisar na cabeça da pessoa ao lado. Partindo daí, não tem como seguir por um bom caminho.

Para dizer que é descendente de português e se ofendeu, para dizer que é descendente de escravos e se ofendeu ou ainda para dizer que é descendente de índio e se ofendeu: sally@desfavor.com

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Comments (18)

  • EUA, Canadá, Austrália e Nova Zelândia apenas deram sorte. A maioria das ex-colônias britânicas são um lixo.

    Se fôssemos colonizados pelos ingleses, mais provável que seríamos uma Rodésia ou uma Guiana do que uma Austrália.

      • Eu não tinha uma palavra melhor para colocar.

        Tem quem fale em “colônia de exploração x colônia de migração”, mas todas as colônias foram a princípio colonizadas pra exploração. Austrália e Nova Zelândia eram colônias penais pra aliviar as prisões inglesas lotadas. Na América do norte os ingleses estavam procurando baleias pra pescar e território pra plantar tabaco e outras coisas, e salvo engano criminosos ingleses também foram despachados pra lá.

        Esses países tinham tudo pra se tornarem shitholes iguais aos vizinhos.

        • Desculpa eu me meter na discussão, mas talvez seja mais uma questão de o que esses países fizeram depois que deixaram de ser colônias. Talvez a “sorte” desses países seja ter podido, ao menos em seus princípios como nações independentes, contar com um número considerável de habitantes sem medo de trabalho pesado e estimulados por políticas de fomento ao crescimento econômico.

  • Continuo nao seguindo a manada.
    O Brasil tem apenas 521 anos de vida que “conhecemos”.
    Um Continente gigantesco povoado por nativos ingênuos como crianças com sua pele de cor vermelha, que recebeu maus exemplos e absorveu costumes dos outros povos com hábitos de invasores a caça de novas terras e muita riqueza, (era permitida a invasão de novas terras, chegou levou)
    E o novo Continente foi lotando de imigrantes, misturando as cores e os costumes.
    Italiana postando.
    A manada queria que saísse o quê dessa mistura toda?
    Ninguém tem responsabilidade pois o Brasil não é um país pronto, e sim, o Brasil é um país em construção.
    Daqui a mais 100 ou 300 anos teremos história, teremos cultura, essa mesma que está sendo construída hoje e que depende de nós para arrumar a casa e por ordem no galinheiro.
    Chega de baixaria, de xixi na rua, de peito e bunda de fora, de cocô em foto de político candidato a qualquer cargo, faça boas escolhas, comece o futuro dando seu bom exemplo de bom brasileiro.
    Funcionário público; trabalhe de verdade, honre o seu emprego, deixe de ser cara de pau de receber e não comparecer ao trabalho, deixe de ser ladrao do $$$ público.
    Professor, pare de comer aluna ou colega de classe ou aquela biscatinha no seu laboratotio porque não tem grana pro motel, de o exemplo de cidadania, e respeite a sua universidade.
    Sejam mais humanos e menos desprezíveis, sempre tacando o pau no Brasil que VOCÊ está ajudando a construir.
    Parem de só criticar, comece arrumando a sua casa, o seu trabalho, o que tem a sua volta, pinte o seu redor com novas cores e o nosso país se transformará para os nossas netos, bisnetos etc e tal.
    Chega de mimimi, arregace as mangas e vai à luta.
    Se não sabe aprende, se sabe ensine.
    A mudança do Brasil depende de nós, das nossas escolhas.

  • Vou com a Sally. Se o Brasil fosse uma casa, ela teria sido construída com materiais da pior qualidade e por profissionais que além de incapacitados, não queriam estar fazendo o trabalho.

  • Eu já escrevi isso algumas vezes aqui, em vários comentários, e é claro que sou 100% Sally nessa questão. E isso está ampla e fartamente documentado nas obras “seminais” de autores sobre os quais também já comentei bastante: Gilberto Freyre e Darcy Ribeiro. Talvez a intenção primária – principalmente de Ribeiro – tenha sido “exaltar” essa juntação de etnias que nada tinham em comum como algo “grandioso”, que mesmo na base da forçação de barra e da imposição isso um dia faria a bananalândia grande, compreensiva, tolerante, criativa, uma “raça cósmica e universal”(*) ,um verdadeiro símbolo, guia material e espiritual da América Lat(r)ina invejado até no Velho Mundo and all that crap. Mas a leitura das obras desses dois é uma verdadeira tragédia anunciada com aí uns 100 anos de antecedência (não que essa merda de lugar já não fosse um “engano de Deus”(**) antes).

    Enfim, todos os colegas já comentaram de modo muito competente o texto de ambos e não vou me estender mais a respeito. Só digo mais uma coisa: Portugal foi foda na época das Grandes Navegações, mas hoje é o esgotão oeste da Europa, assim como seus cidadãos (que conheci bem!). Claro que Espanha é um pouco mais pró-ativa (e o espanhol conseguiu o feito notável de se tornar um dos idiomas oficiais dos EUA, quem diria!), mas também não é grandes coisas não. Já ouvi as duas frases: “português é espanhol mal falado” e “espanhol é português mal falado”. E, de uns tempos pra cá, adotei a primeira como sendo verdade absoluta.

    (*) também já disse isso e volto a dizer: quer raça “cósmica e universal”? Vai pra Ásia Central, onde todo mundo tem olho puxado, adora Alá Snack Bar, fala uma mistureba de dialetos turcos e tem sobrenome russo estilo “fulanovich”;
    (**) Expressão sensacional com que a empregada chamava o Lionka (conto “Vovô Arkhip e Lionka”, do chatíssimo Gorki).

  • Fico com a Sally nessa. O buraco é muito mais embaixo, vem bem antes da proclamação da independência. Essa mistura, desde o princípio, não teria como dar certo mesmo.

    • Concordo, Ge. O que começou mal não tem como acabar bem. Da triste mistura de português degredado e/ou explorador com o negro escravizado e com o indígena primitivo surgiu o grosso da população que habita esta terra.

  • Sou descendente de português como 80% dos BR são e achei certíssimo o texto. Pegou até leve demais. Minha avó portuguesa já metia o pau pior que isso. É bom quando a pessoa reconhece, mas ela não era da geração mimimi que se ofende por qualquer crítica.

    • Reconhecer é o único caminho para entender o que deve ser feito para melhorar. Quem nega fica estagnado.
      Curiosa para saber o que sua avó dizia…

  • Sei não… tomando a liberdade de discordar de vocês, não sei se estamos esperando demais do Brasil, ou do seu povo. Os povos que realmente mandam no mundo (ao menos o militar) são americanos, chineses, russos, ingleses e franceses – e eles não são exemplo nenhum para os povos, nem na civilidade, nem nos bons hábitos (muito pelo contrário, aliás).

    O brasileiro precisava encontrar um caminho deste país dar certo, com seus defeitos e virtudes. Somos egoístas, mesquinhos, não conhecemos a palavra cidadania? Tá, beleza, mas isso não nos impediria de dar certo se fossemos, também, espertos o suficiente para agir a favor do nosso povo.

    Nós não falhamos como país. Apenas somos burros demais, para não admitir o que somos – e trabalhar para transformar essa porcaria num lugar que preste, para nós e nossos filhos.

    • Você acha que pessoas egoístas, mesquinhas e que não conhecem a palavra cidadania podem trabalhar para o bem coletivo? (a favor do povo)

      O conceito e egoísmo é justamente esse: não pensar a favor do povo, só a favor de si mesmo…

  • Isso aqui é culpa dos portugueses. Todos sabem a fama que tem pouca higiene e baixo Q.I. Até o idioma é inútil, falado em poucos lugares sem relevância, o que nos obriga a pagar 2 cursos, de inglês e espanhol. Que azar não ter sido colônia espanhola!

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    Paulista de Macaé

    Acredito que a visão tanto da Sally como a do Somir se complementam. Ultimamente estava pensado que ao contrário de outros países, o Brasil não foi planejado, não se criou um sentimento de um povo, de uma nação. E que as coisa sempre foram feitas de qualquer jeito.

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